Ligação para paciente antigo: o roteiro da recepção para retomar o cuidado sem soar cobrança
O médico entrega à secretária uma planilha de pacientes que não aparecem há muito tempo e diz "liga para eles". Ela disca e começa: "Aqui é da clínica, estamos com horários nesta semana". Às vezes quem atendeu nem era o paciente, e acabou de saber onde ele se trata.
A resposta direta: o roteiro tem 5 partes, nesta ordem, iniciadas depois que a recepção confirma que fala com o próprio paciente: abertura com nome e vínculo, motivo clínico da ligação, pergunta aberta, oferta de horário e encerramento. O motivo é uma frase que o médico escreveu para aquele nome da lista; a recepção a diz, não comenta o que ouve e não orienta por telefone. O que o paciente disser cai em 6 respostas com fala pronta, que podem interromper a ordem: quer marcar, agora não, mudou de médico, está com problema, não lembra da clínica e pede para não ligar. Toda tentativa termina em registro: desfecho, próximo passo e, se houve pedido de não ligar, a saída do número das listas de ligação da clínica no mesmo dia.
A checagem, primeira fala quando alguém atende: "Olá. Eu gostaria de falar com [NOME DO PACIENTE]. É você quem está falando?" A parte 1 só começa depois do sim.
Em que estágio da clínica este tema pesa
- 0Improvisar
- 1Monetizar
- 2Atrair
- 3Estabilizar
- 4Priorizar
- 5Produtizar
- 6Otimizar
- 7Organizar
- 8Especializar
- 9Capitalizar
Estágio 2 · Atrair
Há meses cheios e meses vazios. Você posta, atende, responde WhatsApp e cobra, tudo ao mesmo tempo.
- Seu papel
- Executor
- Equipe
- Você + ajuda por hora
- O gargalo
- Paciente novo chega de forma irregular
- Você sai quando
- Um canal traz paciente novo todo mês, previsível
A ligação improvisada começa pela oferta
O paciente escuta que há horário vago antes de saber por que ligaram para ele. O roteiro desta página inverte a ordem e se chama Lembrar · Perguntar · Oferecer Horário. Lembrar são as partes 1 e 2; perguntar, a 3; oferecer horário, a 4; a parte 5 encerra. O roteiro vale só para paciente que a clínica pode contatar por telefone para essa finalidade; a base legal desse contato não se decide aqui: valide com o assessor jurídico se a base que a clínica usa cobre ligação de retomada.
Antes do roteiro: quando quem atende não confirma
As falas para quando não vem um sim:
- Quem atendeu pergunta quem é, sem dizer se é o paciente: "Aqui é [NOME DE QUEM LIGA]. O assunto é pessoal de [NOME DO PACIENTE]. É com [NOME DO PACIENTE] que eu falo?"
- Outra pessoa atendeu: "Aqui é [NOME DE QUEM LIGA]. É um assunto pessoal de [NOME DO PACIENTE]; eu ligo de novo em outro momento."
- A pessoa pergunta de onde é ou oferece anotar recado: "É um assunto pessoal de [NOME DO PACIENTE]. Só diga que [NOME DE QUEM LIGA] ligou e vai ligar de novo."
- Caixa postal: "Esta mensagem é para [NOME DO PACIENTE]. Aqui é [NOME DE QUEM LIGA]. Eu ligo de novo em outro momento."
A LGPD inclui o "dado referente à saúde", "quando vinculado a uma pessoa natural", na definição de dado pessoal sensível (art. 5º, II). O roteiro trata assim o motivo da ligação e, por decisão de desenho, também o fato de a pessoa ser paciente da clínica: por isso nem a checagem nem essas falas dizem clínica, médico ou motivo. O Código de Ética Médica veda ao médico "deixar de orientar seus auxiliares e alunos a respeitar o sigilo profissional e zelar para que seja por eles mantido" (art. 78). Aqui a orientação é escrita: a lista e as falas dizem o que a recepção pode falar e para quem.
