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Polinucleotídeos injetáveis: o que são, o que fazem e o que a evidência mostra

PDRN e polinucleotídeo (PN) não são sinônimos: o comprimento da cadeia de DNA muda propriedades como retenção de água e viscosidade, e possivelmente o efeito na pele. Aqui estão a diferença, o que os ensaios randomizados mostram e quando um preenchedor é a escolha melhor.

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PDRN e polinucleotídeo não são a mesma coisa

PDRN (polidesoxirribonucleotídeo) e polinucleotídeo (PN) são fragmentos de DNA purificado do mesmo grupo de matéria-prima, mas de comprimentos de cadeia diferentes, e esse comprimento muda propriedades físico-químicas do material, como retenção de água e viscosidade. O mercado, e parte da própria literatura científica, ainda tratam os dois nomes como sinônimos.

A origem é a mesma nos dois casos: DNA extraído principalmente do esperma de truta arco-íris (Oncorhynchus mykiss) ou de salmão-cão (Oncorhynchus keta), e depois purificado. Segundo uma revisão narrativa publicada em Biomolecules em 2025, o primeiro medicamento aprovado com esse princípio ativo, em 1994, resultou de um processo de extração a partir de placenta humana e tem peso molecular médio de 350 kDa, valor dentro da faixa considerada PDRN clássico. No processo descrito para esse produto, a esterilização em alta temperatura resulta em pureza de DNA de até 90%, com pequenas quantidades de aminoácidos livres e peptídeos de baixo peso molecular.

A mesma revisão nomeia diretamente essa confusão: os termos PDRN e PN vêm sendo usados de forma intercambiável, tanto na literatura científica quanto no mercado estético, para descrever fragmentos de DNA de pesos moleculares muito diferentes — de 1 a 10.000 kDa, conforme o estudo ou a patente consultada. Para resolver a ambiguidade, os autores propõem um corte estrutural, batizado por eles mesmos de "Marques Polynucleotide Cutoff": abaixo de 1.500 kDa, o material seria chamado de PDRN; a partir desse peso, de PN. É uma proposta de padronização de nomenclatura, não um consenso da especialidade.

Um sinal de que a proposta ainda não se firmou está na própria literatura recente. Uma revisão de 2026 sobre a região periorbital descreve "polinucleotídeos (PN), particularmente polidesoxirribonucleotídeos (PDRN)" — tratando o PDRN como uma espécie dentro do gênero PN. Há ainda um limite que independe da nomenclatura: segundo a revisão narrativa de 2025, o tamanho exato da cadeia costuma não ser divulgado nos hidrogéis de PN à venda.

Cadeias mais longas retêm mais água e formam géis mais viscosos, o que permite fabricar formulações tipo hidrogel — usadas inclusive para repor algum volume, e não apenas para estimular a pele, segundo a revisão de 2025. Para o PDRN, a mesma revisão cita um estudo in vitro de estímulo ao crescimento de pré-adipócitos e diz que isso poderia sugerir efeito sobre a perda de volume das bolsas de gordura no envelhecimento. Cadeias longas também são mais difíceis de produzir e, por isso, segundo a mesma revisão, o PN injetável tem preço mais alto que o PDRN injetável, potencialmente até o dobro.

O que a molécula faz na pele

O material ativa um receptor específico nas células que sustentam a pele — o receptor de adenosina A2A, presente em fibroblastos — e ao mesmo tempo fornece matéria-prima reciclável para essas mesmas células. O resultado descrito é menos inflamação, mais formação de vasos e mais produção de colágeno. A revisão de 2026 sobre a região periorbital ressalta que boa parte dos mecanismos regenerativos propostos segue como hipótese apoiada sobretudo em modelos experimentais, e que a evidência direta ligando essas vias ao resultado clínico ainda é limitada.

O mecanismo descrito na revisão de 2025 publicada em Biomolecules tem duas frentes. A primeira é de sinalização: ao serem degradados por enzimas presentes no próprio tecido, os fragmentos de DNA liberam nucleotídeos que se ligam ao receptor A2A em fibroblastos. Essa ligação reduz citocinas pró-inflamatórias (como TNF-α, IL-6 e IL-8) e aumenta as anti-inflamatórias, ao mesmo tempo em que estimula a secreção de VEGF — fator que induz a formação de novos vasos sanguíneos — e de fatores de crescimento que promovem migração e proliferação celular. A segunda frente é de insumo: os nucleotídeos liberados na degradação são reaproveitados pela célula por uma via de reciclagem, o que reduz a energia necessária para produzir colágeno tipo I e III, elastina e fibrinogênio.

