XERF em Brasília: a radiofrequência monopolar multifrequência vale a pena?
Entenda o que a tecnologia XERF faz, como se compara ao Thermage e quais radiofrequências monopolares o Dr. Thiago Perfeito oferece na clínica INTI, Lago Sul.
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O que é o XERF e como a radiofrequência monopolar multifrequência age na pele
O XERF é um aparelho de radiofrequência monopolar desenvolvido pela Cynosure Lutronic que combina duas frequências — 6,78 MHz e 2 MHz — no mesmo disparo de radiofrequência, para tensionar a pele sem agulhas, estimulando a contração do colágeno existente e a neossíntese colágena ao longo de semanas. Lançado a partir de 2024, o XERF já está disponível na clínica INTI, Lago Sul, Brasília, ao lado do OligioX — a radiofrequência monopolar já consolidada no consultório do Dr. Thiago Perfeito.
A radiofrequência monopolar funciona de maneira diferente da microagulhada (como o Morpheus8) ou do ultrassom microfocado (como o Ultraformer MPT). No modelo monopolar, a energia é depositada em profundidade a partir de um eletrodo ativo na peça de mão, enquanto uma placa de retorno fecha o circuito no corpo do paciente. O calor gerado em profundidade — entre 65 °C e 75 °C nas camadas reticulares da derme e no tecido subcutâneo superficial — provoca desnaturação imediata das fibras colágenas e dispara uma resposta de remodelação tecidual que se estende por três a seis meses após cada sessão.
A inovação do XERF em relação às plataformas monopolares anteriores está na possibilidade de alternar entre duas frequências durante o mesmo procedimento. A frequência mais alta (6,78 MHz) concentra a energia em camadas mais superficiais, trabalhando textura e qualidade de pele; a frequência mais baixa (2 MHz) penetra com maior profundidade, atingindo o tecido subcutâneo e o SMAS superficial, onde ocorre o efeito de tensionamento e lifting. A combinação permite ao operador personalizar o depósito de energia por zona anatômica — algo relevante num rosto que exige profundidades distintas na testa, na região malar e no pescoço.
As indicações descritas na literatura técnica da plataforma incluem frouxidão cutânea leve a moderada (principalmente face, pescoço e pálpebra inferior), melhora de qualidade de pele e porosidade, e complemento a outros procedimentos em protocolos combinados. Como em qualquer radiofrequência monopolar, o procedimento é realizado sem agulhas e com downtime mínimo — eritema transitório de horas a um dia na maioria dos casos.
Para quem busca um melhor aparelho para flacidez e está pesquisando o XERF especificamente, é importante entender que a eficácia de qualquer radiofrequência monopolar depende mais do protocolo clínico — parâmetros, sobreposição de passes, temperatura alvo — do que do nome do equipamento. O médico que opera e a experiência acumulada com a plataforma importam tanto quanto a tecnologia em si.
XERF vs Thermage: diferenças e o que esperar de cada plataforma
A comparação mais frequente é entre o XERF e o Thermage FLX, a referência histórica em radiofrequência monopolar de sessão única. Ambos depositam calor em profundidade sem agulhas; a diferença central está na arquitetura de frequências e na forma como a energia é entregue.
O Thermage FLX opera em frequência única (6,78 MHz) e é reconhecido por décadas de dados clínicos e publicações indexadas. Seu protocolo de sessão única com múltiplos passes tem sido o padrão para tensionamento sem downtime. O XERF traz a proposta de multifrequência dentro de uma mesma sessão, o que potencialmente amplia a janela de profundidades tratadas — mas, por ser um lançamento recente, ainda carece do volume de estudos independentes e do acompanhamento de longo prazo que o Thermage acumulou.
Do ponto de vista prático para o paciente, as semelhanças superam as diferenças: nenhum dos dois usa agulhas, o downtime é mínimo em ambos, os resultados aparecem progressivamente (especialmente entre 60 e 180 dias pós-sessão) e a manutenção costuma ser recomendada a cada 12 a 18 meses. A sensação de calor durante o procedimento e o nível de conforto dependem fundamentalmente do calibre dos parâmetros e da experiência do médico.
Para o tratamento de flacidez facial, a escolha entre uma plataforma monopolar e outras modalidades — como ultrassom microfocado (HIFU) ou radiofrequência microagulhada — também deve considerar o grau de frouxidão, a profundidade de ação necessária, o perfil de downtime que o paciente tolera e se há indicação de combinar modalidades. Graus moderados a avançados frequentemente se beneficiam de abordagens combinadas, e nenhuma tecnologia isolada responde por todos os planos anatômicos.
