XERF: radiofrequência monopolar de dupla frequência
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XERF: radiofrequência monopolar de dupla frequência

Radiofrequência monopolar existe há mais de duas décadas, e quase toda ela trabalha numa frequência só. O XERF mudou uma variável: entrega duas frequências no mesmo disparo, cada uma com um perfil de aquecimento. Entender o que isso muda na camada tratada é o que permite usar o aparelho com critério, e não por protocolo de caixa.

O XERF é uma radiofrequência monopolar sem agulha que entrega duas frequências, 6,78 MHz e 2 MHz, uma depois da outra, dentro do mesmo disparo. A ideia é somar dois perfis de aquecimento: o de 6,78 MHz, mais concentrado ao longo dos septos fibrosos, e o de 2 MHz, mais largo e mais profundo na gordura. O fabricante é a Cynosure Lutronic; no Brasil, o aparelho tem cadastro na Anvisa sob o número 80102519322, classe II. Nos Estados Unidos, a liberação 510(k) K251327, de 2025, é para eletrocoagulação e hemostasia — não é uma aprovação do FDA para flacidez. Na clínica INTI, o XERF está em uso desde julho de 2026, ao lado do Oligio X, a outra radiofrequência monopolar da casa. Esta página explica o que a dupla frequência muda no tecido, até onde o calor chega, para quem o aparelho é indicado, como se aplica e o que se sabe sobre conforto.

O que "dupla frequência" quer dizer

Na radiofrequência monopolar, a corrente sai da ponteira, atravessa os tecidos e volta por um eletrodo de retorno colocado em outro ponto do corpo. O calor nasce da resistência que cada camada oferece à passagem da corrente, e a frequência é uma das variáveis que decide onde essa resistência se concentra. Por isso, aparelhos monopolares com uma frequência só tendem a aquecer sempre o mesmo padrão de camadas; o XERF alterna dois padrões no mesmo pulso.

A descrição de como as frequências são entregues vem do estudo retrospectivo de Erlich e colaboradores (2026, Lasers Med Sci): o aparelho entrega, em sequência, 6,78 MHz e 2 MHz dentro de um único pulso. Não são simultâneas: uma frequência vem depois da outra, no mesmo pulso.

O que cada frequência faz foi estudado por Ko e colaboradores (2025, Lasers Med Sci), em modelo computacional de pele em camadas e em pele de porco in vivo. Três dos sete autores são afiliados à própria Cynosure Lutronic, embora o artigo declare ausência de conflito de interesse.

FrequênciaO que o modelo mostrouLeitura clínica
6,78 MHzAquecimento mais localizado, ao longo dos septos fibrososA rede de septos fibrosos que ancora a pele
2 MHzEfeito térmico mais largo e mais profundo na gorduraCalor que alcança o subcutâneo
As duas em sequênciaReação térmica pronunciada na junção entre derme e subcutâneoRemodelação de colágeno e elastina na derme e nos septos

Na histologia dos porcos, a dupla frequência produziu remodelação de colágeno e elastina na derme e nos septos, mais extensa e mais persistente nos tempos tardios, sem sinal de apoptose de adipócitos. É um dado animal e de simulação, não resultado clínico, mas ajuda a explicar por que o aparelho se propõe a tensionar sem consumir gordura.

Camadas da pele em corte com a derme em destaque sobre a gordura e o músculo, alvos da radiofrequência monopolar — Dr. Thiago Perfeito
Bloco em corte da pele: epiderme, derme em destaque, gordura subcutânea e músculo. No modelo de Ko, a faixa de 6,78 MHz concentra o calor ao longo dos septos fibrosos que atravessam a gordura; a de 2 MHz leva o aquecimento mais largo e mais fundo no subcutâneo.

