Ácido hialurônico no glúteo: plano, volume e cânula
Corpo e glúteo

Como aplicar ácido hialurônico no glúteo: plano, volume e cânula

No glúteo, o ácido hialurônico é a ferramenta de volume e contorno, e três decisões definem se ele vai entregar forma ou problema: em que plano o gel fica, quanto entra e com que instrumento. As três se resolvem pela anatomia vascular da região e pelo que os estudos mediram.

Ácido hialurônico no glúteo vai no plano subcutâneo, nunca no músculo, com cânula romba de calibre grosso, em retroinjeção distribuída pelos quadrantes marcados com a paciente em pé. O volume se planeja pelo déficit e pelo produto, e os estudos publicados usaram de algumas dezenas a algumas centenas de mililitros. O resto da página explica cada uma dessas três decisões (plano, volume e cânula) com a anatomia e os estudos que as sustentam.

Quando o ácido hialurônico é a ferramenta certa

Ácido hialurônico entra no glúteo para dar volume e contorno. Na conduta do Dr. Thiago Perfeito para o corpo, cada queixa tem seu produto: o bioestimulador trata flacidez e qualidade de pele, o ácido hialurônico dá volume, e a gordura da própria paciente, no protocolo dele com a plataforma Lipocube, pode fazer as duas coisas. Quando a paciente tem volume a menos e pele frouxa ao mesmo tempo, as rotas se associam.

A seleção conta. No estudo de Santorelli e colaboradores (2023, Aesthetic Plast Surg), com 43 pacientes, foram incluídas mulheres com índice de massa corporal até 30 e ptose glútea leve ou ausente, e a satisfação medida pela escala BODY-Q subiu de 8,14 para 14,40 em seis meses. É o perfil em que o ácido hialurônico entrega mais: pouca gordura a retirar, pele com algum suporte e queixa de forma, não de flacidez. A paciente de 45 a 60 anos que emagreceu com tirzepatida (Mounjaro) ou semaglutida muitas vezes perdeu as duas coisas, volume e firmeza, e quase sempre precisa de um plano combinado.

Produto: o gel do corpo não é o gel da face

O glúteo recebe volumes grandes e sofre carga mecânica o dia inteiro, sentado e em movimento. Fontenete e Alfertshofer (2026, J Cosmet Dermatol) compararam quatro preenchedores corporais de ácido hialurônico: a físico-química foi semelhante entre eles, mas a reologia variou de forma significativa, com diferenças de elasticidade e rigidez (G′ e G*). A conclusão prática é escolher o gel corporal pela reologia exigida pela área, não pela marca.

Entre os volumizadores corporais de ácido hialurônico disponíveis no Brasil estão o UPmax (Ilikia/CGBio), que tem lidocaína, o Sofiderm corporal, que não tem, e o Shape Lido, da Rennova, com lidocaína. A diferença muda o preparo: com produto sem anestésico, o conforto vem da anestesia local infiltrada. Nenhum deles é bioestimulador de colágeno; são preenchedores de ácido hialurônico. Dois dos estudos citados aqui usaram justamente essas famílias: Bussade e colaboradores (2025) aplicaram UP Max, e Lourenço e colaboradores (2022, J Cosmet Dermatol) descreveram uma técnica com Sofiderm Subskin.

Plano: por que o subcutâneo

No glúteo, os vasos calibrosos estão colados à face profunda do músculo, e o subcutâneo não tem ramos grandes. Turin e colaboradores (2020, Aesthet Surg J) estudaram a anatomia venosa glútea por ressonância em 16 hemicorpos de voluntários. A veia glútea inferior corre como um tronco único logo abaixo do glúteo máximo, no centro do glúteo, a cerca de 56 mm da pele em média (30 mm de gordura subcutânea e 27 mm de músculo). Com a pessoa de bruços, as veias glúteas inferior e superior mediram, em média, 5,96 mm e 5,63 mm de calibre. Não houve ramo maior que 2 mm no subcutâneo nem dentro do músculo, e os autores concluíram que não existe “zona segura” intramuscular ou submuscular.

