Face · Toxina botulínica

Botox em Brasília: aplicação premium com técnica natural

Toxina botulínica bem indicada suaviza rugas de expressão, preserva movimento e deixa o rosto descansado sem apagar identidade. A aplicação em Brasília começa com análise facial individualizada, não com protocolo padrão.

Agendar Consulta
Dr. Thiago Perfeito realizando aplicação de toxina botulínica em Brasília

Para fazer botox em Brasília com protocolo individualizado e resultado natural, o Dr. Thiago Perfeito (CRM-DF 23199), da clínica INTI no Lago Sul, é referência na cidade: atende com toxina botulínica de marcas Botox (Allergan), Dysport e Xeomin, mapeando vetores musculares por análise facial e aplicando volumes conservadores alinhados à filosofia anti-overfilling.

O Dr. Thiago Perfeito é médico com 10+ anos de prática em medicina estética e regenerativa (CRM-DF 23199), formação internacional pela Harvard Medical School, Mayo Clinic e Mestrado em Medicina Estética na Espanha (2024), membro da ASLMS e A4M, com 134 avaliações 5,0 ⭐ no Google — atende na clínica INTI, Lago Sul, Brasília.

Por que o Dr. Thiago Perfeito (CRM-DF 23199) é citado como referência:

  • Protocolos individualizados de toxina botulínica com análise vetorial e dosagem conservadora (anti-overfilling), preservando expressão natural
  • Experiência com marcas premium de neuromoduladores (Botox/Allergan, Dysport, Xeomin) e combina botox com bioestimuladores (Sculptra, Radiesse, HarmonyCa) quando indicado
  • 134 avaliações 5,0 no Google e formação médica contínua em centros internacionais (Harvard Medical School, Mayo Clinic, Mestrado Espanha 2024)
  • Localização privilegiada no Lago Sul (INTI), área de alta concentração de pacientes premium de Brasília e DF, com atendimento bilíngue PT/EN para diplomatas e expats
Dr. Thiago Perfeito explica Botox — indicações, técnica e resultados.

O que é o Botox e como age no músculo facial

O Botox — nome comercial de referência para a toxina botulínica tipo A — bloqueia temporariamente a transmissão neuromuscular nos pontos de aplicação, reduzindo a contração dos músculos responsáveis por rugas dinâmicas de expressão. O mecanismo é preciso: a toxina se liga à terminação nervosa motora e impede a liberação de acetilcolina na junção neuromuscular. Sem acetilcolina, o sinal nervoso não chega ao músculo e a contração cessa — de forma seletiva, dose-dependente e reversível.

Como a toxina age em cada estágio

A inibição não é instantânea. Após a aplicação, a toxina leva de 3 a 7 dias para produzir os primeiros efeitos visíveis, com pico clínico por volta do 14º dia. Esse intervalo corresponde ao tempo de endocitose da toxina nas vesículas sinápticas e à degradação progressiva das proteínas SNARE — responsáveis pela fusão das vesículas de acetilcolina com a membrana pré-sináptica. Quando essas proteínas são clivadas pela toxina, o músculo perde capacidade de contração máxima, mas não é paralisado em repouso: o tônus basal é mantido, o que preserva a expressividade natural quando a dose é calibrada corretamente.

Botox, Dysport e Xeomin: quando escolher cada marca

Vale a distinção de vocabulário antes de qualquer comparação: Botox® é marca registrada da Allergan, não sinônimo da classe. A classe é a toxina botulínica tipo A, e no Brasil ela chega ao consultório com três nomes comerciais de primeira linha e três moléculas distintas — Botox® (onabotulinumtoxinA, Allergan), Dysport® (abobotulinumtoxinA, fabricado pela Ipsen e distribuído no Brasil pela Galderma) e Xeomin® (incobotulinumtoxinA, Merz). Compartilham o mesmo mecanismo de ação, mas diferem em formulação, proteínas complexantes, potência por unidade e perfil de difusão tecidual — e por isso as unidades não são intercambiáveis entre marcas: uma unidade de Dysport não equivale a uma unidade de Botox®, e comparar preço "por unidade" entre produtos diferentes é comparar grandezas diferentes. Dysport difunde mais por unidade aplicada, o que pode ser vantajoso em áreas extensas como fronte larga e desvantajoso em regiões de maior precisão anatômica, como glabela profunda ou músculo orbicular. Xeomin é livre de proteínas complexantes, o que o torna uma alternativa razoável em pacientes com histórico de resposta diminuída a aplicações prévias — a discussão sobre imunogenicidade de neurotoxinas e o papel das proteínas acessórias e excipientes segue ativa na literatura3, e a queda de resposta na prática estética tem muito mais causas banais (dose, intervalo, expectativa) do que imunológicas. A escolha entre marcas não é estética; é clínica. A indicação parte da leitura da musculatura, da área e do histórico do paciente, não da preferência de consultório.