Até onde o calor chega: aparelho e paciente

A profundidade de aquecimento não depende só do aparelho. Ye e colaboradores (2026, Biomed Mater Eng) simularam a radiofrequência monopolar de 6,78 MHz a 120 W em quatro espessuras de gordura — 2, 4, 6 e 8 mm — e validaram o modelo em tecido suíno in vitro; o resumo não nomeia o aparelho. A temperatura dentro do tecido chegou a 69 °C com 2 mm de gordura, 60 °C com 4 mm, 55 °C com 6 mm e 45 °C com 8 mm. Os autores concluem que a energia precisa ser ajustada à espessura da gordura: área com mais gordura pode pedir mais energia ou mais tempo, e, pela mesma lógica, a área magra aquece mais com o mesmo ajuste.

O tamanho da ponteira também conta. Suh e colaboradores (2026, Lasers Med Sci) trataram 28 pessoas com uma sessão de radiofrequência monopolar na face, metade com ponteira de 3 × 3 cm² e metade com 4 × 4 cm², e biopsiaram antes e 2 meses depois. A ponteira maior se associou a tensionamento mais profundo, e os autores sugerem que a menor possa servir melhor a adultos mais velhos. O texto completo pede uma ressalva: o grupo da ponteira menor foi tratado com o Thermage CPT e o da maior com o Thermage FLX, de modo que a ponteira não foi a única diferença, e o grupo da ponteira maior já tinha densidade de colágeno mais alta antes do tratamento. O XERF trabalha com ponteiras de tamanhos diferentes — incluindo duas pequenas para a região dos olhos, descritas por Erlich e colaboradores (2026, Cureus) num relato de protocolo cujas observações os próprios autores chamam de anedóticas; o primeiro autor declara honorários da Cynosure Lutronic.

No estudo prospectivo de Weiss e colaboradores (2026, Cureus), o tratamento foi feito em três ajustes de profundidade — raso, médio e profundo —, escolhidos conforme a condição a tratar e a zona anatômica da face. É a forma prática de usar a dupla frequência: profundidade decidida região por região, não um ajuste único para o rosto inteiro.

Indicação: o que os estudos clínicos mediram

Flacidez facial e contorno do terço inferior. Weiss e colaboradores trataram 39 pacientes em quatro centros americanos, com duas sessões espaçadas de 4 semanas. Na escala global de melhora estética avaliada pelos investigadores, 84,6% atingiram nota 3 ou mais aos 30 dias e 92,3% aos 90 dias; a satisfação dos pacientes, com nota 4 ou mais, foi de 79,5% aos 30 dias e 84,6% aos 90 dias, sem evento adverso duradouro. A Cynosure Lutronic forneceu o aparelho, os consumíveis e uma verba de pesquisa aos centros e apoiou a gestão dos dados; a escala foi pontuada pelos próprios investigadores, sem cegamento, e o estudo não teve grupo controle.

Qualidade de pele e região periorbital. No estudo de Erlich, 16 mulheres receberam uma única sessão e foram avaliadas com 1 e 3 meses. A fotogrametria tridimensional mostrou redistribuição de volume, com ganho lateral e redução medial; a análise periorbital, em 15 pacientes, mostrou elevação progressiva das sobrancelhas e das pálpebras superiores. Rugas, uniformidade da pele, poros e oleosidade melhoraram; a pigmentação não mudou. Os eventos adversos foram leves e passageiros. O primeiro autor é treinador internacional da Cynosure Lutronic, o pedido ao comitê de ética foi submetido pela empresa, e os autores pedem que os achados sejam lidos como preliminares.

Corpo. Na INTI, o XERF também é aplicado no abdome, e o protocolo da clínica é de 1 sessão a cada 6 meses. Esses são dados da rotina da clínica, não de ensaio.