O roteiro inteiro, nas 5 partes
- Abertura com nome e vínculo. "[NOME DO PACIENTE], aqui é [NOME DE QUEM LIGA], da recepção de [NOME DO MÉDICO], na [NOME DA CLÍNICA]."
- Motivo clínico da ligação. "Estou ligando a pedido de [NOME DO MÉDICO]. [FRASE DE MOTIVO DEFINIDA PELO MÉDICO]." Redação-base para o médico editar ou trocar: "[NOME DO MÉDICO] reviu os pacientes que acompanha e pediu que eu falasse com você sobre a sua reavaliação."
- Pergunta aberta. "Como você tem passado desde a última vez que esteve aqui?" A recepção escuta até o fim e não comenta o que ouviu.
- Oferta de horário. "[NOME DO MÉDICO] tem horário em [DIA E HORA 1] e em [DIA E HORA 2]. Algum dos dois serve para você?" Se nenhum servir: "Qual dia da semana e qual período ficam melhores para você?"
- Encerramento. "Então fica assim: [O QUE FICOU COMBINADO NESTA LIGAÇÃO]. Agradeço o seu tempo, [NOME DO PACIENTE]." No colchete: "a sua consulta em [DIA E HORA ESCOLHIDOS]" (quer marcar); "eu ligo de novo em [QUANDO O PACIENTE PEDIU NOVA LIGAÇÃO]" ou "você procura a clínica quando quiser" (agora não); "[NOME DO MÉDICO] fica sabendo do que você me contou" (está com problema).
Nenhuma das 5 partes diz há quanto tempo o paciente não vem; a data da última consulta só é dita na fala de "não lembra da clínica". O roteiro não oferece desconto nem condição para voltar e não promete resultado.
- Escrever a lista (médico). O médico monta a lista de ligação: cada nome com a sua [FRASE DE MOTIVO DEFINIDA PELO MÉDICO], o mês e ano da última consulta e a posição na ordem de ligação. Só entra quem a clínica pode contatar por telefone para essa finalidade e atende o próprio contato; paciente contatado por um responsável fica fora. Nome sem frase de motivo não entra; a recepção não escreve a frase.
- Dimensionar a rodada. Calcule as tentativas por semana (minutos reservados por semana ÷ minutos reservados por tentativa) e o teto de semanas: nomes da lista × [NÚMERO DE TENTATIVAS DEFINIDO PELA CLÍNICA] ÷ tentativas por semana. Se o teto passar do [PRAZO DA RODADA DEFINIDO PELO MÉDICO], entram na rodada só os primeiros nomes da ordem do médico, na quantidade: prazo × tentativas por semana ÷ número de tentativas, arredondada para baixo. Os demais esperam a rodada seguinte.
- Ligar na ordem, confirmar e dizer as 5 partes. A recepção liga dentro da [FAIXA DE HORÁRIO DE LIGAÇÃO DEFINIDA PELA CLÍNICA], de cima para baixo nos nomes da rodada, e só volta a um nome sem contato depois de passar por todos eles. Faz a checagem antes de dizer de onde é e só então começa as 5 partes, na ordem.
- Responder pela tabela. Cada ligação em que o paciente responde tem um desfecho só, entre as 6 respostas. Se ele disser mais de uma coisa, "está com problema" vence todas, "pede para não ligar" vence as outras quatro e, entre essas quatro, vale a última resposta dele. Se ele relata um problema e também pede para não ligar, a recepção diz a fala de "está com problema" e, por último, a de "pede para não ligar"; o desfecho é "está com problema" e "Oposição a ligações" recebe sim. Resposta que chega antes da parte 4 interrompe o roteiro e leva direto à fala da tabela, menos "quer marcar", que leva à parte 4. Depois da fala vem a parte 5, salvo quando a tabela devolve a ligação ao roteiro e nas falas que já encerram a ligação: "mudou de médico", "não lembra da clínica" quando ele não lembra e "pede para não ligar".
