Precificação e ticket

Como usar a CBHPM para precificar o atendimento particular (e onde ela não serve)

Um médico abre a CBHPM, acha o procedimento e anota o valor da edição como preço particular. Outro nunca abriu a tabela e cobra o mesmo pelo procedimento rápido e pelo que bloqueia a sala. O primeiro pede à tabela um número que só a clínica dele tem; o segundo dispensa o que ela tem de útil para precificar: a ordem.

A resposta direta: use a CBHPM como régua de ordem, não como preço. Custo do procedimento = hora clínica (custo fixo mensal ÷ horas vendáveis) × tempo de agenda (cronometrado; estimado até medir) + material + adicional de risco e acompanhamento, se calculado; preço = custo ÷ (1 − taxas − margem desejada), ambas em % do preço; somando 100% ou mais, não há preço. O porte (a posição na edição consultada) confere a ordem dos tempos: posição maior com tempo menor manda medir de novo; se a inversão persistir, vale a sua medida, com o motivo registrado; sem código ou na mesma posição, a régua não se aplica. Valor comparável da edição (valor em reais + material, se não incluído): cobrá-lo em vez do preço pela conta é decisão declarada; se menor que ele, entrega menos que a margem desejada, ou prejuízo se, descontadas as taxas, não cobrir o custo.

Em que estágio da clínica este tema pesa

  1. 0Improvisar
  2. 1Monetizar
  3. 2Atrair
  4. 3Estabilizar
  5. 4Priorizar
  6. 5Produtizar
  7. 6Otimizar
  8. 7Organizar
  9. 8Especializar
  10. 9Capitalizar

Estágio 4 · Priorizar

A clínica diz sim para tudo, e isso custa margem. Aqui se escolhe o paciente ideal, o preço e o que deixar de fazer.

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O sistema invisível: o que a tabela é, e o que ela não diz

A AMB descreve a CBHPM como uma publicação que consolida e classifica, de forma hierarquizada, os procedimentos realizados na medicina brasileira, abrange todas as especialidades e "estabelece um padrão mínimo aceitável para a remuneração do exercício profissional". Segundo a mesma página, a última edição é referente ao ano de 2022. A página não trata de atendimento particular nem da forma de converter a posição de um procedimento em preço.

Daí os dois erros da abertura. Quem copia o valor em reais da edição usa um número que vem de fora da clínica, sem saber se ele cobre o custo e as taxas da própria operação. Quem ignora a tabela perde uma verificação barata: o preço único iguala procedimentos que a tabela põe em posições diferentes e que ocupam agendas diferentes.

Hora clínica é o custo fixo mensal da clínica dividido pelas horas vendáveis no mês. Tempo do procedimento é o tempo de agenda que ele ocupa na sua clínica (preparo + execução + sala bloqueada), cronometrado. Custo do procedimento é hora clínica × tempo em horas + material da execução, em faixa de aquisição, + adicional de risco e acompanhamento em reais, se você o calcula. Taxas são o tributo, no percentual que o seu contador informar, e a taxa do meio de pagamento, em % do preço. Margem desejada é o lucro que você quer, em % do preço.

O mecanismo: a tabela ordena, o cronômetro mede

A tabela ordena; o preço sai da hora clínica da sua clínica. A régua usa só a ordem: se B está numa posição mais alta que A, ela espera que B ocupe pelo menos o mesmo tempo de agenda. Isso não afirma que a tabela classifica por tempo: a ordem é um alarme, e procedimento classificado acima ocupando menos agenda que um classificado abaixo manda medir os dois de novo.

A régua compara tempos, e não preços, por causa do material. Um procedimento de posição baixa com insumo caro pode custar mais que um de posição alta com insumo barato, sem erro nenhum; comparar preços com posições acusaria inversões que não existem. E a diferença de posição não vira proporção de preço: a régua diz qual procedimento deve ocupar mais agenda, não por quanto.

