Preenchimento de têmporas: plano profundo ou superficial
A resposta curta
A têmpora aceita gel em três alturas — sob a derme, entre as fáscias e sobre o osso — e nenhuma delas é livre de vaso. O plano profundo, com agulha até o periósteo e bolus pequeno, é o que a bula do Juvéderm Voluma XC descreve para a região. O plano superficial interfascial, com cânula entre a fáscia temporal superficial e a lâmina superficial da fáscia profunda, ganhou espaço com o ultrassom. A escolha nasce do grau de depressão, da espessura do tecido que cobre o músculo e de qual vaso cada plano coloca no caminho da ponta.
Quem pergunta “profundo ou superficial?” costuma esperar uma resposta de seguro e inseguro. A anatomia não colabora: a artéria temporal superficial e a veia sentinela correm em cima, a veia temporal média atravessa o meio e as artérias temporais profundas encostam no osso. Cada plano troca um risco por outro, e quem injeta precisa saber qual risco aceitou antes de apertar o êmbolo.
Por que a têmpora entrou na rotina do preenchimento
A depressão temporal é dos primeiros sinais de envelhecimento do terço superior: a fossa esvazia, o rebordo orbital lateral e o arco zigomático aparecem, e o rosto ganha um contorno “esqueletizado” que a toxina não resolve. É também uma região em que o tratamento muda a moldura do olhar sem mexer no centro da face.
O estudo de registro mais recente mede o tamanho do efeito. Montes e colaboradores (2025, Plast Reconstr Surg) randomizaram adultos com depressão temporal mínima, moderada ou grave, na proporção de 2 para 1, entre o gel VYC-20L e nenhum tratamento, com 13 meses de seguimento. No 3º mês, 80,4% do grupo tratado e 13,5% do controle melhoraram ao menos um grau nas duas têmporas na escala de avaliação cega; a taxa de resposta se manteve até o 13º mês, e os eventos adversos foram na maioria leves. Um estudo menor e mais antigo, de Moradi e colaboradores (2013, J Drugs Dermatol), injetou ácido hialurônico de partícula pequena no subcutâneo de 20 pacientes: a depressão, moderada a grave no início, foi graduada como ausente ou leve da 4ª semana ao 12º mês, e os eventos adversos, leves ou moderados, resolveram em até 2 semanas. Moradi trabalhou no subcutâneo, enquanto a técnica que a bula do Juvéderm Voluma XC descreve para a têmpora é o bolus profundo: há resultado documentado em mais de um plano, o que já diz que o plano é escolha técnica, não dogma.
As camadas, da pele ao osso
Abaixo da linha temporal superior, a têmpora tem pelo menos seis camadas antes do osso, e cada interface é um plano possível. De fora para dentro: pele; subcutâneo; fáscia temporal superficial (a continuação do SMAS na região, também chamada temporoparietal); uma camada areolar frouxa; a fáscia temporal profunda, que na parte baixa da têmpora se divide em lâmina superficial e lâmina profunda, com um coxim de gordura entre elas; o músculo temporal; e o periósteo.

Kim e colaboradores (2024, Surg Radiol Anat) organizam a técnica por essas camadas: entre a fáscia temporal superficial e a lâmina superficial da fáscia profunda o gel entra com cânula; no plano periosteal, com agulha que primeiro encosta no osso e só então deposita. O guia de ultrassom de Sigrist e colaboradores (2024, Diagnostics) trabalha os três planos da região — subdérmico, interfascial e supraperiosteal — com a lógica de examinar antes e de acompanhar a ponta durante a injeção.

Que vaso mora em cada plano
A pergunta útil não é “qual plano é seguro”, e sim “qual vaso este plano coloca no trajeto da ponta”.
- Superficial — artéria temporal superficial e veia sentinela. O ramo frontal da artéria temporal superficial corre na fáscia temporal superficial, e é ele que se palpa e se vê na têmpora magra. Zhao e colaboradores (2026, J Craniofac Surg), em 40 têmporas de cadáver e 40 de voluntários ao ultrassom, descreveram a veia sentinela com um segmento horizontal raso, paralelo à pele, entre a fáscia temporal superficial e a gordura subcutânea, que depois mergulha num segmento vertical e drena na veia temporal média; a média foi de 2,4 tributárias, em 6 padrões de confluência.
