Precificação e ticket

Quanto cobrar por sessão de aparelho: depreciação, ponteira e manutenção dentro do preço

O aparelho foi instalado e falta o número da sessão. O atalho é copiar o preço da clínica ao lado. Esse número não conhece o custo do seu aparelho, a sua agenda, a ponteira nem o contrato depois da garantia.

A resposta direta: o custo de uma sessão cobrada soma quatro parcelas: depreciação (valor do aparelho ÷ sessões na vida útil: anos de uso × sessões cobradas por ano, ou o limite declarado pelo fabricante, em sessões cobradas, se menor), consumível (ponteira ÷ rendimento declarado × uso por sessão cobrada, mais gel e descartáveis), manutenção (contrato ou reserva anual, nunca zero, ÷ sessões cobradas por ano) e hora de sala (hora clínica sem o aparelho e sem tributo × duração). Depreciação e manutenção são o aluguel que o aparelho cobra de si mesmo, e ele sobe quando caem as sessões cobradas. O preço é custo ÷ (1 − taxas − margem desejada), ambas em percentual do preço; se somam 100% ou mais, não há preço: mude a margem ou o meio de pagamento. O valor da clínica ao lado não entra em nenhuma parcela.

Em que estágio da clínica este tema pesa

  1. 0Improvisar
  2. 1Monetizar
  3. 2Atrair
  4. 3Estabilizar
  5. 4Priorizar
  6. 5Produtizar
  7. 6Otimizar
  8. 7Organizar
  9. 8Especializar
  10. 9Capitalizar

Estágio 4 · Priorizar

A clínica diz sim para tudo, e isso custa margem. Aqui se escolhe o paciente ideal, o preço e o que deixar de fazer.

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O sistema invisível: o que o preço copiado deixa de fora

O preço da clínica ao lado foi formado com o aparelho, o volume e a sala dela. Copiado, ele traz quatro custos que quem copia não conferiu: o aparelho que envelhece; a ponteira que acaba; a manutenção, que na garantia parece não existir; e a hora de sala, feita de custo fixo. Quem confere só ponteira, gel e sala enxerga uma sobra maior que a real, e a diferença é justamente o que o aparelho e a manutenção custam por sessão: não sabe se o preço paga o aparelho.

Esta conta forma o preço da sessão; a de comprar é outra, e recebe esse preço como entrada. Comprar usa margem incremental; o preço usa custo cheio, porque cada sessão cobrada paga a parte do aparelho e da sala que ocupa.

O mecanismo: o aparelho cobra aluguel de si mesmo

Sessão é sessão cobrada, e N é o número de sessões cobradas por ano deste aparelho, todas as áreas somadas. Retoque, cortesia e demonstração sem cobrança ficam fora de N.

Valor do aparelho é tudo o que saiu para ele funcionar: preço, instalação e treinamento, e os juros pagos, se foi financiado. A revenda só se desconta quando há recompra ou revenda por escrito; sem isso, vale zero. Sessões na vida útil são os anos que você decide usar o aparelho × N; se o fabricante declara por escrito um limite menor, convertido em sessões cobradas como em A4, vale o limite. A depreciação por sessão é o valor ÷ sessões na vida útil.

O consumível muda por área: cada área gasta disparos diferentes. A manutenção por sessão é o contrato anual ÷ N, e não vai a zero na garantia: o preço formado sem ela salta quando a garantia acaba. Sem contrato, declare uma reserva anual como hipótese; zero não é hipótese.

A hora de sala usa a hora clínica, o custo fixo mensal ÷ horas vendáveis, sem a parcela do financiamento e sem o contrato deste aparelho, que já estão na depreciação e na manutenção, e sem tributo sobre faturamento, que entra no divisor; senão, o mesmo custo entra duas vezes. A duração soma o retorno previsto no protocolo, se houver.

Depreciação e manutenção por sessão formam o aluguel: a parte do custo que depende de quanto o aparelho trabalha. Com menos sessões cobradas, o contrato se divide por menos sessões e, salvo quando o limite do fabricante é o menor, o valor do aparelho também; o aluguel de cada uma sobe.