Régua de Porte em seis passos

  1. 1Localize o código do procedimento na edição consultada
  2. 2Leia a posição na hierarquia (o porte)
  3. 3Cronometre e calcule o custo do procedimento pela hora clínica
  4. 4Confira a ordem dos tempos contra a das posições; inversão que persiste após nova medida: vale a medida, com o motivo; sem código ou mesma posição: a régua não se aplica
  5. 5Feche pelo divisor e pelos ramos do passo 5 do modelo: custo ÷ (1 − taxas − margem desejada); valor comparável da edição comparado ao preço pela conta
  6. 6Registre na tabela interna
A tabela ordena; o preço sai da hora clínica da sua clínica.
Modelo: Régua de Porte — a CBHPM ordena, a hora clínica da sua clínica dá o preço
  1. Localize o código. Ache o código de cada procedimento da clínica e anote a edição consultada, a mesma para todos os que vai comparar. Pronto quando cada procedimento tem código anotado ou a marca "sem código nesta edição".
  2. Leia a posição. Anote a posição na hierarquia, o porte na edição consultada, e ordene os procedimentos por ela. Pronto quando a lista está ordenada, com os de mesma posição agrupados.
  3. Cronometre e calcule o custo do procedimento. Meça o tempo de agenda de cada um. Custo do procedimento = hora clínica × tempo em horas + material + adicional de risco e acompanhamento em reais, se você o calcula. Sem tempo medido, use um tempo estimado, marcado como hipótese, e troque pelo medido no fechamento do mês, refazendo o preço. Pronto quando cada linha tem tempo (medido ou estimado) e custo em reais.
  4. Confira a ordem. Compare a ordem dos tempos com a ordem das posições. Posição maior com tempo maior ou igual: siga. Posição maior com tempo menor que o de um de posição menor: meça os dois de novo antes de fechar (o que era estimado passa a medido) e use a nova medida; se a inversão persistir, vale a medida da sua clínica, com o motivo escrito na tabela interna. Mesma posição ou sem código: a régua não se aplica, vale o cronômetro. Pronto quando toda linha tem o registro da ordem.
  5. Feche pelo divisor. Preço = custo do procedimento ÷ (1 − taxas − margem desejada). Se taxas e margem desejada somam 100% ou mais, não há preço: reduza a margem desejada ou troque o meio de pagamento, e refaça. Sem o valor em reais da edição, o preço cobrado é o preço pela conta. Tendo-o, monte o valor comparável da edição: o valor em reais mais o material da execução, se a edição consultada não o incluir (confira na própria edição o que o valor remunera). Igual ou maior que o preço pela conta, cobrá-lo em vez do preço pela conta é decisão sua, a declarar como tal; menor, cobrá-lo entrega menos que a margem desejada, e se esse valor × (1 − taxas) ficar abaixo do custo do procedimento, cada execução dá prejuízo; cobrá-lo assim também é decisão declarada. Na decisão declarada, registre a margem resultante = (valor comparável × (1 − taxas) − custo) ÷ valor comparável; negativa é prejuízo por execução. Se contrato, credenciamento ou convênio mencionar a tabela, valide com seu assessor jurídico antes de decidir. Pronto quando o preço pela conta confere, preço × (1 − taxas) − custo = margem desejada × preço, e o preço cobrado está registrado com sua origem.
  6. Registre na tabela interna. Uma linha por procedimento, com esta frase: "Preço de [PROCEDIMENTO], calculado em [MÊS/ANO]: hora clínica de [VALOR DA HORA CLÍNICA] × [TEMPO EM HORAS] h + material de [VALOR DO MATERIAL] [+ ADICIONAL DE RISCO E ACOMPANHAMENTO, se calculado] = custo de [CUSTO DO PROCEDIMENTO]; taxas de [TAXAS]% e margem desejada de [MARGEM]% do preço; preço = custo ÷ (1 − taxas − margem) = [PREÇO PELA CONTA]; preço cobrado: [PREÇO PELA CONTA | VALOR COMPARÁVEL DA EDIÇÃO, decisão declarada — margem resultante: MARGEM RESULTANTE% do preço]. Tempo [MEDIDO | ESTIMADO, medir até MÊS/ANO]. Posição na CBHPM ([EDIÇÃO CONSULTADA]): [POSIÇÃO | sem código nesta edição], usada só para conferir a ordem, não para dar o preço. Ordem conferida com [PROCEDIMENTO VIZINHO]: [consistente | mesma posição | invertida, persistente após nova medida — motivo: MOTIVO | não se aplica, sem código]. Revisar quando hora clínica, tempo, material ou taxas mudarem." Pronto quando toda linha da tabela interna tem a frase preenchida.
Exemplo ilustrativo

