Publicidade médica e CFM

Paciente descreveu o caso dela nos comentários: o que o médico pode responder em público

Embaixo de um post sobre azia, alguém conta que sente a mesma queimação, diz o remédio que toma e pergunta se pode aumentar a dose. O médico quer parecer acessível e responde ali mesmo.

A resposta direta: em público, o médico reconhece o comentário e leva a conversa para o privado; o que a pessoa tem e o que ela deve fazer ficam para a consulta. O modelo Acolher sem Consultar classifica o comentário por 5 testes em ordem (relato de complicação, elogio com detalhe clínico, foto, pergunta de remédio para um caso, sintoma ou caso descrito) e dá a cada situação uma resposta pública pronta. As 5 dizem "Acabei de te escrever por mensagem", frase publicada depois de enviada a mensagem privada. Um protocolo de 3 linhas trata do comentário: o que conta dado de saúde de outra pessoa identificada sai da vista do público assim que lido; os demais, só a pedido de quem comentou. Nenhuma das 5 respostas repete o que a pessoa contou, confirma atendimento ou avalia o caso.

Fora do alcance desta página: o perfil respondido por auxiliar ou agência, e não pelo médico; o comentário cujo autor o perfil não alcança por mensagem; a conversa que a pessoa abre ao responder à mensagem privada, salvo o pedido para tirar o comentário (passo 6); e o comentário em que os 5 testes dão "não", como a dúvida geral que não descreve o caso de ninguém.

Para copiar hoje, o corpo da mensagem privada (enviada antes da resposta pública; na situação 2, o elogio, o corpo para em "porque ele fala de saúde."): "Oi, [PRIMEIRO NOME]. Aqui é [NOME DO MÉDICO]. Vi o seu comentário no post sobre [TEMA DO POST] e preferi te responder por aqui, em privado, porque ele fala de saúde. Assunto de saúde eu trato em consulta: por mensagem não avalio caso, não analiso foto e não indico remédio nem dose. Para marcar: [COMO MARCAR CONSULTA]. Contato direto do consultório: [CONTATO DIRETO DO CONSULTÓRIO]. Se achar que não dá para esperar a consulta, procure um pronto-atendimento." Depois do corpo vai um de dois fechos, escolhido no passo 4.

Em que estágio da clínica este tema pesa

  1. 0Improvisar
  2. 1Monetizar
  3. 2Atrair
  4. 3Estabilizar
  5. 4Priorizar
  6. 5Produtizar
  7. 6Otimizar
  8. 7Organizar
  9. 8Especializar
  10. 9Capitalizar

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Por que a resposta simpática vira consulta em público

O comentário tem dois leitores: quem escreveu e quem abre o post depois. A resposta que diz "isso é normal" ou "pode tomar" entrega ao primeiro um parecer sem exame e, ao segundo, uma conduta que não foi pensada para ele. É o vilão desta página: responder o diagnóstico nos comentários para parecer acessível.

O silêncio e o "chama no direct" falham de outro jeito: devolvem a tarefa a quem perguntou. O modelo separa o que a resposta simpática mistura: em público, reconhecimento e o caminho para o privado; conduta, só na consulta. Ele controla o texto das duas pontas, a ordem de envio e o que acontece com o comentário.

O que as normas do CFM nomeiam, e o que é regra deste modelo

No Código de Ética Médica, no capítulo cujo chapéu é "É vedado ao médico:", o art. 37 diz: "Prescrever tratamento e outros procedimentos sem exame direto do paciente, salvo em casos de urgência ou emergência e impossibilidade comprovada de realizá-lo, devendo, nesse caso, fazê-lo imediatamente depois de cessado o impedimento, assim como consultar, diagnosticar ou prescrever por qualquer meio de comunicação de massa. § 1º O atendimento médico a distância, nos moldes da telemedicina ou de outro método, dar-se-á sob regulamentação do Conselho Federal de Medicina. § 2º Ao utilizar mídias sociais e instrumentos correlatos, o médico deve respeitar as normas elaboradas pelo Conselho Federal de Medicina." É o dispositivo que esta página aplica à resposta que diz, no comentário, o que a pessoa tem ou o que ela deve tomar. Valide com o CRM da sua jurisdição se a área de comentários de um perfil aberto é lida como "meio de comunicação de massa". Responder não está entre os verbos do artigo: a dúvida geral, que o médico responde como qualquer conteúdo do perfil, fica fora das 5 respostas.