Cânula no plano subcutâneo do glúteo acima do músculo glúteo máximo — Dr. Thiago Perfeito
Corte do glúteo, da superfície ao fundo: pele, gordura subcutânea (em amarelo), músculo glúteo máximo (em cinza) e, logo abaixo dele, os vasos profundos. O ácido hialurônico é depositado na camada de gordura, com a cânula correndo paralela à pele, longe dos troncos que ficam sob o músculo.

Os estudos de ácido hialurônico no glúteo foram feitos nesse plano. Hur e colaboradores (2026, Plast Reconstr Surg Glob Open) injetaram no subcutâneo, com cânula romba 16G, evitando as zonas anatômicas de alto risco. No estudo de Camenisch e colaboradores (2013, Plast Reconstr Surg), a ressonância mostrou o gel localizado principalmente na gordura subcutânea, sem deslocamento para fora do glúteo em 24 meses. Lourenço e colaboradores escolheram o subcutâneo justamente por não encontrarem ali vasos de grande calibre, e Robles (2024, Aesthetic Plast Surg) trabalhou nas camadas superficial e profunda do subcutâneo.

Ultrassom do glúteo com ácido hialurônico no plano subcutâneo — Dr. Thiago Perfeito
Ultrassom de alta frequência do glúteo no dia da aplicação. Da pele para o fundo: gordura superficial, fáscia superficial, gordura profunda, fáscia profunda e músculo. As áreas escuras (anecoicas), contornadas em azul no painel B, são o ácido hialurônico, todo acima do músculo. FIGURE 8 de Bussade M et al., J Cosmet Dermatol 2025 (PMID 41423732), reproduzida sob licença CC BY.

Bussade e colaboradores (2025) acompanharam por ultrassom o gel aplicado em 30 mulheres e confirmaram a posição subcutânea e a absorção progressiva, sem sinal de migração, fibrose ou nódulo. O ultrassom, quando disponível, é o melhor jeito de conferir o plano e, antes da aplicação, de descobrir se a paciente já tem algum produto no glúteo. O assunto tem texto próprio em o que aprender primeiro em ultrassom.

Marcação: onde o volume rende

A distribuição se planeja com a paciente em pé, de costas e de perfil. Bussade e colaboradores dividiram o glúteo em quadrantes (superolateral, superomedial, inferolateral e inferomedial), com as depressões trocantéricas laterais tratadas à parte quando indicadas. Iribarren-Moreno e colaboradores (2025) propuseram uma base em forma oval, marcada com nível a laser, com três áreas-chave para concentrar o produto; com média de 40,4 mL por paciente, a circunferência do quadril aumentou 2,2 cm na altura de 2 cm acima da sínfise púbica logo após a aplicação. No estudo de Hur, o ganho mais visível ficou nas regiões superior e superolateral.

Divisão do glúteo em quadrantes para planejar o ácido hialurônico — Dr. Thiago Perfeito
Desenho esquemático do glúteo dividido em quatro quadrantes (superolateral, superomedial, inferolateral e inferomedial), com as áreas principais de aplicação em azul: o quadrante superolateral, a região central e a depressão trocantérica lateral (hip dip). FIGURE 1 de Bussade M et al., J Cosmet Dermatol 2025 (PMID 41423732), reproduzida sob licença CC BY.

