Preenchimento de olheira: técnica e seleção do paciente
Preenchimento com ácido hialurônico

Preenchimento de olheira (tear trough): técnica e seleção do paciente

A olheira é a região em que o mesmo gel, na mesma dose, produz o resultado mais bonito ou o mais difícil de desfazer — e o que separa um do outro raramente é a mão. É o diagnóstico: se a depressão é de volume, se a pele esconde o gel, se há bolsa ou edema esperando para piorar. Esta página junta a anatomia do ligamento que desenha o sulco, o perfil do candidato que os estudos de registro selecionaram e a regra de plano que as bulas declaram.

A resposta curta

O preenchimento de olheira funciona bem num paciente específico: o que tem um sulco por perda de volume, pele de espessura razoável, pouca bolsa e nenhum edema. Nesse paciente, o gel vai fundo, sobre o osso, em volume pequeno, e o resultado dura em torno de um ano. Fora desse perfil, a mesma seringa produz bolsa maior, inchaço que não passa ou um tom azulado sob a pele. A técnica importa, mas quem decide o resultado é a seleção.

Por isso esta página começa pelo diagnóstico e só depois chega aos planos. O passo a passo com cânula e o capítulo das contraindicações têm páginas próprias nesta Biblioteca; aqui o foco é o raciocínio que vem antes: o que é o sulco lacrimal, por que ele aparece, quem é o candidato bom e em que camada o gel precisa terminar.

Dar nome ao que se vê: sulco lacrimal, sulco palpebromalar e junção pálpebra-bochecha

"Olheira" é o nome que o paciente dá; o injetor precisa separar pelo menos três depressões diferentes. Sadick et al. (2007, J Cosmet Dermatol) propuseram definir o sulco lacrimal (tear trough) como a depressão da pálpebra inferior medial, logo lateral à crista lacrimal anterior e limitada embaixo pelo rebordo orbital inferior, e criaram uma escala de gravidade reprodutível, com pouca variação entre avaliadores. O ponto deles é prático: sulco lacrimal e sulco nasojugal são usados como sinônimos, mas descrevem áreas diferentes, e o tratamento muda conforme a área.

Lateralmente ao sulco lacrimal, a depressão continua como sulco palpebromalar, que acompanha a junção entre pálpebra e bochecha. Haddock et al. (2009, Plast Reconstr Surg) dissecaram 12 hemifaces e mostraram que as duas marcas se parecem na superfície mas diferem por baixo: ao longo do sulco lacrimal, o orbicular está preso diretamente ao osso; ao longo da junção pálpebra-bochecha, a fixação é feita pelo ligamento orbicular de retenção.

Corte sagital da pálpebra inferior com depósito de preenchedor na face anterior da maxila, logo abaixo do rebordo orbital — Dr. Thiago Perfeito
Corte sagital da pálpebra inferior e do rebordo orbital: globo, gordura orbital, orbicular e ligamento em cinza. O depósito de preenchedor (em destaque) fica sobre a face anterior da maxila, logo abaixo do rebordo, no plano supraperiosteal — sustenta a transição entre pálpebra e bochecha sem ocupar a pálpebra.

Wong, Hsieh e Mendelson (2012, Plast Reconstr Surg) fecharam a explicação anatômica em 48 hemifaces de cadáver. Eles isolaram um ligamento osteocutâneo verdadeiro, o ligamento do sulco lacrimal, preso à maxila entre as porções palpebral e orbital do orbicular. Ele começa medialmente na altura da inserção do tendão cantal medial, logo abaixo da crista lacrimal anterior, segue até mais ou menos a linha médio-pupilar e daí continua lateralmente como o ligamento orbicular de retenção, de dupla camada. A histologia mostrou estrutura idêntica à do ligamento zigomático. É esse ligamento que desenha o sulco.