Essa dupla ação é o que diferencia PDRN/PN dos bioestimuladores clássicos do mercado — hidroxiapatita de cálcio, ácido poli-L-lático e policaprolactona. Esses três dependem de uma resposta inflamatória induzida e controlada para estimular o fibroblasto a produzir colágeno; quando mal administrados, podem levar à formação de granuloma, que em alguns casos exige remoção cirúrgica. PDRN e PN atuam pelo caminho oposto — reduzindo a inflamação, em vez de provocá-la —, e a mesma revisão afirma que, até onde os autores sabem, não há casos relatados de nódulo ou granuloma após injeção de preenchedores à base de PN.

Por serem hidrofílicos — a superfície da molécula de DNA atrai água por ligação de hidrogênio —, PDRN e PN também contribuem para a hidratação da pele. É esse conjunto — sinalização, reciclagem e hidratação — que se invoca para o uso em textura, densidade da derme e linhas finas, mas a revisão de 2026 sobre a região periorbital, ao comparar polinucleotídeo e ácido hialurônico, adverte que superioridade de mecanismo não deve ser tomada como superioridade clínica.

O que os ensaios randomizados mostram — e onde param

Duas revisões recentes reuniram estudos clínicos publicados sobre o tema: uma encontrou melhora de rugas, textura e elasticidade em estudos de qualidade baixa a moderada; a outra, restrita a ensaios randomizados, encontrou o benefício mais consistente não na estética, mas na cicatrização de feridas. Nenhuma das duas relatou evento adverso grave.

A primeira, publicada em 2025, é uma revisão sistemática de nove estudos, somando 219 pacientes, publicados entre 2014 e 2022. Seis desses estudos mediram redução de rugas, e todos relataram melhora — mas só metade chegou a significância estatística. Outros mostraram ganho de textura e elasticidade dentro de três meses de acompanhamento, com resultado às vezes perceptível já nas primeiras duas semanas. A própria revisão qualifica a qualidade metodológica dos nove estudos como baixa a moderada, e o resumo da revisão conclui que o potencial é promissor, mas que há consenso limitado sobre o uso ideal, e são necessários estudos rigorosos para validar eficácia e segurança.

A segunda revisão, de 2026, restringiu a busca a ensaios clínicos randomizados e reuniu sete estudos com 183 participantes ao todo. Desses sete, quatro avaliaram rejuvenescimento estético, um avaliou prevenção de cicatriz cirúrgica e dois avaliaram cicatrização de ferida. O benefício mais consistente apareceu fora do rejuvenescimento estético: no grupo de cicatrização de ferida, o PDRN acelerou a reepitelização e reduziu o tempo de cicatrização em comparação com o grupo controle. Nos quatro estudos estéticos, os resultados também foram favoráveis, porém mais modestos; em um deles, PDRN associado a microagulhamento reduziu mais a gravidade das rugas do que PRP associado a microagulhamento, medida pela escala de Lemperle na sexta semana. Nenhum dos sete estudos relatou evento adverso grave relacionado ao tratamento.

As duas revisões concordam: os resultados foram favoráveis e os eventos adversos relatados foram, em geral, leves e transitórios, mas as amostras são pequenas (de 10 a 42 participantes por estudo na revisão de ensaios randomizados) e os protocolos variam entre si. A revisão sistemática de 2025 afirma que são necessários estudos de alta qualidade para tirar conclusões firmes. A revisão de ensaios randomizados, de 2026, afirma que a magnitude do benefício deve ser lida com cautela até a validação por ensaios randomizados multicêntricos com poder estatístico adequado, e que a própria interpretação da segurança é limitada pelo tamanho das amostras e pelo tempo de acompanhamento.

Região periorbital: polinucleotídeo ou preenchedor?