O Dr. Thiago Perfeito (CRM-DF 23199), médico em medicina estética e regenerativa na clínica INTI no Lago Sul, Brasília, oferece as duas plataformas: o XERF, o investimento mais recente da clínica, com dupla frequência no mesmo disparo, e o OligioX, radiofrequência monopolar já consolidada no consultório, com protocolos individualizados por zona anatômica para tensionamento e melhora de qualidade de pele. A escolha entre as duas plataformas é sempre clínica — depende do grau de flacidez, da área tratada e da sensibilidade de cada paciente, não de uma ser superior à outra.
XERF e OligioX na INTI: quando cada um faz sentido
A INTI, no Lago Sul, reúne hoje duas plataformas de radiofrequência monopolar: o XERF, o investimento mais recente da clínica, com dupla frequência no mesmo disparo, e o OligioX, já consolidado na prática do Dr. Thiago Perfeito. O princípio de ação é o mesmo da categoria — aquecimento controlado em profundidade, contração de colágeno e remodelação tecidual progressiva, sem agulhas e com downtime mínimo —, mas a escolha entre os dois é sempre clínica.
No consultório do Dr. Thiago, a radiofrequência monopolar raramente é usada de forma isolada. O protocolo parte de uma avaliação individual que mapeia o grau de frouxidão cutânea, a qualidade do colágeno, a distribuição de gordura superficial e a integridade do SMAS — porque cada um desses planos responde melhor a uma modalidade específica. O XERF ou o OligioX entram como componente de tensionamento dérmico e subdérmico superficial — a escolha entre as duas plataformas depende do grau de flacidez, da área tratada e da sensibilidade do paciente —, frequentemente combinados com Ultraformer MPT (que atinge o SMAS com ultrassom microfocado) quando há frouxidão em plano mais profundo, ou com Morpheus8 (radiofrequência microagulhada) quando há indicação de remodelação dérmica e melhora de textura concomitante.
Essa leitura em camadas é o que o Dr. Thiago descreve como sua abordagem de 'medicina estética e regenerativa integrada': não há um único aparelho que resolva todas as profundidades e todos os componentes do envelhecimento facial. O envelhecimento envolve perda de volume em planos distintos, frouxidão em diferentes estruturas de suporte, alteração de qualidade de pele e redistribuição de gordura — e nenhum dispositivo isolado acessa todos esses componentes com igual eficácia.
Formado com passagens de educação médica continuada em Harvard Medical School e Mayo Clinic, além de mestrado em medicina estética na Espanha (2024) e membro da ASLMS e A4M, o Dr. Thiago tem 10+ anos de prática em tecnologias de energia em face. Seu consultório no INTI, Lago Sul, recebe pacientes com 134 avaliações 5,0 no Google e atende também em inglês (diplomatas e expats de Brasília).
O investimento para radiofrequência monopolar com XERF ou OligioX é definido em avaliação individual — a plataforma escolhida, o número de sessões, a combinação com outras modalidades e a área tratada determinam o plano. Para quem quer entender melhor as opções disponíveis, a página sobre melhor aparelho para flacidez compara as principais tecnologias e indica quando cada uma é mais adequada. O primeiro passo é sempre a avaliação presencial, onde o Dr. Thiago mapeia o padrão de envelhecimento individual e indica qual das duas plataformas — ou combinação de tecnologias — faz mais sentido antes de propor qualquer protocolo.
Em números, uma sessão de OligioX na INTI fica entre R$ 1.900 e R$ 9.000, e uma sessão de XERF, entre R$ 2.900 e R$ 12.000. As duas faixas acompanham o tamanho da região tratada: áreas pequenas, como as pálpebras, ficam próximas do piso; protocolos extensos, como full face ou abdome, aproximam-se do teto — o valor exato é sempre definido na avaliação clínica presencial.
| Critério | XERF | OligioX |
|---|---|---|
| Frequências no disparo | Duas frequências combinadas no mesmo disparo (uma mais superficial, outra mais profunda) | Radiofrequência monopolar de frequência única |
| Perfil de indicação | Frouxidão leve a moderada quando o plano de tratamento pede mais de uma profundidade na mesma sessão | Tensionamento dérmico e subdérmico superficial, com histórico consolidado em protocolos combinados |
| Sensação durante a sessão | Calor com parâmetros ajustáveis por profundidade | Sensação de calor uniforme, com parâmetros calibrados por zona anatômica |
| Posicionamento de investimento | Um pouco superior — plataforma mais recente da clínica | Investimento de referência, plataforma consolidada há mais tempo na INTI |
| Investimento por sessão | R$ 2.900 a R$ 12.000 | R$ 1.900 a R$ 9.000 |
Dr. Thiago Perfeito
CRM-DF 23199 · Medicina Estética e Regenerativa
Médico com mais de 10 anos de prática em medicina estética e regenerativa. Mestre em Medicina Estética (2024). Formação internacional em Harvard Medical School e Mayo Clinic. Membro da ASLMS, A4M, AMS e NYAS. Atendimento em Brasília, Lago Sul.