- Meio — veia temporal média. A revisão sistemática de Kapoor e colaboradores (2020, Aesthetic Plast Surg) localiza a maior parte do trajeto dessa veia no coxim de gordura entre as duas lâminas da fáscia temporal profunda, com largura de 0,5 a 9,1 mm entre os estudos, e propõe ali uma “zona de perigo venosa”: gel injetado dentro dela pode chegar ao pulmão como embolia não trombótica. Na angiotomografia de 300 veias de 150 pacientes, Wang e colaboradores (2023, Plast Reconstr Surg) mediram diâmetro médio de 2,98 mm e trajeto a 16,3 mm acima do canto lateral ósseo e a cerca de 24 mm acima do jugal e do zígio.
- Profundo — artérias temporais profundas. Zhou e colaboradores (2023, Aesthetic Plast Surg), com tomografia e dissecção de 34 cadáveres perfundidos, encontraram a artéria temporal profunda em todos, vinda da maxilar, correndo entre o músculo temporal e o periósteo — exatamente o nível do bolus supraperiosteal. O ramo anterior passou mais perto da região frontal que o descrito em estudos anteriores.

Soyal e colaboradores (2026, Aesthetic Plast Surg) transformaram esse raciocínio em mapa, medindo em 200 angiotomografias a distância da artéria temporal superficial, da zigomático-orbital e da veia temporal média até pontos do arco zigomático e do rebordo orbital lateral, separadas por sexo. Os autores lembram o desfecho que cada uma carrega: injeção arterial na temporal superficial ou na zigomático-orbital pode levar à cegueira; injeção na veia temporal média, à embolia pulmonar. O caminho que liga a têmpora à circulação da órbita está em anatomia vascular da face para injetáveis, e o mapa por região, em zonas de risco vascular da face.
Plano profundo: agulha, osso e bolus
É a técnica da bula. A bula americana do Juvéderm Voluma XC orienta, para a depressão temporal, aplicação em bolus no plano supraperiosteal, com no máximo 3 bolus por lado por consulta; a técnica descrita é com agulha, e a mesma bula registra que o uso de cânula na têmpora não foi estudado para o produto. No estudo que a sustenta, a mediana foi de 3,65 mL somando as duas têmporas, entre tratamento inicial e retoque — 2,0 mL no inicial e 1,5 mL no retoque —, com faixa de 0,4 a 8,0 mL. O número é das duas têmporas juntas: ler como volume por lado dobra o planejamento.
O que o plano profundo oferece: um ponto de referência firme (a ponta encosta no osso antes de depositar), um depósito que não aparece na superfície e um único vaso principal no nível do gel — a temporal profunda, que corre justamente entre músculo e periósteo. Breithaupt e colaboradores (2015, Dermatol Surg) descrevem uma janela de injeção derivada de estudos anatômicos e lembram que, mesmo nela, a região carrega risco de cegueira. Os cuidados que somam proteção nesse plano:
- Agulha perpendicular até tocar o osso, recuo mínimo e depósito lento, sem injetar enquanto a agulha sai — o gel que sobe pelo trajeto sai do plano escolhido.
- Bolus pequeno por ponto, respeitando o teto de 3 bolus por lado da bula.
- Aspirar antes de cada depósito. Na conduta do Dr. Thiago, com preenchedor e bioestimulador a aspiração é sempre feita, e por mais tempo em agulha fina de 29 a 30G; aspiração negativa ajuda, mas não exclui a ponta dentro do vaso.
- Ponto escolhido pelo mapa vascular, lembrando que o ramo anterior da temporal profunda pode correr mais perto da região frontal do que os estudos anteriores descreviam (Zhou et al., 2023).
A limitação do profundo é de efeito, não de segurança: o gel fica sob o músculo e as fáscias, e numa têmpora muito escavada, com pouco tecido por cima, o contorno pode pedir complemento num plano mais raso.
Plano superficial: interfascial ou subcutâneo
“Superficial”, na têmpora, quase sempre quer dizer interfascial — e não sob a pele. No plano interfascial, a cânula corre entre a fáscia temporal superficial e a lâmina superficial da fáscia profunda, abaixo da artéria temporal superficial e acima do coxim onde corre a veia temporal média. Idone e colaboradores (2020, Plast Reconstr Surg Glob Open) descreveram as camadas em dissecção e defenderam esse plano com cânula, sem complicação maior na série tratada. Bravo e colaboradores (2025, Front Surg) trataram 20 mulheres com cânula 22G de 5 cm no plano interfascial, a partir de um acesso junto ao arco zigomático, com a posição do gel confirmada por ultrassom: todas tiveram volumização do terço superior, 15 relataram dor leve e 2 dor moderada, sem evento adverso grave nem hematoma.