Depende do que está sendo tratado. Uma revisão de 2026 dedicada à região dos olhos conclui que o preenchedor de ácido hialurônico segue superior para correção estrutural — sulco, depressão, perda de volume —, enquanto o polinucleotídeo melhora parâmetros de qualidade da pele, como elasticidade e hidratação, sem repor volume de forma relevante.

A pele abaixo dos olhos é excepcionalmente fina, com cerca de 0,5 mm de espessura, e tem um envelhecimento que combina afinamento da derme, frouxidão de ligamento e perda de gordura em compartimentos profundos. A revisão nota que o preenchedor de ácido hialurônico continua sendo o padrão para corrigir a depressão (o chamado "tear trough"), mas que sua propriedade de atrair água — a mesma que sustenta o volume — pode piorar o edema em uma região já propensa a acúmulo de líquido, além do risco conhecido de efeito Tyndall (coloração azulada por má profundidade de aplicação).

A mesma revisão cita um ensaio clínico randomizado, duplo-cego, de face dividida, com 27 pacientes, comparando polinucleotídeo com ácido hialurônico não reticulado na região periorbital. Os dois tratamentos tiveram melhora semelhante nas escalas de avaliação estética global, mas o lado tratado com polinucleotídeo apresentou ganhos relativamente maiores em elasticidade, hidratação, rugosidade da superfície e volume de poro; os dois tratamentos foram bem tolerados, sem evento adverso significativo relatado.

A tabela abaixo resume a lógica de indicação por queixa. Ela não separa PDRN e PN pelo corte de 1.500 kDa porque, segundo a revisão narrativa de 2025, vários estudos clínicos com hidrogéis de PN não informam o peso molecular do produto usado.

IndicaçãoPDRN / PN (polinucleotídeo)Preenchedor de ácido hialurônico
Textura, viço, linhas finasMelhora de rugas, textura e elasticidade nos estudos da revisão sistemática de 2025, de qualidade baixa a moderada; resultado favorável, porém mais modesto que na cicatrização de feridas, nos quatro ensaios estéticos da revisão de ensaios randomizados de 2026Mecanismo predominante de ocupação de espaço e atração de água; impacto limitado em parâmetros de qualidade de pele, segundo a revisão de 2026 sobre a região periorbital
Hidratação e elasticidade periorbitalNo ensaio de face dividida citado pela revisão de 2026 sobre a região periorbital, ganhos relativamente maiores em elasticidade, hidratação, rugosidade e volume de poro que o ácido hialurônico não reticuladoMelhora estética global semelhante à do polinucleotídeo no mesmo ensaio
Sulco ou depressão estrutural (tear trough)Não é a escolha como tratamento isolado: a revisão de 2026 sobre a região periorbital afirma que o polinucleotídeo não oferece suporte estrutural e não corrige sulco moderado a graveTratamento de escolha para sulco clinicamente significativo e perda de volume, segundo a revisão de 2026 sobre a região periorbital

A leitura prática que a revisão de 2026 sobre a região periorbital sustenta: quando a queixa principal é sulco ou perda de volume, o preenchedor de ácido hialurônico é a indicação; quando a queixa é pele fina, sem viço ou opaca, o polinucleotídeo tem lugar; e quando as duas coisas coexistem, a combinação é discutida na avaliação.

Dr. Thiago Perfeito explica: Pele fina e olheiras: o que o PDRN (DNA do salmão) faz?

Quantas sessões e em que intervalo

Não há protocolo único. Nos estudos reunidos pela revisão sistemática de 2025, os voltados à pele do rosto usaram de duas a quatro sessões, com intervalo de duas a quatro semanas entre elas, e acompanhamento de 12 a 28 semanas — variação que a própria revisão registra, ao concluir que há consenso limitado sobre o uso ideal.

Essa faixa vem da tabela de estudos da revisão: os protocolos em indicações faciais (rugas, cicatriz de acne, sulco nasolabial, hiperpigmentação e qualidade de pele) foram de duas sessões com três semanas de intervalo, três sessões com duas a quatro semanas, ou quatro sessões com duas semanas — a exceção foi um estudo sobre queda capilar, com doze sessões semanais, de outra indicação. A melhora de textura e elasticidade tendeu a aparecer dentro dos primeiros três meses em vários dos estudos.

