Orelha · Cirurgia

Otoplastia: como é a cirurgia da orelha de abano em adultos, recuperação e resultado

A orelha de abano pode vir de anti-hélice que não se dobrou, de concha em excesso ou de lóbulo projetado — e as três causas podem estar na mesma orelha. A otoplastia corrige cada uma com um gesto próprio, e o plano começa por saber qual delas está presente.

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Orelha de abano: as três causas anatômicas que podem coexistir

A otoplastia é a cirurgia que remodela e reposiciona a cartilagem da orelha para aproximá-la da cabeça e redesenhar as dobras que não se formaram. É indicada também em adultos, e o que define o plano, além do grau de afastamento, é qual das três causas anatômicas — anti-hélice ausente, concha em excesso ou lóbulo projetado — está presente em cada orelha.

“Orelha de abano” é o nome popular do que a literatura chama de orelha proeminente. Uma revisão sistemática publicada em JPRAS Open descreve a orelha proeminente como uma malformação comum do pavilhão auricular, que pode ter consequências psicossociais de longo prazo, e a otoplastia como o tratamento cirúrgico padrão para corrigi-la. O mesmo trabalho registra que há mais de 200 métodos de otoplastia descritos na literatura e que a técnica ideal é debatida há muito tempo. À parte esse debate, a orelha tem mais de um defeito possível, e cada um pede um gesto diferente.

A orelha é uma lâmina de cartilagem coberta por pele fina, com relevos que dão a forma reconhecível à distância. Três deles importam para a orelha de abano:

  • Anti-hélice ausente ou apagada. A anti-hélice é a dobra em forma de Y que corre por dentro da borda da orelha. Quando ela não se forma, o terço superior do pavilhão fica aberto, como uma folha sem vinco, e se projeta para fora.
  • Concha em excesso. A concha é a cavidade funda que leva ao canal auditivo. Quando é profunda ou alta demais, ela empurra a orelha inteira para longe da cabeça, mesmo com a anti-hélice bem desenhada.
  • Lóbulo projetado. O lóbulo não tem cartilagem, mas pode se destacar para fora pela posição da cauda da hélice ou pelo próprio volume. É a parte que aparece com o cabelo preso — e a que fica esquecida quando só as outras duas são corrigidas.

As três causas podem coexistir em proporções diferentes e nem sempre de forma simétrica: uma orelha pode ter mais concha, e a outra, a anti-hélice mais apagada. Por isso a avaliação olha cada lado separadamente, de frente, de perfil e por trás, antes de qualquer conversa sobre técnica.

Como a otoplastia corrige cada causa

Se a orelha de abano tem três causas, a otoplastia tem, no mínimo, três gestos. Podem ser feitos isoladamente ou somados, e a combinação sai do exame de cada orelha, não de uma técnica aplicada a todos os casos.

Causa ou queixaComo apareceGesto cirúrgico que endereçaO que esse gesto não resolve
Anti-hélice ausente ou apagadaTerço superior aberto, borda da orelha afastadaModelagem da cartilagem para criar a dobra: pontos que vincam a anti-hélice por trás, associados ou não ao enfraquecimento controlado da face anterior da cartilagemAfastamento causado por concha profunda
Concha em excessoOrelha inteira projetada, afastamento no terço médioRedução de uma faixa da concha e/ou fixação da concha em direção à região atrás da orelha com pontosLóbulo que continua projetado
Lóbulo projetadoLóbulo destacado, visível com cabelo presoReposicionamento do lóbulo, com ressecção de pele posterior e ajuste da cauda da héliceAnti-hélice apagada acima dele
Lóbulo rasgado, furo alargado ou lóbulo alongadoFenda, furo aumentado, lóbulo caídoLobuloplastia, que pode entrar no mesmo tempo cirúrgicoA projeção da orelha como um todo
Assimetria entre os ladosUma orelha mais afastada ou com dobra diferentePlano independente para cada orelhaDiferença de tamanho da cartilagem, que a correção da projeção não iguala

Nas técnicas abertas, a incisão fica atrás da orelha, no sulco entre o pavilhão e a cabeça, por onde se chega à cartilagem; a cicatriz fica na face posterior e não aparece de frente. Existem também abordagens sem incisão aberta, com pontos passados por punções na pele; na revisão sistemática de JPRAS Open, esse grupo reuniu um único estudo, de 60 pacientes, e teve as maiores taxas de recidiva e de reoperação.

