Ultrassom Doppler na oclusão vascular: o que o exame mostra
Complicações e segurança

Ultrassom doppler na oclusão vascular

Na oclusão vascular por preenchedor, a pele avisa que algo deu errado, mas não diz onde. O ultrassom com Doppler mostra qual artéria perdeu o fluxo, onde está o gel que a bloqueia e se ele age por dentro ou por fora do vaso; depois da hialuronidase, mostra se o sangue voltou. Esta página organiza o que o exame enxerga, a partir do estudo multicêntrico de 2026 sobre os achados ao Doppler, e onde ele entra no diagnóstico e no acompanhamento.

A resposta curta

Na suspeita de oclusão vascular por preenchedor, o ultrassom com Doppler mostra três coisas que o exame clínico não mostra: qual artéria parou de levar sangue, onde está o depósito de gel responsável e por qual mecanismo ele age (dentro da luz do vaso ou comprimindo-o por fora). No estudo multicêntrico de 2026 com 100 pacientes, os achados mais frequentes foram ausência de fluxo nas perfurantes e nas artérias principais, seguidos de fluxo compensatório ao redor da área isquêmica; 12% dos pacientes com diagnóstico clínico de evento vascular não tinham alteração ao Doppler. O exame serve para localizar e acompanhar: depois da hialuronidase, uma nova varredura documenta se o fluxo voltou. Ele não decide sozinho o diagnóstico nem atrasa o tratamento.

Esta página trata do exame em si, na hora do evento e nos dias seguintes. O uso do ultrassom para mapear vasos antes de injetar está em ultrassom na prevenção de oclusão vascular, e a técnica de levar a enzima até o depósito sob visão, em hialuronidase guiada por ultrassom.

O que o Doppler acrescenta ao exame clínico

O diagnóstico de oclusão continua sendo clínico. Branqueamento, livedo, dor e enchimento capilar lento são os sinais que disparam o protocolo, e eles estão descritos em sinais de alerta de oclusão. O que a pele não informa é o endereço do problema. A face tem anastomoses em todos os terços, e a área que empalidece nem sempre corresponde ao ponto onde o gel parou: o território afetado pode estar a jusante de um depósito injetado em outra região.

O ultrassom de alta frequência com Doppler colorido responde a essa pergunta em tempo real. A escala de cinza (modo B) localiza o preenchedor; o ácido hialurônico costuma aparecer como depósitos anecoicos ou hipoecoicos, de aspecto pseudocístico, segundo as revisões de Tang e colaboradores (2026, Semin Ultrasound CT MR) e de Khorasanizadeh e colaboradores (2026, Clin Imaging). O Doppler mostra o vaso ao lado do depósito e diz se há fluxo dentro dele. Na revisão de Khorasanizadeh, a oclusão vascular aparece como fluxo ausente ou reduzido ao Doppler, e o ultrassom de alta frequência com Doppler colorido é apontado como a modalidade de primeira linha para identificar tipo, localização e complicações do preenchedor.

A revisão de Zattar e colaboradores (2026, J Ultrasound Med), de um grupo brasileiro de diagnóstico por imagem com coautoria da Mayo Clinic, organiza o caminho de quem quer aprender: anatomia dos vasos da face e suas variações, técnica do exame, posição do transdutor e reconhecimento da oclusão. A ordem importa porque a leitura de um vaso ocluído depende de saber onde ele deveria estar.

Os padrões descritos no estudo multicêntrico de 2026

Sigrist e colaboradores (2026, Diagnostics) reuniram, em centros de vários países, 100 pacientes com evento vascular facial diagnosticado clinicamente depois de preenchimento, entre maio de 2022 e abril de 2025 (mediana de idade de 38 anos, 88 mulheres). O estudo é retrospectivo e observacional, e a primeira autora é do Departamento de Radiologia do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Os achados ao Doppler, que podiam coexistir no mesmo paciente, foram:

Achado ao DopplerFrequênciaO que ele indica na leitura
Ausência de fluxo nas perfurantes42%Os pequenos vasos que sobem para a pele não mostram cor; é a tradução, na imagem, da área que empalidece
Ausência de fluxo em artéria principal35%Um segmento da artéria nomeada (labial, angular, dorsal do nariz) fica sem sinal
Fluxo compensatório26%Vasos vizinhos ao redor da área sem fluxo ficam mais evidentes
Sinal da corda18%Um filete fino de cor dentro do vaso, sinal de luz muito estreitada
Desvio de fluxo16%O sangue contorna o ponto obstruído por outro caminho
Aumento da velocidade de pico sistólico16%Aceleração do fluxo num trecho estreitado
Nenhuma alteração12%Exame sem achado, apesar do quadro clínico
Onda tardus-parvus9%Onda de subida lenta e amplitude baixa, como a que se vê depois de uma obstrução
Onda em staccato8%Picos curtos com pouco fluxo diastólico, como a que se vê antes de uma obstrução
Gráfico de barras com a frequência de cada achado ao Doppler em eventos vasculares por preenchedor — Dr. Thiago Perfeito
Frequência de cada achado ao Doppler nos 100 pacientes do estudo multicêntrico: ausência de fluxo nas perfurantes à frente, seguida da ausência de fluxo em artéria principal e do fluxo compensatório; cerca de um em cada oito pacientes não tinha alteração ao exame. Um mesmo paciente podia ter mais de um achado. Figure 1 de Sigrist RMS et al., Diagnostics (Basel) 2026 (PMID 42279455), reproduzida sob licença CC BY.

Na clínica, livedo reticular, branqueamento e dor foram os achados mais comuns, e os territórios arteriais centrais da face (perioral, sulco nasogeniano, nariz e glabela) foram os mais acometidos. A distribuição por região conversa com o mapa de zonas de risco vascular da face e com a anatomia das artérias labiais. Os autores declaram vínculos com a indústria: honorários de consultoria de fabricantes de aparelhos de ultrassom (GE Healthcare e Fujifilm Sonosite) e de fabricantes de preenchedores (Galderma e Merz), atuação de um coautor em ultrassom facial para a Allergan e verba de pesquisa da Merz para outro.

Gráfico de setores com a distribuição das artérias acometidas em eventos vasculares por preenchedor — Dr. Thiago Perfeito
Distribuição das artérias acometidas no estudo multicêntrico: a labial superior à frente (18%), seguida da angular (11%) e, com 9% cada, da labial inferior, da supratroclear e da dorsal do nariz; as demais aparecem com 1% a 7%. As porcentagens se referem ao total de 117 envolvimentos arteriais nos 100 pacientes, porque um mesmo paciente podia ter mais de uma artéria acometida. Figure 5 de Sigrist RMS et al., Diagnostics (Basel) 2026 (PMID 42279455), reproduzida sob licença CC BY.

Dois dados do estudo que mudam a conduta

O exame normal não exclui o evento. Cerca de um paciente em cada oito tinha diagnóstico clínico de evento vascular e Doppler sem alteração. Quando a pele mostra o quadro e o exame não acha o vaso ocluído, quem decide é a clínica, e o protocolo segue. O Doppler entra para somar informação, nunca como etapa que precisa ser vencida antes da enzima.

A hialuronidase já aplicada não apaga os achados. Os padrões ao Doppler não diferiram de forma significativa entre os pacientes que receberam hialuronidase antes do exame e os que não receberam, e a dose usada antes da imagem variou muito entre os casos. Na prática, isso quer dizer que vale examinar mesmo o paciente que chega já tratado: a imagem mostra se ainda há território sem fluxo e onde está o gel que sobrou. O relato de Rasheed e Itani (2026, Cureus) ilustra o cenário. Uma paciente com oclusão depois de preenchimento do sulco nasogeniano e do lábio superior recebeu hialuronidase em dose alta e lidocaína na clínica de origem, sem resolução, e desenvolveu um hematoma que confundia a avaliação. O ultrassom confirmou a oclusão das artérias angular e labial superior esquerdas e guiou a enzima até os depósitos, com retorno imediato do fluxo e melhora clínica progressiva.

Dentro do vaso ou por fora dele

A oclusão por preenchedor tem dois mecanismos, e o ultrassom consegue separá-los. No primeiro, o gel entra na luz da artéria e a obstrui; o duplex mostra o material dentro do vaso, e é nesse cenário que Schelke e colaboradores (2023, J Am Acad Dermatol) descreveram que, tratado a tempo, uma única sessão de hialuronidase injetada no depósito sob orientação do ultrassom previne a necrose de pele. No segundo, o depósito fica fora do vaso e o comprime. Lima e colaboradores (2019, J Cosmet Dermatol), do Hospital Universitário de Brasília, documentaram com ultrassom de alta frequência a compressão de um vaso pelo ácido hialurônico, com palidez perioral; depois da hialuronidase, a luz do vaso aumentou e a hipoperfusão regrediu. O caso foi publicado justamente para mostrar que a compressão externa tem repercussão clínica, num território com tantas anastomoses que se poderia esperar compensação.

