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XERF em Brasília: a radiofrequência monopolar multifrequência vale a pena?

Entenda o que a tecnologia XERF faz, como se compara ao Thermage e qual radiofrequência monopolar o Dr. Thiago Perfeito oferece na clínica INTI, Lago Sul.

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XERF (radiofrequência monopolar multifrequência) em Brasília — Dr. Thiago Perfeito, CRM-DF 23199

O que é o XERF e como a radiofrequência monopolar multifrequência age na pele

O XERF é um aparelho de radiofrequência monopolar multifrequência desenvolvido pela Lutronic (Coreia) que combina duas frequências — 6,78 MHz e 2 MHz — para tensionar a pele sem agulhas, estimulando a contração do colágeno existente e a neossíntese colágena ao longo de semanas. É uma tecnologia de lançamento recente (2024 em diante) e, até o momento desta publicação, não foi possível confirmar disponibilidade do XERF em Brasília ou no DF.

A radiofrequência monopolar funciona de maneira diferente da microagulhada (como o Morpheus8) ou do ultrassom microfocado (como o Ultraformer MPT). No modelo monopolar, a energia é depositada em profundidade a partir de um eletrodo ativo na peça de mão, enquanto uma placa de retorno fecha o circuito no corpo do paciente. O calor gerado em profundidade — entre 65 °C e 75 °C nas camadas reticulares da derme e no tecido subcutâneo superficial — provoca desnaturação imediata das fibras colágenas e dispara uma resposta de remodelação tecidual que se estende por três a seis meses após cada sessão.

A inovação do XERF em relação às plataformas monopolares anteriores está na possibilidade de alternar entre duas frequências durante o mesmo procedimento. A frequência mais alta (6,78 MHz) concentra a energia em camadas mais superficiais, trabalhando textura e qualidade de pele; a frequência mais baixa (2 MHz) penetra com maior profundidade, atingindo o tecido subcutâneo e o SMAS superficial, onde ocorre o efeito de tensionamento e lifting. A combinação permite ao operador personalizar o depósito de energia por zona anatômica — algo relevante num rosto que exige profundidades distintas na testa, na região malar e no pescoço.

As indicações descritas na literatura técnica da plataforma incluem frouxidão cutânea leve a moderada (principalmente face, pescoço e pálpebra inferior), melhora de qualidade de pele e porosidade, e complemento a outros procedimentos em protocolos combinados. Como em qualquer radiofrequência monopolar, o procedimento é realizado sem agulhas e com downtime mínimo — eritema transitório de horas a um dia na maioria dos casos.

Para quem busca um melhor aparelho para flacidez e está pesquisando o XERF especificamente, é importante entender que a eficácia de qualquer radiofrequência monopolar depende mais do protocolo clínico — parâmetros, sobreposição de passes, temperatura alvo — do que do nome do equipamento. O médico que opera e a experiência acumulada com a plataforma importam tanto quanto a tecnologia em si.

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XERF vs Thermage: diferenças e o que esperar de cada plataforma

A comparação mais frequente é entre o XERF e o Thermage FLX, a referência histórica em radiofrequência monopolar de sessão única. Ambos depositam calor em profundidade sem agulhas; a diferença central está na arquitetura de frequências e na forma como a energia é entregue.

O Thermage FLX opera em frequência única (6,78 MHz) e é reconhecido por décadas de dados clínicos e publicações indexadas. Seu protocolo de sessão única com múltiplos passes tem sido o padrão para tensionamento sem downtime. O XERF traz a proposta de multifrequência dentro de uma mesma sessão, o que potencialmente amplia a janela de profundidades tratadas — mas, por ser um lançamento recente, ainda carece do volume de estudos independentes e do acompanhamento de longo prazo que o Thermage acumulou.

Do ponto de vista prático para o paciente, as semelhanças superam as diferenças: nenhum dos dois usa agulhas, o downtime é mínimo em ambos, os resultados aparecem progressivamente (especialmente entre 60 e 180 dias pós-sessão) e a manutenção costuma ser recomendada a cada 12 a 18 meses. A sensação de calor durante o procedimento e o nível de conforto dependem fundamentalmente do calibre dos parâmetros e da experiência do médico.

Para o tratamento de flacidez facial, a escolha entre uma plataforma monopolar e outras modalidades — como ultrassom microfocado (HIFU) ou radiofrequência microagulhada — também deve considerar o grau de frouxidão, a profundidade de ação necessária, o perfil de downtime que o paciente tolera e se há indicação de combinar modalidades. Graus moderados a avançados frequentemente se beneficiam de abordagens combinadas, e nenhuma tecnologia isolada responde por todos os planos anatômicos.

O Dr. Thiago Perfeito (CRM-DF 23199), médico em medicina estética e regenerativa na clínica INTI no Lago Sul, Brasília, não utiliza o XERF em seu consultório — até porque a plataforma ainda não tem confirmação de disponibilidade ampla no Brasil. O equivalente que ele oferece é o OligioX, uma plataforma de radiofrequência monopolar disponível na INTI, com protocolos individualizados por zona anatômica para tensionamento e melhora de qualidade de pele.

OligioX: a radiofrequência monopolar disponível na INTI e como é o protocolo

O OligioX é a plataforma de radiofrequência monopolar com a qual o Dr. Thiago Perfeito trabalha na clínica INTI, em Brasília. O princípio de ação é o mesmo da categoria: aquecimento controlado em profundidade, contração de colágeno e remodelação tecidual progressiva, sem agulhas e com downtime mínimo.