- Registrar antes da ligação seguinte. Preencha o registro pós-ligação em toda tentativa, inclusive nas de desfecho "sem contato". Nome que chega ao [NÚMERO DE TENTATIVAS DEFINIDO PELA CLÍNICA] sem contato sai da rodada com o próximo passo "tentativas esgotadas".
Números fictícios, para refazer com os seus. A lista do médico tem 40 nomes. A clínica definiu 3 tentativas por nome, reserva 10 minutos da recepção por tentativa (ligação mais registro) e 2 horas por semana dentro da faixa de horário de ligação. Tentativas por semana: 120 minutos ÷ 10 minutos = 12. Teto de semanas: 40 × 3 ÷ 12 = 10. O médico definiu 8 semanas como prazo da rodada. Como 10 passa de 8, vale o corte do passo 2: 8 × 12 ÷ 3 = 32 nomes. Entram nesta rodada os 32 primeiros nomes da ordem do médico; os 8 restantes (40 − 32) esperam a rodada seguinte. A conta dimensiona horas de recepção; não diz quantos pacientes atendem nem quantos marcam.
As 6 respostas do paciente: a fala e o registro de cada uma
| Resposta do paciente | Fala da recepção | Registro |
|---|---|---|
| Quer marcar | "Fica marcado em [DIA E HORA ESCOLHIDOS], com [NOME DO MÉDICO]." | Próximo passo: consulta em [DIA E HORA ESCOLHIDOS]. O nome sai desta rodada. |
| Agora não (inclui "não posso falar agora") | "Sem problema, [NOME DO PACIENTE]. Prefere que eu ligue de novo ou prefere procurar a clínica quando quiser?" Se ele quiser nova ligação: "Quando eu posso ligar?" | Próximo passo: ligar em [QUANDO O PACIENTE PEDIU NOVA LIGAÇÃO], fora da ordem da lista e contando como tentativa, e o nome fica na rodada até essa ligação; ou "o paciente procura a clínica", e o nome sai desta rodada. |
| Mudou de médico | "Agradeço por me avisar, [NOME DO PACIENTE]. Eu registro aqui e tiro o seu nome da lista de ligação de retomada." | Próximo passo: nenhum. O nome sai da lista de retomada e não volta a ela. |
| Está com problema | Rota de urgência, quando o paciente diz que é urgente ou relata algo que está na [LISTA DE SINAIS DE URGÊNCIA DEFINIDA PELO MÉDICO]: "[NOME DO PACIENTE], eu não posso orientar você por telefone. [INSTRUÇÃO DE URGÊNCIA DEFINIDA PELO MÉDICO]. Eu aviso [NOME DO MÉDICO] agora." Rota de dúvida, em qualquer outra queixa ou pergunta de saúde: "Eu não posso orientar você por telefone. Anoto com as suas palavras e passo a [NOME DO MÉDICO]. [FRASE DE RETORNO DEFINIDA PELO MÉDICO: CANAL E PRAZO EM QUE ELE RESPONDE]." | Próximo passo: "médico avisado às [HORA DO AVISO]" na urgência; "recado entregue ao médico" na dúvida. A oferta de horário só é feita se o paciente pedir; se ele pedir e marcar, o próximo passo registra também a consulta. O nome sai desta rodada. |
| Não lembra da clínica | "Sem problema. Você esteve em consulta com [NOME DO MÉDICO] em [MÊS E ANO DA ÚLTIMA CONSULTA], aqui na [NOME DA CLÍNICA]." Se ele lembrar, a ligação segue da parte 2. Se não lembrar: "Tudo bem, [NOME DO PACIENTE]. Agradeço por atender." | Desfecho: não lembra da clínica (só quando a ligação termina sem ele lembrar). Próximo passo: "médico decide se o nome volta à lista". O nome sai desta rodada. A recepção não diz o motivo nem a especialidade. |
| Pede para não ligar | "Entendido, [NOME DO PACIENTE]. Eu registro agora o seu pedido e tiro o seu número das listas de ligação da clínica. Agradeço por atender." | Próximo passo: nenhum. Oposição a ligações: sim, com data e hora. O número sai de todas as listas de ligação da clínica no mesmo dia. A recepção não pergunta o motivo e não insiste. |
A recepção compara o que ouviu com a lista de sinais do médico, e a palavra "urgente" dita pelo paciente basta. Em dúvida, vale a rota de urgência. Sem a lista de sinais, a instrução de urgência e a frase de retorno escritas pelo médico, a rodada não começa.