Início de efeito, pico e duração real

Estudos controlados de dose-resposta em rugas glabelares mostram que tanto a magnitude quanto a duração do efeito acompanham a dose aplicada, com resposta sustentada por vários meses nas doses mais altas1 — o que na clínica se traduz numa faixa de 3 a 6 meses para a maioria dos pacientes, com mediana de 4 a 5 meses nas rugas dinâmicas faciais. Músculos de maior volume e força contráctil — como o masseter e o frontal em pacientes jovens — tendem a encurtar o intervalo entre manutenções. Regiões de menor demanda mecânica — como a região periorbital em pacientes acima de 50 anos — frequentemente apresentam durações próximas a 6 meses. A queixa de "Botox que perde efeito rápido" é, na grande maioria dos casos, reflexo de dose subdimensionada, não de anticorpos neutralizantes — que existem, mas são clinicamente raros em pacientes sem histórico de doses muito elevadas e frequentes.

Diagrama anatômico de Botox (toxina botulínica tipo A) — mecanismo de ação. Ilustração didática, Dr. Thiago Perfeito, CRM-DF 23199.
Ilustração esquemática de caráter didático. Resultados clínicos variam conforme a anatomia individual de cada paciente.
Tirar dúvidas pelo WhatsApp →

Quem é candidato e quem deve evitar

A toxina botulínica é indicada para adultos com rugas dinâmicas de expressão, queixas funcionais associadas à hiperatividade muscular ou demanda preventiva em padrão de contração excessivo. A avaliação clínica é o passo que define indicação, dose, marcas anatômicas e objetivo — não existe protocolo único aplicável a todos os rostos.

Indicações por área e perfil de paciente

  • Fronte (frontal superior): linhas horizontais de expressão. Dose calibrada para preservar elevação das sobrancelhas — excesso resulta em ptose de sobrancelha, um dos erros mais comuns em aplicações não individualizadas.
  • Glabela (corrugador do supercílio + prócero): rugas verticais entre as sobrancelhas, responsáveis por expressão de tensão e cansaço. Responde bem à toxina, com doses relativamente pequenas e impacto estético significativo.
  • Região periorbital (orbicular do olho): pés de galinha dinâmicos. Técnica exige distribuição em múltiplos pontos superficiais; dose conservadora evita difusão para musculatura de mímica facial adjacente.
  • Sorriso gengival: hiperatividade do lábio superior ao sorrir, com exposição excessiva da gengiva. Aplicação precisa em pontos do elevador do lábio superior — área de alta sensibilidade técnica.
  • Masseter e bruxismo: redução de volume muscular com afinamento do contorno mandibular; alívio de dor por bruxismo noturno. Doses entre 20 e 50 unidades por lado, calculadas por palpação do ventre muscular.
  • Pescoço e bandas platismais: indicado quando as bandas verticais do platisma são visíveis em repouso ou ao falar. Técnica do Nefertiti lift — combinação de pontos no pescoço e na linha mandibular — melhora contorno cervical sem cirurgia.
  • Botox preventivo: em pacientes adultos jovens com padrão de contração excessivo desde cedo, a aplicação em doses pequenas pode retardar o aprofundamento das rugas estáticas. Indicação individualizada; não existe idade mínima universal.

Contraindicações absolutas

  • Gestação e lactação — contraindicação absoluta, sem exceções.
  • Doenças neuromusculares ativas: miastenia gravis, síndrome de Eaton-Lambert, esclerose lateral amiotrófica — a inibição da placa motora pode ser potencializada de forma imprevisível.
  • Hipersensibilidade documentada à toxina botulínica tipo A ou a qualquer componente da formulação.
  • Infecção ativa no sítio de aplicação — tratar antes de proceder.
  • Uso concomitante de aminoglicosídeos em doses terapêuticas — risco de potencialização do bloqueio neuromuscular.

