Roteiro de vídeo curto para médico: os 4 blocos que cabem em menos de um minuto
A sugestão chega de todo lado: gravar a dança da semana, dublar o áudio do momento. O médico grava e publica; na segunda-feira, a recepção explica de novo, no balcão, como se remarca uma consulta. O vídeo não respondeu à pergunta de nenhum paciente nem disse por onde se marca.
A resposta direta: o roteiro tem quatro blocos, no modelo A Pergunta em Quatro Blocos: o gancho, que é a pergunta do paciente nas palavras dele, sem ameaça nem promessa; a explicação; o que fazer, uma ação que o paciente faz sozinho hoje; e o próximo passo, como marcar consulta. Ele cabe em menos de um minuto quando tem menos palavras que o teto: o ritmo que o médico cronometrou lendo em voz alta, em palavras por segundo, vezes 60. Esta página traz o molde, seis roteiros prontos de processo (como o consultório funciona, como o paciente se organiza para a consulta), sem fato clínico, dois para cada um de três consultórios fictícios, a legenda e a checklist de gravação com o celular.
O molde, para copiar; troque só os colchetes:
- Gancho: "[PERGUNTA DO PACIENTE, NAS PALAVRAS DELE]"
- Explicação: "[RESPOSTA À PERGUNTA]"
- O que fazer: "Hoje: [AÇÃO QUE O PACIENTE FAZ SOZINHO]."
- Próximo passo: "Para marcar consulta, toque no link da bio."
Resposta que afirma fato clínico é sempre este campo: "[EXPLICAÇÃO ESCRITA PELO MÉDICO, COM A FONTE QUE ELE USA]". Vídeo com paciente, antes e depois, procedimento filmado e perfil de clínica pessoa jurídica ficam fora.
Em que estágio da clínica este tema pesa
- 0Improvisar
- 1Monetizar
- 2Atrair
- 3Estabilizar
- 4Priorizar
- 5Produtizar
- 6Otimizar
- 7Organizar
- 8Especializar
- 9Capitalizar
Estágio 2 · Atrair
Há meses cheios e meses vazios. Você posta, atende, responde WhatsApp e cobra, tudo ao mesmo tempo.
- Seu papel
- Executor
- Equipe
- Você + ajuda por hora
- O gargalo
- Paciente novo chega de forma irregular
- Você sai quando
- Um canal traz paciente novo todo mês, previsível
Por que o vídeo de tendência não serve ao consultório
A dança e a dublagem são formatos sem assunto: quem assiste termina sem saber o que fazer nem por onde marcar. No improviso, nada fixa o tamanho da fala nem impede que entrem nela a ameaça ("o erro que pode custar caro"), a promessa e o elogio a si mesmo.
O mecanismo: uma pergunta, quatro blocos, um teto de palavras
Cada vídeo responde a uma pergunta só, que um paciente fez à recepção. O modelo controla o que cada bloco diz e quantas palavras o roteiro tem; não prevê visualização nem consulta marcada, e "menos de um minuto" é a conta do passo 5 com o cronômetro do médico, não duração recomendada por plataforma.
Na Resolução CFM 2.336/2023, sob o chapéu "É permitido ao médico:", o art. 9º traz no inciso IV "incluir referência em textos, imagens ou áudios quanto à forma de marcação de consulta, horários de atendimento e a dinâmica de funcionamento de seu consultório, instituição hospitalar e de assistência médica (física ou virtual)". O art. 11 abre com "É vedado ao médico e, naquilo que couber, às pessoas jurídicas, entes sindicais e associativos de natureza médica:". Dos dois sai a conferência do roteiro:
- Medo. O inciso XVI veda "portar-se de forma sensacionalista", e o §2º põe entre as condutas de sensacionalismo, na alínea e, "veicular em público informação que possa causar intranquilidade, insegurança, pânico ou medo de forma coletiva ou individual, mesmo que para fatos conhecidos". Passa quando nenhuma frase ameaça.
- Resultado. Inciso XII: "garantir, prometer ou insinuar bons resultados do tratamento". Passa quando nenhuma frase fala de resultado.