De uma especialidade para outra, as falas da recepção ficam como estão; muda o que o médico escreve nos colchetes dele.
O registro pós-ligação
Os campos, iguais em toda tentativa:
- Data e hora da tentativa.
- Quem ligou: [NOME DE QUEM LIGA].
- Número da tentativa nesta rodada.
- Com quem falou: paciente, outra pessoa, caixa postal ou ninguém atendeu.
- Desfecho: uma das 6 respostas da tabela ou "sem contato": não falou com o paciente, ou a ligação caiu antes de uma resposta dele.
- O que o paciente disse: com as palavras dele, sem interpretação de quem ligou.
- Próximo passo: o texto da coluna "Registro" da tabela; em "sem contato", "nova tentativa", "tentativas esgotadas" ou "número não é do paciente: médico decide".
- Oposição a ligações: sim ou não; se sim, data e hora do pedido.
Quem monta a lista da rodada seguinte lê o campo "Oposição a ligações" primeiro: nome com "sim" não entra em lista de ligação nenhuma. Nome com desfecho "mudou de médico" não entra na lista de retomada. O pedido de não ligar é registrado na hora e cumprido no mesmo dia, seja qual for a base que a clínica usa para o contato; valide com o assessor jurídico o que mais o pedido exige da clínica além da saída das listas.
Quem entra na lista e com que critério de recall é o assunto de como reativar pacientes inativos, e o ensaio das falas com a equipe cabe no programa de treinamento de secretária de consultório.
Lembrar · Perguntar · Oferecer Horário: a ligação do começo ao registro
- AntesChecagem: confirmar que fala com o próprio paciente, sem dizer clínica, médico ou motivo.
- Parte 1Abertura com nome e vínculo.
- Parte 2Motivo clínico da ligação: a frase de motivo definida pelo médico.
- Parte 3Pergunta aberta. A recepção escuta até o fim e não comenta o que ouviu.
- Parte 4Oferta de horário.
- Parte 5Encerramento: o que ficou combinado nesta ligação.
- DepoisRegistro pós-ligação em toda tentativa, antes da ligação seguinte.
Perguntas frequentes
Como ligar para paciente que não volta sem parecer telemarketing?
Pelo modelo Lembrar, Perguntar, Oferecer Horário, o roteiro tem 5 partes, nesta ordem: abertura com nome e vínculo, motivo clínico da ligação, pergunta aberta, oferta de horário e encerramento. A oferta de horário é a parte 4, depois do motivo e da pergunta. O motivo é uma frase que o médico escreveu para aquele nome da lista, e não o horário vago da agenda. Nenhuma das 5 partes diz há quanto tempo o paciente não vem; a data da última consulta só é dita na fala de não lembra da clínica. O roteiro não oferece desconto nem condição para voltar e não promete resultado.
O que a secretária pode falar ao telefone se outra pessoa atender no lugar do paciente?
No roteiro desta página, a checagem vem antes das 5 partes: a recepção pede para falar com o paciente pelo nome e pergunta se é ele quem está falando. Se quem atendeu pergunta quem é, sem dizer se é o paciente, quem liga diz o próprio nome, que o assunto é pessoal do paciente, e pergunta de novo se é com ele que fala. Se outra pessoa atendeu, quem liga diz só o próprio nome, que é um assunto pessoal do paciente e que liga de novo em outro momento. Para recado e para caixa postal há fala própria. Nem a checagem nem essas falas dizem clínica, médico ou motivo: por decisão de desenho, o fato de a pessoa ser paciente da clínica não é dito a terceiro.
