Captação de pacientes

Parceria com academia, salão ou empresa: como a clínica propõe uma palestra educativa

O dono da academia ao lado oferece "uma parceria": desconto aos alunos e o cartaz da clínica na recepção. O motivo que ela dá ao aluno para marcar consulta é o preço, e a pergunta seguinte do dono é o que ele ganha por aluno que vira paciente.

A resposta direta: a clínica propõe uma aula, não um desconto. No modelo O Parceiro Ganha o Conteúdo, o médico lista os negócios locais em que o paciente dele já está, fica com os que têm um tema de aula útil ao cliente do negócio, manda ao dono uma de duas mensagens (com ou sem relação prévia), leva ao encontro a proposta de uma página e marca a data. O negócio recebe a aula, preparada e dada pelo médico, e o convite pronto; a clínica recebe a relação. Ficam fora: oferta, preço ou contato da clínica na aula; desconto ou condição especial para os clientes do parceiro; sorteio, brinde ou vale de consulta ou procedimento; consulta, demonstração ou execução de procedimento; comissão ou qualquer vantagem por paciente.

Em que estágio da clínica este tema pesa

  1. 0Improvisar
  2. 1Monetizar
  3. 2Atrair
  4. 3Estabilizar
  5. 4Priorizar
  6. 5Produtizar
  7. 6Otimizar
  8. 7Organizar
  9. 8Especializar
  10. 9Capitalizar

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Por que a parceria de desconto vira captação por preço

O desconto põe a clínica no balcão do parceiro como mais uma oferta. O aluno não ouviu o médico e decide pelo abatimento; quem oferecer abatimento maior à mesma academia leva o canal.

O desconto em si não é o que a norma barra. A Resolução CFM 2.336/2023, no art. 9º, sob o chapéu "É permitido ao médico:", diz no inciso VIII: "anunciar abatimentos e descontos em campanhas promocionais, sendo proibido vincular as promoções a vendas casadas, premiações e outros que desvirtuem o objetivo final da medicina como atividade-meio, conforme definido no Manual da Codame". Tirar o desconto da parceria é regra deste modelo. A norma entra quando o dono pede percentual, crédito ou permuta por aluno que vira paciente: o Código de Ética Médica, no Capítulo VIII, sob o chapéu "É vedado ao médico:", traz no art. 59: "Oferecer ou aceitar remuneração ou vantagens por paciente encaminhado ou recebido, bem como por atendimentos não prestados."

O mecanismo: o parceiro troca de lado da mesa

No desconto, o dono repassa uma oferta da clínica. Na aula, oferece aos clientes um serviço dele. A regra que sustenta o desenho: nada do que o parceiro recebe depende de quantos clientes dele viram pacientes.

Modelo: O Parceiro Ganha o Conteúdo — o cliente do parceiro ganha a aula; a clínica ganha a relação
  1. Monte o mapa. Abra uma planilha com estas colunas: Negócio · Por que o seu paciente está lá · Dono e canal · Tema da aula · Relação prévia (sim/não) · Situação. A linha fica quando a 2ª coluna descreve o perfil de paciente da clínica e a 4ª tem um tema que serve ao cliente do negócio; sem uma das duas, sai. Pronto: toda linha que ficou tem as 6 colunas preenchidas e Situação "A abordar".
  2. Fixe o ritmo e a ordem. Aborde por mês tantos negócios quantas aulas a agenda comporta naquele mês: [AULAS POR MÊS QUE A AGENDA COMPORTA]. A resposta de um dono não muda esse número. Primeiro as linhas com Relação prévia "sim", depois as com "não"; dentro de cada grupo, na ordem da planilha.
  3. Envie a mensagem. Versão 1 a quem tem relação prévia, versão 2 a quem não tem. Ao enviar, a Situação vira "Abordado". É uma mensagem só: aceite da conversa vira "Encontro marcado"; pedido da proposta ou pergunta recebe a página ou a resposta, com duas opções de horário ainda por vir; recusa, ou nenhum aceite em [PRAZO PARA O ACEITE, EM DIAS CORRIDOS DESDE O ENVIO DA MENSAGEM], vira "Encerrado".
  4. Faça o encontro. Siga o roteiro com a proposta impressa. Data aceita vira "Aula marcada", e no mesmo dia o dono recebe a proposta com data, lugares e pergunta preenchidos. Recusa, pedido de desconto ou de contrapartida mantido depois da lista, encontro desmarcado ou não realizado sem nova data, ou nenhuma data aceita até a [DATA DE RETORNO COMBINADA NO ENCONTRO] vira "Encerrado".
  5. Dê a aula pela proposta. Frase de vínculo na abertura e nenhum item da lista. Linha "Encerrado" não recebe nova mensagem; aceite posterior do dono vira "Encontro marcado" ou, se for de data, "Aula marcada". O roteiro da palestra fica para outra página.
Exemplo ilustrativo