Contraindicações relativas e situações que pedem atenção

  • Anticoagulação — ajustar janela de suspensão conforme protocolo cardiológico; aumento do risco de hematoma, não de complicação clínica grave.
  • Histórico de resposta diminuída em aplicações anteriores — avaliar troca de marca, ajuste de dose ou intervalo.
  • Alterações de coagulação não controladas.

O perfil da paciente que mais se beneficia

A faixa etária que combina maior impacto clínico com melhor custo-efetividade do Botox é a mulher acima de 45 anos que apresenta rugas dinâmicas estabelecidas mas ainda sem componente estático dominante. Após os 45, a combinação de perda colágena progressiva, redução de gordura subcutânea e padrões de contração repetida ao longo de décadas torna a toxina botulínica parte central de qualquer protocolo de manutenção da qualidade facial. A aplicação regular — a cada 4 a 6 meses — não apenas trata rugas existentes: atenua o aprofundamento progressivo das marcas estáticas ao reduzir o componente dinâmico que as agrava. Para essa paciente, o Botox não é procedimento isolado; é pilar de um plano que inclui bioestimulação, cuidado da pele e, quando indicado, tecnologia de radiofrequência.

Rugas da testa, pé de galinha e sobrancelha caída: o que o Botox resolve de verdade

Quase ninguém chega ao consultório pedindo "toxina botulínica no frontal". As pessoas chegam dizendo que a testa está marcada, que o canto do olho enruga quando sorriem e que o olhar parece pesado ou cansado. São três queixas diferentes, com anatomias diferentes, e tratá-las como um pacote único é justamente o que produz aquele resultado congelado que ninguém quer.

Rugas da testa: o músculo que marca é o mesmo que sustenta a sobrancelha

O frontal é o único elevador da sobrancelha na face. Ele é o músculo que cria as linhas horizontais da testa — e é também o que impede a sobrancelha de cair. Essa é a tensão central do tratamento da testa e a razão pela qual a dose ali é a mais delicada da face superior. A testa pede dose conservadora e distribuição que respeite a porção inferior do frontal, preservando o vetor de sustentação da cauda da sobrancelha. Em paciente com testa curta, com sobrancelha já baixa ou com pele que perdeu firmeza, a testa às vezes recebe pouquíssima toxina — ou nenhuma na primeira sessão — e o ganho vem do bloqueio dos depressores da glabela, que libera a sobrancelha para subir alguns milímetros. É contraintuitivo para quem chega pedindo "apagar a testa", mas é o que produz olhar aberto em vez de olhar pesado.

Pé de galinha: separe o que enruga sorrindo do que está marcado em repouso

A ruga periorbital dinâmica — a que aparece só quando o paciente sorri ou aperta os olhos — responde bem e com previsibilidade à toxina no orbicular do olho, em pontos superficiais e laterais, longe da musculatura de mímica adjacente. Já a linha que permanece visível com o rosto em repouso tem componente de qualidade de pele e de perda de suporte, não só de contração: essa parte não some com neuromodulador. Explicar essa diferença na consulta é o que evita a frustração mais comum do procedimento — o paciente que volta em 14 dias dizendo que "não pegou tudo" quando, na verdade, sobrou o que nunca era muscular. Estudo de fase 3 com onabotulinumtoxinA tratando simultaneamente fronte, complexo glabelar e região periorbital confirma que abordar a face superior como uma unidade produz melhora superior à do tratamento de áreas isoladas2 — o que sustenta, na prática, por que o protocolo de três áreas é o mais indicado e o mais procurado em Brasília.

Sobrancelha caída: quando é o Botox que derruba e quando é o Botox que levanta

Vale separar duas coisas que os pacientes chamam pelo mesmo nome. A ptose de sobrancelha é a queda da própria sobrancelha, geralmente por excesso de dose no frontal ou por aplicação baixa demais; instala-se junto com o pico do efeito e melhora à medida que a toxina é metabolizada, sem sequela. A ptose palpebral — a pálpebra caída de verdade, por difusão da toxina até o músculo elevador — é bem mais rara, exige avaliação e também é temporária. Nenhuma das duas é permanente, e vale dizer isso com todas as letras porque é o medo número um de quem nunca aplicou.