Aparelho novo não tem histórico: N começa como a meta de sessões cobradas por ano que você declara, e a cada fechamento de mês é trocado pelo realizado, anualizado como em A3. N zero: aparelho parado, sem custo por sessão; ele vira custo fixo pago pelas outras receitas do consultório.

Custo de Máquina por Sessão: quatro parcelas somadas, depois o divisor

Depreciação = valor do aparelho ÷ sessões na vida útil+Consumível = ponteira ÷ rendimento declarado × uso por sessão cobrada + gel e descartáveis+Manutenção = contrato ou reserva anual ÷ sessões cobradas por ano+Hora de sala = hora clínica sem o aparelho e sem tributo × duração da sessão=Custo por sessão cobrada; preço = custo ÷ (1 − taxas − margem desejada)
Modelo: CMS — Custo de Máquina por Sessão: o aparelho cobra aluguel de si mesmo a cada uso
  1. Fechar o valor do aparelho. Some preço, instalação e treinamento e juros pagos, se financiado; a revenda só se desconta quando há recompra ou revenda por escrito; sem isso, vale zero. Pronto quando: nenhum item ficou de fora.
  2. Fixar N e as sessões na vida útil. Anos de uso decididos × N (no aparelho novo, a meta declarada); se houver limite do fabricante por escrito, convertido em sessões cobradas, vale o menor. Pronto quando: N conta só sessões cobradas. N zero encerra a conta: aparelho parado não tem custo por sessão.
  3. Calcular o consumível de cada área. Ponteira ÷ rendimento declarado × uso por sessão cobrada, mais gel e descartáveis. Pronto quando: há um bloco C por área e o rendimento saiu do material do fabricante.
  4. Somar o aluguel e a hora de sala. Depreciação mais manutenção por sessão dão o aluguel; hora clínica sem o aparelho e sem tributo × duração, com o retorno previsto, dá a hora de sala. Pronto quando: a manutenção tem valor declarado, inclusive na garantia.
  5. Formar o preço pelo divisor. Taxas e margem desejada em percentual do preço; calcule 1 − taxas − margem. Divisor zero ou negativo: não há preço; mude a margem ou o meio de pagamento. Pronto quando: preço × (1 − taxas) − custo dá margem × preço.
  6. Refazer no fechamento do mês. Troque N pelo realizado e refaça os passos 2 a 5. Pronto quando: a aba mostra D7 ao lado da margem desejada (D2); D7 abaixo de D2 = o preço cobrado não entrega a margem desejada.
Exemplo ilustrativo

Números fictícios; cada linha se troca pelo seu. Sem limite do fabricante, retoque, cortesia, demonstração nem retorno previsto.

Linha 1, valor do aparelho: preço de R$ 110.000 + instalação e treinamento de R$ 10.000, à vista, sem juros = R$ 120.000.

Linha 2, depreciação: 5 anos de uso × N de 200 sessões cobradas por ano = 1.000 sessões na vida útil; 120.000 ÷ 1.000 = R$ 120.

Linha 3, manutenção e aluguel: contrato de R$ 8.000 por ano ÷ 200 = R$ 40; aluguel 120 + 40 = R$ 160.

Linha 4, consumível da sessão de face: ponteira de R$ 4.000 ÷ 20.000 disparos declarados = R$ 0,20 por disparo × 600 disparos = R$ 120; + gel e descartáveis de R$ 20 = R$ 140.

Linha 5, hora de sala: hora clínica sem o aparelho e sem tributo de R$ 160 × 0,75 hora = R$ 120.

Linha 6, custo por sessão: 160 + 140 + 120 = R$ 420.

Linha 7, preço: taxas de 11% de tributo, percentual que o contador informou nesta simulação, + 4% do meio de pagamento = 15%; margem desejada de 35%, decisão da simulação, não recomendação. Divisor 1 − 0,15 − 0,35 = 0,50; preço 420 ÷ 0,50 = R$ 840.