- Autoelogio. O mesmo inciso XVI veda portar-se de forma "autopromocional", e o §3º entende por promocional "referir-se a si próprio, a serviço onde atue ou a técnicas e procedimentos de modo a conferir-se propriedades e qualidades privilegiadas". Passa quando nenhuma frase qualifica o médico nem o consultório.
- Convite. O próximo passo diz como marcar, o que o art. 9º, IV permite. Passa quando não oferece o que o inciso XI veda: "oferecer consultoria a pacientes e familiares como substituição da consulta médica presencial, excetuado o que for regulamentado em resolução específica para a telemedicina".
Os seis roteiros prontos, palavra por palavra
Os três consultórios são fictícios, e o rótulo de especialidade só situa o exemplo: os seis temas, de processo, servem a qualquer consultório. O número no título conta as palavras fora dos colchetes; preenchido, o roteiro se reconta no passo 5. Confirme com a recepção cada frase fora de colchete (passo 3); a que não descrever a sua rotina, reescreva.
Roteiro 1 · cardiologia · o que anotar entre as consultas (43 palavras)
- "O que eu anoto entre uma consulta e outra?"
- "Anote as perguntas que surgirem, com a data, e leve a lista na próxima consulta."
- "Hoje: abra uma nota no celular e escreva a primeira pergunta."
- "Para marcar consulta, toque no link da bio."
Roteiro 2 · cardiologia · como funciona o retorno (27 palavras)
- "Como funciona a consulta de retorno?"
- "Aqui, o retorno funciona assim: [COMO A SUA CLÍNICA MARCA O RETORNO E EM QUE PRAZO]."
- "Hoje: anote a data da sua última consulta."
- "Para marcar consulta, toque no link da bio."
Roteiro 3 · pediatria · o que levar à consulta (47 palavras)
- "Meu filho tem consulta marcada: o que eu levo?"
- "Leve um documento da criança, um documento seu e os exames que ela já fez, impressos ou no celular."
- "Hoje: separe os documentos e os exames em uma pasta só."
- "Para marcar consulta, toque no link da bio."
Roteiro 4 · pediatria · como remarcar (42 palavras)
- "Não vou conseguir levar meu filho à consulta: como remarco?"
- "Avise pelo [CANAL DE REMARCAÇÃO DA SUA CLÍNICA], com o nome completo da criança e o dia e a hora da consulta marcada."
- "Hoje: salve esse contato no seu celular."
- "Para marcar consulta, toque no link da bio."
Roteiro 5 · ortopedia · segunda via do pedido de exame (41 palavras)
- "Perdi o pedido de exame: como peço a segunda via?"
- "Peça pelo [CANAL DE PEDIDO DE DOCUMENTOS DA SUA CLÍNICA], com seu nome completo e a data da consulta."
- "Hoje: confira se o pedido não ficou guardado junto dos exames antigos."
- "Para marcar consulta, toque no link da bio."
Roteiro 6 · ortopedia · acompanhante na consulta (32 palavras)
- "Posso levar acompanhante à consulta?"
- "Na consulta entram você e [QUANTOS ACOMPANHANTES A SUA CLÍNICA RECEBE NA SALA]."
- "Hoje: mande o dia e a hora da consulta para quem vai com você."
- "Para marcar consulta, toque no link da bio."
A legenda e a checklist de gravação com o celular
A legenda, linha a linha:
- "[PERGUNTA DO PACIENTE, NAS PALAVRAS DELE]"
- "Para marcar consulta, toque no link da bio."
- "[NOME DO MÉDICO] — Médico · CRM-[UF DO CRM] [CRM DO MÉDICO]"
- Só se houver registro; sem registro, apague a linha: "[ESPECIALIDADE OU ÁREA DE ATUAÇÃO REGISTRADA] · RQE [RQE DO MÉDICO]"
O art. 4º da Resolução diz que as peças "deverão conter, obrigatoriamente", "I – nome, número(s) de registro(s) no(s) CRM(s) onde esteja exercendo a medicina, acompanhados da palavra MÉDICO; II – especialidade e/ou área de atuação, quando registrada no CRM, seguida pelo número de Registro de Qualificação de Especialista (RQE), quando o for". O art. 6º põe essas informações "na página principal do perfil (pessoa física ou jurídica) ou equivalente": confira o perfil. Este modelo as repete na legenda; confirme a leitura com o CRM da sua jurisdição.