Por que o sulco aparece com a idade

O sulco não "desce": ele fica mais visível porque o que está em volta dele perde volume. Haddock et al. concluíram que a atrofia de pele e gordura é a explicação mais provável para a marca que surge com a idade, já que as estruturas estão fixas ao osso; a gordura orbital que abaula acima do rebordo acentua o desenho. Duas consequências práticas saem daí. Primeiro, o tratamento precisa se estender bem abaixo do rebordo orbital, e não só preencher a linha. Segundo, quanto mais a bolsa contribui para a marca, menos o preenchedor resolve.

Comparação de cortes da face jovem e envelhecida com perda de suporte ósseo e de gordura — Dr. Thiago Perfeito
Corte da face jovem comparado ao da face envelhecida: menos gordura e menos osso de apoio. No terço médio, essa perda de suporte aprofunda a transição entre pálpebra e bochecha — e explica por que tratar a bochecha antes muda a olheira.

O terço médio entra na conta. A revisão de Bhojani-Lynch et al. (2025, Aesthet Surg J Open Forum) recomenda tratar primeiro a perda de volume do terço médio e só depois, se o resultado não satisfizer, abordar diretamente a depressão infraorbital. Parte das olheiras melhora de forma visível quando a bochecha recupera sustentação, e o volume que sobra para a pálpebra fica menor — o que importa porque, nesta região, inchaço e irregularidade acompanham o volume injetado.

Seleção do paciente: o candidato bom e o que muda o plano

A revisão mais recente sobre o tema resume o perfil em uma frase: deformidade leve, boa qualidade de pele, pouca flacidez palpebral e pouca herniação de gordura. Termanini e Alghoul (2026, Aesthet Surg J) colocam o preenchimento com ácido hialurônico como opção para esse paciente selecionado e reservam a cirurgia como o caminho mais previsível e duradouro para deformidades moderadas a graves. A consulta, portanto, não pergunta "quanto gel cabe aqui?", e sim "isto é um problema de volume?".

Na avaliação, quatro perguntas organizam o exame:

Perfil · Bom candidato ao preenchimento de olheira

  1. Sulco por perda de volume, que fica mais raso quando a luz vem de frente.
  2. Pele com espessura suficiente para esconder um gel profundo.
  3. Bolsa de gordura ausente ou discreta.
  4. Sem edema malar, sem história de inchaço recorrente na região.
  5. Terço médio já tratado ou com suporte adequado.
  6. Expectativa de suavizar a transição, não de apagar toda a sombra.

Quando o perfil não fecha, a decisão é mudar de ferramenta, e o capítulo das contraindicações (bolsa, edema, pele fina) está detalhado em página própria desta Biblioteca. Para padronizar o registro, os estudos de registro de produto usam escalas validadas — a Allergan Infraorbital Hollow Scale, a Merz Infraorbital Hollow Assessment Scale e a Galderma infraorbital hollows scale. Graduar antes e depois, com a mesma luz e a mesma distância, é o que permite ao injetor saber se o resultado veio do gel ou da foto.

Técnica geral: em que camada o gel termina

A regra que atravessa as bulas e as revisões é a mesma: na olheira, o gel vai fundo, sobre o osso, abaixo do orbicular. A camada importa porque a anatomia muda de medial para lateral. No sulco lacrimal medial, por baixo da pele existe pouco mais que o orbicular colado ao osso; no sulco palpebromalar, lateral, aparecem gordura superficial acima do músculo e gordura profunda abaixo dele.

Esquema das camadas do sulco lacrimal medial e do sulco palpebromalar lateral — figura de estudo — Dr. Thiago Perfeito
À esquerda, o sulco lacrimal medial: pele (skin), orbicular do olho (orbicularis oculi muscle) e osso (bone), sem gordura entre eles. À direita, o sulco palpebromalar lateral: pele, gordura superficial, orbicular, gordura profunda e osso. É por essa diferença que o mesmo volume rende de forma distinta em cada ponto. Adaptada (recorte dos painéis B e C) da Figure 1 de Bhojani-Lynch T et al., Aesthet Surg J Open Forum 2025 (PMID 41018152), reproduzida sob licença CC BY.

