Financeiro e unit economics

Inadimplência na clínica: como medir e a régua de cobrança

No fechamento do mês, a coluna "a receber" tem a segunda parcela de um pacote, um PIX combinado "para a semana que vem" e um cheque que voltou do banco. A recepção cobrou um deles, não sabe quando, e ninguém diz quanto disso entra.

A resposta direta: inadimplência é o valor combinado com o paciente particular para uma data e não recebido, fora sinal, taxa de falta e cartão. Por coorte, taxa do mês M = valor com vencimento em M não recebido em 10 de M+2 ÷ total da coorte, com acordo firmado sem pagamento no numerador. Régua de 4 Tempos, contada do vencimento: D+1, lembrete escrito; D+7, ligação e, sem falar com o paciente, mensagem; D+15, negociação só nas opções pré-aprovadas pelo médico; D+30, o médico escolhe último acordo, cobrança externa com orientação jurídica ou baixa como perda. Pagamento integral ou conferência sem valor devido encerra a régua; a primeira contestação antes dessa escolha e o acordo a suspendem até a data fixada pela conferência ou acordo e, faltando pagamento numa data fixada, recomeça em D+1; título com acordo descumprido vai ao médico no D+15.

Texto da etapa 1, no D+1:

Olá, [NOME]. Aqui é [ATENDENTE], do [CONSULTÓRIO].
Passando para lembrar que o pagamento de [VALOR], referente a [REFERÊNCIA], venceu em [VENCIMENTO] e ainda não apareceu por aqui — deve ter passado batido na correria.
Para facilitar, segue de novo: [CHAVE PIX OU LINK].
Se você já pagou, me manda o comprovante que eu confiro.

Em que estágio da clínica este tema pesa

  1. 0Improvisar
  2. 1Monetizar
  3. 2Atrair
  4. 3Estabilizar
  5. 4Priorizar
  6. 5Produtizar
  7. 6Otimizar
  8. 7Organizar
  9. 8Especializar
  10. 9Capitalizar

Estágio 4 · Priorizar

A clínica diz sim para tudo, e isso custa margem. Aqui se escolhe o paciente ideal, o preço e o que deixar de fazer.

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Cobrar quando lembra: como a dívida envelhece até virar perda

Sem régua, cobra-se no dia em que alguém abre a planilha:

O objeto desta página: valor combinado com o paciente particular para uma data e não recebido — parcela de pacote em boleto ou PIX, pagamento combinado para depois do atendimento, cheque devolvido, atendimento não pago no dia. Ficam fora o pagamento no cartão (no arranjo comum, a clínica recebe da adquirente), a glosa ou o atraso de convênio, que não é dívida do paciente, o sinal de agendamento, que segue a política de reserva, e a taxa de falta.

O mecanismo: medir por coorte de vencimento e dar data a cada contato

Taxa de inadimplência do mês M = valor com vencimento em M ainda não recebido no dia 10 do mês M+2 ÷ valor total com vencimento em M.

Cada coorte é lida no mesmo ponto do calendário. O valor que vence no último dia de M chega ao dia 10 de M+2 com pelo menos 38 dias (o caso mais curto é 31 de janeiro lido em 10 de março): todo título ainda em aberto, sem acordo e sem contestação, já chegou à etapa de decisão. Convenções da conta:

Nenhuma etapa condiciona, adia ou suspende atendimento.