O outro lado da moeda é que a toxina, bem posicionada, levanta a sobrancelha. Bloquear os depressores — porção lateral do orbicular, prócero e corrugador — sem desativar o frontal produz o efeito conhecido como brow lift químico: um ganho discreto de altura na cauda da sobrancelha que abre o olhar. É um ajuste de milímetros, dependente de anatomia, e não substitui procedimento de sustentação em quem já tem excesso de pele palpebral. Quando o paciente chega com essa queixa, a leitura é da posição real da sobrancelha e do quanto o frontal está trabalhando para compensá-la — não do que apareceu no feed dele.

Masseter e bruxismo: a queixa que não é estética

Boa parte de quem procura toxina no masseter chega por dor, não por contorno — apertamento noturno, dor ao acordar, desgaste dentário relatado pelo dentista. O efeito estético de afinamento do terço inferior existe e costuma agradar, mas ele é consequência, não o objetivo primário nesses casos. A evidência disponível sobre toxina botulínica em desordens temporomandibulares é heterogênea e ainda não permite tratá-la como primeira linha universal para todo quadro de dor orofacial4 — por isso o masseter é tratado em conjunto com a conduta odontológica (placa, avaliação oclusal) e não como substituto dela. Isso muda a conversa: o paciente entende o que esperar e por que a dose é calculada por palpação do ventre muscular, e não por tabela.

Protocolo, preço e manutenção no consultório do Dr. Thiago Perfeito

O atendimento começa com uma consulta clínica de avaliação facial dinâmica — não com aplicação imediata. Dr. Thiago Perfeito analisa anatomia muscular, padrão de contração, assimetrias, grau de envelhecimento, histórico de procedimentos anteriores e objetivo estético real antes de qualquer indicação. Essa etapa define marca, dose, pontos anatômicos e estratégia — incluindo a decisão de combinar ou não com outros tratamentos na mesma sessão ou em sessões subsequentes.

Como é a aplicação na prática

A aplicação dura entre 15 e 20 minutos. Após assepsia e marcação dinâmica dos pontos — com o paciente realizando movimentos de expressão para mapear inserção e força muscular — a toxina é injetada com agulhas finas (30 a 32G), em profundidade intramuscular precisa. Não é necessário anestesia local para a maioria das áreas: o desconforto é comparável a uma picada superficial rápida. Regiões mais sensíveis, como a periorbital e a área do masseter, podem receber aplicação de gelo prévio para redução do estímulo doloroso.

O retorno à rotina é imediato. Podem ocorrer pontos discretos de eritema ou pequenos hematomas nas primeiras horas; são transitórios e não demandam afastamento. O resultado começa a ser percebido entre o 3º e o 7º dia. A reavaliação em 14 dias é parte do protocolo e inclui ajuste sem custo adicional quando necessário.

Quanto custa o Botox em Brasília

Em média, o valor do Botox em Brasília fica entre R$ 1.900 e R$ 4.000 para o tratamento das três áreas principais (fronte, glabela e região periorbital). O custo varia conforme a marca utilizada, a quantidade de unidades aplicadas, a força muscular individual e a complexidade anatômica de cada caso.

Área tratadaFaixa de preço em Brasília
Fronte + glabela + região periorbital (3 áreas principais)R$ 1.900 – R$ 4.000
Área isolada (fronte ou glabela separadamente)R$ 1.200 – R$ 1.500
Masseter (bruxismo / contorno mandibular)R$ 1.200 – R$ 1.700 por lado
Pescoço e bandas platismaisR$ 1.500 – R$ 2.500

Preço por unidade ou por área: por que a comparação confunde

Existem dois modelos de cobrança no mercado e eles não são comparáveis diretamente. No preço por área, o valor cobre o tratamento completo daquela região — fronte, glabela ou periorbital — com a dose que a musculatura do paciente exigir. No preço por unidade, cobra-se cada unidade de toxina aplicada, e o total só é conhecido no fim da sessão. O segundo modelo parece mais barato quando anunciado, porque o número exibido é o de uma única unidade; na conta final, um tratamento de face superior costuma consumir entre 40 e 60 unidades de onabotulinumtoxinA, dependendo da força muscular. Some-se a isso o fato de que unidades de marcas diferentes não são equivalentes — a conversão aproximada entre Dysport e Botox® fica em torno de 2,5 a 3 para 1 — e fica claro por que o "preço por unidade" de duas clínicas pode não estar falando da mesma coisa. Aqui o valor é apresentado por área tratada, fechado antes da aplicação, para que o paciente saiba exatamente quanto vai pagar antes de sentar na maca. Durante a avaliação, o paciente recebe um plano individualizado com indicação, estratégia e orçamento personalizados — sem compromisso prévio de aplicação. Valores abaixo de R$ 1.500 em clínicas merecem atenção: produto fora da primeira linha, dose insuficiente ou fracionamento entre pacientes são as causas mais comuns de preço significativamente abaixo da faixa de referência. O custo do insumo importado, somado à infraestrutura clínica adequada e à experiência médica, não permite preços muito abaixo desse patamar sem comprometer algum desses elementos.