Na Resolução CFM 2.336/2023, cujo art. 8º, § 1º nomeia o Instagram entre as "redes sociais próprias", o art. 11 abre com "É vedado ao médico e, naquilo que couber, às pessoas jurídicas, entes sindicais e associativos de natureza médica:" e traz, no inciso XI, "oferecer consultoria a pacientes e familiares como substituição da consulta médica presencial, excetuado o que for regulamentado em resolução específica para a telemedicina". É o que esta página aplica à resposta que avalia o caso de quem comentou. Valide com o CRM essa leitura, e se a resposta pública e a mensagem privada são lidas como "comunicação ao público", a expressão do art. 1º.

No capítulo do sigilo profissional do Código, de mesmo chapéu, o art. 73 traz "Revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por motivo justo, dever legal ou consentimento, por escrito, do paciente", e o parágrafo único, na alínea a, mantém a proibição "mesmo que o fato seja de conhecimento público ou o paciente tenha falecido". Esta página aplica o artigo à resposta que confirma que quem comentou é ou foi atendido: nenhuma das 5 confirma. Valide com o CRM se confirmar em comentário que alguém é paciente é alcançado pelo sigilo. Não repetir o que o comentário conta e o protocolo de ocultar são regras deste modelo.

Modelo: Acolher sem Consultar — 5 respostas públicas, 1 mensagem privada e 1 protocolo de ocultar em 3 linhas
  1. Reserve o bloco de leitura. O médico lê e responde os comentários uma vez por dia de atendimento, em [HORÁRIO DO BLOCO]. Tamanho do bloco: comentários da última semana com algum "sim" nos 5 testes × minutos gastos hoje por resposta, cronometrados ÷ dias de atendimento da semana, arredondado para cima até o minuto inteiro. Comentário não é canal de urgência: a resposta 1 e o corpo inteiro da mensagem privada dizem para onde ir.
  2. Classifique o comentário. Aplique os testes nesta ordem e pare no primeiro "sim". Teste 1: relata problema depois de procedimento, cirurgia ou tratamento já feito? Teste 2: elogia o médico, o atendimento ou um resultado e conta detalhe do tratamento de quem comenta ou de outra pessoa? Teste 3: traz foto do caso ou avisa que mandou foto? Teste 4: pergunta de remédio ou de dose para o caso de quem comenta ou de outra pessoa? Teste 5: descreve sintoma, doença, exame ou tratamento, de quem comenta ou de outra pessoa? O número do teste é o da situação e o da resposta. Nenhum "sim": o comentário fica fora deste modelo. Classifique o texto do comentário, não o que o médico sabe de quem comentou.
  3. Aplique o protocolo de ocultar. Leia o comentário contra as 3 linhas do protocolo. Se valer a linha 1, salve a captura de tela e oculte antes de escrever qualquer coisa.
  4. Envie a mensagem privada. Envie o corpo do alto desta página, seguido de um fecho; na situação 2, o corpo para em "porque ele fala de saúde.". Fecho A, quando valeu a linha 2: "Se preferir que o seu comentário não fique à vista no post, me avise por aqui." Fecho B, quando valeu a linha 1: "Tirei o seu comentário da vista do público porque ele fala da saúde de outra pessoa."
  5. Publique a resposta pública. Só depois do passo 4, e só em comentário que continua à vista: pegue na tabela a resposta de mesmo número, troque [PRIMEIRO NOME] e confira três perguntas. Repete o que a pessoa contou? Confirma que ela é ou foi atendida? Avalia o caso? Um "sim" devolve ao texto da tabela.
  6. Feche a segunda volta. A pessoa responde à mensagem: a conversa segue em privado, fora desta página. Pede para tirar o comentário: salve a captura de tela, oculte, apague a sua resposta pública, se ela continuar à vista, e responda "Feito, [PRIMEIRO NOME]: tirei o seu comentário da vista do público." Não responde: o médico não escreve de novo, e o comentário fica como está. Insiste no mesmo post: se no novo comentário valer a linha 1, aplique-a; se não valer, não volte ao passo 2 e publique uma única réplica, "[PRIMEIRO NOME], por aqui eu não continuo essa conversa; o caminho é o da mensagem que te enviei.", e nada mais naquele fio.