Números fictícios. Uma clínica lista 12 negócios. Em 4, a coluna "Por que o seu paciente está lá" não descreve o perfil de paciente da clínica: saem. Das 8 restantes, 3 não têm tema de aula que sirva ao cliente do negócio: saem. Ficam 12 − 4 − 3 = 5. A agenda comporta 2 aulas por mês, então o mapa se aborda em 5 ÷ 2 = 2,5, arredondado para cima: 3 meses. As 2 linhas com Relação prévia "sim" formam o mês 1, com a versão 1. As 3 com "não" seguem a ordem da planilha: 2 no mês 2 e 1 no mês 3, com a versão 2. Troque 12, 4, 3, as 2 aulas por mês e as 2 linhas "sim" pelos seus números.

O Parceiro Ganha o Conteúdo, do mapa à aula

  1. 1. MapaNegócios em que o seu paciente já está, com um tema de aula que serve ao cliente do negócio
  2. 2. RitmoPor mês, tantos negócios quantas aulas a agenda comporta
  3. 3. MensagemVersão 1 com relação prévia, versão 2 sem; uma mensagem só
  4. 4. EncontroRoteiro, proposta impressa e a lista do que não acontece
  5. 5. AulaFrase de vínculo na abertura e nenhum item da lista
Nada do que o parceiro recebe depende de quantos clientes dele viram pacientes.

Os textos: duas mensagens, a proposta com a lista e o roteiro

Mensagem, versão 1 (há relação prévia): "Olá, [NOME DO DONO]. Aqui é [SEU NOME], médico(a) da [NOME DA CLÍNICA]. [COMO VOCÊS SE CONHECEM]. Tenho uma proposta para os clientes da [NOME DO NEGÓCIO]: uma aula sobre [TEMA DA AULA], dada por mim, no seu espaço, sem cobrança. Não é venda: não há oferta, preço nem desconto da clínica, e nada é pago a ninguém por cliente que vire paciente. Podemos conversar em [DUAS OPÇÕES DE DIA E HORÁRIO PARA O ENCONTRO]?"

Mensagem, versão 2 (sem relação prévia): "Olá. Sou [SEU NOME], médico(a), CRM [CRM DO MÉDICO], da [NOME DA CLÍNICA], aqui perto. Para quem decide o uso do espaço da [NOME DO NEGÓCIO]: proponho uma aula sobre [TEMA DA AULA] para os seus clientes, dada por mim, no seu espaço, sem cobrança. Não é venda: não há oferta, preço nem desconto da clínica, e nada é pago a ninguém por cliente que vire paciente. Posso mandar a proposta de uma página e conversar em [DUAS OPÇÕES DE DIA E HORÁRIO PARA O ENCONTRO]?"