Haddock et al. sugeriram, em 2009, o plano intraorbicular para o sulco lacrimal e o suborbicular para a junção pálpebra-bochecha. As fontes mais recentes descrevem um plano mais profundo: a bula europeia do Belotero Balance Lidocaine manda injetar no sulco infraorbital, incluindo o sulco lacrimal, profundamente sobre o osso, no plano supraperiosteal; a revisão de Bhojani-Lynch et al. descreve o mesmo plano, com agulha em punções seriadas ou retroinjeção linear, ou com cânula em retroinjeção, anterógrada ou microbolus. Gel superficial na pálpebra é o caminho mais curto para irregularidade e tom azulado.

Agulha ou cânula entregam o resultado quando o plano está certo. No estudo pivotal do Restylane Eyelight (Biesman et al., 2024, Aesthet Surg J), a taxa de resposta foi semelhante com agulha e com cânula (P = 0,967). O que muda entre os dois instrumentos é o perfil de equimose, inchaço e controle de plano — assunto da página de cânula e da comparação geral entre cânula ou agulha no preenchimento. Com preenchedor, o Dr. Thiago aspira sempre antes de injetar, e por mais tempo quando o calibre é fino, de 29 a 30G.

O produto também é parte da técnica. A orientação da revisão de 2025 é um gel liso, maleável e de pouca capacidade de atrair água; o mapa de características por região está em qual ácido hialurônico usar em cada região da face.

Quanto gel: o que as bulas declaram

Na olheira, os números de bula são pequenos, e o teto existe por um motivo. A bula americana do Restylane Eyelight (Galderma) limita a até 1 mL por lado por sessão e, se for preciso mais, recomenda uma nova sessão de acompanhamento, porque a segurança de volumes maiores na mesma sessão não foi estabelecida. A do Juvéderm Volbella XC (Allergan Aesthetics) registra volume típico de cerca de 1,0 mL em cada área infraorbital e informa que mais de 2,2 mL por sulco não foi estudado. A bula europeia do Belotero Balance Lidocaine (Merz Aesthetics) fixa no máximo 1 mL por lado por sessão, 2 mL somando os dois lados, e pede pelo menos 4 semanas entre o tratamento inicial e o retoque.

Esses valores são teto, não meta. A revisão de Bhojani-Lynch et al. sugere volume máximo de 0,5 mL por olho no tratamento direto da depressão. As marcas aparecem aqui pela indicação que a bula declara para a olheira; esta página não tem relação comercial com nenhum fabricante.

O que esperar: resposta e duração medidas

No paciente bem selecionado, a resposta é alta e dura. No ensaio randomizado do VYC-15L (Volbella) para depressão infraorbital (Fabi et al., 2021, Aesthet Surg J), 83,1% dos tratados melhoraram ao menos 1 grau no mês 3, contra 15,6% do grupo controle; a imagem 3D mostrou aumento médio de 0,733 mL (esquerda) e 0,777 mL (direita) ainda no mês 12. No do Belotero Balance (+) (Biesman et al., 2024, Aesthet Surg J), a resposta na semana 8 foi de 80,6% contra 1,9%, e 90,7% dos que responderam mantinham a melhora 48 semanas depois. No do Restylane Eyelight, 87,4% responderam no mês 3 contra 17,7% do controle, e 63,5% ainda eram respondedores no mês 12.

A metanálise de Liu et al. (2024, Aesthetic Plast Surg), com 31 publicações e 2.556 participantes, encontrou satisfação de 91,0%. Os eventos mais comuns foram inchaço (19,2%) e equimose (18,4%); irregularidade de contorno apareceu em 5,3% e tom azulado (efeito Tyndall) em 0,9%. Esses números descrevem séries com candidato escolhido — é a seleção que os torna reproduzíveis.

