Precificação e ticket

Orçamento de cirurgia particular: como somar honorário, equipe, hospital e material sem comer a sua margem

O cirurgião fecha o orçamento pensando no próprio honorário, soma de cabeça o que lembra da equipe e do hospital e passa um número redondo. O paciente diz sim. Semanas depois o hospital manda a tabela nova, o fornecedor do implante reajusta, e o preço combinado não muda. A diferença sai da única linha que ninguém cotou: o honorário.

A resposta direta: separe as 9 linhas por dono. Receita própria: honorário, retornos e o saldo positivo da reserva para reajuste de terceiros. Repasse: auxiliar, anestesia, hospital/sala, material e implantes, exames e taxa de cartão. Linha de terceiro entra pela cotação escrita, sem margem; a reserva é um percentual seu sobre as que passam pela sua conta. Linha paga direto pelo paciente sai da reserva e do cartão, não do orçamento: ele vê o custo total. O subtotal da sua conta, sem a linha de cartão, é o preço no PIX; a parte paga no cartão se divide por (1 − taxa da modalidade), arredondada para cima ao real. Aceite e cirurgia têm data-limite dentro da menor validade das cotações; depois do aceite, até elas, o seu preço não muda: reajuste na sua conta sai da reserva e, no excedente, do honorário.

Em que estágio da clínica este tema pesa

  1. 0Improvisar
  2. 1Monetizar
  3. 2Atrair
  4. 3Estabilizar
  5. 4Priorizar
  6. 5Produtizar
  7. 6Otimizar
  8. 7Organizar
  9. 8Especializar
  10. 9Capitalizar

Estágio 4 · Priorizar

A clínica diz sim para tudo, e isso custa margem. Aqui se escolhe o paciente ideal, o preço e o que deixar de fazer.

Seu papel
Gestor
Equipe
5 a 9 pessoas
O gargalo
Você faz de tudo, para todo tipo de paciente
Você sai quando
A agenda está cheia do paciente ideal e dos procedimentos de maior margem
Veja os 10 estágios e em qual está a sua clínica →

O sistema invisível: o cirurgião fica com o que sobra depois dos terceiros

Na cirurgia particular, o paciente paga um número, mas esse número tem vários donos. O auxiliar, o anestesista, o hospital, o fornecedor do material e o laboratório cobram pelo que fizeram, cada um com a própria tabela e o próprio calendário de reajuste. Sobra para o cirurgião o que não pertence a ninguém mais.

O orçamento fechado olhando o honorário inverte essa ordem: começa pela parte do cirurgião e trata o resto como estimativa. Quando um terceiro cobra mais, o preço ao paciente já foi aceito, e o ajuste acontece na única linha sem cotação para defender. O honorário recebido é o que sobra depois do último terceiro faturar.

Há uma segunda perda, no cartão: a taxa somada como percentual por cima do subtotal. A adquirente retém a taxa sobre o preço cobrado, que é maior que o subtotal, e a diferença sai do honorário.

O mecanismo: terceiro se repassa, o risco tem reserva, o ato tem honorário

O desenho separa cada linha pelo dono. Linha de terceiro se copia da cotação escrita, com data e validade, sem margem: é repasse. A margem do ato fica no honorário, a linha que o médico calcula e defende.

Falta o risco. Depois do aceite, dentro das duas datas-limite do orçamento, a de aceite e a de cirurgia, um terceiro pode reajustar, e o seu preço não muda. A reserva é a margem do risco que você assume ao garantir o preço, e o percentual é decisão sua, como a margem do honorário: quando o último terceiro faturar, o saldo dela é a reserva mais a diferença entre a cotação e o valor faturado de cada linha de terceiro que passa pela sua conta; saldo positivo é receita própria, saldo negativo sai do honorário.

O cartão entra por último, por divisão. Se a taxa da modalidade é t, a adquirente retém t sobre o preço no cartão; para o líquido ser o subtotal, preço no cartão = subtotal ÷ (1 − t). Entre as modalidades oferecidas, crédito à vista ou cada faixa de parcelas tem o seu t, lido no extrato ou no contrato da adquirente.