No consultório do Dr. Thiago, a radiofrequência monopolar raramente é usada de forma isolada. O protocolo parte de uma avaliação individual que mapeia o grau de frouxidão cutânea, a qualidade do colágeno, a distribuição de gordura superficial e a integridade do SMAS — porque cada um desses planos responde melhor a uma modalidade específica. O OligioX entra como componente de tensionamento dérmico e subdérmico superficial, frequentemente combinado com Ultraformer MPT (que atinge o SMAS com ultrassom microfocado) quando há frouxidão em plano mais profundo, ou com Morpheus8 (radiofrequência microagulhada) quando há indicação de remodelação dérmica e melhora de textura concomitante.

Essa leitura em camadas é o que o Dr. Thiago descreve como sua abordagem de 'medicina estética e regenerativa integrada': não há um único aparelho que resolva todas as profundidades e todos os componentes do envelhecimento facial. O envelhecimento envolve perda de volume em planos distintos, frouxidão em diferentes estruturas de suporte, alteração de qualidade de pele e redistribuição de gordura — e nenhum dispositivo isolado acessa todos esses componentes com igual eficácia.

Formado com passagens de educação médica continuada em Harvard Medical School e Mayo Clinic, além de mestrado em medicina estética na Espanha (2024) e membro da ASLMS e A4M, o Dr. Thiago tem 10+ anos de prática em tecnologias de energia em face. Seu consultório no INTI, Lago Sul, recebe pacientes com 134 avaliações 5,0 no Google e atende também em inglês (diplomatas e expats de Brasília).

O investimento para radiofrequência monopolar com OligioX é definido em avaliação individual — o número de sessões, a combinação com outras modalidades e a área tratada determinam o plano. Para quem quer entender melhor as opções disponíveis, a página sobre melhor aparelho para flacidez compara as principais tecnologias e indica quando cada uma é mais adequada. O primeiro passo é sempre a avaliação presencial, onde o Dr. Thiago mapeia o padrão de envelhecimento individual antes de propor qualquer protocolo.

Dr. Thiago Perfeito — médico responsável

Dr. Thiago Perfeito

CRM-DF 23199 · Medicina Estética e Regenerativa

Médico com mais de 10 anos de prática em medicina estética e regenerativa. Mestre em Medicina Estética (2024). Formação internacional em Harvard Medical School e Mayo Clinic. Membro da ASLMS, A4M, AMS e NYAS. Atendimento em Brasília, Lago Sul.

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Perguntas frequentes sobre XERF (radiofrequência monopolar multifrequência)

  • O que é o XERF?

    O XERF é um aparelho de radiofrequência monopolar multifrequência da fabricante coreana Lutronic, lançado a partir de 2024. Ele combina duas frequências (6,78 MHz e 2 MHz) para depositar calor em profundidades distintas na mesma sessão, promovendo tensionamento de pele e estimulando a produção de colágeno sem o uso de agulhas. É indicado para frouxidão cutânea leve a moderada, qualidade de pele e pescoço, com downtime mínimo. Por ser recente, ainda acumula menos dados clínicos independentes do que plataformas monopolares com maior histórico de uso.

  • XERF é melhor que Thermage?

    A comparação direta ainda é limitada por falta de estudos head-to-head publicados. O Thermage FLX tem décadas de dados clínicos e publicações indexadas na categoria de radiofrequência monopolar de sessão única. O XERF traz a proposta de multifrequência — o que pode ampliar a versatilidade de profundidades tratadas em um único procedimento — mas carece do volume de evidência de longo prazo que o Thermage consolidou. Em termos práticos (sem agulhas, downtime mínimo, resultados progressivos), as duas plataformas são funcionalmente semelhantes; a qualidade do resultado depende sobretudo do protocolo e da experiência do médico que opera.

  • XERF está disponível em Brasília?

    Até o momento desta publicação, não foi possível confirmar a disponibilidade do XERF em Brasília ou no DF. Por ser uma plataforma de lançamento recente (2024 em diante), sua distribuição no Brasil ainda está em fase inicial. Quem busca radiofrequência monopolar com disponibilidade confirmada em Brasília pode considerar plataformas como o OligioX, disponível na clínica INTI no Lago Sul.

  • Qual radiofrequência monopolar o Dr. Thiago oferece?

    O Dr. Thiago Perfeito (CRM-DF 23199) utiliza o OligioX na clínica INTI, Lago Sul, Brasília — uma plataforma de radiofrequência monopolar disponível no consultório. Ela é usada dentro de protocolos individualizados, frequentemente combinada com Ultraformer MPT (ultrassom microfocado para o SMAS) ou Morpheus8 (radiofrequência microagulhada para textura e derme), conforme a avaliação de cada paciente. O investimento é definido em avaliação individual.

  • RF monopolar dói? Tem downtime?

    A radiofrequência monopolar (XERF, Thermage, OligioX e similares) é realizada sem agulhas. Durante o procedimento há sensação de calor, que pode variar de leve a intensa dependendo dos parâmetros usados e da região tratada — cremes anestésicos tópicos são utilizados na maioria dos protocolos para aumentar o conforto. O downtime costuma ser mínimo: eritema (vermelhidão) transitório que se resolve em horas a um dia. Edema discreto pode ocorrer, especialmente em áreas mais finas. Não há período de recuperação significativo, e a maioria dos pacientes retorna às atividades normais no mesmo dia.

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