A checklist de gravação, para marcar item a item:
- Celular na vertical, apoiado, com a câmera na altura dos olhos.
- Luz na frente do rosto, nunca atrás.
- Só o médico no quadro: nenhum paciente, nenhuma voz de paciente ao fundo, nenhuma tela, agenda, ficha ou papel com nome de paciente.
- Nenhum caso de paciente contado, nem sem o nome.
- Primeira frase gravada e ouvida no celular: a voz se entende sem fone.
- Vídeo inteiro gravado com o cronômetro ligado: marca menos de 60 segundos.
- Vídeo assistido até o fim antes de publicar, à procura de paciente, voz, tela e papel.
No capítulo do sigilo do Código de Ética Médica, sob o chapéu "É vedado ao médico:", o art. 75 traz: "Fazer referência a casos clínicos identificáveis, exibir pacientes ou imagens que os tornem reconhecíveis em anúncios profissionais ou na divulgação de assuntos médicos em meios de comunicação em geral, mesmo com autorização do paciente". Os itens da checklist sobre paciente vão além dele: são regra deste modelo.
- Escolha a pergunta. Peça à recepção uma pergunta que ela ouviu de paciente. Pergunta de processo (como o consultório funciona ou como o paciente se organiza para a consulta) segue adiante; pergunta clínica (doença, exame, remédio ou tratamento) só segue com a explicação e a fonte escritas pelo médico. Pronto quando a pergunta está anotada nas palavras do paciente.
- Escreva o gancho. Copie a pergunta como a recepção anotou: "O que eu anoto entre uma consulta e outra?". Pronto quando a frase termina em interrogação e não tem ameaça, promessa nem adjetivo de resultado.
- Preencha a explicação e o que fazer. Fato clínico entra pelo campo [EXPLICAÇÃO ESCRITA PELO MÉDICO, COM A FONTE QUE ELE USA]; o que fazer começa por "Hoje:" e traz uma ação que o paciente faz sozinho. Pronto quando a recepção confirma cada frase sobre o funcionamento do consultório, nenhum campo clínico está sem fonte e a ação não pede compra nem contato com o consultório.
- Feche com o próximo passo e monte a legenda. O próximo passo é a frase do molde, sem alteração. Pronto quando o link da bio abre o canal da recepção, nenhum colchete sobra na legenda e a página principal do perfil traz os dados do art. 4º.
- Conte, cronometre e corte. Conte as palavras do roteiro preenchido, leia em voz alta com o cronômetro e divida palavras por segundos: é o ritmo. O teto é o ritmo vezes 60. Pronto quando o roteiro tem menos palavras que o teto; se não tem, corte palavras só da explicação, e os outros três blocos ficam inteiros.
- Confira e grave. Rode a conferência (medo, resultado, autoelogio, convite) no roteiro final e grave com a checklist. Pronto quando os quatro passam e a checklist está toda marcada.
A Pergunta em Quatro Blocos
- 1Gancho: a pergunta do paciente, nas palavras dele, sem ameaça nem promessa.
- 2Explicação: a resposta à pergunta; fato clínico entra pelo campo que o médico escreve, com a fonte que ele usa.
- 3O que fazer: uma ação que o paciente faz sozinho hoje.
- 4Próximo passo: como marcar consulta.
Consultório fictício, números fictícios. O médico preencheu o molde com uma pergunta clínica: gancho de 9 palavras, explicação escrita por ele de 121, o que fazer de 12 e o próximo passo do molde, de 8. Total: 9 + 121 + 12 + 8 = 150 palavras. Lido em voz alta, o cronômetro marcou 75 segundos.