Proposta de uma página:

Proposta de aula para os clientes da [NOME DO NEGÓCIO]
De: [SEU NOME], MÉDICO(A), CRM [CRM DO MÉDICO] [ESPECIALIDADE E RQE, SE REGISTRADOS NO CRM; SE NÃO, APAGUE] — [NOME DA CLÍNICA]
O que é: aula de [DURAÇÃO DA AULA EM MINUTOS] minutos sobre [TEMA DA AULA], no espaço da [NOME DO NEGÓCIO], em [DATA E HORÁRIO DA AULA, OU DATA A MARCAR].
Combinado no encontro (antes dele, apague esta linha): até [LUGARES QUE O DONO DISSE] pessoas; pergunta que a aula responde: [PERGUNTA QUE O DONO DEU; SE NÃO DEU, O TEMA DA AULA].
O que o negócio recebe: a aula, preparada e dada pelo médico, sem cobrança, e o convite abaixo, pronto para enviar aos clientes.
O que o negócio faz: cede o espaço e o horário e envia o convite.
Convite: "A [NOME DO NEGÓCIO] convida: aula sobre [TEMA DA AULA] com [SEU NOME], MÉDICO(A), CRM [CRM DO MÉDICO] [ESPECIALIDADE E RQE, SE REGISTRADOS NO CRM; SE NÃO, APAGUE]. [DATA E HORÁRIO DA AULA, OU DATA A MARCAR], no nosso espaço. Sem cobrança."
Abertura da aula: o médico se apresenta com nome e CRM, diz que atende na [NOME DA CLÍNICA] [E DECLARA OUTRO CONFLITO DE INTERESSE COM O TEMA, COMO VÍNCULO COM FABRICANTE; SE NÃO HÁ, APAGUE].
O que não acontece: (1) oferta, preço ou contato da clínica na aula — nenhum preço, pacote, agendamento, telefone, endereço ou link no convite, no slide ou na fala; (2) desconto ou condição especial para os clientes do negócio; (3) sorteio, brinde ou vale de consulta ou procedimento; (4) consulta, demonstração ou execução de procedimento na aula — nenhuma opinião sobre o caso de alguém da plateia; (5) comissão ou qualquer vantagem por paciente — percentual, valor por paciente, crédito, permuta, desconto ou brinde ao dono.
Para combinar: [SEU CANAL PARA COMBINAR A AULA].

Roteiro do encontro com o dono:

  1. Abertura: "Obrigado pelo tempo. [POR QUE O SEU PACIENTE ESTÁ LÁ, DA PLANILHA]. Por isso pensei numa aula para os seus clientes, e não num desconto."
  2. Pergunta: "Qual é a dúvida de saúde que os seus clientes mais trazem para você ou para a equipe?" A resposta entra na proposta que segue com a data.
  3. Proposta: entregue a página e leia "O que o negócio recebe" e "O que o negócio faz".
  4. Lista: "E o que não acontece, para ficar claro desde já." Leia os 5 itens de "O que não acontece".
  5. Fechamento: "Faz sentido marcar? Tenho [DUAS DATAS POSSÍVEIS PARA A AULA]. Quantas pessoas o espaço comporta?" Data aceita: "Aula marcada". Quer pensar: "Fico no aguardo até [DATA DE RETORNO COMBINADA NO ENCONTRO]"; sem data aceita até lá, "Encerrado". Pedido de desconto ou de contrapartida: "Isso a clínica não faz em parceria nenhuma; a aula é a proposta inteira." Aceitou assim, volte à data; manteve o pedido ou recusou: "Obrigado pelo tempo", e "Encerrado".

A base de cada item da lista: os itens 1 e 2 são regra deste modelo; o 5 é o art. 59 do Código de Ética Médica, citado acima. Para os itens 3 e 4, o art. 11 da Resolução 2.336/2023, sob o chapéu "É vedado ao médico e, naquilo que couber, às pessoas jurídicas, entes sindicais e associativos de natureza médica:", traz no inciso XVI "portar-se de forma sensacionalista ou autopromocional, praticar concorrência desleal ou divulgar conteúdo inverídico"; o § 2º inclui no sensacionalismo "d) apresentar em público técnica, abordagem ou método científico que deva ser limitado ao ambiente médico, inclusive a execução de procedimentos clínicos ou cirúrgicos", e o § 4º inclui na concorrência desleal "c) anunciar a prestação de serviços médicos gratuitos em seu consultório privado, aplicando-se este mesmo princípio a empresas de qualquer ramo que contrate médico para prestação de serviços em medicina". A consulta do item 4 é o art. 9º, XII, sob o chapéu "É permitido ao médico:": "organizar cursos e grupos de trabalho com caráter educativo para leigos (…), sendo terminantemente proibido realizar consultas, bem como oferecer informação que leve a juízo de diagnóstico, de procedimentos e prognóstico (…)"; a página lê a aula como um desses cursos. O sorteio, a página lê na vedação de vincular promoções a "premiações" do art. 9º, VIII. E o art. 10, § 2º, alcança a aula pela letra: "Em entrevistas, debates ou qualquer exposição para público leigo a respeito da medicina, fica o médico obrigado a declarar seus conflitos de interesse" — é a frase de vínculo na abertura.