Sobre custo: o PDRN é praticado no site na faixa de R$ 1.900 a R$ 2.900 por sessão isolada, e de R$ 4.500 a R$ 7.500 para o protocolo de três sessões — valores que variam conforme a área tratada e o produto utilizado. Essa faixa é do PDRN, não de PN de peso molecular alto; a revisão narrativa de 2025 publicada em Biomolecules registra que o PN injetável tem preço mais alto que o PDRN, podendo chegar ao dobro. Antes de comparar orçamentos, vale perguntar qual é o produto, a concentração e quantas sessões o valor cobre.

Para quem não é indicado

O polinucleotídeo não é a escolha para quem tem sulco estrutural ou perda de volume relevante: nesses casos, a revisão de 2026 sobre a região periorbital aponta o preenchedor de ácido hialurônico como tratamento de escolha e afirma que o polinucleotídeo não oferece suporte estrutural. Também não é a escolha para quem espera resultado imediato.

O primeiro motivo é de mecanismo: PDRN e PN atuam na qualidade do tecido, e a revisão de 2026 sobre a região periorbital afirma que o polinucleotídeo não oferece suporte estrutural nem corrige sulco moderado a grave ou perda de volume significativa. O segundo é de expectativa: a mesma revisão descreve o resultado clínico como gradual e de início lento, e a revisão sistemática de 2025 relata resultados de textura mais visíveis dentro de três meses, embora estudos reunidos pela revisão sistemática de 2025 e pela revisão de ensaios randomizados de 2026 registrem alguma mudança já em duas semanas. Quem tem um evento marcado não deve contar com o resultado pronto para a data.

Há ainda situações que exigem avaliação presencial antes de indicar qualquer injetável desta classe: infecção ativa ou lesão herpética na área a ser tratada; gestação e amamentação, situação que nenhuma das quatro fontes consultadas para esta página aborda; doença autoimune em atividade ou imunossupressão em curso; uso de anticoagulante ou antiagregante; e histórico de queloide ou cicatrização hipertrófica. Alergia a peixe precisa ser informada antes da aplicação: o material costuma vir de DNA de peixe e, segundo a revisão narrativa de 2025, os processos modernos de extração mantêm baixo o nível residual de proteínas. A decisão segue as informações do fabricante do produto específico, não uma regra geral aplicada à classe inteira.

Fora dessas situações, a avaliação com médico habilitado — confira o CRM ativo em cfm.org.br antes da primeira sessão — é o que define se a queixa é, de fato, de qualidade de pele ou se pede outra conduta.

Sem relação comercial com fabricante

Esta página não tem vínculo comercial com nenhum fabricante de PDRN, polinucleotídeo ou preenchedor de ácido hialurônico. A categoria é discutida pela indicação clínica — o que resolve cada queixa —, não pela marca.

Rejuran é uma marca coreana da categoria PDRN/PN e aparece nas buscas de quem pesquisa o assunto — inclusive misturada ao próprio termo genérico, como em "Rejuran PDRN". Citar essa marca aqui serve para orientar a busca, não para recomendá-la sobre concorrentes: o raciocínio clínico desta página vale para qualquer produto da categoria, desde que o fabricante declare peso molecular, concentração e registro do material.

Registro é do produto, não da classe. A conduta correta, em qualquer marca, é pedir o nome comercial e o número de registro do material que será aplicado, e conferir esse número diretamente no portal da Anvisa antes da sessão.

Perguntas frequentes sobre polinucleotídeos injetáveis

  • Polinucleotídeos injetáveis funcionam?

    Os estudos reunidos por duas revisões sistemáticas recentes mostram melhora de rugas, textura e elasticidade da pele, com efeitos adversos em geral leves e transitórios. A revisão de 2025 classifica os nove estudos que reuniu como de qualidade baixa a moderada e afirma que são necessários estudos de alta qualidade para conclusões firmes. A revisão de 2026, restrita a ensaios randomizados, encontrou o benefício mais consistente na cicatrização de feridas, e não no rejuvenescimento estético, embora os quatro estudos estéticos reunidos por ela também tenham mostrado resultado favorável, porém mais modesto.

  • Qual a diferença entre PDRN e polinucleotídeo (PN)?