Modelo: Régua de 4 Tempos — lembrete, contato, negociação e decisão, contados do vencimento
  1. D+1 — envie o lembrete. A recepção manda por escrito o texto da etapa 1, com tom de esquecimento e o meio de pagamento reenviado. Pronto quando a mensagem saiu ao contato cadastrado, com a data na ficha do título.
  2. D+7 — ligue. A recepção liga com o roteiro da etapa 2; sem falar com o paciente, envia a mensagem da mesma etapa. Pronto quando a ficha tem o resultado da ligação ou a data da mensagem.
  3. D+15 — negocie dentro do aprovado. A recepção oferece só as opções que o médico aprovou antes: o valor inteiro numa [NOVA DATA] dentro de [PRAZO MÁXIMO APROVADO], contado do dia em que é oferecida, ou até [NÚMERO MÁXIMO DE PARCELAS APROVADO] parcelas mensais, a primeira nessa data. Pronto quando a ficha tem o acordo firmado, com o OK do paciente ao texto de confirmação, ou a data da proposta sem acordo.
  4. D+30 — leve ao médico. Com a ficha, o médico escolhe uma saída: (i) um último acordo formal; (ii) cobrança externa, por assessoria de cobrança ou via judicial, com orientação do assessor jurídico; (iii) baixa do valor como perda, registrada. Pronto quando a saída está marcada na ficha, com data, e, nas saídas (i) e (ii), o texto correspondente saiu.
Exemplo ilustrativo

Coorte de março: os valores com vencimento em março somam R$ 22.500. Na leitura de 10 de maio, R$ 1.350 não caíram na conta — R$ 900 de um acordo firmado e não pago e R$ 450 sem acordo. Numerador: 900 + 450 = 1.350. Taxa: 1.350 ÷ 22.500 = 0,06, ou 6%. O acordo fica no numerador porque a taxa mede dinheiro que não entrou: tirá-lo daria 450 ÷ 22.500 = 0,02, ou 2%, contando como recebidos R$ 900 que não estão na conta. Números fictícios: troque os valores pelos seus.

Os textos das etapas 2 a 4, prontos para copiar

Campos que pedem definição: [NOME] é o paciente ou o responsável financeiro cadastrado, que ocupa o lugar do paciente em toda a régua; [NOME DO PACIENTE] vem logo após [REFERÊNCIA], só quando o texto vai ao responsável; [REFERÊNCIA] é o atendimento e sua data ou, em pacote, o número da parcela e a data da contratação, nunca procedimento, exame ou diagnóstico; [VALOR] é o vencido e não pago no dia do envio; [VENCIMENTO] é a data de que a régua está contando.

Os textos de cobrança vão só ao paciente ou ao responsável financeiro cadastrado e identificam a dívida por referência e valor. O Código de Ética Médica veda ao médico "deixar de guardar o sigilo profissional na cobrança de honorários por meio judicial ou extrajudicial" (art. 79). O dispositivo nomeia o dever, não o formato; o desenho desta régua vale também na cobrança externa, que recebe nome, contato, referência, valor e vencimento — o resto, só com orientação do assessor jurídico. Como quem envia é a recepção, o mesmo Código veda ao médico "deixar de orientar seus auxiliares e alunos a respeitar o sigilo profissional e zelar para que seja por eles mantido" (art. 78): a regra entra no treinamento antes do primeiro envio.

Etapa 2 — D+7: a ligação e a mensagem

Bom dia, falo com [NOME]? Aqui é [ATENDENTE], do [CONSULTÓRIO]. Estou ligando sobre o pagamento de [VALOR], referente a [REFERÊNCIA], com vencimento em [VENCIMENTO]. Aconteceu algum problema? Posso te reenviar agora, por mensagem, a forma de pagar?

Se atender outra pessoa: "É um assunto administrativo. Qual o melhor horário para falar com [NOME]?" — sem valor, sem motivo, sem recado. Sem falar com o paciente, a mensagem:

Olá, [NOME]. Aqui é [ATENDENTE], do [CONSULTÓRIO].
Tentei falar com você hoje sobre o pagamento de [VALOR], referente a [REFERÊNCIA], com vencimento em [VENCIMENTO].
Se aconteceu algum imprevisto, me conta por aqui que eu vejo as opções com você.
O pagamento pode ser feito por [CHAVE PIX OU LINK]. Se já pagou, me manda o comprovante que eu confiro.