O objetivo não é encostar a orelha na cabeça. Uma orelha supercorrigida, achatada, com a borda escondida atrás da anti-hélice quando vista de frente, também chama atenção. A régua de um bom resultado é o contorno: dobra da anti-hélice suave, borda da hélice ainda visível na vista frontal, terço superior, médio e lóbulo alinhados entre si e com o outro lado.

Em adultos, a otoplastia pode ser feita com anestesia local; o tipo de anestesia é definido na avaliação, considerando a extensão do que será corrigido e o perfil clínico de cada paciente.

Técnicas que preservam a cartilagem × técnicas que a modificam: o que as revisões comparam

Entre os mais de 200 métodos descritos, as técnicas se agrupam em duas famílias. As que preservam a cartilagem moldam a orelha só com pontos, sem cortar nem raspar a lâmina. As que modificam a cartilagem enfraquecem a sua superfície anterior de forma controlada (o chamado scoring), para que ela se dobre com menos tensão, ou retiram parte dela, como na redução da concha. Muitas cirurgias combinam as duas lógicas. Qual é a melhor? Três trabalhos com desenhos diferentes não dão a mesma resposta.

EstudoTipo e escopoO que registraLimite de leitura
JPRAS Open, 2026Revisão sistemática de cerca de duas dezenas de estudos de coorte, quase todos retrospectivosAs combinações de pontos com scoring e de scoring com retalho podem estar associadas a menos recidiva e menos reoperação do que técnicas isoladas ou pontos com retalhoNenhum ensaio randomizado; os autores pedem ensaios de longo prazo para definir a técnica superior
Journal of Craniofacial Surgery, 2024Revisão sistemática com meta-análise de 14 estudos sobre otoplastia que preserva cartilagemSem diferença significativa entre preservar e fazer scoring em recidiva/reoperação, hematoma e infecção de feridaHeterogeneidade significativa em alguns desfechos
Plastic and Reconstructive Surgery, 2023Série institucional retrospectiva de 10 anos em hospital pediátrico de Belfast: 1.199 otoplastias, 2.333 orelhasTaxa de reoperação por qualquer causa significativamente menor com scoring anterior do que com técnicas só de pontos; nenhum caso relatado de necrose de cartilagemCrianças, uma instituição, evidência nível IV

A revisão de JPRAS Open separou as técnicas em seis grupos — só pontos, só scoring, sem incisão, pontos com retalho, pontos com scoring e scoring com retalho.

A meta-análise do Journal of Craniofacial Surgery conclui que a otoplastia que preserva cartilagem é segura e reproduzível. Já a série de Belfast parte do movimento contrário: os autores relatam que estudos anteriores associando o scoring a mais complicações maiores do que os pontos podem ter gerado uma percepção internacional desfavorável da técnica — e a experiência deles, em pacientes selecionados, mostrou o scoring anterior como procedimento de baixa morbidade. Como é uma série pediátrica, o que ela oferece a quem é adulto é o argumento técnico, não a taxa.

Na prática, a evidência não coroa uma família. A escolha se faz por anatomia — qual causa está presente — e pela qualidade da cartilagem. A firmeza da cartilagem pesa na decisão: a revisão de JPRAS Open descreve o scoring como particularmente vantajoso na cartilagem espessa ou rígida. Por isso a firmeza da cartilagem é avaliada no exame de cada paciente.

Recuperação: faixa, dor, sono e retorno ao trabalho

A recuperação tem regras próprias, e quase todas giram em torno de uma ideia: nas primeiras semanas, a cartilagem recém-moldada ainda não se estabilizou, e o maior risco para o resultado é a orelha ser dobrada para frente.