As 9 linhas do orçamento, por dono do dinheiro

Receita própria

  • 1 · Honorário do cirurgião
  • 7 · Retornos do pós
  • 9 · Reserva para reajuste de terceiros: receita própria no saldo positivo; o que o reajuste consome paga o terceiro

Repasse

  • 2 · Auxiliar
  • 3 · Anestesia
  • 4 · Hospital/sala
  • 5 · Material e implantes
  • 6 · Exames
  • 8 · Taxa de cartão

A planilha de 9 linhas

As linhas 2 a 6 são as linhas de terceiro; a base da reserva é a soma das que passam pela sua conta.

LinhaDe onde vem o númeroClassificação
1 · Honorário do cirurgiãoA sua conta de preço do ato, com a margem do atoReceita própria
2 · AuxiliarCotação escrita do auxiliarRepasse
3 · AnestesiaCotação escrita do anestesistaRepasse
4 · Hospital/salaCotação escrita do hospital, com tempo de sala e acomodaçãoRepasse
5 · Material e implantesCotação escrita do fornecedor ou do hospitalRepasse
6 · ExamesCotação escrita do laboratório ou da imagemRepasse
7 · Retornos do pósRetornos incluídos × valor que você declara para cada umReceita própria
8 · Taxa de cartãoTaxa da modalidade × preço no cartão, retida pela adquirente; zero no PIXRepasse
9 · Reserva para reajuste de terceirosPercentual que você fixa × soma das linhas 2 a 6 que passam pela sua contaReceita própria no saldo positivo; o que o reajuste consome paga o terceiro

Subtotal é a soma das linhas 1 a 7 e 9 que passam pela sua conta, e é o preço no PIX. Preço no cartão é o subtotal ÷ (1 − t), arredondado para cima ao real; a linha 8 é t × preço no cartão. Em planilha: =ARREDONDAR.PARA.CIMA(subtotal/(1-taxa);0). A sobra do arredondamento, menos de um real, fica na sua conta fora das 9 linhas. Imposto também fica fora: se e como incide sobre o valor de terceiro que passa pela sua conta é pergunta para o seu contador.

A regra de reajuste tem duas metades. A que vai escrita no orçamento, para o paciente:

A que fica na sua conta: terceiro que fatura acima da cotação tira a diferença da reserva; terceiro que fatura abaixo soma a diferença a ela. Quando o último terceiro faturar a cirurgia, o saldo da reserva fecha: positivo, é receita própria; negativo, sai do honorário. Na remarcação, a reserva e a linha 8 se refazem sobre as cotações novas.

No orçamento entregue ao paciente, a sua conta aparece sem as linhas dela, só com o preço no PIX e o preço no cartão de cada modalidade oferecida: ele vê esses preços, o que eles incluem, o custo total, incluindo as linhas que paga direto com a data e a validade da cotação usada, a regra do retorno além dos incluídos, as duas datas e a metade da regra de reajuste que o afeta.