Os dois mecanismos podem coexistir no mesmo paciente. Barber-García e colaboradores (2026, Diagnostics) relataram uma oclusão depois de preenchimento supraperiosteal na região medial da bochecha, com livedo infraorbital e nasal e isquemia da gengiva do mesmo lado. O ultrassom mostrou compressão extrínseca da artéria infraorbital e oclusão de um ramo alveolar, compatível com embolização retrógrada; depois da hialuronidase em dose baixa guiada pela imagem, houve reperfusão completa, sem sequela. Sem imagem, a gengiva isquêmica dificilmente seria ligada ao depósito da bochecha.

Localizar para tratar: o que muda na hialuronidase

Saber onde está o gel muda a forma de aplicar a enzima. A revisão sistemática de Madero-Pérez e colaboradores (2026, Aesthetic Plast Surg), restrita às oclusões com acometimento só cutâneo, registra que a orientação por ultrassom pode reduzir em até dez vezes a quantidade de hialuronidase necessária; dois dos autores declaram consultoria para a Merz. Na série de Ugo e colaboradores (2024, Aesthet Surg J Open Forum), cinco pacientes com lesão vascular por ácido hialurônico tiveram a lesão localizada pelo ultrassom e a enzima injetada dentro do acúmulo de gel; os quatro tratados prontamente se recuperaram por completo com poucas unidades, muito abaixo das doses habitualmente recomendadas, e o quinto, tratado mais tarde, melhorou de forma acentuada.

Esses dados sustentam a mira, não a economia como objetivo. Na oclusão aguda, o tempo é tecido: o protocolo começa assim que a clínica sugere o evento, com as doses de hialuronidase por cenário e o esquema de alta dose pulsada. Se o aparelho e alguém treinado para lê-lo estão na sala, o Doppler entra junto, para dirigir as aplicações seguintes ao depósito que ainda bloqueia o fluxo.

Acompanhamento: a imagem que mostra o fluxo voltando

Depois de cada etapa da hialuronidase, a pergunta passa a ser se o território voltou a receber sangue. A clínica responde em parte (cor da pele, enchimento capilar, dor), e o Doppler responde no vaso. Nos três relatos citados acima, a reperfusão foi documentada pela imagem: a artéria angular e a labial superior com fluxo restaurado no caso de Rasheed, a luz do vaso comprimido de volta ao calibre no de Lima e a reperfusão completa no de Barber-García.

Na rotina de acompanhamento, a varredura tem um roteiro simples:

  1. Mesma janela, mesmo vaso. Repetir as posições do transdutor do primeiro exame, para comparar o mesmo segmento antes e depois.
  2. Gel residual. Procurar no modo B o depósito que sobrou; ele é o alvo de uma nova aplicação, se o fluxo não voltou.
  3. Fluxo no vaso e nas perfurantes. Cor ou microfluxo ao longo da artéria do território e nas perfurantes da área que empalideceu.
  4. Registro. Imagens e clipes salvos com data e hora no prontuário do paciente, ao lado das fotos da pele de cada momento.
Ultrassom com Doppler e microfluxo depois da hialuronidase mostrando fluxo restaurado na artéria angular e na artéria labial superior — Dr. Thiago Perfeito
Depois da hialuronidase guiada, no mesmo caso: (A) fluxo restaurado na artéria angular, no sulco nasogeniano; (B) fluxo restaurado na artéria labial superior; (C) perfusão melhor na região da bochecha, com as perfurantes de volta. É a imagem que documenta a reperfusão no prontuário. Figure 4 de Rasheed S et al., Cureus 2026 (PMID 42182558), reproduzida sob licença CC BY.

O que o exame exige de quem examina

O Doppler na oclusão não é exame de primeira vez. Ele pede transdutor de alta frequência com Doppler colorido e, de preferência, modo de microfluxo para os vasos pequenos; pede conhecer a anatomia arterial da face e suas variações, para saber onde o vaso deveria estar; e pede prática em ver fluxo normal em rostos sem problema, porque só quem conhece o normal reconhece a falta dele. A sequência de aprendizado, da escala de cinza à injeção guiada, está em curso de ultrassom em estética: o que aprender primeiro, e a anatomia que a imagem confirma, em anatomia vascular da face para injetáveis.

Na clínica que não tem o aparelho ou quem o leia, o protocolo de oclusão continua o mesmo. Vale combinar antes com um serviço de imagem que faça ultrassom de partes moles com Doppler, para encaminhar o paciente que não responde como esperado; e queixa visual durante ou depois da aplicação segue o caminho próprio descrito em cegueira por preenchimento.