  • Curativo. Nos primeiros dias, um curativo envolve as orelhas e mantém a posição. Ele não deve ser trocado nem retirado por conta própria: a retirada é feita no retorno, em prazo definido por quem operou, quando também se examina se há acúmulo de sangue. A meta-análise do Journal of Craniofacial Surgery observa, na discussão, com base numa série pediátrica, que evitar a troca precoce do curativo pode reduzir ainda mais o risco de sangramento e hematoma.
  • Faixa. Depois do curativo, entra a faixa elástica sobre as orelhas: regime de uso e prazo definidos por quem operou. Ela serve para impedir que a orelha seja dobrada no travesseiro ou ao trocar de roupa, não para apertar.
  • Dor. O manejo do desconforto dos primeiros dias segue a prescrição de quem operou. Numa revisão sistemática de 2017 do Journal of Plastic, Reconstructive & Aesthetic Surgery, dor e prurido aparecem como complicação em 13% na estimativa agrupada. Dor além do esperado deve ser relatada à equipe. Dor que piora de um lado só, sobretudo nas primeiras horas ou dias, é sinal de alarme para hematoma e pede contato imediato com a equipe.
  • Sono. Evitar deitar sobre as orelhas enquanto a faixa for recomendada; posição de dormir e cabeceira seguem a orientação de quem operou.
  • Trabalho. A volta a atividades sem esforço físico é liberada por quem operou, com a faixa ou o cabelo cobrindo a região. Exercício intenso, esporte de contato, capacete e tudo o que possa dobrar ou bater na orelha ficam para depois da liberação. O uso de óculos, cuja haste se apoia atrás da orelha, é combinado no retorno.

Inchaço, sensibilidade alterada e manchas arroxeadas nas orelhas são esperados e regridem ao longo das semanas. O contorno final só se lê depois que o edema cede.

Riscos reais e recidiva: a otoplastia volta a abrir?

Pode voltar parcialmente, sim. A cartilagem tem memória da forma antiga, e os pontos que sustentam a nova dobra podem cortar a cartilagem ou se soltar. A recidiva pode ser parcial — uma parte da orelha volta a se afastar — e, quando incomoda, é tratada com cirurgia de revisão. As revisões sistemáticas disponíveis ajudam a dimensionar esse risco e os outros.

Uma revisão sistemática de 2017 publicada no Journal of Plastic, Reconstructive & Aesthetic Surgery reuniu 28 artigos, com 3.493 pacientes, publicados entre 2000 e 2015. Como a incidência relatada de hematoma variava de 0% a 15,6%, e a de infecção de 0% a 10%, os autores calcularam proporções agrupadas:

  • hematoma e/ou sangramento: 2,5%;
  • infecção: 0,8%;
  • problemas de cicatrização de pele e ferida: 3%;
  • problemas relacionados aos pontos: 1,8%;
  • cicatriz: 1,6%;
  • dor e prurido: 13%;
  • cirurgias de revisão e recidiva, contadas juntas: 5%.

A meta-análise do Journal of Craniofacial Surgery, restrita à otoplastia que preserva cartilagem, trouxe números próprios: recidiva ou reoperação foi a complicação mais relatada, com prevalência de 4,27%, seguida de erosão dos pontos, com 2,46%, e hematoma ou hemorragia, com 1,34%. Ajustada para possível viés de publicação, a estimativa de recidiva ou reoperação sobe para 5,72%. A mesma análise lista infecção de ferida, queloide e necrose de pele entre as complicações relatadas, e conclui que a prevalência desses eventos não é alta, com a ressalva de heterogeneidade significativa em alguns desfechos. Os dois trabalhos reúnem estudos e definições diferentes: os números não se somam.

Na prática, três riscos merecem conversa antes da cirurgia:

  1. Hematoma, o evento que exige ação rápida: dor progressiva e unilateral, inchaço crescente ou sangramento pelo curativo são avaliação imediata, nunca observação em casa.
  2. Problemas com os pontos, que podem se exteriorizar pela pele atrás da orelha e precisar ser retirados.
  3. Cicatriz alargada ou queloide na face posterior — por isso o histórico de queloide é pergunta obrigatória na avaliação.

Além das complicações contadas nas revisões, existem resultados insatisfatórios de forma: assimetria residual, supercorreção com orelha achatada e contorno irregular da anti-hélice. Fazem parte da conversa sobre expectativa e revisão.