Linha 8, conferência: 840 × 0,85 = 714; 714 − 420 = R$ 294; 0,35 × 840 = R$ 294. R$ 840 deixa 35% do preço depois de custo e taxas: é o preço que esta margem desejada exige com estes custos.

Linha 9, o preço copiado de R$ 600: taxas 600 × 0,15 = R$ 90; lucro 600 − 90 − 420 = R$ 90, 15% do preço: é o D7 com D6 de R$ 600. Contando só consumível e hora de sala (140 + 120 = 260), a sobra parece 600 − 90 − 260 = R$ 250; a diferença, R$ 160, é o aluguel da linha 3.

Linha 10, N de 100, resto igual: 5 × 100 = 500 sessões na vida útil; depreciação 120.000 ÷ 500 = R$ 240; manutenção 8.000 ÷ 100 = R$ 80; aluguel R$ 320, contra R$ 160 com N de 200. Custo 320 + 140 + 120 = R$ 580; preço pelo divisor 580 ÷ 0,50 = R$ 1.160. Mantido o preço de R$ 840: 714 − 580 = R$ 134, ≈ 16% do preço (arredondado na unidade): é o D7 com D6 de R$ 840.

A planilha: uma aba por aparelho

Os blocos A e B valem para todas as áreas; C e D se repetem uma vez por área. Com os números do exemplo, a aba reproduz as linhas 1 a 8.

CampoO que entraComo se calcula
A1 [VALOR DO APARELHO]Preço, instalação e treinamento, juros; a revenda só se desconta quando há recompra ou revenda por escrito; sem isso, vale zero.Soma dos itens, menos a revenda garantida por escrito.
A2 [ANOS DE USO]Decisão sua.Digitado.
A3 [SESSÕES COBRADAS/ANO] (N)Aparelho novo: a meta declarada. Depois: o realizado, trocado a cada fechamento de mês (no primeiro ano, sessões cobradas ÷ meses de uso × 12; depois, os últimos doze meses).Digitado.
A4 [LIMITE DO FABRICANTE]Só se declarado por escrito, em sessões cobradas: limite ÷ (uso do aparelho no ano ÷ A3), uso na unidade do limite (sessões ou disparos), todas as áreas somadas, com retoque, cortesia e demonstração. Aparelho novo: o uso planejado para a meta de A3.Digitado já convertido; vazio se não há.
A5 [SESSÕES NA VIDA ÚTIL]O menor entre o uso decidido e o limite.A2 × A3, ou A4 se for menor.
B1 [DEPRECIAÇÃO POR SESSÃO]A3 zero: aparelho parado, sem custo por sessão.A1 ÷ A5.
B2 [MANUTENÇÃO ANUAL]Contrato, ou a reserva que você declara. Nunca zero, nem na garantia.Digitado.
B3 [MANUTENÇÃO POR SESSÃO]B2 repartido pelas sessões cobradas.B2 ÷ A3.
B4 [ALUGUEL DO APARELHO]O que o aparelho cobra de si mesmo.B1 + B3.
C1 [PREÇO DA PONTEIRA]O valor pago pela peça.Digitado.
C2 [RENDIMENTO DECLARADO]Sessões ou disparos, do material do fabricante.Digitado.
C3 [USO POR SESSÃO COBRADA]1 se C2 está em sessões; os disparos da sessão da área se está em disparos; mais o gasto de retoques, cortesias e demonstrações da área, repartido pelas sessões cobradas dela.Digitado.
C4 [GEL E DESCARTÁVEIS]O que a sessão da área gasta além da ponteira, mais o gel e os descartáveis de retoques, cortesias e demonstrações da área, repartidos pelas sessões cobradas dela.Digitado.
C5 [CONSUMÍVEL POR SESSÃO]O material da sessão da área.C1 ÷ C2 × C3 + C4.
C6 [HORA CLÍNICA SEM O APARELHO]Custo fixo mensal ÷ horas vendáveis, sem a parcela do financiamento, sem o contrato deste aparelho e sem tributo sobre faturamento.Digitado.
C7 [DURAÇÃO DA SESSÃO]Horas que a sessão da área ocupa a sala, somado o retorno previsto no protocolo, se houver.Digitado.
C8 [HORA DE SALA]A sala que a sessão da área ocupa.C6 × C7.
C9 [CUSTO POR SESSÃO]O custo cheio da sessão da área.B4 + C5 + C8.
D1 [TAXAS]Tributo, meio de pagamento, comissão percentual, em percentual do preço.Digitado.
D2 [MARGEM DESEJADA]Lucro em percentual do preço. Decisão sua.Digitado.
D3 [DIVISOR]Zero ou negativo: não existe preço; mude D2 ou o meio de pagamento.1 − D1 − D2.
D4 [PREÇO]O preço que a margem desejada exige.C9 ÷ D3, se D3 for positivo.
D5 [CONFERÊNCIA]Tem de dar D2 × D4.D4 × (1 − D1) − C9.
D6 [PREÇO COBRADO]O preço que você pratica hoje (ou pretende praticar). Sem nenhum, D6 e D7 ficam vazios.Digitado.
D7 [MARGEM DO PREÇO COBRADO]Negativa: a sessão dá prejuízo. Abaixo de D2: o preço cobrado não entrega a margem desejada.(D6 × (1 − D1) − C9) ÷ D6.