Acolher sem Consultar: os 5 testes, na ordem

  1. 1Relata problema depois de procedimento, cirurgia ou tratamento já feito: resposta 1.
  2. 2Elogia e conta detalhe do tratamento de quem comenta ou de outra pessoa: resposta 2.
  3. 3Traz foto do caso ou avisa que mandou foto: resposta 3.
  4. 4Pergunta de remédio ou de dose para o caso de quem comenta ou de outra pessoa: resposta 4.
  5. 5Descreve sintoma, doença, exame ou tratamento, de quem comenta ou de outra pessoa: resposta 5.
Pare no primeiro sim. Nenhum sim: o comentário fica fora deste modelo.
Exemplo ilustrativo

Números fictícios, para refazer com os seus. Na última semana, 14 comentários tiveram algum "sim" nos 5 testes. O médico cronometrou o que gasta hoje para responder um deles: 3 minutos. Atende 5 dias por semana. Pelo passo 1: 14 × 3 = 42 minutos por semana; 42 ÷ 5 = 8,4 minutos por dia de atendimento; arredondado para cima, o bloco é de 9 minutos. Os 3 minutos medem o jeito de responder de hoje: depois da primeira semana com os textos prontos, cronometre de novo e refaça a conta.

As 5 respostas públicas, ao lado da resposta fraca

SituaçãoResposta fracaResposta pelo modelo
1. Relato de complicação"Isso é normal nos primeiros dias, pode ficar tranquila! 😉"Resposta 1: "Oi, [PRIMEIRO NOME]. Li o seu relato e não vou tratar dele aqui nos comentários. Acabei de te escrever por mensagem, com o contato direto do consultório. Se achar que não dá para esperar, procure um pronto-atendimento."
2. Elogio com detalhe clínico"Seu resultado ficou lindo! Você respondeu super bem ao tratamento 😍"Resposta 2: "Oi, [PRIMEIRO NOME]. Agradeço o carinho. Acabei de te escrever por mensagem."
3. Foto do caso"Pela foto parece coisa simples. Manda mais fotos no direct que eu te digo o que é."Resposta 3: "Oi, [PRIMEIRO NOME]. Foto eu não avalio por comentário nem por mensagem: avaliação é assunto de consulta. Acabei de te escrever por mensagem."
4. Pergunta de remédio para um caso"Pode tomar, sim. Começa com a dose menor e vai aumentando."Resposta 4: "Oi, [PRIMEIRO NOME]. Remédio e dose eu não indico por comentário nem por mensagem: isso se decide em consulta. Acabei de te escrever por mensagem."
5. Sintoma ou caso descrito"Pelo que você descreve, tem tratamento, sim! Chama no direct que eu te explico 😉"Resposta 5: "Oi, [PRIMEIRO NOME]. Por comentário eu não digo o que é nem o que fazer: isso depende de consulta. Acabei de te escrever por mensagem."

As linhas não se somam: o passo 2 para no primeiro "sim". Quem preenche: [NOME DO MÉDICO], [COMO MARCAR CONSULTA], [CONTATO DIRETO DO CONSULTÓRIO], [HORÁRIO DO BLOCO] e [ONDE A CAPTURA FICA GUARDADA], o médico, uma vez; [PRIMEIRO NOME] e [TEMA DO POST], a cada comentário. Quando o responsável comenta o caso de uma criança, vale a linha 1 do protocolo: é dado de saúde de outra pessoa, identificada pelo parentesco.