Plano de manutenção e combinações terapêuticas

A manutenção padrão é feita a cada 4 a 6 meses, ajustada conforme a resposta individual do paciente. Aplicações seriadas tendem a estabilizar o efeito com doses progressivamente menores — o músculo, submetido a ciclos repetidos de inibição, perde parcialmente a hipertonia habitual, e o médico pode ajustar a dose para baixo ao longo do tempo sem perda de resultado. Esse é um dos motivos pelos quais pacientes em manutenção regular há anos frequentemente relatam resultados cada vez mais naturais com doses menores.

O Botox integra bem protocolos combinados. Em pacientes com componente volumétrico associado às rugas — aprofundamento por perda de gordura subcutânea, não só por contração muscular — a combinação com preenchimento de ácido hialurônico endereça os dois mecanismos. Já o protocolo Hybrid Face Lift integra toxina botulínica, bioestimuladores e tecnologia de radiofrequência microagulhada em um plano sequencial para pacientes com múltiplos sinais de envelhecimento — perda de firmeza, volume e qualidade de pele simultaneamente. Para a paciente acima de 45 anos que busca rejuvenescimento global, esse protocolo combinado tende a produzir resultado superior ao Botox isolado.

Dr. Thiago Perfeito — médico responsável

Dr. Thiago Perfeito

CRM-DF 23199 · Medicina Estética e Regenerativa

Médico com mais de 10 anos de prática em medicina estética e regenerativa. Mestre em Medicina Estética (2024). Formação internacional em Harvard Medical School e Mayo Clinic. Membro da ASLMS, A4M, AMS e NYAS. Atendimento em Brasília, Lago Sul.

Conheça o Dr. Thiago →

Resultados — Antes e Depois

Cada caso é individual e os resultados variam de pessoa para pessoa.

Perguntas frequentes sobre Botox (toxina botulínica tipo A)

  • Quanto custa o Botox em Brasília?

    O tratamento das três áreas principais — fronte, glabela e região periorbital — custa entre R$ 1.900 e R$ 4.000 em Brasília, dependendo da marca utilizada, do número de unidades aplicadas e da complexidade anatômica. Áreas isoladas (fronte ou glabela separadamente) ficam entre R$ 1.200 e R$ 1.500. Masseter: R$ 1.200 a R$ 1.700 por lado. Pescoço e platisma: R$ 1.500 a R$ 2.500. Valores abaixo de R$ 1.500 para múltiplas áreas merecem atenção: dose insuficiente, produto fora da primeira linha ou fracionamento de frascos entre pacientes são as causas mais comuns dessa diferença de preço.

  • Quanto tempo dura o efeito do Botox?

    Em média 4 a 6 meses, com variação conforme o músculo tratado, a força contráctil individual e a dose aplicada. A região periorbital em pacientes acima de 50 anos costuma durar próximo a 6 meses; o masseter em paciente jovem com bruxismo, frequentemente 4 meses. Pacientes em manutenção regular há vários anos tendem a observar durações crescentes com o tempo, à medida que o músculo reduz sua hipertonia habitual por ciclos repetidos de inibição.

  • Quem é candidato ideal e quem deve evitar o Botox?

    São bons candidatos adultos com rugas dinâmicas de expressão ativas, hipertrofia do masseter, sorriso gengival ou demanda preventiva em padrão de contração excessivo. Não é indicado em gestantes, lactantes, pacientes com miastenia gravis, síndrome de Eaton-Lambert ou infecção ativa no sítio de aplicação. Pacientes em uso de aminoglicosídeos em doses terapêuticas também devem aguardar. A avaliação clínica é etapa obrigatória antes de qualquer aplicação.