Quem define o motivo da ligação de reativação: o médico ou a secretária?
O médico. No modelo, ele monta a lista de ligação com cada nome, a frase de motivo daquele nome, o mês e ano da última consulta e a posição na ordem de ligação. Nome sem frase de motivo não entra na lista, e a recepção não escreve a frase. Na ligação, a recepção diz a frase na parte 2, depois de se identificar, escuta a resposta à pergunta aberta sem comentar o que ouviu e não orienta por telefone. Só entra na lista quem a clínica pode contatar por telefone para essa finalidade e atende o próprio contato; paciente contatado por um responsável fica fora. Valide com o assessor jurídico se a base que a clínica usa cobre ligação de retomada.
O que fazer quando o paciente pede para a clínica não ligar mais?
A recepção responde com a fala pronta, sem perguntar o motivo e sem insistir: diz que registra o pedido naquele momento e que tira o número das listas de ligação da clínica. No registro pós-ligação, o campo Oposição a ligações recebe sim, com data e hora, e o desfecho é pede para não ligar; se ele também relatou um problema de saúde, o desfecho é está com problema. O pedido é registrado na hora e cumprido no mesmo dia: o número sai de todas as listas de ligação da clínica. Quem monta a lista da rodada seguinte lê esse campo primeiro. Valide com o assessor jurídico o que mais o pedido exige da clínica além da saída das listas.
Quantas vezes ligar para um paciente inativo e em que horário?
Esta página não publica número de tentativas nem faixa de horário de referência: são campos da clínica, e as fontes desta página não fixam um valor. O que o modelo publica é a conta para dimensionar a rodada. Tentativas por semana são os minutos reservados por semana divididos pelos minutos reservados por tentativa. O teto de semanas é o número de nomes da lista vezes o número de tentativas definido pela clínica, dividido pelas tentativas por semana. Se o teto passar do prazo da rodada definido pelo médico, entram só os primeiros nomes da ordem dele.
O que a recepção faz se o paciente disser na ligação que está com um problema de saúde?
Ela não orienta por telefone e passa ao médico por uma de duas rotas. A rota de urgência vale quando o paciente diz que é urgente ou relata algo que está na lista de sinais de urgência definida pelo médico: a recepção diz a instrução de urgência que o médico escreveu e avisa o médico na hora. Em dúvida, vale a rota de urgência. A rota de dúvida vale para qualquer outra queixa ou pergunta de saúde: a recepção anota com as palavras do paciente, passa ao médico e diz a frase de retorno definida por ele. Sem a lista de sinais, a instrução e a frase escritas pelo médico, a rodada não começa.
O que registrar depois de cada ligação de reativação?
O registro pós-ligação é igual em toda tentativa, inclusive nas de desfecho sem contato. Os campos são: data e hora, quem ligou, número da tentativa na rodada, com quem falou, desfecho, o que o paciente disse com as palavras dele, próximo passo e oposição a ligações. O desfecho é uma das 6 respostas da tabela ou sem contato. Nome que chega ao número de tentativas definido pela clínica sem contato sai da rodada com o próximo passo tentativas esgotadas.
Referências
- Conselho Federal de Medicina. Código de Ética Médica (CEM 2019) — art. 78 (Capítulo IX, Sigilo profissional), transcrito no corpo; sustenta a frase de que a orientação à recepção é escrita, na lista e nas falas.
- Presidência da República. Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018) — art. 5º, II, citado no corpo; sustenta a frase de que o roteiro trata o motivo da ligação como dado pessoal sensível.
Este material apresenta modelos de comunicação para organização do atendimento e não constitui orientação jurídica. A redação final das mensagens, o registro do contato e a guarda dos dados do paciente devem observar as normas do CFM, as orientações do CRM da sua jurisdição e a LGPD.
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