Tabela de opções de tratamento: como mostrar as alternativas para o paciente decidir
O médico termina a avaliação e apresenta um único caminho. Para uma proposta única o paciente só tem três respostas: sim, não ou "vou pensar". No consultório ao lado acontece o inverso: várias alternativas ditas de boca, e o paciente sai sem conseguir repetir em casa nem os nomes delas.
A resposta direta: mostre as alternativas por escrito, lado a lado, numa tabela em que toda linha preenche as mesmas seis colunas: opção, o que envolve, número de visitas, tempo de recuperação informado pelo médico, faixa de investimento e para quem é mais indicada. Pelo modelo Escolha Informada em 6 Colunas (EI-6), só entra a opção que o médico indicaria para aquele paciente, e nenhuma linha é incluída para fazer outra parecer barata. "Não tratar agora e reavaliar" entra como linha quando o médico indicaria observar aquele caso. Cada folha leva até quatro linhas, por decisão deste modelo; o que exceder depois de unir variações da mesma conduta segue numa segunda folha. A entrega tem uma fala de abertura e uma de fechamento, sem exigir decisão na hora, e o prontuário registra a opção escolhida, as não escolhidas ou a decisão pendente.
A folha-modelo, para copiar:
OPÇÕES DE TRATAMENTO — [NOME DA CLÍNICA]
Paciente: [NOME DO PACIENTE] · Data: [DATA DA CONSULTA]
Objetivo: [OBJETIVO DO PACIENTE, NAS PALAVRAS DELE]
Médico: [NOME DO MÉDICO], CRM-[UF DO CRM] [NÚMERO DO CRM]
| Opção | O que envolve | Número de visitas | Tempo de recuperação (informado pelo médico) | Faixa de investimento | Para quem é mais indicada |
|---|---|---|---|---|---|
| [NOME DA OPÇÃO A] | [O QUE A OPÇÃO A ENVOLVE] | [VISITAS DA OPÇÃO A] | [RECUPERAÇÃO DA OPÇÃO A] | [FAIXA DE INVESTIMENTO DA OPÇÃO A] | [PARA QUEM A OPÇÃO A É MAIS INDICADA] |
| [NOME DA OPÇÃO B] | [O QUE A OPÇÃO B ENVOLVE] | [VISITAS DA OPÇÃO B] | [RECUPERAÇÃO DA OPÇÃO B] | [FAIXA DE INVESTIMENTO DA OPÇÃO B] | [PARA QUEM A OPÇÃO B É MAIS INDICADA] |
| [NOME DA OPÇÃO C] | [O QUE A OPÇÃO C ENVOLVE] | [VISITAS DA OPÇÃO C] | [RECUPERAÇÃO DA OPÇÃO C] | [FAIXA DE INVESTIMENTO DA OPÇÃO C] | [PARA QUEM A OPÇÃO C É MAIS INDICADA] |
| Não tratar agora e reavaliar | [O QUE O ACOMPANHAMENTO ENVOLVE] | [VISITAS DE REAVALIAÇÃO] | Não se aplica | [FAIXA DAS REAVALIAÇÕES] | [PARA QUEM OBSERVAR É MAIS INDICADO] |
Ao pé da folha: "Esta tabela resume a parte prática das opções indicadas para o seu caso; os riscos de cada uma foram explicados em consulta. A faixa de investimento é estimativa: o valor fechado vem no orçamento da opção escolhida."
Em que estágio da clínica este tema pesa
- 0Improvisar
- 1Monetizar
- 2Atrair
- 3Estabilizar
- 4Priorizar
- 5Produtizar
- 6Otimizar
- 7Organizar
- 8Especializar
- 9Capitalizar
Estágio 3 · Estabilizar
Chega a primeira secretária. Seu trabalho muda de fazer para ensinar: roteiro, mensagem pronta, confirmação e no-show sob controle.