Todos os números abaixo são fictícios, e os códigos e portes também: nenhum corresponde a um procedimento real da CBHPM. Troque cada linha pelo número da sua clínica.

Linha 1, hora clínica: custo fixo de R$ 16.000/mês ÷ 80 horas vendáveis = R$ 200.

Linha 2, procedimento A (código fictício, porte fictício baixo): 30 minutos de agenda medidos (0,5 h), material de R$ 60 e sem adicional de risco e acompanhamento. Custo do procedimento: 200 × 0,5 + 60 = 100 + 60 = R$ 160.

Linha 3, procedimento B (código fictício, porte fictício alto): 90 minutos de agenda medidos (1,5 h), material de R$ 140 e sem adicional de risco e acompanhamento. Custo do procedimento: 200 × 1,5 + 140 = 300 + 140 = R$ 440.

Linha 4, a régua: B ocupa três vezes o tempo de A (90 ÷ 30) e está numa posição mais alta da tabela — a régua confirma o cronômetro: ordem consistente.

Linha 5, taxas e margem: taxas de 15% do preço (tributo informado pelo contador nesta simulação + meio de pagamento) e margem desejada de 35% do preço. Divisor: 1 − 0,15 − 0,35 = 0,50. Os 35% são insumo da simulação, não recomendação.

Linha 6, preço de A: 160 ÷ 0,50 = R$ 320. Conferência: 320 × 0,85 − 160 = 112, e 0,35 × 320 = 112.

Linha 7, preço de B: 440 ÷ 0,50 = R$ 880. Conferência: 880 × 0,85 − 440 = 308, e 0,35 × 880 = 308. R$ 880 deixa 35% do preço depois de custo e taxas (R$ 308): é o preço que esta margem fictícia exige, não "o preço certo".

Linha 8, por que a régua compara tempo: o preço de B é 880 ÷ 320 = 2,75 vezes o de A, e não 3; o material (R$ 60 e R$ 140) não cresce na proporção do tempo.

Linha 9, o preço único: R$ 500 para os dois. Taxas: 500 × 0,15 = R$ 75. Lucro de A: 500 − 75 − 160 = R$ 265. Lucro de B: 500 − 75 − 440 = −R$ 15. No preço único de R$ 500, cada execução de B dá R$ 15 de prejuízo e A paga a conta.

Linha 10, os campos que esta simulação preenche na frase do passo 6 para B: hora clínica de R$ 200 × 1,5 h + material de R$ 140 = custo de R$ 440; taxas de 15% e margem desejada de 35% do preço; preço pela conta de R$ 880; preço cobrado: o preço pela conta (sem valor da edição nesta simulação); tempo medido; posição: porte fictício alto; ordem conferida com A: consistente.

Quando a CBHPM ajuda e quando atrapalha

A tabela ajuda enquanto ordena e atrapalha quando passa a dar o número.