O plano interfascial distribui o gel numa lâmina larga, levanta a cauda da sobrancelha junto com a têmpora e pede menos pontos de entrada. Em troca, exige que a cânula fique exatamente entre as duas fáscias: um túnel mais raso cruza o território da temporal superficial e da veia sentinela; um túnel que fura a lâmina superficial da fáscia profunda entra no coxim da veia temporal média. É o plano em que o ultrassom mais pesa — o guia de Sigrist e colaboradores aplica ao plano interfascial a técnica de acompanhar a cânula em tempo real enquanto se injeta.
O subcutâneo propriamente dito é o plano de gel macio e volume pequeno, para regularizar a superfície. O estudo de Moradi (2013) usou esse plano com ácido hialurônico de partícula pequena. Aqui o risco é de superfície: irregularidade, relevo de veia e efeito de “almofada” podem aparecer quando o volume é grande para a espessura da pele.
Quanto gel: o teto não é a dose
As bulas dão limites, e eles não são a quantidade usual. A do Restylane Contour fixa até 3 mL por têmpora por sessão e um máximo de 12 mL por paciente e tratamento, contando retoque. A bula europeia do Belotero Volume Lidocaine aceita até 6 mL nas têmporas, com no máximo 8 mL por sessão na face e intervalo mínimo de 2 semanas entre sessões na mesma região. O número que descreve o paciente real é a mediana de estudo, como os 3,65 mL das duas têmporas do Voluma XC. A tabela de perfis de gel por região está em qual ácido hialurônico usar em cada região da face. O Dr. Thiago Perfeito não tem relação comercial com nenhum fabricante de preenchedor.
Como decidir, caso a caso
Roteiro · Escolha do plano na têmpora
- Grau da depressão. Depressão que mostra o rebordo orbital e o arco pede suporte profundo; perda leve, com sobrancelha lateral caída, favorece o interfascial.
- Tecido sobre o músculo. Pele fina e pouca gordura tornam o gel superficial visível; o profundo esconde melhor.
- Vasos à vista. Temporal superficial e veia sentinela palpáveis ou visíveis desaconselham o plano raso naquele trajeto; Doppler, quando disponível, antes de marcar.
- Instrumento coerente com o plano. Agulha para o bolus sobre o osso; cânula para correr entre as fáscias.
- Volume por sessão. Começar abaixo da mediana, reavaliar no retoque e respeitar o teto da bula do produto escolhido.
- Resgate pronto. Hialuronidase na sala e protocolo treinado antes da primeira punção.
Os dois planos também se somam: suporte profundo nos pontos de maior depressão e complemento interfascial para a transição com a fronte e a cauda da sobrancelha. O cuidado, nessa combinação, é não somar volumes até ultrapassar o teto da sessão.
Complicações próprias da têmpora
- Cegueira e isquemia de pele. Pela temporal superficial e pela zigomático-orbital, o gel pode alcançar a circulação da órbita. Sinais e conduta imediata em oclusão vascular por ácido hialurônico e em cegueira por preenchimento; doses de hialuronidase por cenário em dose de hialuronidase por cenário.
- Embolia pulmonar não trombótica. É a complicação venosa da região, ligada à veia temporal média: sintoma respiratório depois de um preenchimento de têmpora pede avaliação de urgência.
- Irregularidade e relevo. Mais comum no subcutâneo e quando o volume é grande para a cobertura.
- Têmpora que afunda depois de toxina no temporal. O paciente que trata bruxismo com toxina no temporal pode ver a fossa mais funda; vale combinar os planos de tratamento, como em toxina no músculo temporal.
Onde a têmpora se pratica
Escolher o plano na têmpora é decisão de mão e de imagem: sentir o osso na ponta da agulha, reconhecer a resistência da fáscia sob a cânula e saber em que altura está a veia antes de depositar. Na Pós Prática do Dr. Thiago Perfeito (médico, CRM-DF 23199, Medicina Estética e Regenerativa), a têmpora — plano seguro, plano de risco e veia sentinela — faz parte do Módulo A1, Face Avançada, junto com as demais zonas de risco máximo. A anatomia vem no pré-work gravado; o sábado presencial, em Brasília, reúne a demonstração comentada e a execução supervisionada pelo aluno em paciente modelo, em turma de até oito médicos.