- Seu papel
- Treinador
- Equipe
- 1 a 4 pessoas
- O gargalo
- Trabalho demais para uma pessoa só
- Você sai quando
- A recepção confirma, remarca e vende sem você
Uma proposta única pede sim ou não; várias ditas de boca não pedem nada
Com um único caminho na mesa, o paciente não tem com o que comparar dentro do consultório. A comparação acontece fora: com o valor que outra clínica informou por mensagem ou com a ideia de não fazer nada. O "vou pensar" leva essa comparação para casa, sem o médico.
O excesso falado falha por outro motivo. Ditas em sequência, as alternativas ganham descrições que não se alinham: uma é apresentada pela técnica, outra pelo valor, outra pelo tempo parado. Quem decide junto com o paciente em casa não esteve na sala. Falta, nos dois cenários, um documento em que as alternativas respondam às mesmas perguntas.
O mecanismo: só existe comparação quando toda linha responde às mesmas perguntas
As seis colunas são as perguntas que o paciente faz depois que sai: o que é, o que vou ter de fazer, quantas vezes venho, quanto tempo fico parado, quanto custa e se é para alguém como eu. Quando toda linha responde às seis, na mesma unidade, o paciente compara linha com linha. Quando uma linha deixa coluna em branco, a comparação passa a ser feita só pelas colunas que sobraram.
A tabela só serve à decisão se for honesta sobre o que contém. Uma linha que o médico não indicaria para aquele paciente não é alternativa: se entra para fazer a vizinha parecer mais barata, a folha vira peça de venda.
Dois dispositivos do Código de Ética Médica, ambos sob o chapéu "É vedado ao médico:", delimitam esta folha. O art. 31 veda "desrespeitar o direito do paciente ou de seu representante legal de decidir livremente sobre a execução de práticas diagnósticas ou terapêuticas, salvo em caso de iminente risco de morte": é esse direito de decidir que a tabela organiza, e a ressalva marca o limite da folha, feita para a decisão que pode esperar: a fala de fechamento diz que o paciente não precisa decidir hoje. O art. 34 veda "deixar de informar ao paciente o diagnóstico, o prognóstico, os riscos e os objetivos do tratamento, salvo quando a comunicação direta possa lhe provocar dano, devendo, nesse caso, fazer a comunicação a seu representante legal". Nenhuma das seis colunas é de riscos: a tabela não faz as vezes dessa informação, que é dada em consulta, antes da folha.
As seis colunas da tabela de opções (EI-6)
- 1Opção: só a que o médico indicaria para aquele paciente.
- 2O que envolve: o que o paciente vai ter de fazer.
- 3Número de visitas: toda ida ao consultório que a linha exige.
- 4Tempo de recuperação: informado pelo médico.
- 5Faixa de investimento: do tratamento inteiro da linha, não de uma sessão.
- 6Para quem é mais indicada: critério do paciente, não elogio da opção.
- Liste só o que você indicaria. Aplique a cada conduta cogitada o teste de entrada: "eu indicaria esta conduta a este paciente se ela fosse a única linha da folha?". Resposta negativa tira a linha da folha. Nenhuma opção entra para servir de comparação de preço para outra.
- Decida se "não tratar agora e reavaliar" é linha. Ela passa pelo mesmo teste de entrada do passo 1: entra quando o médico indicaria observar aquele caso. Quando entra, preenche as mesmas colunas e conta como linha.
- Preencha as seis colunas de toda linha, na mesma unidade. Número de visitas conta toda ida ao consultório que a linha exige: sessões, procedimento e retornos. Faixa de investimento é a do tratamento inteiro da linha, não o valor de uma sessão. Coluna que não se aplica recebe "não se aplica"; linha com célula em branco não vai para a folha.
- Limite a folha a quatro linhas. O limite é decisão deste modelo, não número de mercado. Passou de quatro, una numa linha só as variações da mesma conduta (a mesma técnica com número de sessões diferente, por exemplo) e reflita a variação nas colunas de visitas e de investimento. Se ainda passar, continue numa segunda folha com as mesmas seis colunas e entregue as duas: o limite não tira da tabela uma opção indicada.