O preço no cartão, por divisão

Subtotal (preço no PIX)÷(1 − taxa da modalidade)=Preço no cartão, arredondado para cima ao real
Modelo: Orçamento em Camadas — terceiro se repassa, o honorário carrega a margem do ato
  1. Cote os terceiros por escrito. Peça a cada terceiro valor, data e validade, e marque quais linhas o paciente paga direto. Pronto quando as linhas 2 a 6 têm valor, data e validade escritos e a marca de passar ou não pela sua conta.
  2. Calcule a sua parte. Escreva o honorário, com a margem do ato, e os retornos: incluídos × valor de cada um. Decida se retorno além dos incluídos é cobrado. Pronto quando as linhas 1 e 7 estão preenchidas e a regra do retorno extra está escrita no orçamento.
  3. Aplique a reserva. Fixe o percentual e multiplique pela soma das linhas 2 a 6 que passam pela sua conta. Some as linhas 1 a 7 e 9 que passam pela sua conta. Pronto quando o subtotal, que é o preço no PIX, está na planilha.
  4. Divida pelo cartão. Para cada modalidade oferecida, preço no cartão = subtotal ÷ (1 − t), arredondado para cima ao real. Em pagamento misto, divida só a parte paga no cartão. Pronto quando preço no cartão × (1 − t) devolve o valor coberto, ou menos de um real acima.
  5. Date o orçamento. Escreva a data-limite de aceite e a data-limite para realizar a cirurgia, nenhuma além da menor validade entre as cotações de terceiro incluídas. Pronto quando as duas datas e a metade da regra de reajuste que vai ao paciente estão no orçamento.
  6. Mostre o custo total. Linha que o paciente paga direto ao terceiro, como hospital ou anestesia, sai da base da reserva e do cartão, mas o orçamento mostra o custo total da cirurgia: o seu preço mais as linhas pagas direto, com data e validade da cotação usada. Pronto quando nenhum orçamento sai só com o honorário.
Exemplo ilustrativo

Todos os números são fictícios; troque cada linha pelo número da sua cotação e da sua conta.

Linhas 1 a 6: honorário R$ 18.000; auxiliar R$ 3.000; anestesia R$ 3.500; hospital/sala R$ 9.000; material e implantes R$ 2.500; exames R$ 800. Linhas de terceiro: 3.000 + 3.500 + 9.000 + 2.500 + 800 = R$ 18.800.

Linha 7, retornos: 3 × R$ 400 = R$ 1.200. Linha 9, reserva de 5% fixada pelo médico: 0,05 × 18.800 = R$ 940.

Subtotal, o preço no PIX: 18.000 + 18.800 + 1.200 + 940 = R$ 38.940.

Cartão com t = 4%: 38.940 ÷ 0,96 = 40.562,50, arredondado para cima: R$ 40.563. Linha 8, retida pela adquirente: 40.563 × 0,04 = R$ 1.622,52. Chegam 38.940,48: o subtotal mais 48 centavos de arredondamento, fora das 9 linhas. Somando 4% por cima: 38.940 × 1,04 = R$ 40.497,60, líquido 40.497,60 × 0,96 = R$ 38.877,70 (ao centavo), R$ 62,30 abaixo do subtotal.

Misto, R$ 20.000 no PIX: (38.940 − 20.000) ÷ 0,96 = 19.729,17 (ao centavo); cartão, R$ 19.730.

Receita própria, pagamento no PIX: sem reajuste, 18.000 + 1.200 + 940 = R$ 20.140. Hospital cobra R$ 900 acima da cotação: a reserva paga, sobram 40, e a receita própria é 18.000 + 1.200 + 40 = R$ 19.240. Hospital cobra R$ 1.350 acima: a reserva zera, 1.350 − 940 = 410 saem do honorário, e a receita própria é 17.590 + 1.200 = R$ 18.790. Hospital cobra R$ 300 abaixo: o preço do paciente não muda, a diferença soma-se à reserva, 940 + 300 = 1.240, e a receita própria é 18.000 + 1.200 + 1.240 = R$ 20.440. Sem linha 9, o preço no PIX seria 38.000, os R$ 1.350 sairiam inteiros do honorário, e a receita própria seria 18.000 − 1.350 + 1.200 = R$ 17.850.

Contas separadas, paciente paga hospital e anestesia direto: linhas de terceiro na sua conta 3.000 + 2.500 + 800 = R$ 6.300; reserva 0,05 × 6.300 = R$ 315; subtotal 18.000 + 6.300 + 1.200 + 315 = R$ 25.815; cartão 25.815 ÷ 0,96 = 26.890,625, cobrados R$ 26.891. Custo total no orçamento, no PIX: 25.815 + 9.000 + 3.500 = R$ 38.315.

Aplicação prática: a mesma planilha, especialidades diferentes

As 9 linhas valem em qualquer especialidade; muda qual escapa da conta.