Volume: o princípio e o que os estudos usaram

No glúteo, volume é planejamento. O volume depende do déficit, da forma desejada, da reologia do gel e de quanto a pele sustenta. Começar conservador e completar numa segunda sessão, depois de ver como o gel se acomodou, é o caminho mais previsível para chegar à simetria; De Meyere e colaboradores já distribuíram o volume em uma ou duas visitas. A tabela mostra o quanto os estudos variaram:

EstudoPacientesVolume de ácido hialurônicoO que mais importa
Bussade et al., 2025, J Cosmet Dermatol30 mulheresMédia de 43,60 mL (até 60 mL por paciente)Ultrassom confirmou o gel no subcutâneo, sem migração, fibrose nem nódulo em 12 meses
Iribarren-Moreno et al., 2025, Plast Reconstr Surg Glob Open26 mulheresMédia de 40,4 mL (máximo de 100 mL)Marcação padronizada para concentrar o produto em três áreas-chave
Crabai et al., 2025, Plast Reconstr Surg Glob Open35 pacientesMédia de 85,1 mLEventos leves a moderados, resolvidos em 2 a 7 dias
Hur et al., 2026, Plast Reconstr Surg Glob Open26 mulheres200 a 360 mL no totalSubcutâneo com cânula romba 16G; eventos menores em 19,2%
De Meyere et al., 2014, Aesthetic Plast Surg61 pacientesMédia de 340 mL (200 a 420 mL), em 1 ou 2 visitasAcompanhamento de 24 meses; um deslocamento de gel para a região sacral

Na celulite, o ácido hialurônico entra em volumes pequenos por depressão. Robles aplicou até 3 mL por depressão, até 40 mL no total, além de no máximo 200 mL no glúteo inteiro.

Cânula e técnica, passo a passo

Uma distinção antes de tudo: a regra de cânula de 4 mm ou mais que o Dr. Thiago segue no glúteo é da gordura, no protocolo dele com a plataforma Lipocube, e não se transfere para o ácido hialurônico. Nas aplicações corporais, a cânula da rotina dele é a de 18G, e ele aspira antes de injetar. O que as duas técnicas têm em comum é o plano: subcutâneo.

  1. Anamnese do glúteo. Pergunte o que já foi injetado ali, quando e por quem. Produto prévio desconhecido muda a indicação; na dúvida, ultrassom antes.
  2. Marcação em pé. Quadrantes, áreas-alvo, depressões e a linha do meio do sacro ao trocânter maior, com a área medial e profunda sinalizada como zona de não aprofundar.
  3. Antissepsia ampla e campo limpo: é um implante de volume grande.
  4. Anestesia. Botão anestésico nos pontos de entrada; infiltração local adicional quando o gel não tem lidocaína.
  5. Entrada lateral, de onde a cânula alcança o quadrante em leque sem apontar para dentro e para baixo.
  6. Plano conferido. Cânula paralela à pele, no subcutâneo; se houver ultrassom, confirme a ponta antes de injetar.
  7. Aspirar e depositar em retroinjeção, em túneis distribuídos, pressão baixa, sem grandes depósitos num ponto só.
  8. Modelagem e reavaliação. Moldar com a mão ao fim, conferir simetria em pé e registrar volume, produto, lote e quadrantes no prontuário.
Agulha de bisel e cânula de ponta romba diante de um vaso — Dr. Thiago Perfeito
Agulha de bisel (à esquerda) e cânula de ponta romba com abertura lateral (à direita) diante de um vaso. O bisel corta na direção da parede; a ponta romba tende a afastá-la. No glúteo, essa vantagem só vale somada ao plano subcutâneo, à pressão baixa e à aspiração.

Quanto dura

O ácido hialurônico é absorvido, e os estudos mostram isso com números. Na ressonância de Camenisch, restavam 56%, 36% e 24% do gel no glúteo aos 6, 12 e 24 meses, e mesmo assim 60% das pacientes se diziam melhores aos 24 meses. No estudo de De Meyere, as pacientes que se avaliaram como melhoradas foram 80%, 68%, 42% e 40% aos 6, 12, 18 e 24 meses. No de Bussade, a satisfação foi de 90% no 30º dia e de 62% aos 12 meses. A paciente precisa ouvir isso antes: é um resultado que diminui com o tempo e se mantém com retoque.