Na seleção, o critério que mais pesa é o tipo de perda. A radiofrequência trabalha qualidade e tensionamento do tecido; quando o problema principal é falta de volume ou de sustentação, ela entra como uma parte do plano, ao lado do injetável, e não sozinha. Também vale olhar para os critérios que o estudo de Weiss usou para excluir participantes — gestação e amamentação, marca-passo ou dispositivo elétrico implantado, implante metálico que interfira na energia, preenchedor permanente ou implante facial, infecção na área e procedimentos recentes na região, segundo o texto completo. Critério de exclusão de estudo não é lista de contraindicação, mas é o mapa das situações em que o aparelho não foi testado.

XERF — ponteira de radiofrequência monopolar em aplicação corporal — Dr. Thiago Perfeito
Peça de mão do XERF, com a luz azul acesa, em aplicação corporal. No corpo, a gordura costuma ser mais espessa que na face, e a energia é ajustada a essa espessura.

Técnica: deslizar, carimbar e seguir o vetor

Os dois estudos clínicos descrevem a mesma lógica de movimento, com detalhes que estão no texto completo. Em Weiss, a pele foi limpa e recebeu uma película fina de gel de ultrassom, que facilita o deslizamento e distribui o resfriamento. Todos os pacientes foram tratados com a maior ponteira do aparelho, e o modo de aplicação variou com a região: deslizamento nas áreas largas e pouco contornadas, para cobrir de forma uniforme e com mais conforto, e carimbo nas áreas contornadas ou ósseas, para manter contato estável e concentrar a energia; os dois foram combinados quando se queria cobertura e tensionamento focal.

Em Erlich, a face média e inferior recebeu passadas deslizantes alternadas com passadas em carimbo, todas no sentido superolateral, com a energia ajustada à tolerância de cada paciente até um desconforto leve a moderado. A face superior e a região periorbital foram tratadas só em carimbo, com ponteiras pequenas.

Modelo · Sessão de XERF em 5 decisões

  1. Zona por zona. Profundidade escolhida para cada região, não para o rosto inteiro.
  2. Espessura. Face magra aquece mais com o mesmo ajuste; corpo e jowl com mais gordura podem pedir mais energia.
  3. Movimento. Deslizar onde a superfície é larga e plana; carimbar onde é curva ou tem osso logo abaixo.
  4. Vetor. Passadas no sentido em que se quer reposicionar o tecido, em geral superolateral.
  5. Retorno pela tolerância. A energia sobe até desconforto leve a moderado, e não além.

Conforto

A dor é a queixa histórica da radiofrequência monopolar, e varia mais do que se costuma dizer. Wang e colaboradores (2026, Clin Cosmet Investig Dermatol) mediram a dor em 46 pacientes tratados nos dois lados da face com o Thermage FLX, pelo mesmo médico destro. A nota média foi de 7,12 no lado esquerdo e 6,62 no direito, qualquer que fosse o lado tratado primeiro, e pacientes de até 42 anos sentiram mais dor do que os mais velhos, com correlação negativa entre idade e dor. Na prática: esperar mais desconforto no lado esquerdo e em quem é mais jovem, e titular a energia separadamente em cada hemiface.

No estudo de Erlich, o tratamento foi bem tolerado; no texto completo de Weiss, nenhum paciente usou anestésico tópico, e no de Erlich o anestésico tópico só foi aplicado a pedido. Para quem precisa de mais analgesia na mandíbula e no pescoço, Chen e colaboradores (2024, J Cosmet Dermatol) descreveram, com o Thermage, a combinação de bloqueio do nervo bucal e do plexo cervical superficial.

XERF, Oligio X e ultrassom focalizado

A INTI opera duas plataformas de radiofrequência monopolar: o XERF, mais recente, com dupla frequência, e o Oligio X, consolidado, aplicado na clínica deslizando a ponteira. O protocolo da casa difere: XERF em 1 sessão a cada 6 meses; Oligio X em 1 a 3 sessões, com 4 a 6 semanas de intervalo. A escolha entre os dois é clínica, caso a caso, sem hierarquia entre aparelhos.