EspecialidadeOrçamento fechado olhando o honorárioPelo modelo
Ortopedia"Passo o meu valor e o da equipe; a prótese o hospital informa depois.""Prótese na linha 5 pela cotação escrita do fornecedor; passando pela minha conta, entra na base da reserva, e a validade dela conta para as datas."
Oftalmologia"A lente vai junto no preço, uso o valor da última compra.""Lente na linha 5 pela cotação com data; se ela vence primeiro, as datas-limite recuam para ela."
Otorrinolaringologia"Hospital e anestesia a paciente acerta lá; no orçamento vai só o meu honorário.""Linhas 3 e 4 fora da reserva e do cartão, mas escritas com cotação e validade: o custo total aparece."
Cirurgia vascular"No cartão acrescento a taxa por cima do total.""Subtotal ÷ (1 − t) para cada modalidade oferecida, arredondado para cima ao real."
Cirurgia plástica"Se o hospital subir o preço, eu absorvo.""Reserva sobre as linhas de terceiro na minha conta; reajuste sai dela, e só o excedente sai do honorário."

Onde há implante ou lente, a linha 5 depende de fornecedor, e, se a cotação dele for a de menor validade, ela fixa as datas do orçamento inteiro. Onde o paciente acerta hospital e anestesia direto, a sua conta encolhe, mas o documento continua mostrando o custo total. E o Código de Ética Médica, no capítulo da remuneração profissional, veda ao médico "deixar de ajustar previamente com o paciente o custo estimado dos procedimentos" (art. 61); o orçamento aceito antes da cirurgia é onde esse custo estimado fica escrito.

O honorário da linha 1 se forma pela mesma conta usada em como precificar um procedimento médico, com hora clínica, risco e posicionamento; o material, aqui, já está na linha 5, e os retornos, na linha 7, saem do adicional de risco. E o orçamento entregue com as duas datas escritas dá ao follow-up do orçamento que o paciente não fechou um prazo real para trabalhar: a data-limite de aceite.

Perguntas frequentes

Como fazer orçamento de cirurgia particular?

Separe o orçamento em 9 linhas por dono. Receita própria: honorário do cirurgião, retornos do pós e o saldo positivo da reserva para reajuste de terceiros. Repasse: auxiliar, anestesia, hospital/sala, material e implantes, exames e taxa de cartão. Auxiliar, anestesia, hospital, material e exames entram pela cotação escrita, com data e validade, sem margem; a margem do ato fica no honorário e a do risco, na reserva. A reserva é um percentual que o médico fixa sobre a soma dessas cinco linhas, contando só as que passam pela conta dele. O subtotal é o preço no PIX; o preço no cartão é o subtotal dividido por um menos a taxa da modalidade, arredondado para cima ao real. Por fim, o orçamento recebe a data-limite de aceite e a de cirurgia.

O que incluir no orçamento de uma cirurgia particular?

Na conta interna, as 9 linhas: honorário do cirurgião, auxiliar, anestesia, hospital/sala, material e implantes, exames, retornos do pós, taxa de cartão e reserva para reajuste de terceiros. No orçamento entregue ao paciente, a conta do médico aparece sem as linhas dela, só com o preço no PIX e o preço no cartão de cada modalidade oferecida: ele vê esses preços, o que eles incluem, o custo total da cirurgia, a regra do retorno além dos incluídos, a data-limite de aceite, a data-limite para realizar a cirurgia e a metade da regra de reajuste que o afeta. Se ele paga uma linha direto ao terceiro, essa linha sai da base da reserva e do cartão, mas continua escrita no orçamento, com a data e a validade da cotação usada.

Como calcular o honorário médico de uma cirurgia?

No orçamento em camadas, as linhas de terceiro vêm de cotação escrita e entram sem margem; o médico decide o honorário, o valor dos retornos e o percentual da reserva. A margem do ato mora no honorário, formado pela mesma conta de preço de um procedimento, com hora clínica, risco e posicionamento; o material já está na linha de material e implantes, e os retornos, na linha própria, não entram de novo no risco. Retornos do pós são o número de retornos incluídos vezes o valor declarado para cada um. A reserva é a margem do risco de garantir o preço: se o saldo dela fechar negativo, a diferença sai do honorário; sem reserva, todo reajuste depois do aceite sai dele.