Aplicação prática: a mesma conta, especialidades diferentes

Entre especialidades, muda a parcela que o preço copiado esqueceu:

EspecialidadeO preço copiadoO preço pelo Custo de Máquina por Sessão
Clínica de procedimentos estéticos"Cobro pela sessão de corpo o mesmo que pela de face.""Um bloco C por área, e cada área tem o seu preço."
Oftalmologia"Financiei o aparelho; a sessão precisa cobrir a parcela do mês.""Os juros entram em A1, que se divide pelas sessões na vida útil, não pelos meses do financiamento."
Ginecologia"Na garantia, manutenção fica fora do preço.""B2 entra desde a primeira sessão, para o preço não saltar quando a garantia acabar."
Medicina esportiva"A clínica vizinha tem o mesmo aparelho e cobra menos; baixo o meu.""Mesmo aparelho, outro N: o meu aluguel usa o meu A3, não a agenda dela."

A nuance é qual parcela pesa mais: com poucas sessões cobradas, o aluguel; com ponteira que rende pouco na área, o consumível. Retoque, cortesia e demonstração gastam ponteira sem entrar em N; por isso C3 e C4 incluem o que eles consomem.

A mesma pergunta para procedimento sem aparelho está em como precificar um procedimento médico; o adicional de risco descrito lá não é custo da máquina nem uma das quatro parcelas: quem o usa o converte em reais e o soma a C9 antes do divisor, e o retorno previsto vai para C7 ou para o adicional, nunca para os dois. A hora clínica do campo C6 vem da conta de quanto cobrar pela consulta particular, feita aqui sem a parcela do financiamento e sem o contrato deste aparelho, e sem tributo sobre faturamento.

Perguntas frequentes

Como calcular o preço de uma sessão de laser com aparelho próprio?

Some quatro parcelas para cada sessão cobrada: depreciação (valor do aparelho dividido pelas sessões na vida útil), consumível (ponteira dividida pelo rendimento declarado, vezes o uso por sessão cobrada, mais gel e descartáveis), manutenção (contrato ou reserva anual dividido pelas sessões cobradas por ano) e hora de sala (hora clínica sem o aparelho e sem tributo vezes a duração). O resultado é o custo por sessão. O preço sai do divisor: custo dividido por (1 menos taxas menos margem desejada), com taxas e margem em percentual do preço. Se taxas e margem somam 100% ou mais, não existe preço: mude a margem desejada ou o meio de pagamento.

Se o aparelho já foi pago, ainda preciso colocar depreciação no preço da sessão?