Otoplastia em adulto: indicação, expectativa e limites

O Dr. Thiago Perfeito realiza otoplastia em adultos; a cirurgia em crianças não faz parte do seu atendimento. Esse recorte muda a leitura da literatura: a série de Belfast reúne apenas crianças, e a revisão de JPRAS Open inclui estudos com crianças e com adultos, com idade média ou mediana entre 7 e 38 anos, sem apresentar as taxas separadas por idade. Na introdução, essa revisão descreve as técnicas só de pontos como mais adequadas à cartilagem imatura e maleável das crianças e registra que, em pacientes mais velhos, com cartilagem mais firme, a recidiva é mais comum. As taxas descrevem os grupos estudados.

A indicação no adulto é a mesma anatomia — anti-hélice, concha, lóbulo —, com uma história diferente por trás. Em mulheres, o lóbulo também pode ter mudado com os anos de brinco pesado, o que traz a lobuloplastia para a mesma conversa. Em homens, o cabelo curto deixa a projeção mais exposta, e a queixa é a mesma.

O que é realista esperar:

  • orelhas mais próximas da cabeça e com dobras redesenhadas, dentro do que a anatomia de cada lado permite;
  • melhora da simetria, sem a promessa de duas orelhas idênticas;
  • cicatriz na face posterior, que não aparece de frente, mas existe.

E o que a correção da orelha de abano não faz: não reduz o tamanho de uma orelha grande, que é outro tipo de correção, avaliado à parte; não corrige deformidades congênitas mais complexas da cartilagem; e não afasta a possibilidade de recidiva parcial descrita nas revisões.

Histórico de queloide, tabagismo, anticoagulantes ou antiagregantes e condições clínicas descompensadas pedem cautela ou ajuste de plano, discutidos antes de qualquer data.

Sobre quem opera, o critério verificável e público é o registro: confira o CRM ativo em cfm.org.br e pergunte sobre a experiência do médico com a técnica proposta. Sobre valores: o orçamento é informado na avaliação, depois do exame das duas orelhas e de definido se a lobuloplastia entra no mesmo tempo cirúrgico.

Quando o lóbulo também precisa de ajuste

O lóbulo aparece duas vezes nesta conversa, com problemas diferentes que costumam ser confundidos.

O primeiro é o lóbulo projetado, parte da própria orelha de abano: sem ajuste, ele continua destacado depois que a cartilagem de cima foi corrigida. O ajuste é parte do plano da otoplastia, feito na mesma incisão posterior, com reposicionamento e retirada de pele atrás do lóbulo.

O segundo é o lóbulo danificado: rasgado por brinco, com o furo alargado ou alongado ao longo dos anos. Isso não é orelha de abano, e sim indicação de lobuloplastia, a cirurgia que reconstrói o lóbulo. Quando as duas queixas coexistem, a lobuloplastia pode ser feita no mesmo tempo cirúrgico da otoplastia, sob a mesma anestesia e com uma única recuperação. Se o paciente quiser voltar a usar brinco, o novo furo é feito em ponto definido por quem operou, fora da linha da cicatriz, e o brinco só volta depois da liberação.

Na INTI, em Brasília, o Dr. Thiago Perfeito (CRM-DF 23199) realiza a otoplastia a partir desse exame por partes: qual das três causas está presente em cada orelha, a firmeza da cartilagem e o estado do lóbulo, com um plano que diz quais gestos entram em cada lado e se a lobuloplastia faz sentido no mesmo tempo.

Resultados — Antes e Depois

Cada caso é individual e os resultados variam de pessoa para pessoa.

Perguntas frequentes sobre otoplastia

  • O que é otoplastia?

    Otoplastia é a cirurgia que corrige a orelha de abano, remodelando e reposicionando a cartilagem para aproximar a orelha da cabeça e redesenhar dobras que não se formaram. A projeção pode vir da anti-hélice ausente, da concha em excesso ou do lóbulo projetado, e cada causa é corrigida com um gesto diferente. Por isso o plano começa pelo exame de cada orelha, e não pela escolha de uma técnica.

  • Otoplastia em adulto funciona?