Etapa 3 — D+15: a proposta e a confirmação

Olá, [NOME]. Aqui é [ATENDENTE], do [CONSULTÓRIO].
O pagamento de [VALOR], referente a [REFERÊNCIA], segue em aberto desde [VENCIMENTO], e eu queria resolver isso de um jeito que caiba no seu mês.
Tenho duas opções: o valor inteiro em [NOVA DATA], ou até [NÚMERO MÁXIMO DE PARCELAS APROVADO] parcelas mensais, a primeira em [NOVA DATA].
Qual fica melhor para você?

Combinado, [NOME]. Fica registrado: [VALOR], referente a [REFERÊNCIA], pago em [DATA ÚNICA OU DATAS E VALORES DAS PARCELAS], por [CHAVE PIX OU LINK].
Me responde OK para eu anotar?

Etapa 4 — D+30: os textos das saídas

Saída (i), o último acordo:

Olá, [NOME]. Aqui é [ATENDENTE], do [CONSULTÓRIO].
Sobre o valor de [VALOR], referente a [REFERÊNCIA], em aberto desde [VENCIMENTO]: conseguimos uma última condição para encerrar esse assunto — [CONDIÇÃO APROVADA PELO MÉDICO], por [CHAVE PIX OU LINK].
Se estiver de acordo, me responde OK e eu registro por escrito.

Saída (ii), aviso validado pelo assessor jurídico antes do primeiro uso:

Olá, [NOME]. Aqui é [ATENDENTE], do [CONSULTÓRIO].
O valor de [VALOR], referente a [REFERÊNCIA], segue em aberto desde [VENCIMENTO], e as tentativas anteriores não resolveram.
A partir de agora, esse assunto passa a ser tratado por [QUEM FARÁ A COBRANÇA]. Se preferir, o pagamento continua disponível por [CHAVE PIX OU LINK].

Saída (iii): sem texto ao paciente; a baixa fica na ficha.

Precedência: a regra de número menor vence, e as quatro vencem o calendário do modelo

  1. Pagamento integral do [VALOR] encerra a régua; depois da decisão, também encerra a cobrança externa ou desfaz a baixa. Pagamento parcial só reduz o [VALOR].
  2. A primeira contestação antes da escolha de qualquer saída suspende a régua. Se o paciente diz que já pagou, que o valor está errado ou que não o deve, anota-se na ficha e nenhum texto de cobrança sai até quem confere o financeiro responder. Sem valor devido, a régua se encerra; com valor, confirmado ou corrigido, a resposta mantém o acordo em curso ou, sem acordo em curso ou com acordo descumprido, traz uma [NOVA DATA], e a régua recomeça em D+1 dessa data. Nova contestação, ou contestação depois da decisão, vai ao médico, sem alterar a régua: sem valor devido, vale o desfecho do pagamento integral; valor menor corrige o [VALOR].
  3. Título com acordo descumprido não volta à negociação: em qualquer recomeço, no D+15 vai ao médico. Descumprido o último acordo da saída (i), restam (ii) e (iii).
  4. Acordo firmado suspende a régua até a data combinada; sem pagamento integral nela, ou numa parcela, a régua recomeça em D+1 dessa data. Pedido de acordo antes do D+15 é atendido na hora, com as opções da etapa 3.

Texto da resposta da conferência:

Olá, [NOME]. Aqui é [ATENDENTE], do [CONSULTÓRIO].
Conferimos o valor referente a [REFERÊNCIA]: segue em aberto [VALOR], com pagamento em [DATA OU DATAS DO ACORDO, OU NOVA DATA], por [CHAVE PIX OU LINK].

Sem valor devido, a segunda linha é: "Conferimos o valor referente a [REFERÊNCIA]: não há nada em aberto. Desculpe a cobrança."

Aplicação prática: o lembrete do D+1 em vozes diferentes

A tabela usa a etapa 1. Na coluna da direita, a apresentação de quem escreve e o pedido de comprovante ficam fora do recorte.