Checklist · Doppler no evento vascular

  1. Protocolo clínico iniciado sem esperar a imagem.
  2. Modo B: localizar o depósito de gel e sua relação com o vaso.
  3. Doppler: segmento sem fluxo, perfurantes, fluxo compensatório, desvio.
  4. Mecanismo: gel dentro da luz ou compressão por fora.
  5. Enzima dirigida ao depósito que ainda bloqueia o fluxo.
  6. Nova varredura depois de cada etapa, no mesmo vaso e na mesma janela.
  7. Exame normal com clínica de oclusão: a clínica decide.
  8. Imagens com data e hora no prontuário.

Onde a segurança vascular entra na formação do Dr. Thiago

A Pós Prática do Dr. Thiago Perfeito (médico, CRM-DF 23199, Medicina Estética e Regenerativa) trata a segurança vascular como bloco central do Módulo B1, Toxina e Preenchimento: mapa arterial, mecanismos de oclusão, protocolo de oclusão vascular, conduta diante de comprometimento visual e uso da hialuronidase. No Módulo A1, Face Avançada, a anatomia vascular de risco é revista região por região, com as zonas de perigo de lábio, olheira, têmpora e nariz. Cada módulo é um sábado presencial precedido de pré-work gravado obrigatório; no sábado, a demonstração comentada é a parte teórica e a execução supervisionada em paciente modelo é a parte prática, numa turma de até oito médicos. O exame com Doppler é uma competência de imagem que se soma a essa base com treino próprio de varredura.

Síntese

Na oclusão por preenchedor, o Doppler localiza a artéria sem fluxo, mostra o depósito responsável, separa obstrução interna de compressão externa e, depois da enzima, documenta se o fluxo voltou. Os padrões mais frequentes são a falta de fluxo nas perfurantes e na artéria principal, com fluxo compensatório ao redor; um exame normal não afasta o diagnóstico clínico, e a hialuronidase prévia não apaga os achados. O tratamento começa pela clínica, e a imagem dá mira e acompanhamento. Outros temas de complicação estão na Biblioteca.

Perguntas frequentes

O ultrassom com Doppler confirma a oclusão vascular por preenchedor?

Ele localiza e caracteriza, mas o diagnóstico continua clínico. No estudo multicêntrico de Sigrist e colaboradores (2026), 12% dos pacientes com evento vascular diagnosticado clinicamente não tinham alteração ao Doppler. Exame normal com quadro de oclusão não interrompe o protocolo.

Quais são os achados mais comuns ao Doppler na oclusão?

Ausência de fluxo nas perfurantes (42%) e em artéria principal (35%), seguidas de fluxo compensatório (26%), sinal da corda (18%), desvio de fluxo (16%) e aumento da velocidade de pico sistólico (16%), segundo o estudo de 100 pacientes de Sigrist e colaboradores (2026).

Devo esperar o ultrassom para aplicar hialuronidase?

Não. O protocolo começa assim que a clínica sugere oclusão. Quando o aparelho e um examinador treinado estão disponíveis, o Doppler entra junto, para dirigir as aplicações seguintes ao depósito que ainda bloqueia o fluxo.

Vale fazer o Doppler se o paciente já recebeu hialuronidase?

Sim. No estudo de Sigrist, os padrões ao Doppler não diferiram de forma significativa entre quem recebeu hialuronidase antes do exame e quem não recebeu. A imagem mostra se ainda há território sem fluxo e onde está o gel que sobrou.

O ultrassom diferencia gel dentro do vaso de compressão por fora?

Sim, e os dois podem coexistir. Schelke e colaboradores descreveram o gel obstruindo a artéria por dentro; Lima e colaboradores (2019) documentaram a compressão externa de um vaso, que se desfez depois da hialuronidase; Barber-García e colaboradores (2026) relataram compressão e embolização no mesmo caso.

Como o Doppler ajuda no acompanhamento depois da enzima?

Ele mostra o fluxo voltando no mesmo vaso. Repetindo as janelas do primeiro exame, a varredura confirma a reperfusão ou aponta o gel residual que ainda precisa de enzima, e as imagens ficam registradas no prontuário com data e hora.