- Escreva a sexta coluna como critério do paciente. Comece por "Mais indicada para quem", seguido do critério clínico que o médico define e da prioridade do paciente: menos visitas, menor tempo de recuperação ou menor investimento. A célula está pronta quando não contém adjetivo sobre a opção nem promessa de resultado.
- Entregue a folha e registre a decisão. O médico entrega com a fala de abertura e a de fechamento, e anota no prontuário, no mesmo dia, a opção escolhida, as não escolhidas ou a decisão pendente.
Cenário e valores fictícios, só para refazer a conta das colunas. O médico cogitou seis condutas: A, B em 3 sessões, B em 4 sessões, C, D e não tratar agora. Passo 1: D não passa no teste de entrada, e sobram 6 − 1 = 5. Passo 2: o médico indicaria observar neste caso, e a linha fica. Passo 4, antecipado: cinco passa de quatro; as duas variações de B viram uma linha, 5 − 1 = 4. Passo 3, linha B: sessão a R$ 900, de 3 a 4 sessões, faixa de 3 × 900 = R$ 2.700 a 4 × 900 = R$ 3.600; com 1 retorno, de 3 + 1 = 4 a 4 + 1 = 5 visitas. Linha C: 6 sessões a R$ 400, 6 × 400 = R$ 2.400; 6 + 1 = 7 visitas. As linhas A e não tratar agora seguem a mesma regra. Os retornos de A, B e C, aqui, não são cobrados. A decisão que a conta sustenta é a do passo 3: por sessão, B e C distam 900 − 400 = R$ 500; pelo tratamento inteiro, o piso de B e a linha C distam 2.700 − 2.400 = R$ 300, e o teto de B e a linha C, 3.600 − 2.400 = R$ 1.200, com 4 a 5 visitas de um lado e 7 do outro. É a faixa inteira que vai para a folha. Refaça com as suas condutas, os seus valores e os seus retornos.
A entrega e o registro: as duas falas e o texto de prontuário
Fala de abertura, dita pelo médico ao entregar a folha: "Para [OBJETIVO DO PACIENTE, NAS PALAVRAS DELE], estes são os caminhos que eu indicaria no seu caso. Coloquei todos lado a lado, por escrito, para você comparar com calma. Os riscos de cada opção são os que acabei de explicar; a folha resume a parte prática."
Fala de fechamento: "A folha é sua. Você não precisa decidir hoje, e a indicação não muda se você levar para casa. Quando escolher, a [NOME DA SECRETÁRIA] envia o orçamento detalhado da opção. Se preferir não seguir com nenhuma agora, me diga também: eu anoto a sua decisão e o próximo passo que combinarmos."
Texto de registro em prontuário (redação-base; valide com o CRM da sua jurisdição se o registro deve trazer outros campos):
- OPÇÕES APRESENTADAS: "[DATA DA CONSULTA]. Apresentadas ao paciente, por escrito, em tabela anexa, as opções indicadas para [OBJETIVO DO PACIENTE, NAS PALAVRAS DELE]: [NOMES DAS OPÇÕES APRESENTADAS]. Diagnóstico, prognóstico, riscos e objetivos do tratamento informados em consulta."
- OPÇÃO ESCOLHIDA: "[NOME DA OPÇÃO ESCOLHIDA]" ou "Decisão pendente; paciente levou a tabela."
- OPÇÕES NÃO ESCOLHIDAS: "[NOMES DAS OPÇÕES NÃO ESCOLHIDAS], por escolha do paciente, depois de informado." ou "A registrar quando o paciente decidir."
- MOTIVO DECLARADO: "[MOTIVO NAS PALAVRAS DO PACIENTE]" ou "Não declarado."
- PRÓXIMO PASSO: "[PRÓXIMO PASSO COMBINADO], em [DATA DO PRÓXIMO PASSO]."