EspecialidadeLembrete improvisadoLembrete pela Régua de 4 Tempos
Pediatria"Mãe do Pedro, a consulta dele de março não foi paga. Pode acertar?""Olá, [NOME]. O pagamento de [VALOR], referente a [REFERÊNCIA] de [NOME DO PACIENTE], venceu em [VENCIMENTO] e deve ter passado batido. Segue de novo: [CHAVE PIX OU LINK]."
Psiquiatria"Olá! Sua sessão de acompanhamento psiquiátrico do dia 12 segue em aberto.""Olá, [NOME]. Consta em aberto o valor de [VALOR], referente a [REFERÊNCIA], com vencimento em [VENCIMENTO]. Deve ter passado na correria; segue: [CHAVE PIX OU LINK]."
Clínica de procedimentos estéticos"Oi, flor! A 2ª parcela do seu pacote de bioestimulador venceu, não esquece!""Oi, [NOME], tudo bem? A parcela de [VALOR], referente a [REFERÊNCIA], venceu em [VENCIMENTO] e imagino que tenha escapado. Segue de novo: [CHAVE PIX OU LINK]."
Ortopedia"O cheque da sua infiltração voltou. O senhor precisa vir aqui trocar.""Bom dia, [NOME]. O cheque de [VALOR], referente a [REFERÊNCIA], voltou do banco e está em aberto desde [VENCIMENTO]. Imagino que tenha sido um descuido; segue: [CHAVE PIX OU LINK]."

Em pediatria, o texto vai ao responsável financeiro cadastrado, não a quem trouxe a criança. Em psiquiatria, vai só ao número que o paciente indicou, e funciona melhor quando o [CONSULTÓRIO] da assinatura não carrega a especialidade. Em procedimentos estéticos, quem diz ter interrompido o pacote está contestando o valor: vale a regra 2.

Até cair na conta, deixe o valor vencido e não recebido fora das entradas da projeção de fluxo de caixa do consultório. A taxa de falta, fora desta régua, é tratada em paciente faltou: pode cobrar?.

Perguntas frequentes

Como calcular a taxa de inadimplência de uma clínica?

Pela coorte de vencimento, não pelo saldo do dia. A taxa do mês M é o valor com vencimento em M ainda não recebido no dia 10 do mês M+2, dividido pelo valor total com vencimento em M, inclusive o devido no dia do atendimento, exceto o pago no cartão. Não recebido é o que não caiu na conta: acordo firmado sem pagamento continua no numerador, título baixado como perda também, e pagamento parcial tira dele só a parte paga. Data nova, por acordo ou conferência, não muda a coorte: vale o vencimento original. Lida sempre no mesmo ponto do calendário, a taxa de um mês pode ser comparada com a de outro.

O que fazer quando o paciente não pagou a consulta?

Começar no dia seguinte ao vencimento, não quando alguém lembrar. No D+1, a recepção envia um lembrete escrito, em tom de esquecimento, com o meio de pagamento de novo. No D+7, liga e, se a ligação não chegar ao paciente, manda mensagem. No D+15, oferece só as opções que o médico aprovou antes: o valor inteiro numa nova data dentro do prazo aprovado ou até o número máximo de parcelas mensais aprovado. No D+30, o médico decide entre um último acordo formal, a cobrança externa com orientação do assessor jurídico e a baixa como perda. Nenhuma etapa condiciona, adia ou suspende atendimento.

Como cobrar um paciente sem quebrar o sigilo médico?

Os textos de cobrança vão só ao paciente ou ao responsável financeiro cadastrado e identificam a dívida por referência e valor. A referência é o atendimento e sua data ou, em pacote, o número da parcela e a data da contratação, nunca procedimento, exame ou diagnóstico. Na ligação, se atender outra pessoa, a recepção pergunta o melhor horário para falar com o paciente, sem valor, motivo ou recado. O Código de Ética Médica veda ao médico deixar de guardar o sigilo profissional na cobrança de honorários por meio judicial ou extrajudicial (art. 79). O dispositivo nomeia o dever, não o formato; na cobrança externa, quem cobra recebe nome, contato, referência, valor e vencimento, e o resto só com orientação do assessor jurídico.