Referências

  1. Sigrist RMS, Gonzalez C, Schelke L, Wortsman X, Desyatnikova S, Cavallieri FA, Chammas MC. Doppler Ultrasound Findings in Filler-Related Facial Vascular Adverse Events: An International Multicenter Study. Diagnostics (Basel). 2026;16(11):1587 — 100 pacientes; achados ao Doppler; 12% sem alteração; sem diferença com hialuronidase prévia. Vínculos declarados: consultoria GE Healthcare, Fujifilm Sonosite, Galderma e Merz; atuação em ultrassom facial para a Allergan; verba de pesquisa da Merz. · PMID 42279455 · DOI 10.3390/diagnostics16111587
  2. Schelke LW, Velthuis P, Kadouch J, Swift A. Early ultrasound for diagnosis and treatment of vascular adverse events with hyaluronic acid fillers. J Am Acad Dermatol. 2023;88(1):79-85 — duplex localiza o preenchedor que obstrui a artéria; hialuronidase guiada no depósito, a tempo, previne necrose. · PMID 31325548 · DOI 10.1016/j.jaad.2019.07.032
  3. Lima VGF, Regattieri NAT, Pompeu MF, Costa IMC. External vascular compression by hyaluronic acid filler documented with high-frequency ultrasound. J Cosmet Dermatol. 2019;18(6):1629-1631 — compressão externa documentada; aumento da luz e reversão da hipoperfusão após hialuronidase. · PMID 30838729 · DOI 10.1111/jocd.12901
  4. Rasheed S, Itani I. Atypical Hyaluronic Acid-Induced Vascular Occlusion Masked by a Hematoma: Ultrasound-Guided Diagnosis and Management. Cureus. 2026;18(5):e108472 — oclusão das artérias angular e labial superior confirmada por ultrassom; fluxo restaurado após hialuronidase guiada. · PMID 42182558 · DOI 10.7759/cureus.108472
  5. Barber-García C, Nevado-Sánchez E, Núñez-Rodríguez S, et al. Ultrasound-Guided Low-Dose Hyaluronidase for Infraorbital Artery Occlusion with Secondary Gingival Ischemia After Hyaluronic Acid Filler Injection: A Case Report. Diagnostics (Basel). 2026;16(13):1973 — compressão extrínseca da infraorbital e embolização retrógrada; reperfusão completa. · PMID 42449755 · DOI 10.3390/diagnostics16131973
  6. Madero-Pérez J, Gil-Martinez M, Muñoz-Gonzalez C, et al. Guide for Managing Vascular Occlusion Caused by Fillers with Exclusive Cutaneous Involvement: A Review of Diagnosis, Classification, and Treatment. Aesthetic Plast Surg. 2026;50(5):2068-2082 — revisão sistemática; segundo o resumo, a orientação por ultrassom reduz a dose necessária em até dez vezes. Dois autores consultores da Merz. · PMID 40770496 · DOI 10.1007/s00266-025-05104-3
  7. Ugo US, Paola M, Salvatore F, Giovanni M. Use of Minimal Amounts of Hyaluronidase in the Ultrasound-Guided Treatment of Acute Vascular Occlusion by Hyaluronic Acid: A Preliminary Report. Aesthet Surg J Open Forum. 2024;6:ojae025 — cinco pacientes; enzima injetada no acúmulo de gel sob ultrassom. · PMID 38938923 · DOI 10.1093/asjof/ojae025
  8. Khorasanizadeh F, Momeni A, Daneshvar A, et al. Ultrasonographic evaluation of cosmetic fillers: patterns and frequent complications - A literature review. Clin Imaging. 2026;131:110708 — oclusão com fluxo ausente ou reduzido ao Doppler; ultrassom com Doppler colorido como primeira linha. · PMID 41505983 · DOI 10.1016/j.clinimag.2025.110708
  9. Tang Y, Wang Z, Bi M, Jia Y. Clinical Applications of High-Frequency Ultrasound in Filler Identification and Complication Management. Semin Ultrasound CT MR. 2026;47(3-4):239-247 — aspecto anecoico/hipoecoico pseudocístico do ácido hialurônico. · PMID 42342087 · DOI 10.1053/j.sult.2026.06.007
  10. Zattar LC, Bonini LC, Zattar GA, et al. Doppler High-Frequency Ultrasound in Vascular Complications. J Ultrasound Med. 2026;45(11):2571-2588 — anatomia, técnica do exame, posição do transdutor e reconhecimento da oclusão. · PMID 42631914 · DOI 10.1002/jum.70396
Dr. Thiago Perfeito, CRM-DF 23199
Dr. Thiago Perfeito · CRM-DF 23199
Medicina estética e regenerativa, Brasília–DF. Anatomia aplicada, complicações em injetáveis e medicina regenerativa.

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