Ritmo: 150 ÷ 75 = 2 palavras por segundo. Teto: 2 × 60 = 120 palavras. O roteiro tem 150, não menos que 120: pelo passo 5, o corte sai só da explicação. Os outros três blocos somam 9 + 12 + 8 = 29 palavras, e 120 − 29 = 91: a explicação precisa ficar com menos de 91 palavras, isto é, no máximo 90, e perde pelo menos 121 − 90 = 31. Lido nesse mesmo ritmo, o roteiro 3, o maior dos dois sem colchete (47 palavras), fica abaixo do teto: 47 é menos que 120. Refaça com o seu roteiro e o seu cronômetro.
Aplicação prática: a versão fraca ao lado do roteiro 1
| Bloco | Versão fraca | Versão do modelo | O que conferir |
|---|---|---|---|
| Gancho | "Você pode estar cometendo este erro e nem sabe!" | "O que eu anoto entre uma consulta e outra?" | Medo (art. 11, XVI e §2º, e); critério do passo 2. |
| Explicação | "Sou referência nesse assunto e explico como ninguém." | "Anote as perguntas que surgirem, com a data, e leve a lista na próxima consulta." | Autoelogio (art. 11, XVI e §3º); conferência do passo 6. |
| O que fazer | "Agende já e resolva de vez esse problema!" | "Hoje: abra uma nota no celular e escreva a primeira pergunta." | Resultado (art. 11, XII); critério do passo 3. |
| Próximo passo | "Chama no direct que eu avalio o seu caso." | "Para marcar consulta, toque no link da bio." | Convite (art. 9º, IV; art. 11, XI); critério do passo 4. |
Em pediatria, o gancho sai na voz do responsável, como nos roteiros 3 e 4. No roteiro 6, valide com seu assessor jurídico o número que entra no colchete. Em qualquer especialidade, valide com o CRM da sua jurisdição se a explicação clínica que o médico escreveu no campo próprio é lida como sensacionalista ou promocional.
O mapa do que a Resolução permite está em o que o médico pode anunciar, e as condições da imagem de paciente, que este modelo deixou de fora, em médico pode postar antes e depois.
Perguntas frequentes
O que falar em um vídeo curto de médico?
No modelo A Pergunta em Quatro Blocos, o vídeo responde a uma pergunta só, que um paciente fez à recepção. O gancho é essa pergunta, nas palavras do paciente, sem ameaça nem promessa. A explicação é a resposta à pergunta. O que fazer começa por Hoje e traz uma ação que o paciente faz sozinho. O próximo passo é a frase do molde: Para marcar consulta, toque no link da bio. Quando a resposta afirma fato clínico, ela entra pelo campo da explicação escrita pelo médico, com a fonte que ele usa.
Quanto tempo deve ter o vídeo curto do médico?
A página não afirma duração recomendada por plataforma. O que o modelo entrega é uma conta para saber se o roteiro cabe em menos de um minuto: conte as palavras do roteiro preenchido, leia em voz alta com o cronômetro e divida palavras por segundos, o que dá o ritmo. O teto é o ritmo vezes 60, e o roteiro cabe quando tem menos palavras que o teto. Se não tem, o corte sai só da explicação, e os outros três blocos ficam inteiros. No exemplo fictício, 150 palavras lidas em 75 segundos dão ritmo de 2 palavras por segundo e teto de 120 palavras.
O que conferir no roteiro do vídeo antes de gravar, pelas regras do CFM?
A conferência desta página tem quatro itens, tirados da Resolução CFM 2.336/2023, cujo art. 11 abre com: É vedado ao médico e, naquilo que couber, às pessoas jurídicas, entes sindicais e associativos de natureza médica. Medo: o inciso XVI veda portar-se de forma sensacionalista, e a alínea e do parágrafo 2º põe entre essas condutas veicular em público informação que possa causar intranquilidade, insegurança, pânico ou medo. Resultado: o inciso XII traz garantir, prometer ou insinuar bons resultados do tratamento. Autoelogio: o inciso XVI veda portar-se de forma autopromocional. Convite: o próximo passo só diz como marcar e não oferece o que o inciso XI traz: consultoria a pacientes e familiares como substituição da consulta médica presencial, excetuado o que for regulamentado em resolução específica para a telemedicina.