Complicação: o que esperar e o que nunca ignorar

Os eventos comuns são leves e passam em dias. No estudo de Hur, 19,2% das pacientes tiveram algum evento menor: inchaço, equimose ou endurecimento transitório, sem comprometimento vascular, infecção profunda nem migração em seis meses. Deslocamento do gel é raro e acontece: De Meyere registrou um caso para a região sacral entre 61 pacientes. A vantagem do ácido hialurônico sobre os produtos permanentes é que ele pode ser degradado com hialuronidase; a lógica de dose da enzima está em dose de hialuronidase por cenário. Falta de ar, dor no peito, queda de saturação ou confusão depois de uma aplicação no glúteo são emergência, e não reação local.

Uma nota de transparência: o Dr. Thiago não tem relação comercial com nenhum fabricante de preenchedor, inclusive os citados nesta página.

Do texto para a maca

Volume no glúteo é decisão de planejamento: quanto, onde e em quantas sessões. Esse raciocínio é o centro do bloco corporal do Módulo A2 da Pós Prática, conduzido pelo Dr. Thiago Perfeito (CRM-DF 23199, Medicina Estética e Regenerativa), que passou de 500 casos de glúteo. A anatomia vascular da região, a regra absoluta do plano e a escolha entre volumizador e bioestimulador corporal chegam no pré-work gravado; no sábado presencial, na INTI, a volumização glútea é demonstrada com marcação, anestesia e vetores, e os alunos, no máximo oito por turma, praticam em paciente modelo. Para comparar formações nessa área, os critérios estão em melhor curso de bioestimulador corporal e glúteo; os demais módulos, em Cursos.

Perguntas frequentes

Em que plano se aplica ácido hialurônico no glúteo?

No subcutâneo, nunca no músculo. No estudo de ressonância de Turin e colaboradores (2020), as veias glúteas correm logo abaixo do glúteo máximo, com cerca de 6 mm de calibre, e o subcutâneo não teve ramos maiores que 2 mm. Os estudos de ácido hialurônico no glúteo aplicaram o gel no subcutâneo, e o ultrassom e a ressonância confirmaram essa posição.

Quantos mL de ácido hialurônico se usam no glúteo?

O volume é planejado caso a caso. Nos estudos, a média foi de 40,4 mL (Iribarren-Moreno, 2025) e 43,60 mL (Bussade, 2025), mas houve séries com 200 a 360 mL (Hur, 2026) e média de 340 mL (De Meyere, 2014). Começar conservador e completar em segunda sessão é o caminho mais previsível.

Qual cânula usar para ácido hialurônico no glúteo?

Cânula de ponta romba de calibre grosso. Nas aplicações corporais, o Dr. Thiago usa cânula 18G e aspira antes de injetar; o estudo de Hur usou cânula 16G. A regra de cânula de 4 mm ou mais vale para a enxertia de gordura, não para o ácido hialurônico.

Quanto tempo dura o ácido hialurônico no glúteo?

O gel é absorvido aos poucos ao longo de meses. Na ressonância de Camenisch e colaboradores (2013), restavam 56%, 36% e 24% do produto aos 6, 12 e 24 meses. Na série de Bussade, a satisfação caiu de 90% no 30º dia para 62% aos 12 meses. Varia de pessoa para pessoa e se mantém com retoque.

Ácido hialurônico no glúteo trata flacidez?

Não; ele trata falta de volume. Para flacidez, a conduta do Dr. Thiago usa bioestimulador de colágeno, e as duas rotas podem ser associadas. Os melhores resultados com ácido hialurônico foram descritos em pacientes com ptose glútea leve ou ausente.

Quais produtos de ácido hialurônico são usados no corpo?

Preenchedores de linha corporal, de reologia própria. No Brasil, exemplos são o UPmax (Ilikia/CGBio, com lidocaína), o Sofiderm corporal (sem lidocaína) e o Shape Lido (Rennova, com lidocaína). São ácido hialurônico, não bioestimuladores de colágeno.