Segurança vascular sem repetir o protocolo

A região infraorbital tem a artéria e a veia angulares no canto medial e o feixe infraorbital saindo do forame, logo abaixo do rebordo. Palpar o forame, manter a ponta sobre o osso e injetar devagar, em alíquota pequena, são parte da técnica geral. O trajeto dos vasos está em zonas de risco vascular da face; o reconhecimento e o resgate da oclusão, em oclusão vascular por ácido hialurônico; e a dose da enzima por situação, em dose de hialuronidase por cenário. A hialuronidase fica na sala antes da primeira punção.

Onde a olheira é ensinada na formação do Dr. Thiago

A olheira não é a região do primeiro preenchimento, e a formação do Dr. Thiago Perfeito (médico, CRM-DF 23199, Medicina Estética e Regenerativa) a coloca no nível avançado. Ela está no Módulo A1, Face Avançada, junto com lábio, têmpora e rinomodelação, com dois focos declarados: seleção rigorosa de candidato e técnica supraperiosteal. O módulo é um sábado presencial em Brasília, precedido de pré-work gravado obrigatório, com turma de até 8 médicos: a parte teórica traz a demonstração comentada, e a parte prática é a execução supervisionada pelo próprio aluno em paciente modelo. Quem ainda está montando a base de terço médio e contorno começa pelo Módulo B1, Toxina e Preenchimento Essencial.

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre sulco lacrimal e sulco palpebromalar?

O sulco lacrimal é a depressão medial da pálpebra inferior, lateral à crista lacrimal anterior e limitada pelo rebordo orbital (Sadick et al., 2007). O palpebromalar continua lateralmente, ao longo da junção pálpebra-bochecha. Por baixo, o medial tem o orbicular preso ao osso; o lateral é fixado pelo ligamento orbicular de retenção e tem gordura acima e abaixo do músculo.

Quem é um bom candidato ao preenchimento de olheira?

O paciente com sulco por perda de volume, pele de espessura razoável, pouca bolsa de gordura e sem edema malar. A revisão de Termanini e Alghoul (2026) resume assim: deformidade leve, boa qualidade de pele, pouca flacidez palpebral e pouca herniação de gordura. Deformidade moderada a grave tem na cirurgia o caminho mais previsível.

Em que plano se injeta o ácido hialurônico na olheira?

Profundo, sobre o osso, abaixo do orbicular: o plano supraperiosteal. É o plano descrito na bula europeia do Belotero Balance Lidocaine para o sulco infraorbital e na revisão de Bhojani-Lynch et al. (2025). Gel superficial na pálpebra tende a aparecer como irregularidade ou tom azulado.

Quantos mL de ácido hialurônico se usa na olheira por sessão?

As bulas trazem teto, não meta: o Restylane Eyelight limita a até 1 mL por lado por sessão; o Belotero Balance Lidocaine (bula europeia) a 1 mL por lado e 2 mL no total; no estudo do Juvéderm Volbella XC o volume típico foi de cerca de 1,0 mL por área infraorbital. A revisão de 2025 sugere até 0,5 mL por olho no tratamento direto.

Por que tratar o terço médio antes da olheira?

Porque parte da depressão infraorbital vem da perda de sustentação da bochecha. A revisão de Bhojani-Lynch et al. (2025) recomenda tratar primeiro o terço médio e só depois, se necessário, a depressão diretamente — o que reduz o volume que vai para a pálpebra.

Quanto tempo dura o preenchimento de olheira?

Nos ensaios de registro, em torno de um ano no paciente selecionado. Com Belotero Balance (+), 90,7% dos que responderam mantinham a melhora 48 semanas depois (Biesman et al., 2024); com Volbella, o aumento de volume medido em 3D persistia no mês 12 (Fabi et al., 2021). A duração varia de pessoa para pessoa.