Posso mostrar paciente ou contar um caso no vídeo curto?
Neste modelo, não: a checklist de gravação pede só o médico no quadro, sem paciente, sem voz de paciente ao fundo, sem tela, agenda, ficha ou papel com nome de paciente, e nenhum caso de paciente contado, nem sem o nome. No capítulo do sigilo do Código de Ética Médica, sob o chapéu É vedado ao médico, o art. 75 traz: fazer referência a casos clínicos identificáveis, exibir pacientes ou imagens que os tornem reconhecíveis em anúncios profissionais ou na divulgação de assuntos médicos em meios de comunicação em geral, mesmo com autorização do paciente. Os itens da checklist vão além do artigo e são regra deste modelo. As condições em que a Resolução CFM 2.336/2023 admite imagem de paciente ficam fora deste modelo.
O que escrever na legenda do vídeo curto do médico?
A legenda do modelo tem quatro linhas: a pergunta do paciente, nas palavras dele; a frase do próximo passo (Para marcar consulta, toque no link da bio); o nome do médico com a palavra Médico, a UF e o número do CRM; e, só se houver registro, a especialidade ou área de atuação registrada com o RQE. Pelo art. 4º da Resolução CFM 2.336/2023, as peças deverão conter nome e número de registro no CRM onde o médico esteja exercendo a medicina, acompanhados da palavra MÉDICO, e especialidade ou área de atuação, quando registrada no CRM, seguida do RQE, quando o for; o art. 6º põe essas informações na página principal do perfil. Este modelo as repete na legenda; confirme a leitura com o CRM da sua jurisdição.
Como falar de assunto clínico no vídeo curto sem errar?
Os seis roteiros prontos desta página são de processo e não afirmam fato clínico. Para pergunta clínica (doença, exame, remédio ou tratamento), o molde tem um campo próprio: a explicação escrita pelo médico, com a fonte que ele usa. A pergunta só segue adiante com essa explicação e essa fonte, e o roteiro passa pela mesma conferência de medo, resultado, autoelogio e convite. Valide com o CRM da sua jurisdição se a explicação clínica que o médico escreveu no campo próprio é lida como sensacionalista ou promocional.
Como gravar vídeo com o celular no consultório?
A checklist de gravação desta página pede: celular na vertical, apoiado, com a câmera na altura dos olhos; luz na frente do rosto, nunca atrás; só o médico no quadro, sem paciente, sem voz de paciente ao fundo e sem tela, agenda, ficha ou papel com nome de paciente; nenhum caso de paciente contado, nem sem o nome; primeira frase gravada e ouvida no celular, para conferir que a voz se entende sem fone; vídeo inteiro gravado com o cronômetro ligado, marcando menos de 60 segundos; e vídeo assistido até o fim antes de publicar, à procura de paciente, voz, tela e papel.
Referências
- Conselho Federal de Medicina. Resolução CFM nº 2.336/2023 — arts. 4º (I e II), 6º, 9º (IV) e 11 (caput, XI, XII, XVI, §2º e, §3º): a identificação e a conferência do roteiro.
- Conselho Federal de Medicina. Código de Ética Médica (Resolução CFM nº 2.217/2018) — art. 75, citado junto da checklist de gravação.
Este material apresenta modelos de comunicação para organização do atendimento e não constitui orientação jurídica. A redação final das mensagens, o registro do contato e a guarda dos dados do paciente devem observar as normas do CFM, as orientações do CRM da sua jurisdição e a LGPD.
Os textos prontos para todas as outras situações da recepção
Secretária que Vende é o sistema de WhatsApp da clínica privada: 7 PDFs, 402 páginas, 280+ scripts prontos — confirmação, falta, remarcação, orçamento, retorno, reativação. R$ 97, com garantia de 7 dias.
Ver o sistema completo →