O protocolo de ocultar, em 3 linhas

Neste protocolo, ocultar é tirar o comentário da vista do público sem excluí-lo. Confira no aplicativo se o seu perfil tem essa função; no perfil que não tem, leia "apagar" onde está "ocultar". Entre as linhas 1 e 2, vale a primeira que couber; a linha 3 completa a 2.

  1. "Comentário que conta dado de saúde de outra pessoa, identificada por nome, parentesco ou marcação de perfil (sintoma, doença, exame, tratamento, remédio ou foto): salve a captura de tela, com data, em [ONDE A CAPTURA FICA GUARDADA], e oculte assim que ler. Ele não recebe resposta pública; a mensagem privada vai com o fecho B."
  2. "Qualquer outro comentário das 5 situações: não fixe, não reposte e não cite o comentário em outra publicação. A mensagem privada vai com o fecho A. Oculte só a pedido de quem comentou, depois de salvar a captura de tela no mesmo lugar."
  3. "Sem pedido, o comentário da linha 2 fica como está: o médico não oculta nem apaga por iniciativa própria, inclusive o relato de complicação."

Valide com seu assessor jurídico onde a captura de tela fica guardada e por quanto tempo: ela registra dado de saúde de pessoa identificada.

O que o perfil publica por iniciativa própria está em o que o médico pode anunciar. Quando a pessoa chama o consultório para marcar, a conversa da recepção está em script de atendimento por WhatsApp da clínica.

Perguntas frequentes

Médico pode responder dúvida de paciente nos comentários do Instagram?

Depende do que o comentário traz. A dúvida geral, que não descreve o caso de ninguém, o médico responde como qualquer conteúdo do perfil. Quando o comentário descreve um caso, o modelo Acolher sem Consultar separa as coisas: em público, o médico reconhece o comentário e leva a conversa para o privado; o que a pessoa tem e o que ela deve fazer ficam para a consulta. O Código de Ética Médica, sob o chapéu É vedado ao médico, traz no art. 37, entre outras condutas, consultar, diagnosticar ou prescrever por qualquer meio de comunicação de massa. Valide com o CRM da sua jurisdição se a área de comentários de um perfil aberto é lida assim.

Consulta pelo Instagram pode?

Neste modelo, comentário e mensagem privada não são consulta: a mensagem, exceto a enviada a quem elogiou, informa como marcar uma. O art. 37 do Código de Ética Médica diz, no parágrafo 1º, que o atendimento médico a distância, nos moldes da telemedicina ou de outro método, dar-se-á sob regulamentação do Conselho Federal de Medicina. Na Resolução CFM 2.336/2023, o art. 11, que abre com É vedado ao médico e, naquilo que couber, às pessoas jurídicas, entes sindicais e associativos de natureza médica, traz no inciso XI oferecer consultoria a pacientes e familiares como substituição da consulta médica presencial, excetuado o que for regulamentado em resolução específica para a telemedicina. Valide com o CRM da sua jurisdição o que essa regulamentação admite por rede social.

Paciente perguntou sobre um sintoma no Instagram: o que responder?

Quando o comentário descreve o sintoma de quem comenta, primeiro envie a mensagem privada; depois publique a resposta 5: Oi, [PRIMEIRO NOME]. Por comentário eu não digo o que é nem o que fazer: isso depende de consulta. Acabei de te escrever por mensagem. A mensagem privada diz quem fala, cita o post, informa que por mensagem o médico não avalia caso, não analisa foto e não indica remédio nem dose, e traz como marcar consulta, o contato direto do consultório e a orientação de procurar um pronto-atendimento se não der para esperar a consulta. A resposta pública não repete o que a pessoa contou, não confirma atendimento e não avalia o caso.

O que responder quando o paciente manda foto ou pergunta a dose de um remédio nos comentários?