- IDENTIFICAÇÃO: "[NOME DO MÉDICO], CRM-[UF DO CRM] [NÚMERO DO CRM]."
Se o paciente não seguir com nenhuma opção, OPÇÃO ESCOLHIDA recebe "Nenhuma, por escolha do paciente" e todas as linhas vão para OPÇÕES NÃO ESCOLHIDAS. Isso difere da linha "não tratar agora e reavaliar": ali o médico indicou observar; aqui o paciente recusou o indicado. Quando o paciente que levou a tabela responde, o médico faz novo registro, com a data da resposta, e preenche OPÇÃO ESCOLHIDA e OPÇÕES NÃO ESCOLHIDAS.
A sexta coluna em quatro especialidades
A tabela contrapõe a sexta coluna escrita como elogio da opção à mesma célula escrita pelo passo 5; o colchete [CRITÉRIO CLÍNICO DO CASO] é do médico.
| Especialidade | Célula escrita como elogio da opção (evitar) | Célula escrita pelo passo 5 |
|---|---|---|
| Ortopedia | "A cirurgia é a solução definitiva." | "Mais indicada para quem [CRITÉRIO CLÍNICO DO CASO] e prefere um único procedimento, podendo se organizar para o tempo de recuperação desta linha." |
| Oftalmologia | "É a tecnologia mais moderna da clínica." | "Mais indicada para quem [CRITÉRIO CLÍNICO DO CASO] e dá prioridade a menos idas ao consultório." |
| Ginecologia | "É o tratamento que as pacientes preferem." | "Mais indicada para quem [CRITÉRIO CLÍNICO DO CASO] e quer o menor tempo de recuperação, aceitando o número de visitas desta linha." |
| Procedimentos estéticos eletivos | "É o protocolo premium, o resultado é outro." | "Mais indicada para quem [CRITÉRIO CLÍNICO DO CASO] e aceita o tempo de recuperação desta linha para concentrar o tratamento em menos visitas." |
Quando a faixa de uma opção cirúrgica deixa de fora componentes que não são do médico, como hospital e anestesia, escreva na célula o que ficou fora: sem isso, linhas com coberturas diferentes são lidas como iguais. Em acompanhamento contínuo, o número de visitas só é comparável com período declarado: ponha o período no cabeçalho da coluna. Esta página não diz qual conduta entra na tabela de nenhum caso.
A tabela não elimina o adiamento; muda o conteúdo dele. Quem leva a folha para casa adia a escolha entre linhas, e a conversa de consulta para esse momento está em o que fazer quando o paciente diz "vou pensar". Para a decisão que ficou pendente no prontuário, o contato seguinte da clínica está em follow-up de orçamento do paciente.
Perguntas frequentes
Como apresentar opções de tratamento ao paciente sem confundir?
Por escrito, lado a lado, numa tabela em que toda linha preenche as mesmas seis colunas: opção, o que envolve, número de visitas, tempo de recuperação informado pelo médico, faixa de investimento e para quem é mais indicada. Ditas de boca, as alternativas ganham descrições que não se alinham: uma é apresentada pela técnica, outra pelo valor, outra pelo tempo parado. Com as mesmas colunas, na mesma unidade, o paciente compara linha com linha. O médico entrega a folha com uma fala de abertura e uma de fechamento, sem exigir decisão na hora.
Quantas opções de tratamento devo mostrar ao paciente?
As que você indicaria para aquele paciente, e só elas. O teste de entrada é uma pergunta: eu indicaria esta conduta a este paciente se ela fosse a única linha da folha? Resposta negativa tira a linha da folha. O modelo EI-6 limita cada folha a quatro linhas, e esse limite é decisão do modelo, não número de mercado. Passou de quatro, una numa linha só as variações da mesma conduta, como a mesma técnica com número de sessões diferente, e reflita a variação nas colunas de visitas e de investimento. Se ainda passar, continue numa segunda folha com as mesmas seis colunas e entregue as duas: o limite não tira da tabela uma opção indicada.