UsoEfeitoO que fazer
Ordenar os procedimentos e achar cronômetro mal medidoAjudaConferir a ordem dos tempos contra a ordem das posições, pelos ramos do passo 4.
Evitar preço único para procedimentos de posições diferentesAjudaCada procedimento pela própria conta: custo do procedimento ÷ divisor.
Copiar o valor em reais da edição como preço particularAtrapalhaMontar o valor comparável da edição e compará-lo ao preço pela conta, pelos ramos do passo 5.
Converter diferença de posição em proporção de preçoAtrapalhaA régua usa só a ordem; a proporção sai do tempo e do material medidos.
Procedimento sem código, ou dois na mesma posiçãoNão se aplicaA régua não se aplica; vale o cronômetro de cada um, e o preço segue pelo passo 5.

Aplicação prática: a mesma régua, especialidades diferentes

Os mesmos passos, em sotaques diferentes:

EspecialidadeVersão fracaPela Régua de Porte
Clínica de procedimentos estéticos"É tudo injetável, cobro o mesmo valor por qualquer aplicação.""Cada aplicação tem tempo cronometrado e material próprios; o preço sai do custo de cada uma pelo divisor."
Oftalmologia"Cobro o valor da tabela, que é a referência.""Comparo o valor comparável da edição ao preço pela conta e decido pelos ramos do passo 5."
Ortopedia"O que está acima na tabela eu cobro mais, no olho.""Quanto a mais sai do custo de cada um pelo divisor; a tabela confirma a ordem, não a diferença."
Cirurgia ambulatorial"Está acima na tabela, mas aqui leva menos tempo; aumento o tempo anotado para bater.""Recronometro; se a inversão persistir, vale a medida, e o motivo vai escrito na tabela interna."

Entre especialidades muda onde a régua trabalha mais. Onde o material pesa no custo, comparar por tempo evita acusar inversão que é só insumo caro. Onde há procedimento sem código, a tabela interna mistura linhas com régua e linhas só com conta, todas com a mesma frase.

A hora clínica do passo 3 vem da mesma conta usada para definir quanto cobrar pela consulta particular: custo fixo mensal sobre horas vendáveis. O material em faixa de aquisição e o adicional de risco e acompanhamento estão detalhados em como precificar um procedimento médico.

Perguntas frequentes

A tabela CBHPM serve para atendimento particular?

Serve como régua de ordem, não como preço. A AMB descreve a CBHPM como publicação que consolida e classifica, de forma hierarquizada, os procedimentos realizados na medicina brasileira, abrange todas as especialidades e estabelece um padrão mínimo aceitável para a remuneração do exercício profissional. A página da AMB não trata de atendimento particular. No particular, a tabela ajuda a conferir a ordem: se um procedimento está numa posição mais alta, a régua espera que ele ocupe pelo menos o mesmo tempo de agenda; quando não ocupa, valem os ramos do passo 4 do modelo. O preço sai da conta da clínica: custo do procedimento dividido por (1 menos taxas menos margem desejada), com taxas e margem em percentual do preço, pelo passo 5 do modelo.

A CBHPM é obrigatória ou é piso para o preço particular?

A página da AMB descreve a CBHPM como uma classificação que estabelece um padrão mínimo aceitável para a remuneração do exercício profissional; ela não fala em atendimento particular e não trata, ali, de obrigatoriedade de uso no particular. Se você tem contrato, credenciamento ou convênio que mencione a tabela, o que ele obriga depende do texto dele: valide com seu assessor jurídico. Para formar o preço particular, a Régua de Porte usa a tabela só para conferir a ordem dos procedimentos, e o valor comparável da edição, se você tiver o valor em reais, é comparado ao preço pela conta, pelos ramos do passo 5 do modelo.

Como converter o porte da CBHPM em valor de procedimento particular?

A Régua de Porte não converte porte em reais. A posição na hierarquia, o porte na edição consultada, serve só para conferir a ordem dos tempos de agenda, pelos ramos do passo 4 do modelo, e a diferença de posição não vira proporção de preço. O valor sai da clínica: a hora clínica, que é o custo fixo mensal dividido pelas horas vendáveis, vezes o tempo de agenda em horas, mais o material e o adicional de risco e acompanhamento, se você o calcula, dá o custo do procedimento. O preço é esse custo dividido por (1 menos taxas menos margem desejada); se taxas e margem somam 100% ou mais, não há preço.