A secretária pode negociar a dívida do paciente?

Na Régua de 4 Tempos, a recepção negocia só dentro do que o médico aprovou antes: o valor inteiro numa nova data dentro do prazo máximo aprovado, contado do dia em que a data é oferecida, ou até o número máximo de parcelas mensais aprovado, com a primeira nessa data. Pedido de acordo que chega antes do D+15 é atendido na hora, com essas mesmas opções, salvo em título com acordo descumprido, que não volta à negociação: em qualquer recomeço da régua, no D+15 ele vai ao médico. O acordo fica firmado quando o paciente responde OK ao texto de confirmação.

Acordo de pagamento conta como dívida recuperada?

Não enquanto o dinheiro não cair na conta. Na taxa por coorte, acordo firmado sem pagamento continua no numerador, e a data nova do acordo não muda a coorte: vale o vencimento original. Tirar o acordo da conta trataria como recebido um valor que não entrou. Na régua, o acordo firmado suspende a cobrança até a data combinada; sem pagamento integral nela, ou numa parcela, a régua recomeça em D+1 dessa data, sem nova negociação, e no D+15 o título vai ao médico.

Quando mandar um paciente inadimplente para cobrança externa?

A decisão é do médico, na etapa D+30 da régua, ou no D+15 de um recomeço quando o título já teve acordo descumprido. Com a ficha do título, ele escolhe uma saída: um último acordo formal; a cobrança externa, por assessoria de cobrança ou via judicial, com orientação do assessor jurídico; ou a baixa do valor como perda, registrada. Escolhida a cobrança externa, o paciente recebe um aviso validado pelo assessor jurídico antes do primeiro uso, e quem cobra recebe nome, contato, referência, valor e vencimento. Pagamento integral depois disso também encerra a cobrança externa. Contestação depois da decisão vai ao médico, sem alterar a régua: sem valor devido, vale o desfecho do pagamento integral, que também desfaz a baixa; valor menor corrige o valor em aberto.

E se o paciente disser que já pagou?

A primeira contestação antes de o médico escolher qualquer saída suspende a régua: nenhum texto de cobrança sai até quem confere o financeiro responder. Vale também para valor errado ou não devido. Pagamento integral localizado encerra a régua; sem valor devido, também. Com valor, confirmado ou corrigido, a resposta mantém o acordo em curso ou, sem acordo em curso ou com acordo descumprido, traz uma nova data, e a régua recomeça em D+1 dessa data. Valor corrigido substitui o original nos dois termos da taxa. Nova contestação, ou contestação depois da decisão, vai ao médico, sem alterar a régua: sem valor devido, tem o desfecho do pagamento integral, que depois da decisão encerra a cobrança externa ou desfaz a baixa; valor menor corrige o valor em aberto.

Referências

  1. Conselho Federal de Medicina. Código de Ética Médica (CEM 2019) — Capítulo IX ("É vedado ao médico:"): o art. 79 sustenta o dever de sigilo na cobrança de honorários por meio judicial ou extrajudicial, aplicado aos textos e à cobrança externa; o art. 78, a frase sobre orientar a recepção, que envia os textos, a respeitar o sigilo.

Os números do exemplo são fictícios e ilustrativos, não constituindo promessa de resultado. Cada consultório tem realidade própria. Este conteúdo não substitui orientação contábil, jurídica ou de proteção de dados (LGPD) específica para o seu caso.

Dr. Thiago Perfeito, CRM-DF 23199
Dr. Thiago Perfeito · CRM-DF 23199
Médico, dono de consultório particular em Brasília–DF. Escreve sobre gestão, precificação e operação de consultório a partir da própria prática — não de teoria de consultoria.

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