    A otoplastia é indicada também em adultos, e a anatomia corrigida é a mesma das crianças: anti-hélice, concha e lóbulo. Uma revisão sistemática de 2026 descreve as técnicas só de pontos como mais adequadas à cartilagem maleável das crianças e registra que, em pacientes mais velhos, com cartilagem mais firme, a recidiva com elas é mais comum; por isso a firmeza da cartilagem é avaliada no exame e pesa na escolha da técnica. O resultado esperado é orelha mais próxima da cabeça e com contorno redesenhado, sem a promessa de duas orelhas idênticas.

  • Otoplastia volta a abrir?

    Pode haver recidiva parcial, porque a cartilagem tem memória da forma antiga e os pontos podem cortar a cartilagem ou se soltar. Uma revisão sistemática com 28 artigos e 3.493 pacientes estimou em 5% a proporção agrupada de cirurgias de revisão e recidiva, contadas juntas. Uma meta-análise sobre otoplastia que preserva cartilagem encontrou prevalência de 4,27% de recidiva ou reoperação. Quando a recidiva incomoda, ela pode ser tratada com cirurgia de revisão.

  • Como é a recuperação da otoplastia?

    Nos primeiros dias as orelhas ficam sob curativo; depois entra a faixa elástica, com regime de uso e prazo definidos por quem operou. Deitar sobre as orelhas deve ser evitado, e a volta a atividades sem esforço físico é liberada por quem operou. Exercício intenso, esporte de contato e capacete esperam a liberação. Dor que piora de um lado só pede contato imediato com a equipe, porque pode indicar hematoma.

  • Otoplastia dói?

    Em adultos, a cirurgia pode ser feita com anestesia local, e o manejo do desconforto nos dias seguintes segue a prescrição de quem operou. Uma revisão sistemática registrou dor e prurido como complicação em 13% na estimativa agrupada. Dor além do esperado deve ser relatada à equipe. Dor progressiva e unilateral é sinal de alarme para hematoma.

  • A cicatriz da otoplastia aparece?

    Nas técnicas abertas, a incisão fica atrás da orelha, no sulco entre o pavilhão e a cabeça, e por isso a cicatriz não aparece de frente. Ela existe e pode, em pessoas predispostas, alargar ou formar queloide. Por esse motivo o histórico de queloide é uma pergunta obrigatória na avaliação.

  • Dá para fazer lobuloplastia junto com a otoplastia?

    Sim. Quando o lóbulo está rasgado por brinco, com furo alargado ou alongado, a lobuloplastia pode ser feita no mesmo tempo cirúrgico da otoplastia, com a mesma anestesia e uma única recuperação. Isso é diferente do lóbulo projetado, que já faz parte da correção da orelha de abano.

  • Quanto custa a otoplastia?

    O valor é informado na avaliação, depois do exame das duas orelhas e de definido se a lobuloplastia entra no mesmo tempo cirúrgico. Na INTI, em Brasília, a avaliação é feita pelo Dr. Thiago Perfeito, que realiza otoplastia em adultos.

Referências bibliográficas

  1. Thomson H, Gosden J, Mandal A. Otoplasty for prominent ear: A systematic review of surgical techniques. JPRAS Open. 2026;49:221-233. PMID: 41858427 · doi:10.1016/j.jpra.2026.02.013
  2. Sadhra SS, Motahariasl S, Hardwicke JT. Complications after prominent ear correction: A systematic review of the literature. J Plast Reconstr Aesthet Surg. 2017;70(8):1083-1090. PMID: 28602268 · doi:10.1016/j.bjps.2017.05.033
  3. Alanazi H. Complications of Cartilage Sparing Otoplasty: A Systematic Review and Meta-Analysis. J Craniofac Surg. 2024;35(3):874-8. PMID: 38363310 · doi:10.1097/SCS.0000000000009976
  4. McGarry KM, Khadim MF, McBride M et al. Otoplasty: The Belfast Experience. A 10-Year Review of 2333 Ear Outcomes. Plast Reconstr Surg. 2023;151(3):388e-397e. PMID: 36730490 · doi:10.1097/PRS.0000000000009908

Conteúdo revisado por Dr. Thiago Perfeito — Medicina Estética e Regenerativa, CRM-DF 23199. Atualizado em .

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