A mesma proposta, parceiros diferentes

Parceiro e área do médicoVersão fracaVersão do modelo (tema da aula)Item da lista quebrado
Academia · ortopedia"Aluno da academia tem desconto na consulta com o Dr. [SEU NOME].""Dor no joelho na musculação: quando é ajuste de treino e quando pede consulta."2
Salão de beleza · clínica de procedimentos estéticos"Cliente do salão ganha uma avaliação gratuita na clínica.""Pele no verão: o que é rotina de casa e o que pede avaliação médica."3
Empresa · cardiologia"No fim da palestra, o médico apresenta os pacotes de check-up da clínica.""Pressão alta: como medir em casa e quando o número pede consulta."1
Estúdio de pilates · ginecologia"A cada aluna que marcar consulta, o estúdio ganha um crédito na clínica.""Assoalho pélvico depois da gestação: o que o exercício trabalha e o que pede consulta."5

O tema sai da dúvida do cliente do negócio, não do procedimento que a clínica quer vender: se ele só fecha com o procedimento da clínica como resposta, troque de tema. Na empresa, a mensagem vai a quem decide o uso do espaço; propor atendimento da clínica ao RH como programa de saúde é outra página.

A régua entre conteúdo e vantagem por paciente é a do programa de indicação dentro das regras do CFM, e o convite passa pelo crivo de o que o médico pode anunciar.

Perguntas frequentes

Como fazer parceria entre clínica e academia sem oferecer desconto aos alunos?

Em vez de desconto, a clínica propõe uma aula para os clientes da academia, preparada e dada pelo médico, no espaço do negócio e sem cobrança. O médico monta um mapa dos negócios em que o paciente dele já está, fica com os que têm um tema de aula útil ao cliente do negócio, manda ao dono uma de duas mensagens, conforme haja ou não relação prévia, e leva ao encontro a proposta de uma página. O negócio recebe a aula e o convite pronto para enviar aos clientes; a clínica recebe a relação com o dono e com a plateia. Nada do que o parceiro recebe depende de quantos clientes dele viram pacientes.

Médico pode pagar comissão para academia ou salão que indica pacientes?

O Código de Ética Médica, no Capítulo VIII, sob o chapéu É vedado ao médico, traz no art. 59: Oferecer ou aceitar remuneração ou vantagens por paciente encaminhado ou recebido, bem como por atendimentos não prestados. Por isso a lista do modelo exclui comissão ou qualquer vantagem por paciente: percentual, valor por paciente, crédito, permuta, desconto ou brinde ao dono. Se o dono pede contrapartida no encontro, a resposta do roteiro é que a clínica não faz isso em parceria nenhuma e que a aula é a proposta inteira. Se ele mantém o pedido, a linha do mapa vira Encerrado.

Médico pode dar desconto para os alunos de uma academia parceira?

A Resolução CFM 2.336/2023, no art. 9º, sob o chapéu É permitido ao médico, diz no inciso VIII: anunciar abatimentos e descontos em campanhas promocionais, sendo proibido vincular as promoções a vendas casadas, premiações e outros que desvirtuem o objetivo final da medicina como atividade-meio, conforme definido no Manual da Codame. O desconto em si não é o que a norma barra. Tirá-lo da parceria é regra deste modelo, porque o desconto põe a clínica no balcão do parceiro como mais uma oferta e dá ao aluno o preço como único motivo para marcar consulta.