Posso cobrar no particular o valor da CBHPM?

Decida pelos ramos do passo 5 do modelo, comparando o valor comparável da edição ao preço pela conta. O valor comparável é o valor em reais da edição consultada mais o material da execução, se a edição não o incluir; confira na própria edição o que o valor remunera. Igual ou maior que o preço pela conta, cobrá-lo é decisão declarada. Menor, ele entrega menos que a margem desejada, e se esse valor vezes (1 menos taxas) ficar abaixo do custo, cada execução dá prejuízo; cobrá-lo assim também é decisão declarada. Na decisão declarada, registre a margem resultante: valor comparável vezes (1 menos taxas), menos o custo, dividido pelo valor comparável. Se contrato, credenciamento ou convênio mencionar a tabela, valide com seu assessor jurídico antes de decidir.

E se o procedimento não tem código na CBHPM?

Então a régua não se aplica a ele, e o preço sai só da conta do passo 5 do modelo: o custo do procedimento, que é a hora clínica vezes o tempo de agenda em horas mais o material e o adicional de risco e acompanhamento, se você o calcula, dividido por (1 menos taxas menos margem desejada); se taxas e margem somam 100% ou mais, não há preço. Na tabela interna, a frase do procedimento registra a posição como sem código nesta edição e a ordem como não se aplica. Dois procedimentos na mesma posição também ficam fora da régua: a tabela não os ordena, e vale o cronômetro de cada um.

O que fazer quando a CBHPM e o tempo que eu medi discordam?

Se um procedimento está numa posição mais alta e ocupa menos tempo de agenda que outro de posição mais baixa, recronometre os dois antes de fechar o preço e use a nova medida; se a inversão persistir, vale a medida da sua clínica, e o motivo vai escrito na tabela interna. A comparação é feita com tempos, não com preços, porque o material pode deixar mais caro um procedimento de posição baixa sem erro nenhum. Procedimentos na mesma posição ou sem código na edição consultada ficam fora da régua: vale o cronômetro.

Como calcular a hora clínica para precificar procedimento particular?

Some o custo fixo mensal da clínica e divida pelas horas vendáveis no mês: essa é a hora clínica, a mesma usada para calcular a consulta particular. Para o procedimento, multiplique a hora clínica pelo tempo de agenda que ele ocupa na sua clínica, somando preparo, execução e sala bloqueada, cronometrado e convertido em horas, e some o material em faixa de aquisição e, se você o calcula, o adicional de risco e acompanhamento, em reais. Sem tempo medido, use um tempo estimado, marcado como hipótese, e troque pelo medido no fechamento do mês, refazendo o preço. Quando a hora clínica mudar, o preço de todos os procedimentos se refaz.

Referências

  1. Associação Médica Brasileira. CBHPM — Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos — sustenta a descrição da CBHPM usada na página: publicação da AMB que consolida e classifica, de forma hierarquizada, os procedimentos realizados na medicina brasileira, abrange todas as especialidades, "estabelece um padrão mínimo aceitável para a remuneração do exercício profissional" e tem a última edição referente ao ano de 2022.

Os números do exemplo são fictícios e ilustrativos, não constituindo promessa de resultado. Cada consultório tem realidade própria. Este conteúdo não substitui orientação contábil, jurídica ou de proteção de dados (LGPD) específica para o seu caso.

Dr. Thiago Perfeito, CRM-DF 23199
Dr. Thiago Perfeito · CRM-DF 23199
Médico, dono de consultório particular em Brasília–DF. Escreve sobre gestão, precificação e operação de consultório a partir da própria prática — não de teoria de consultoria.

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