Xerf: o aparelho que Kim Kardashian e Virginia Fonseca usaram chegou a Brasília
Nos últimos meses, Kim Kardashian, Priyanka Chopra Jonas, Virginia Fonseca e Vinícius Júnior foram associados na imprensa a sessões de Xerf, radiofrequência monopolar de dupla frequência lançada em 2024. A clínica INTI, em Brasília, acaba de incorporar o aparelho ao seu arsenal, ao lado do OligioX.
Agendar Consulta
O que é o Xerf e por que ele virou assunto entre celebridades
O Xerf é uma plataforma de radiofrequência monopolar multifrequência — duas frequências, 6,78 MHz e 2 MHz, entregues no mesmo disparo — usada para firmar a pele sem agulhas e sem anestesia, com estímulo de colágeno que se desenvolve ao longo das semanas seguintes à sessão. O aparelho virou assunto em 2026 depois que quatro nomes de grande visibilidade pública foram associados ao tratamento pela imprensa internacional e brasileira. Na INTI, em Brasília, o Xerf já integra o arsenal da clínica, ao lado do OligioX — a radiofrequência monopolar que o Dr. Thiago Perfeito (CRM-DF 23199) já usa há mais tempo no consultório.
Os quatro casos a seguir vieram a público por reportagens de imprensa — nenhuma dessas pessoas é paciente da clínica INTI ou do Dr. Thiago Perfeito. A relação, aqui, é só com a tecnologia; cada informação remete à matéria original, linkada abaixo.
Kim Kardashian contou nos stories que o Xerf se tornou seu novo tratamento preferido de firmeza — descrito por ela como new fave tightening —, feito na 7Q Spa. A cobertura trouxe um detalhe que vale reproduzir com honestidade: a NewBeauty chamou o procedimento de laser em parte do texto — mas o Xerf não é laser, é radiofrequência monopolar, uma tecnologia com princípio físico diferente (explicamos por quê na próxima seção). O caso também foi noticiado pela AOL.
Priyanka Chopra Jonas filmou a própria sessão de Xerf e publicou o registro — o procedimento foi realizado pela médica Tess Mauricio, em San Diego. A NewBeauty cobriu o caso, descrevendo a sessão e a reação da atriz durante a aplicação do aparelho.
Virginia Fonseca fez o tratamento em julho de 2026, segundo reportagem do Purepeople, que descreveu a sessão como parte de um protocolo de estímulo de colágeno contra flacidez.
Vinícius Júnior também foi associado ao Xerf: segundo o médico responsável citado pelo Correio 24 Horas, o jogador passou por sessões do tratamento.
Radiofrequência, não laser: como a dupla frequência do Xerf age na pele
A confusão entre laser e radiofrequência é comum na cobertura de beleza — mas são tecnologias com mecanismos de ação completamente diferentes. O laser entrega energia por luz amplificada, absorvida por um alvo específico como água, melanina ou hemoglobina. A radiofrequência monopolar, categoria à qual o Xerf pertence, entrega energia por corrente elétrica de alta frequência que percorre o tecido entre um eletrodo ativo na ponteira e uma placa de retorno em contato com o corpo — gerando calor por resistência elétrica nas camadas mais profundas da pele, sem depender de nenhum cromóforo. É por isso que vale a correção feita na seção anterior: o que foi noticiado como laser no caso de Kim Kardashian não é laser.
O diferencial técnico do Xerf, desenvolvido pela Cynosure Lutronic (Lutronic Corporation, Coreia do Sul, hoje em conjunto com a americana Cynosure), é entregar duas frequências no mesmo disparo: 6,78 MHz e 2 MHz. Na prática, isso significa que o mesmo movimento da ponteira deposita energia em duas profundidades diferentes na mesma passada — a frequência mais alta concentra calor em camadas mais superficiais da derme, atuando sobre textura e qualidade de pele; a frequência mais baixa penetra mais fundo, até o plano mais profundo do tecido subcutâneo, onde ocorre o efeito de tensionamento. Plataformas de frequência única costumam precisar de ajustes de parâmetro ou passadas separadas para alcançar planos diferentes — o Xerf propõe fazer isso em um único disparo.