O que não pode acontecer numa palestra do médico em academia, salão ou empresa?

A lista do modelo tem 5 itens: oferta, preço ou contato da clínica na aula; desconto ou condição especial para os clientes do negócio; sorteio, brinde ou vale de consulta ou procedimento; consulta, demonstração ou execução de procedimento; comissão ou qualquer vantagem por paciente. Os itens 1 e 2 são regra deste modelo; o 5 é o art. 59 do Código de Ética Médica; os itens 3 e 4 se apoiam no art. 11 da Resolução CFM 2.336/2023, a consulta do item 4 no art. 9º, XII, e o sorteio, na leitura da página do art. 9º, VIII.

Como abordar o dono de um salão ou academia para propor uma palestra?

Com uma de duas mensagens. A versão 1 vai a quem tem relação prévia com o médico e diz como vocês se conhecem; a versão 2 vai a quem não tem e se dirige a quem decide o uso do espaço. As duas propõem uma aula sobre um tema, dada pelo médico, sem cobrança, e dizem que não é venda: sem oferta, preço ou desconto da clínica e sem pagamento a ninguém por cliente que vire paciente. É uma mensagem só: aceite da conversa vira Encontro marcado; pedido da proposta ou pergunta recebe a página ou a resposta, com duas opções de horário ainda por vir; recusa, ou nenhum aceite no prazo que o médico definiu, vira Encerrado.

O que colocar na proposta de palestra para o negócio parceiro?

A proposta de uma página traz o remetente com nome, a palavra médico, CRM e, quando registrados, especialidade e RQE; o que é a aula, com duração, tema, local, lugares e data; o que o negócio recebe, que é a aula sem cobrança e o convite pronto; o que o negócio faz, que é ceder espaço e horário e enviar o convite; a abertura da aula, em que o médico diz que atende na clínica e, se houver, declara outro conflito com o tema; os 5 itens do que não acontece; e o canal para combinar. O art. 10, § 2º, da Resolução CFM 2.336/2023 manda declarar conflitos de interesse em qualquer exposição para público leigo a respeito da medicina: é a frase de vínculo na abertura.

Quantos parceiros a clínica deve abordar por mês?

Pelo modelo, tantos negócios quantas aulas a agenda comporta naquele mês, e a resposta de um dono não muda esse número. A ordem é fixa: primeiro as linhas do mapa com relação prévia, depois as sem relação, e dentro de cada grupo a ordem da planilha. No exemplo fictício da página, 5 linhas elegíveis e 2 aulas por mês dão 5 dividido por 2, igual a 2,5, arredondado para cima, 3 meses de abordagem. Uma recusa não antecipa a linha seguinte, porque o ritmo é a agenda.

Referências

  1. Conselho Federal de Medicina. Código de Ética Médica (Resolução CFM nº 2.217/2018) — Capítulo VIII, sob o chapéu "É vedado ao médico:", art. 59: "Oferecer ou aceitar remuneração ou vantagens por paciente encaminhado ou recebido, bem como por atendimentos não prestados"; sustenta o item 5 da lista.
  2. Conselho Federal de Medicina. Resolução CFM nº 2.336/2023 — art. 9º, VIII: desconto em campanha permitido (item 2 é regra do modelo) e a leitura do sorteio (item 3); art. 9º, XII: consulta do item 4; art. 11, XVI, § 2º, d, e § 4º, c: itens 4 e 3; art. 10, § 2º: a frase de vínculo na abertura.

Este material apresenta modelos de comunicação para organização do atendimento e não constitui orientação jurídica. A redação final das mensagens, o registro do contato e a guarda dos dados do paciente devem observar as normas do CFM, as orientações do CRM da sua jurisdição e a LGPD.

Dr. Thiago Perfeito, CRM-DF 23199
Dr. Thiago Perfeito · CRM-DF 23199
Médico, dono de consultório particular em Brasília–DF. Escreve sobre gestão, precificação e operação de consultório a partir da própria prática — não de teoria de consultoria.

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