O hospital reajustou depois que o paciente aceitou o orçamento. E agora?

Depois do aceite e dentro das duas datas do orçamento, o seu preço não muda, para mais ou para menos. Se a linha do hospital passa pela conta do médico, o reajuste sai da reserva para reajuste de terceiros; se o terceiro fatura abaixo da cotação, a diferença soma-se à reserva. Quando o último terceiro faturar a cirurgia, o saldo da reserva fecha: positivo, é receita própria; negativo, sai do honorário. Se o terceiro mudou o preço antes do aceite, o orçamento é refeito. E se o paciente paga o hospital direto, o reajuste fica entre ele e o hospital; o orçamento registra a data e a validade da cotação usada.

Como cobrar a taxa do cartão no orçamento de cirurgia?

Por divisão, nunca somando o percentual por cima. A adquirente retém a taxa sobre o preço cobrado no cartão, então o preço no cartão é o subtotal dividido por um menos a taxa da modalidade, arredondado para cima ao real. Entre as modalidades oferecidas, crédito à vista ou cada faixa de parcelas tem a sua taxa, lida no extrato ou no contrato da adquirente. No PIX não existe a linha da taxa: o preço é o subtotal. Em pagamento misto, a divisão vale só para a parte paga no cartão. Somar o percentual por cima deixa o valor recebido abaixo do subtotal, e a diferença sai do honorário.

Qual deve ser a validade de um orçamento de cirurgia?

O orçamento declara duas datas: a data-limite de aceite e a data-limite para realizar a cirurgia. Nenhuma das duas passa da menor validade entre as cotações de terceiro incluídas, porque o preço fechado só se sustenta enquanto as cotações usadas valem. Se um terceiro muda o preço antes do aceite, o orçamento é refeito. Se a cirurgia é remarcada para depois da data-limite, sai um orçamento novo: as linhas de terceiro são recotadas, a reserva e a linha da taxa de cartão são refeitas sobre elas, e o honorário e os retornos são os do orçamento aceito.

E se o paciente pagar o hospital e a anestesia direto?

Essas linhas saem da conta do médico: não entram na base da reserva nem na conta da taxa de cartão, e o subtotal, que é o preço no PIX, passa a somar só as linhas que passam pela conta dele. Mesmo assim, o orçamento continua mostrando ao paciente o custo total da cirurgia, que é o preço do médico mais as linhas pagas direto, cada uma com a data e a validade da cotação usada. Um orçamento que mostra só o honorário esconde do paciente parte do que ele vai pagar. O reajuste dessas linhas fica entre o paciente e o terceiro.

Referências

  1. Conselho Federal de Medicina. Código de Ética Médica (2019) — Capítulo VIII (Remuneração Profissional), sob o chapéu "É vedado ao médico:", art. 61: "Deixar de ajustar previamente com o paciente o custo estimado dos procedimentos"; sustenta a frase de que o orçamento aceito antes da cirurgia é onde esse custo estimado fica escrito.

Os números do exemplo são fictícios e ilustrativos, não constituindo promessa de resultado. Cada consultório tem realidade própria. Este conteúdo não substitui orientação contábil, jurídica ou de proteção de dados (LGPD) específica para o seu caso.

Dr. Thiago Perfeito, CRM-DF 23199
Dr. Thiago Perfeito · CRM-DF 23199
Médico, dono de consultório particular em Brasília–DF. Escreve sobre gestão, precificação e operação de consultório a partir da própria prática — não de teoria de consultoria.

Do preço certo para a clínica que sustenta o preço

A Mentoria Clínica Empresarial leva margem, mix e reajuste à prática no seu consultório, fase a fase — para dono de clínica de qualquer especialidade.

Conhecer a Mentoria →