Sim. O valor pago não some por ter sido pago: ele se reparte pelas sessões que o aparelho vai fazer. O valor do aparelho é tudo o que saiu para ele funcionar, ou seja, preço, instalação e treinamento, e os juros pagos, se foi financiado; a revenda só se desconta quando há recompra ou revenda por escrito; sem isso, vale zero. Esse valor se divide pelas sessões na vida útil, que são os anos que você decide usar o aparelho vezes as sessões cobradas por ano, ou o limite declarado por escrito pelo fabricante, convertido em sessões cobradas, se for menor. A parcela do financiamento não é custo por sessão: preço e juros já estão no valor do aparelho.

Como calcular o custo da ponteira por sessão?

Divida o preço da ponteira pelo rendimento declarado pelo fabricante e multiplique pelo uso por sessão cobrada: 1 quando o rendimento vem em sessões, os disparos da sessão quando vem em disparos. Some gel e descartáveis. Como cada área gasta disparos diferentes, faça a conta de cada área em separado. Retoque, cortesia e demonstração sem cobrança gastam ponteira sem entrar nas sessões cobradas; por isso o uso por sessão cobrada, e também o gel e os descartáveis, incluem o que eles consomem na área, repartido pelas sessões cobradas dela. O rendimento sai do material do fabricante, nunca de estimativa.

Durante a garantia do aparelho, a manutenção entra no custo da sessão?

Entra. A manutenção por sessão é o contrato anual, ou o orçamento anual, dividido pelas sessões cobradas por ano, e não vai a zero na garantia: o preço formado sem ela salta quando a garantia acaba. Se não houver contrato, declare um valor anual de reserva como hipótese; zero não é hipótese. Somada à depreciação, a manutenção forma o aluguel que o aparelho cobra de si mesmo, a parte do custo que depende de quanto ele trabalha.

Posso cobrar o mesmo preço da clínica vizinha que tem o mesmo aparelho?

O preço da clínica vizinha foi formado com o aparelho, o volume e a sala dela, e não entra em nenhuma parcela da sua conta. Mesmo aparelho com outro número de sessões cobradas por ano dá outro aluguel por sessão: com menos sessões cobradas, o contrato se divide por menos sessões e, salvo quando o limite do fabricante é o menor, o valor do aparelho também; o aluguel de cada uma sobe. Faça a sua conta, lance o preço cobrado na planilha e compare a margem que ele deixa, depois de custo e taxas, com a margem desejada: abaixo dela, o preço não entrega o que você decidiu; negativa, a sessão dá prejuízo. A margem desejada é decisão sua.

Como calcular o custo por sessão de um aparelho novo, sem histórico, ou de um aparelho parado?

No aparelho novo, as sessões cobradas por ano começam como a meta que você declara. A cada fechamento de mês, a meta é trocada pelo realizado e a conta é refeita: no primeiro ano, sessões cobradas dividido pelos meses de uso vezes 12; depois, as sessões cobradas dos últimos doze meses. Se o número de sessões cobradas é zero, o aparelho está parado e não existe custo por sessão: parado, ele é custo fixo pago pelas outras receitas do consultório.

Por que a conta do preço da sessão inclui a hora de sala e a conta da compra do aparelho não?

Porque respondem a perguntas diferentes. A decisão de comprar usa margem incremental, porque compara dois futuros com o mesmo custo fixo. A conta do preço usa custo cheio, porque cada sessão cobrada tem de pagar a parte do aparelho e da sala que ocupa. A hora de sala usa a hora clínica, o custo fixo mensal dividido pelas horas vendáveis, calculada sem a parcela do financiamento, sem o contrato deste aparelho e sem tributo sobre faturamento, que entra no divisor; senão, o mesmo custo entra duas vezes.

Os números do exemplo são fictícios e ilustrativos, não constituindo promessa de resultado. Cada consultório tem realidade própria. Este conteúdo não substitui orientação contábil, jurídica ou de proteção de dados (LGPD) específica para o seu caso.

Dr. Thiago Perfeito, CRM-DF 23199
Dr. Thiago Perfeito · CRM-DF 23199
Médico, dono de consultório particular em Brasília–DF. Escreve sobre gestão, precificação e operação de consultório a partir da própria prática — não de teoria de consultoria.

Do preço certo para a clínica que sustenta o preço

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