O procedimento é feito sem agulhas e sem anestesia, com resfriamento integrado na ponteira para manter o conforto durante a aplicação. A plataforma foi lançada na Coreia do Sul em 2024, recebeu autorização da FDA americana em agosto de 2025 e chegou à Europa em julho de 2026; no Brasil, a distribuição é feita pela Contourline. Por ser um lançamento recente, o Xerf ainda acumula menos dados clínicos independentes de longo prazo do que plataformas monopolares mais estabelecidas — o que não o torna inferior, apenas mais novo no mercado. Para o histórico completo da tecnologia — incluindo a comparação direta com o Thermage, outro aparelho de radiofrequência monopolar, de fabricante e arquitetura de frequência diferentes —, veja Xerf em Brasília.
Possíveis tratamentos: como o Xerf é avaliado e feito na INTI, em Brasília
O Xerf é indicado para flacidez cutânea leve a moderada — não para flacidez severa ou excesso de pele. Na avaliação presencial na INTI, o Dr. Thiago Perfeito examina o grau de comprometimento tecidual, a qualidade da pele e a expectativa da pessoa antes de definir se o Xerf, o OligioX, ou uma combinação de abordagens é o caminho certo. O protocolo — número de sessões e intervalo entre elas — é sempre definido nessa avaliação, mas costuma seguir o padrão já conhecido das radiofrequências monopolares: geralmente entre 1 e 3 sessões, com 4 a 6 semanas de intervalo, ajustado à resposta individual.
O resultado é progressivo, não um efeito de lifting cirúrgico imediato. Há firmeza perceptível logo após a sessão, pela contração das fibras de colágeno já existentes — mas o resultado principal se consolida ao longo de semanas, à medida que a neossíntese de colágeno avança. É uma diferença importante para quem chega à consulta comparando o Xerf a um procedimento cirúrgico: são categorias diferentes de resultado, não graus diferentes do mesmo resultado.
Como se escolhe entre Xerf e OligioX na avaliação? A decisão é sempre clínica, nunca por preferência de marca ou modismo. O OligioX é a radiofrequência monopolar que o Dr. Thiago já usa há mais tempo na INTI, com protocolo consolidado por zona anatômica. O Xerf é o investimento mais recente da clínica, com a vantagem de trabalhar duas profundidades no mesmo disparo — o que pode simplificar o protocolo em rostos que precisam de ação diferente na testa, na região malar e no pescoço. Nenhum dos dois é superior ao outro de forma genérica: a escolha depende da anatomia, do grau de flacidez e do que a avaliação mostra.
Quem não é candidato ao Xerf — e o que fazer nesses casos: flacidez severa, com sobra real de pele (excesso tecidual que não retorna ao lugar com estímulo de colágeno) e descida marcada dos compartimentos de gordura da face não respondem de forma satisfatória a nenhuma radiofrequência monopolar isolada, seja Xerf ou OligioX. Nesse grau, o caminho costuma passar por avaliação cirúrgica — lifting facial ou blefaroplastia, conforme a área —, e é isso que converso com honestidade na consulta, em vez de indicar sessões que não vão entregar o resultado esperado. Para entender melhor essa régua de indicação por grau de flacidez, veja também qual o melhor tratamento para flacidez facial e radiofrequência monopolar sem agulha.