Devo incluir não fazer nada entre as opções de tratamento?
A linha não tratar agora e reavaliar entra quando o médico indicaria observar aquele caso. Quando entra, ela preenche as mesmas colunas das outras e conta como linha dentro do limite de quatro. Isso é diferente de o paciente recusar tudo o que foi indicado: na linha da tabela, foi o médico quem indicou observar; na recusa, o registro em prontuário traz Nenhuma, por escolha do paciente no campo da opção escolhida, e todas as linhas vão para o campo das opções não escolhidas.
Posso colocar uma opção mais cara na tabela só para a outra parecer barata?
Pelo modelo EI-6, não. Só entra na tabela a opção que o médico indicaria para aquele paciente, e nenhuma linha é incluída para servir de comparação de preço para outra. Uma linha que o médico não indicaria para aquele paciente não é alternativa: se entra para fazer a vizinha parecer mais barata, a folha vira peça de venda. O teste de entrada resolve caso a caso: eu indicaria esta conduta a este paciente se ela fosse a única linha da folha? Se a resposta for negativa, a linha sai da folha.
A tabela de opções substitui a explicação dos riscos ao paciente?
Não. Nenhuma das seis colunas é de riscos. O Código de Ética Médica, no art. 34, sob o chapéu É vedado ao médico, veda deixar de informar ao paciente o diagnóstico, o prognóstico, os riscos e os objetivos do tratamento, salvo quando a comunicação direta possa lhe provocar dano, devendo, nesse caso, fazer a comunicação a seu representante legal. A tabela não faz as vezes dessa informação, que é dada em consulta, antes da folha. Por isso o pé da folha-modelo diz que ela resume a parte prática das opções e que os riscos de cada uma foram explicados em consulta.
Como comparar na mesma tabela um tratamento por sessão e um procedimento único?
Pela mesma unidade nas duas linhas. A faixa de investimento é a do tratamento inteiro da linha, não o valor de uma sessão: multiplique o valor da sessão pelo número de sessões previsto, e use o menor e o maior número de sessões quando houver variação. O número de visitas conta toda ida ao consultório que a linha exige: sessões, procedimento e retornos. Coluna que não se aplica recebe não se aplica, e linha com célula em branco não vai para a folha. No exemplo fictício da página, a distância entre duas linhas muda quando o valor da sessão dá lugar ao do tratamento inteiro, e é o segundo que vai para a folha.
O que anotar no prontuário quando o paciente escolhe uma opção de tratamento?
A redação-base desta página tem seis campos: opções apresentadas, com a data da consulta, o objetivo do paciente nas palavras dele e a anotação de que diagnóstico, prognóstico, riscos e objetivos do tratamento foram informados em consulta; opção escolhida, ou decisão pendente quando o paciente levou a tabela; opções não escolhidas, por escolha do paciente, depois de informado; motivo declarado; próximo passo com data; e identificação do médico com CRM. O registro é feito no mesmo dia da entrega da folha. Quando a decisão pendente se resolve, entra novo registro com a data da resposta. Valide com o CRM da sua jurisdição se o registro deve trazer outros campos.
Referências
- Conselho Federal de Medicina. Código de Ética Médica (CEM 2019, PDF) — sob o chapéu "É vedado ao médico:", art. 31 (desrespeitar o direito do paciente ou de seu representante legal de decidir livremente sobre a execução de práticas diagnósticas ou terapêuticas, salvo em caso de iminente risco de morte), que sustenta a frase de que a tabela organiza o direito de decidir e é feita para a decisão que pode esperar; e art. 34 (deixar de informar ao paciente o diagnóstico, o prognóstico, os riscos e os objetivos do tratamento, salvo quando a comunicação direta possa lhe provocar dano, devendo, nesse caso, fazer a comunicação a seu representante legal), que sustenta a frase de que a tabela não faz as vezes dessa informação, dada em consulta.
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