Radiofrequência e ultrassom focalizado também se somam. Choi e colaboradores (2025, Dermatol Surg) trataram 24 adultos coreanos em hemifaces, comparando radiofrequência monopolar seguida de ultrassom focalizado com a ordem inversa; o resumo não nomeia os aparelhos. As duas sequências melhoraram com efeitos colaterais mínimos, a câmera tridimensional mostrou redução de rugas um pouco melhor com a radiofrequência primeiro, e a histologia não mostrou diferença marcada entre as ordens. O gesto do ultrassom focalizado está em cartuchos e técnica do Ultraformer MPT e em modos Dot e Linear do Linear Z; a radiofrequência com agulha, que trabalha por outro mecanismo, em radiofrequência microagulhada.

Com injetáveis, a regra é de intervalo. Na rotina do Dr. Thiago Perfeito, quem recebeu preenchedor ou bioestimulador espera de 2 a 4 semanas até a sessão de XERF ou de qualquer outro aparelho de energia — prazo que não se confunde com o intervalo entre sessões do mesmo aparelho nem entre dois aparelhos diferentes.

XERF — médico segurando a ponteira de radiofrequência monopolar de dupla frequência — Dr. Thiago Perfeito
Médico de máscara e luvas segurando a ponteira do XERF. A ponteira concentra o eletrodo ativo; o circuito se fecha por um eletrodo de retorno fixado em outra parte do corpo, como em toda radiofrequência monopolar.

Onde isso entra na formação

A formação que o Dr. Thiago Perfeito conduz, a Pós Prática, tem quatro módulos independentes, cada um com pré-work gravado obrigatório e um sábado presencial para no máximo 8 médicos. O XERF faz parte do bloco de tecnologias do Módulo B2: o que cada aparelho da clínica faz, em que camada age, quando entra no protocolo e o que oferecer quando o consultório ainda não o tem. Ele volta de forma breve no Módulo A2, junto das tecnologias corporais. A física das frequências é estudada antes, no pré-work; o sábado combina demonstração comentada, na parte teórica, com execução supervisionada pelo aluno em paciente modelo, na parte prática. Para comparar cursos de aparelho por critério, há o guia de cursos de tecnologias; os módulos estão em /cursos/.

Transparência: nenhum fabricante de aparelho mencionado aqui tem relação comercial com o Dr. Thiago Perfeito.

Perguntas frequentes

O que é o XERF?

É uma radiofrequência monopolar sem agulha, da Cynosure Lutronic, que entrega 6,78 MHz e 2 MHz em sequência no mesmo disparo. É usada para tensionamento e qualidade de pele na face e no corpo. Na clínica INTI, está em uso desde julho de 2026.

As duas frequências do XERF são simultâneas?

Não. O estudo de Erlich (2026) descreve a entrega das duas frequências em sequência, dentro de um único pulso: primeiro uma, depois a outra. No modelo computacional de Ko (2025), a de 6,78 MHz aqueceu de forma mais localizada ao longo dos septos fibrosos e a de 2 MHz, de forma mais larga e profunda na gordura.

O XERF tem liberação do FDA e registro na Anvisa?

Nos Estados Unidos, tem liberação 510(k) K251327, de 2025, para eletrocoagulação e hemostasia — não uma aprovação específica para flacidez. No Brasil, tem cadastro na Anvisa sob o número 80102519322, classe II.

Quantas sessões de XERF são feitas?

Na INTI, o protocolo é de 1 sessão a cada 6 meses, inclusive no abdome. No estudo prospectivo de Weiss (2026), os 39 pacientes fizeram 2 sessões com 4 semanas de intervalo; no de Erlich (2026), uma sessão única.

A aplicação do XERF dói?

Costuma ser bem tolerada, e nos estudos com o aparelho o anestésico tópico foi dispensado ou usado só a pedido. A dor da radiofrequência monopolar varia: num estudo com 46 pacientes tratados com o Thermage FLX, o lado esquerdo doeu mais que o direito e quem tinha até 42 anos sentiu mais dor. A energia é ajustada pela tolerância de cada paciente.