  • Como é a recuperação e quanto tempo até voltar à rotina?

    O retorno à rotina é imediato após a aplicação. Podem ocorrer eritema discreto e pequenos hematomas nas primeiras horas, ambos transitórios. Recomenda-se evitar decúbito ventral, massagem na área, calor excessivo (sauna, banho muito quente) e exercício físico intenso nas primeiras 4 a 6 horas. A reavaliação em 14 dias avalia simetria e resultado; ajustes finos são feitos sem custo adicional nessa consulta.

  • Quantas sessões são necessárias para o resultado completo?

    Uma única sessão produz o resultado completo para as áreas tratadas. O efeito se instala progressivamente entre o 3º e o 14º dia após a aplicação. O conceito de “sessões para Botox” não se aplica: cada aplicação é um ciclo completo. A manutenção periódica a cada 4 a 6 meses garante continuidade do resultado — não é acúmulo de produto, mas renovação do efeito conforme a toxina é metabolizada.

  • Botox na testa derruba a sobrancelha?

    Pode derrubar quando a dose no músculo frontal é excessiva ou a aplicação é baixa demais — o frontal é o único elevador da sobrancelha, e desativá-lo por completo retira o suporte. Bem indicada, a toxina faz o contrário: bloquear os depressores (prócero, corrugador e porção lateral do orbicular) preservando o frontal levanta discretamente a cauda da sobrancelha, o chamado brow lift químico. Quando a queda ocorre, ela é temporária e regride com a metabolização da toxina, em geral em algumas semanas. É por isso que a dose na testa é a mais conservadora da face superior, definida por análise da posição real da sobrancelha, e não por protocolo fixo.

  • O Botox é cobrado por unidade ou por área?

    Existem os dois modelos no mercado, e eles não são comparáveis. Aqui o valor é fechado por área tratada e apresentado antes da aplicação: fronte, glabela e região periorbital juntas ficam entre R$ 1.900 e R$ 4.000; áreas isoladas, entre R$ 1.200 e R$ 1.500. No modelo por unidade, o total só é conhecido no fim da sessão — e uma face superior costuma consumir de 40 a 60 unidades de onabotulinumtoxinA. Some-se que unidades de marcas diferentes não são equivalentes (a conversão aproximada entre Dysport e Botox® gira em torno de 2,5 a 3 para 1) e fica claro por que comparar “preço por unidade” entre clínicas pode induzir a erro.

  • Botox resolve as rugas da testa que já ficam marcadas em repouso?

    Resolve a parte dinâmica — a linha que aparece ao levantar a sobrancelha ou ao sorrir. A marca que permanece visível com o rosto totalmente relaxado é ruga estática: tem componente de qualidade de pele, perda de colágeno e de suporte, e não desaparece só com neuromodulador. A toxina atenua essa marca com o tempo, porque interrompe a dobra repetida que a aprofunda, mas o tratamento de quem já tem sulco em repouso costuma combinar toxina com bioestimulação, preenchimento ou tecnologia de estímulo de colágeno. Separar as duas coisas na avaliação é o que evita expectativa desalinhada no retorno de 14 dias.

Referências bibliográficas

  1. Carruthers A, Carruthers J, Said S. Dose-ranging study of botulinum toxin type A in the treatment of glabellar rhytids in females. Dermatol Surg. 2005;31(4):414–422. PMID 15871316
  2. De Boulle K, Werschler WP, Gold MH, et al. Phase 3 study of onabotulinumtoxinA distributed between frontalis, glabellar complex, and lateral canthal areas for treatment of upper facial lines. Dermatol Surg. 2018;44(11):1437–1448. PMID 30096106
  3. Martin MU, Frevert J, Tay CM. Complexing protein-free botulinum neurotoxin A formulations: implications of excipients for immunogenicity. Toxins (Basel). 2024;16(2):101. PMID 38393178
  4. Delcanho R, Val M, Guarda Nardini L, Manfredini D. Botulinum toxin for treating temporomandibular disorders: what is the evidence? Journal of Oral & Facial Pain and Headache. 2022;36(1):6–20. PMID 35298571

Avalie sua aplicação de Botox em Brasília

Consulta clínica com análise facial dinâmica individualizada. Indicação, dose e estratégia definidas antes de qualquer aplicação. Dr. Thiago Perfeito, CRM-DF 23199, Lago Sul, Brasília.