Síntese
Profundo e superficial não se opõem: o bolus supraperiosteal com agulha é a técnica descrita em bula e esconde bem o gel, mas encosta nas artérias temporais profundas; o interfascial com cânula distribui e levanta a cauda da sobrancelha, mas depende de a ponta ficar exatamente entre as fáscias, longe da temporal superficial em cima e da veia temporal média embaixo. O plano certo é o que o grau de depressão, a cobertura e o mapa vascular daquele paciente pedem — com volume abaixo do teto, aspiração, depósito lento e hialuronidase à mão.
Perguntas frequentes
Qual o plano mais seguro para preencher a têmpora?
Nenhum plano é livre de vaso. O supraperiosteal, com agulha e bolus, é a técnica descrita na bula do Juvéderm Voluma XC, mas fica no nível das artérias temporais profundas, que correm entre o músculo e o periósteo (Zhou et al., 2023). O interfascial, com cânula, fica abaixo da artéria temporal superficial e acima da veia temporal média — e depende de a ponta ficar exatamente entre as fáscias. A segurança vem do plano escolhido para aquele paciente somado a aspiração, depósito lento e volume pequeno.
Quantos mL de ácido hialurônico se usa na têmpora?
Pelas bulas: no estudo do Juvéderm Voluma XC, a mediana foi de 3,65 mL somando as duas têmporas, entre tratamento inicial e retoque, com no máximo 3 bolus por lado por consulta. O Restylane Contour tem teto de 3 mL por têmpora por sessão e 12 mL por paciente e tratamento. Teto é limite de segurança; o volume usual é o da mediana.
Cânula ou agulha na têmpora?
Depende do plano. Para o bolus supraperiosteal, agulha, que encosta no osso antes de depositar. Para o plano interfascial, cânula, que corre entre a fáscia temporal superficial e a lâmina superficial da fáscia profunda (Kim et al., 2024). Bravo et al. (2025) usaram cânula 22G de 5 cm nesse plano, com posição confirmada por ultrassom.
O que é a veia sentinela e por que importa no preenchimento?
É uma veia da região temporal lateral com um segmento horizontal raso, entre a fáscia temporal superficial e a gordura subcutânea, que depois mergulha e drena na veia temporal média (Zhao et al., 2026). Ela marca o território venoso da têmpora: injeção no sistema da veia temporal média pode causar embolia pulmonar não trombótica.
O ultrassom é necessário para preencher a têmpora?
Não é obrigatório, mas é na têmpora que ele mais ajuda: mostra as camadas e, com Doppler, os vasos de cada uma, e permite acompanhar a ponta da cânula no plano interfascial (Sigrist et al., 2024). Sem ultrassom, a palpação do pulso temporal e o conhecimento das distâncias até o arco zigomático e o rebordo orbital orientam a marcação.
Quanto tempo dura o preenchimento de têmpora?
No ensaio randomizado de Montes et al. (2025), com o gel VYC-20L, 80,4% dos tratados melhoraram ao menos um grau no 3º mês, e a resposta se manteve até o 13º mês de seguimento. A duração varia com o produto, o plano, o volume e o paciente.
Toxina no músculo temporal interfere no preenchimento?
Pode interferir no planejamento: a toxina no temporal, usada no bruxismo, pode deixar a fossa mais funda. Em quem faz os dois tratamentos, a avaliação da têmpora em repouso e a ordem dos procedimentos entram no mesmo plano.