Qual a diferença entre XERF e Oligio X?

Os dois são radiofrequência monopolar. O XERF entrega duas frequências em sequência no mesmo pulso e, na INTI, é feito em 1 sessão a cada 6 meses; o Oligio X é a plataforma consolidada da clínica, feita em 1 a 3 sessões com 4 a 6 semanas de intervalo. A escolha é clínica, caso a caso.

Quanto tempo esperar entre preenchimento e XERF?

Na rotina do Dr. Thiago Perfeito, o intervalo é de 2 a 4 semanas depois de preenchedor ou bioestimulador antes de qualquer aparelho de energia, XERF incluído. Esse prazo é diferente do intervalo entre sessões do próprio XERF.

Referências

  1. Erlich G, Dahan E, Wolf Y. Objective and subjective retrospective evaluation of XERF, a novel single-shot dual-frequency non-invasive monopolar radiofrequency. Lasers Med Sci. 2026;41(1):194. · PMID 42611100 · DOI 10.1007/s10103-026-04996-0
  2. Weiss RA, Wang J, DiBernardo B, Bhatia AC. Clinical Outcomes Following Dual-Frequency Noninvasive Monopolar Radiofrequency Treatment for Facial Laxity and Lower Face Lifting: A Prospective Multicenter Study. Cureus. 2026;18(3):e104546. · PMID 41930066 · DOI 10.7759/cureus.104546
  3. Erlich G, Dahan E, Skorochod R, Wolf Y. Dual-Frequency Non-invasive Monopolar Radiofrequency for Periorbital Tightening: Introduction of Novel Small Treatment Tips. Cureus. 2026;18(1):e101187. · PMID 41523730 · DOI 10.7759/cureus.101187
  4. Ko K, Ryu HG, Park J, et al. Computational modeling and histologic analysis of 6.78- and 2-MHz monopolar radiofrequency-induced thermal reactions. Lasers Med Sci. 2025;40(1):501. · PMID 41315066 · DOI 10.1007/s10103-025-04746-8
  5. Ye P, Zong J, Kang Q, et al. Effect of fat thickness on subcutaneous temperature field under monopolar radiofrequency. Biomed Mater Eng. 2026;37(2):82-92. · PMID 41553929 · DOI 10.1177/09592989251407753
  6. Suh DH, Lee SD, Kim HJ, et al. Comparative study of histological differences according to monopolar radiofrequency tip width. Lasers Med Sci. 2026;41(1):150. · PMID 42439958 · DOI 10.1007/s10103-026-04951-z
  7. Wang Y, Bai H, Shi C, et al. Evaluation of the Effect of Laterality and Age on Pain Perception in Monopolar Radiofrequency Facial Therapy. Clin Cosmet Investig Dermatol. 2026;19:577283. · PMID 41924292 · DOI 10.2147/CCID.S577283
  8. Chen X, Han C, Li D, et al. Achieving the minimum pain experience by buccal nerve and superficial cervical plexus blocks in radiofrequency treatment. J Cosmet Dermatol. 2024;23(2):470-478. · PMID 37878546 · DOI 10.1111/jocd.16025
  9. Choi WJ, Jang YJ, Jung DY, et al. Comparative Study of Monopolar Radiofrequency and High-Intensity Focused Ultrasound for Facial Rejuvenation: A Split-Face Approach. Dermatol Surg. 2025;51(9S):S49-S53. · PMID 41405928 · DOI 10.1097/DSS.0000000000004794
Dr. Thiago Perfeito, CRM-DF 23199
Dr. Thiago Perfeito · CRM-DF 23199
Medicina estética e regenerativa, Brasília–DF. Anatomia aplicada, complicações em injetáveis e medicina regenerativa.

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