Referências

  1. Santorelli A, Cerullo F, Salti G, et al. Gluteal Augmentation with Hyaluronic Acid Filler: A Retrospective Analysis Using the BODY-Q Scale. Aesthetic Plast Surg. 2023;47(3):1175-1181. · PMID 36385435 · DOI 10.1007/s00266-022-03166-1
  2. Fontenete S, Alfertshofer M. Rheological and Physicochemical Properties of Hyaluronic Acid Fillers for Body Contouring: Clinical Implications and Anatomical Considerations. J Cosmet Dermatol. 2026;25(2):e70553. · PMID 41715300 · DOI 10.1111/jocd.70553
  3. Bussade M, Faria G, Barros M, et al. Assessment of Hyaluronic Acid Filler in Gluteal Augmentation and Contouring: A 1-Year Prospective Study. J Cosmet Dermatol. 2025;24(12):e70600. · PMID 41423732 · DOI 10.1111/jocd.70600
  4. Lourenço LM, de Noronha MGO, Colla LA, et al. LL body contour technique - A new way of gluteal contouring and augmentation with hyaluronic acid filler. J Cosmet Dermatol. 2022;21(5):1967-1972. · PMID 35049130 · DOI 10.1111/jocd.14763
  5. Turin SY, Fracol M, Keller E, et al. Gluteal Vein Anatomy: Location, Caliber, Impact of Patient Positioning, and Implications for Fat Grafting. Aesthet Surg J. 2020;40(6):642-649. · PMID 31574144 · DOI 10.1093/asj/sjz260
  6. Hur JH, Cho YK, Song JK, et al. Clinical Evaluation of Hyaluronic Acid Filler for Gluteal Augmentation: A Retrospective Study. Plast Reconstr Surg Glob Open. 2026;14(7):e7962. · PMID 42517060 · DOI 10.1097/GOX.0000000000007962
  7. Camenisch CC, Tengvar M, Hedén P. Macrolane for volume restoration and contouring of the buttocks: magnetic resonance imaging study on localization and degradation. Plast Reconstr Surg. 2013;132(4):522e-529e. · PMID 24076699 · DOI 10.1097/PRS.0b013e31829fe47e
  8. Robles MF. Safety and Efficacy Study of the Application of Redensified Cross-Linked Hyaluronic Acid for Filling Gluteal Volume and Cellulite Depressions. Aesthetic Plast Surg. 2024;48(6):1181-1192. · PMID 38110737 · DOI 10.1007/s00266-023-03739-8
  9. Iribarren-Moreno R, Pradel-Mora JJ, Marin G, et al. Hyaluronic Acid Gluteal Augmentation: New Marking and Application Technique. Plast Reconstr Surg Glob Open. 2025;13(11):e7252. · PMID 41282456 · DOI 10.1097/GOX.0000000000007252
  10. Crabai P, Campos-Martínez L, Marchetti F, et al. Evaluating the Safety and Satisfaction of HYAcorp MLF2 for Noninvasive Buttock Augmentation: A Multicenter Study. Plast Reconstr Surg Glob Open. 2025;13(1):e6415. · PMID 39839444 · DOI 10.1097/GOX.0000000000006415
  11. De Meyere B, Mir-Mir S, Peñas J, et al. Stabilized hyaluronic acid gel for volume restoration and contouring of the buttocks: 24-month efficacy and safety. Aesthetic Plast Surg. 2014;38(2):404-412. · PMID 24464121 · DOI 10.1007/s00266-013-0251-9
Dr. Thiago Perfeito, CRM-DF 23199
Dr. Thiago Perfeito · CRM-DF 23199
Medicina estética e regenerativa, Brasília–DF. Anatomia aplicada, complicações em injetáveis e medicina regenerativa.

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