Referências

  1. Wong CH, Hsieh MKH, Mendelson B. The tear trough ligament: anatomical basis for the tear trough deformity. Plast Reconstr Surg. 2012 — 48 hemifaces de cadáver; ligamento osteocutâneo entre as porções palpebral e orbital do orbicular, do tendão cantal medial à linha médio-pupilar, continuando como ligamento orbicular de retenção. · PMID 22634656 · DOI 10.1097/PRS.0b013e31824ecd77
  2. Haddock NT, Saadeh PB, Boutros S, Thorne CH. The tear trough and lid/cheek junction: anatomy and implications for surgical correction. Plast Reconstr Surg. 2009 — 12 dissecções; orbicular preso ao osso no sulco lacrimal e fixado pelo ligamento orbicular de retenção na junção pálpebra-bochecha; atrofia de pele e gordura como explicação provável. · PMID 19337101 · DOI 10.1097/PRS.0b013e31819f2b36
  3. Sadick NS, Bosniak SL, Cantisano-Zilkha M, et al. Definition of the tear trough and the tear trough rating scale. J Cosmet Dermatol. 2007 — definição anatômica do sulco lacrimal e escala de graduação reprodutível. · PMID 18047604 · DOI 10.1111/j.1473-2165.2007.00336.x
  4. Termanini KM, Alghoul MS. Tear Trough Deformity: Update on Anatomy and Clinical Management. Aesthet Surg J. 2026 — preenchedor para deformidade leve, boa pele, pouca flacidez e pouca herniação de gordura; cirurgia para moderada a grave. · PMID 42150047 · DOI 10.1093/asj/sjag070
  5. Bhojani-Lynch T, Berros P, Snozzi P. Optimizing Infraorbital Hollows Treatment With Hyaluronic Acid Fillers: Overview of Anatomy, Injection Techniques, and Product Considerations. Aesthet Surg J Open Forum. 2025 — tratar o terço médio primeiro; até 0,5 mL por olho, plano supraperiosteal, agulha ou cânula. · PMID 41018152 · DOI 10.1093/asjof/ojaf069
  6. Fabi S, Zoumalan C, Fagien S, et al. A Prospective, Multicenter, Single-Blind, Randomized, Controlled Study of VYC-15L, a Hyaluronic Acid Filler, in Adults for Correction of Infraorbital Hollowing. Aesthet Surg J. 2021 — 83,1% × 15,6% de resposta no mês 3; +0,733/0,777 mL em 3D no mês 12. · PMID 34351386 · DOI 10.1093/asj/sjab308
  7. Biesman BS, Montes JR, Radusky RC, et al. A Prospective, Multicenter, Evaluator-Blind, Randomized, Controlled Study of Belotero Balance (+) for Correction of Infraorbital Hollowing in Adults. Aesthet Surg J. 2024 — 80,6% × 1,9% na semana 8; 90,7% mantinham a melhora 48 semanas depois. · PMID 38377391 · DOI 10.1093/asj/sjae039
  8. Biesman BS, Green JB, George R, et al. A Multicenter, Randomized, Evaluator-Blinded Study to Examine the Safety and Effectiveness of Hyaluronic Acid Filler in the Correction of Infraorbital Hollows. Aesthet Surg J. 2024 — Restylane Eyelight: 87,4% × 17,7% no mês 3; agulha e cânula comparáveis (P = 0,967); 63,5% respondedores no mês 12. · PMID 38573527 · DOI 10.1093/asj/sjae073
  9. Liu X, Gao Y, Ma J, Li J. The Efficacy and Safety of Hyaluronic Acid Injection in Tear Trough Deformity: A Systematic Review and Meta-analysis. Aesthetic Plast Surg. 2024 — 31 publicações, 2.556 participantes; satisfação 91,0%; inchaço 19,2%, equimose 18,4%, irregularidade 5,3%, Tyndall 0,9%. · PMID 37684413 · DOI 10.1007/s00266-023-03613-7
Dr. Thiago Perfeito, CRM-DF 23199
Dr. Thiago Perfeito · CRM-DF 23199
Medicina estética e regenerativa, Brasília–DF. Anatomia aplicada, complicações em injetáveis e medicina regenerativa.

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