Conheça o Dr. Thiago →Perguntas frequentes sobre XERF (radiofrequência monopolar multifrequência)
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O que é o XERF?
O XERF é um aparelho de radiofrequência monopolar da Cynosure Lutronic, lançado a partir de 2024, que combina duas frequências (6,78 MHz e 2 MHz) no mesmo disparo para depositar calor em profundidades distintas na mesma sessão, promovendo tensionamento de pele e estimulando a produção de colágeno sem o uso de agulhas. É indicado para frouxidão cutânea leve a moderada, qualidade de pele e pescoço, com downtime mínimo. Na INTI, em Brasília, o XERF está disponível ao lado do OligioX — a radiofrequência monopolar já consolidada na clínica —, e por ser uma plataforma mais recente ainda acumula menos dados clínicos independentes do que o OligioX.
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XERF é melhor que Thermage?
A comparação direta ainda é limitada por falta de estudos head-to-head publicados. O Thermage FLX tem décadas de dados clínicos e publicações indexadas na categoria de radiofrequência monopolar de sessão única. O XERF traz a proposta de multifrequência — o que pode ampliar a versatilidade de profundidades tratadas em um único procedimento — mas carece do volume de evidência de longo prazo que o Thermage consolidou. Em termos práticos (sem agulhas, downtime mínimo, resultados progressivos), as duas plataformas são funcionalmente semelhantes; a qualidade do resultado depende sobretudo do protocolo e da experiência do médico que opera.
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XERF está disponível em Brasília?
Sim. Desde julho de 2026, o XERF está disponível na clínica INTI, no Lago Sul, Brasília, ao lado do OligioX — as duas plataformas de radiofrequência monopolar do consultório do Dr. Thiago Perfeito (CRM-DF 23199). A diferença entre elas está na tecnologia (o XERF combina duas frequências no mesmo disparo) e não em uma ser superior à outra; a plataforma mais indicada para cada caso é definida na avaliação clínica presencial.
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Qual radiofrequência monopolar o Dr. Thiago oferece?
O Dr. Thiago Perfeito (CRM-DF 23199) oferece duas plataformas de radiofrequência monopolar na clínica INTI, Lago Sul, Brasília: o XERF, mais recente, com dupla frequência no mesmo disparo, e o OligioX, já consolidado na prática. Ambas são usadas dentro de protocolos individualizados, frequentemente combinadas com Ultraformer MPT (ultrassom microfocado para o SMAS) ou Morpheus8 (radiofrequência microagulhada para textura e derme), conforme a avaliação de cada paciente. A escolha entre XERF e OligioX depende do grau de flacidez, da área tratada e da sensibilidade do paciente — não de uma ser melhor que a outra.
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Quem já fazia OligioX precisa migrar para o XERF?
Não. O OligioX segue disponível e continua sendo a escolha adequada para grande parte dos protocolos de radiofrequência monopolar na INTI. A chegada do XERF amplia as opções da clínica — ele soma a possibilidade de duas frequências no mesmo disparo, útil em casos que pedem profundidades diferentes na mesma sessão —, mas não substitui o OligioX. Qual plataforma usar, ou se as duas serão combinadas ao longo do acompanhamento, é definido caso a caso, na avaliação clínica.
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RF monopolar dói? Tem downtime?
A radiofrequência monopolar (XERF, Thermage, OligioX e similares) é realizada sem agulhas. Durante o procedimento há sensação de calor, que pode variar de leve a intensa dependendo dos parâmetros usados e da região tratada — cremes anestésicos tópicos são utilizados na maioria dos protocolos para aumentar o conforto. O downtime costuma ser mínimo: eritema (vermelhidão) transitório que se resolve em horas a um dia. Edema discreto pode ocorrer, especialmente em áreas mais finas. Não há período de recuperação significativo, e a maioria dos pacientes retorna às atividades normais no mesmo dia.
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Quanto custa uma sessão de XERF em Brasília?
Na INTI, uma sessão de XERF fica na faixa de R$ 2.900 a R$ 12.000, e uma sessão de OligioX, entre R$ 1.900 e R$ 9.000. Em ambos os casos, o valor acompanha o tamanho da região tratada — áreas pequenas, como as pálpebras, ficam próximas do piso da faixa, enquanto protocolos extensos, como full face ou abdome, ficam próximos do teto. O valor exato é definido na avaliação clínica presencial, considerando a plataforma escolhida, o número de sessões e a área tratada.
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