Referências
- Montes JR, Hooper D, Jones D, et al. Improvement in Temple Hollowing with VYC-20L Hyaluronic Acid Filler: A Multicenter Randomized Controlled Trial of Safety and Effectiveness. Plast Reconstr Surg. 2025 — randomização 2:1 × sem tratamento, 13 meses; no 3º mês, 80,4% × 13,5% com melhora ≥1 grau nas duas têmporas. · PMID 39808069 · DOI 10.1097/PRS.0000000000011957
- Moradi A, Shirazi A, Moradi J. A 12-month, prospective, evaluator-blinded study of small gel particle hyaluronic acid filler in the correction of temporal fossa volume loss. J Drugs Dermatol. 2013 — 20 pacientes, injeção subcutânea; depressão ausente ou leve da semana 4 ao mês 12; eventos leves a moderados resolvidos em até 2 semanas. · PMID 23652897
- Kim SB, Hu H, Bae H, Yi KH. Anatomy of the temporal region to guide filler injections. Surg Radiol Anat. 2024 — cânula entre fáscia temporal superficial e lâmina superficial da profunda; agulha até o osso no plano periosteal. · PMID 38480594 · DOI 10.1007/s00276-024-03340-x
- Sigrist R, Desyatnikova S, Chammas MC, Vasconcelos-Berg R. Best Practices for the Use of High-Frequency Ultrasound to Guide Aesthetic Filler Injections — Part 1: Upper Third of the Face. Diagnostics (Basel). 2024 — planos subdérmico, interfascial e supraperiosteal da têmpora; scan before / scan while injecting. · PMID 39202206 · DOI 10.3390/diagnostics14161718
- Zhao Y, Chen C, Zhang L, et al. The Anatomy of Sentinel Vein Based on Cadaver and Ultrasound. J Craniofac Surg. 2026 — 40 têmporas em cadáver + 40 em voluntários; média de 2,4 tributárias, 6 padrões; segmento horizontal entre fáscia temporal superficial e subcutâneo, drenagem na veia temporal média. · PMID 42757998 · DOI 10.1097/SCS.0000000000013431
- Kapoor KM, Bertossi D, Li CQ, et al. A Systematic Literature Review of the Middle Temporal Vein Anatomy: 'Venous Danger Zone' in Temporal Fossa for Filler Injections. Aesthetic Plast Surg. 2020 — largura 0,5–9,1 mm; trajeto no coxim entre as lâminas da fáscia temporal profunda; embolia pulmonar não trombótica. · PMID 32472312 · DOI 10.1007/s00266-020-01791-2
- Wang D, Xiong S, Zeng N, Wu Y. The Middle Temporal Vein on Computed Tomographic Angiography: Implications for Filler Injection and Reconstructive Surgery. Plast Reconstr Surg. 2023 — 300 veias em 150 pacientes; diâmetro médio 2,98 mm; 16,3 mm acima do canto lateral ósseo, 24,8 mm acima do jugal, 24,2 mm acima do zígio. · PMID 36696313 · DOI 10.1097/PRS.0000000000009837
- Zhou YH, Chen CL, Luo CE, et al. Deep Temporal Artery Anatomy: Implications for Improving the Safety of Deep Temporal Injections. Aesthetic Plast Surg. 2023 — 34 cadáveres; artéria temporal profunda presente em todos, entre o músculo temporal e o periósteo. · PMID 37076704 · DOI 10.1007/s00266-023-03341-y
- Soyal R, Digilli Ayaş B, Çiçekcibaşı AE, Bakdık S. Dangerous Anatomical Zones in Terms of Vascular Structures for Filler Injections to the Temporal Region: A Morphometric CT Angiography Study. Aesthetic Plast Surg. 2026 — 200 angiotomografias; mapa da temporal superficial, zigomático-orbital e veia temporal média por sexo. · PMID 41680307 · DOI 10.1007/s00266-026-05711-8
- Idone F, Bolletta E, Piedimonte A, Paternostro F. Temporal Fossa Atrophy in Aesthetic Medicine: Anatomy, Classification, and Treatment. Plast Reconstr Surg Glob Open. 2020 — dissecção por camadas; técnica interfascial com cânula; sem complicação maior na série. · PMID 33173684 · DOI 10.1097/GOX.0000000000003169
- Bravo BSF, Gonçalves Bravo L, Gouvea BF, Alves GLT. Leveraging anatomy to improve safety and efficacy in temple augmentations — a case series of 20 patients. Front Surg. 2025 — cânula 22G × 5 cm no plano interfascial, confirmação por ultrassom; 15 com dor leve, 2 moderada, sem evento grave. · PMID 41079298 · DOI 10.3389/fsurg.2025.1603177
- Breithaupt AD, Jones DH, Braz A, Narins R, Weinkle S. Anatomical Basis for Safe and Effective Volumization of the Temple. Dermatol Surg. 2015 — janela de injeção baseada em estudos anatômicos; risco de cegueira na região. · PMID 26618454 · DOI 10.1097/DSS.0000000000000539
Pós Prática em Medicina Estética Avançada
Formação médico-exclusiva: anatomia, ultrassom, complicações e prática supervisionada — sem atalhos.
Conhecer a formação →