    PDRN e PN são fragmentos de DNA purificado de comprimentos diferentes. Uma revisão de 2025 propõe separar os dois por um corte de peso molecular em 1.500 kDa — abaixo disso, PDRN; a partir disso, PN —, mas essa é uma proposta de padronização, não um consenso fechado: ao menos uma revisão de 2026 ainda descreve o PDRN como um subtipo dentro do PN, e o mercado usa os dois nomes de forma intercambiável.

  • Rejuran é PDRN ou é polinucleotídeo (PN)?

    Rejuran é uma marca coreana da categoria PDRN/PN, e por isso aparece nas buscas junto dos dois termos. Esta página não tem vínculo comercial com a marca nem com nenhum fabricante, e não declara aqui o peso molecular exato de nenhum produto comercial específico — essa informação deve ser pedida ao fabricante do material que será de fato aplicado.

  • Polinucleotídeo substitui preenchedor de ácido hialurônico na região dos olhos?

    Não, segundo a revisão de 2026 dedicada à região periorbital: o preenchedor de ácido hialurônico segue superior para correção estrutural — sulco e perda de volume —, enquanto o polinucleotídeo melhora qualidade de pele, como elasticidade e hidratação, sem repor volume de forma relevante. Quando as duas queixas coexistem, a combinação é discutida na avaliação.

  • Quantas sessões de polinucleotídeo são necessárias?

    Os estudos reunidos pela revisão sistemática de 2025 usaram, para a pele do rosto, entre duas e quatro sessões, com intervalo de duas a quatro semanas entre elas. Não existe um número fechado, e a própria revisão registra consenso limitado sobre o uso ideal e pede estudos para padronizar protocolos — o número exato para cada caso é definido na avaliação.

  • Polinucleotídeo dói?

    A aplicação pode doer. Em dois ensaios randomizados reunidos pela revisão sistemática de 2026, a dor média da aplicação convencional ficou em 5,4 e 5,04 na escala visual analógica (VAS), e foi menor com injeção sem agulha (2,9) ou com uma formulação de pH e força iônica ajustados (3,39). Os demais efeitos relatados são em geral leves e transitórios, como edema, eritema, coceira e equimose, e na revisão sistemática de 2025 costumam resolver em até uma semana. Nenhuma das revisões consultadas para esta página relatou evento adverso grave associado ao tratamento.

  • Para quem o polinucleotídeo não é indicado?

    Para quem tem sulco estrutural ou perda de volume relevante: nesses casos, a revisão de 2026 sobre a região periorbital aponta o preenchedor de ácido hialurônico como tratamento de escolha, porque o polinucleotídeo não oferece suporte estrutural. Também não é a escolha para quem espera resultado imediato, já que a mesma revisão descreve o resultado clínico do polinucleotídeo como gradual e de início lento.

Referências bibliográficas

  1. Marques C, Porcello A, Cerrano M et al. From Polydeoxyribonucleotides (PDRNs) to Polynucleotides (PNs): Bridging the Gap Between Scientific Definitions, Molecular Insights, and Clinical Applications of Multifunctional Biomolecules. Biomolecules. 2025;15(1). PMID: 39858543 · doi:10.3390/biom15010148
  2. Lampridou S, Bassett S, Cavallini M et al. The Effectiveness of Polynucleotides in Esthetic Medicine: A Systematic Review. J Cosmet Dermatol. 2025;24(2):e16721. PMID: 39645667 · doi:10.1111/jocd.16721
  3. Alhussain AM, Turki M Albusayys S, Alfhadi MA et al. Polynucleotides and Polydeoxyribonucleotides for Skin Rejuvenation, Postoperative Scar Prevention, and Wound Healing: A Systematic Review of Randomized Clinical Trials. Cureus. 2026;18(7):e112403. PMID: 42572627 · doi:10.7759/cureus.112403
  4. Khan RS, Hafeez K. Hyaluronic Acid Fillers Versus Polynucleotides for Under-Eye Rejuvenation. J Clin Med. 2026;15(13). PMID: 42452433 · doi:10.3390/jcm15134971

Conteúdo revisado por Dr. Thiago Perfeito — Medicina Estética e Regenerativa, CRM-DF 23199. Atualizado em .

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