Cada situação tem uma resposta pronta, publicada depois da mensagem privada. Para a foto, a resposta 3: Oi, [PRIMEIRO NOME]. Foto eu não avalio por comentário nem por mensagem: avaliação é assunto de consulta. Acabei de te escrever por mensagem. Para a pergunta de remédio ou de dose para o caso de quem comenta ou de outra pessoa, a resposta 4: Oi, [PRIMEIRO NOME]. Remédio e dose eu não indico por comentário nem por mensagem: isso se decide em consulta. Acabei de te escrever por mensagem. Os testes param no primeiro sim: relato de complicação e elogio com detalhe clínico vêm antes desses dois. Se o comentário conta dado de saúde de outra pessoa identificada, vale a linha 1: é ocultado assim que lido e não recebe resposta pública.

Devo apagar ou ocultar o comentário em que o paciente conta o próprio caso?

Pelo protocolo de 3 linhas deste modelo, não por iniciativa própria. Linha 1: o comentário que conta dado de saúde de outra pessoa, identificada por nome, parentesco ou marcação de perfil, é ocultado assim que lido, depois de salva a captura de tela, e não recebe resposta pública. Linha 2: qualquer outro comentário das 5 situações não é fixado, repostado nem citado, e só é ocultado a pedido de quem comentou. Linha 3: sem pedido, ele fica como está, inclusive o relato de complicação. No perfil sem a função de ocultar, leia apagar. Valide com seu assessor jurídico onde a captura de tela fica guardada e por quanto tempo.

Como responder ao elogio de paciente que cita o próprio tratamento?

Com a resposta 2, depois da mensagem privada: Oi, [PRIMEIRO NOME]. Agradeço o carinho. Acabei de te escrever por mensagem. A resposta não repete o detalhe clínico, não confirma que a pessoa é ou foi atendida e não comenta resultado. Sobre confirmar atendimento, o art. 73 do Código de Ética Médica, sob o chapéu É vedado ao médico, traz revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por motivo justo, dever legal ou consentimento, por escrito, do paciente, e o parágrafo único, na alínea a, mantém a proibição mesmo que o fato seja de conhecimento público ou o paciente tenha falecido. Valide com o CRM se confirmar em comentário que alguém é paciente é alcançado pelo sigilo.

Paciente relatou uma complicação nos comentários do post: o que o médico faz?

Envia a mensagem privada, que traz o contato direto do consultório, e depois publica a resposta 1: Oi, [PRIMEIRO NOME]. Li o seu relato e não vou tratar dele aqui nos comentários. Acabei de te escrever por mensagem, com o contato direto do consultório. Se achar que não dá para esperar, procure um pronto-atendimento. Pelo protocolo deste modelo, o médico não oculta nem apaga o relato por iniciativa própria; oculta só a pedido de quem comentou, depois de salvar a captura de tela. Se o relato conta dado de saúde de outra pessoa identificada, vale a linha 1: é ocultado assim que lido e não recebe resposta pública.

Referências

  1. Conselho Federal de Medicina. Código de Ética Médica (2019) — art. 37 (chapéu "É vedado ao médico:", caput e §§ 1º e 2º), aplicado à resposta que diz no comentário o que a pessoa tem ou o que ela deve tomar; art. 73, caput e parágrafo único, alínea a, aplicado à resposta que confirma que quem comentou é ou foi atendido.
  2. Conselho Federal de Medicina. Resolução CFM nº 2.336/2023 — art. 1º (a expressão "comunicação ao público") e art. 8º, § 1º (o Instagram entre as "redes sociais próprias"); art. 11, chapéu e inciso XI, aplicado à resposta que avalia o caso de quem comentou.

Conteúdo educacional de gestão para médicos. Não substitui orientação jurídica, contábil ou a consulta ao CRM da sua jurisdição.

Dr. Thiago Perfeito, CRM-DF 23199
Dr. Thiago Perfeito · CRM-DF 23199
Médico, dono de consultório particular em Brasília–DF. Escreve sobre gestão, precificação e operação de consultório a partir da própria prática — não de teoria de consultoria.

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