Xerf x OligioX na INTI:
| Critério | Xerf | OligioX |
|---|---|---|
| Frequência de RF | Dupla — 6,78 MHz + 2 MHz no mesmo disparo | Monopolar com sensor de temperatura em tempo real |
| Perfil de indicação | Flacidez leve a moderada; profundidades diferentes na mesma sessão | Flacidez leve a moderada; protocolo por zona anatômica já consolidado |
| Tempo de uso na INTI | Investimento mais recente da clínica | Radiofrequência monopolar já consolidada no consultório |
| Posicionamento de investimento | Um pouco superior, por ser plataforma mais nova | Consolidado |
| Investimento por sessão | R$ 2.900 a R$ 12.000 | R$ 1.900 a R$ 9.000 |
Em Brasília, na INTI, uma sessão de Xerf fica entre R$ 2.900 e R$ 12.000, e uma sessão de OligioX, entre R$ 1.900 e R$ 9.000. Em ambos, o valor acompanha o tamanho da região tratada — áreas pequenas, como as pálpebras, ficam no piso da faixa; protocolos extensos, como full face ou abdome, no teto. Nenhum dos quatro casos de celebridades citados acima tem relação com esses valores, que refletem exclusivamente a prática da INTI.
Na minha prática — mais de 10 mil procedimentos ao longo de dez anos — aprendi que o aparelho nunca é o fator isolado que decide o resultado; o que decide é o diagnóstico correto do grau de flacidez e a experiência de quem ajusta os parâmetros sessão a sessão. Trouxe o Xerf para a INTI porque ele amplia o que já ofereço com o OligioX, não porque um torna o outro obsoleto — e é assim que apresento as duas opções a cada paciente na avaliação: sem modismo, com o critério que a anatomia de cada um pede.
Dr. Thiago Perfeito
CRM-DF 23199 · Medicina Estética e Regenerativa
Médico com mais de 10 anos de prática em medicina estética e regenerativa. Mestre em Medicina Estética (2024). Formação internacional em Harvard Medical School e Mayo Clinic. Membro da ASLMS, A4M, AMS e NYAS. Atendimento em Brasília, Lago Sul.
Conheça o Dr. Thiago →Perguntas frequentes sobre o Xerf
-
O Xerf é a mesma coisa que o OligioX?
Não. Os dois são radiofrequência monopolar sem agulha, mas o Xerf combina duas frequências (6,78 MHz e 2 MHz) no mesmo disparo, atingindo profundidades diferentes na mesma sessão; o OligioX já tem protocolo consolidado na INTI, com sensor de temperatura em tempo real. A escolha entre os dois é feita na avaliação clínica, e não por um substituir o outro.
-
O tratamento de Kim Kardashian foi a laser?
Não. Parte da cobertura do caso usou a palavra laser, mas o Xerf é radiofrequência monopolar — a energia é entregue por corrente elétrica de alta frequência entre um eletrodo e uma placa de retorno, não por luz amplificada como em um laser. São mecanismos de ação diferentes, mesmo que o resultado buscado, firmeza de pele, seja parecido.
-
Quantas sessões de Xerf costumam ser necessárias?
O número exato é definido na avaliação clínica presencial, mas o protocolo costuma seguir o padrão das radiofrequências monopolares: geralmente de 1 a 3 sessões, com intervalo de 4 a 6 semanas entre elas, ajustado ao grau de flacidez e à resposta individual de cada pessoa.
-
O resultado do Xerf é como um lifting, com efeito imediato?
Não. O Xerf firma a pele por contração das fibras de colágeno já existentes e por estímulo de nova síntese de colágeno ao longo de semanas — um resultado progressivo, não um efeito cirúrgico imediato. Quem tem flacidez acentuada ou excesso real de pele costuma precisar de avaliação cirúrgica, não de radiofrequência isolada.
-
Virginia Fonseca e Vinícius Júnior são pacientes do Dr. Thiago Perfeito?
Não. As informações sobre os quatro casos citados neste artigo vêm de reportagens públicas — nenhuma dessas pessoas é paciente da clínica INTI ou do Dr. Thiago Perfeito. As fontes de cada caso estão linkadas no texto acima.
-
Por que a INTI tem Xerf e OligioX ao mesmo tempo?
Porque são ferramentas complementares, não substitutas. Ter as duas plataformas de radiofrequência monopolar amplia a possibilidade de personalizar o protocolo por paciente — a escolha entre elas depende do grau de flacidez, da área tratada e do que a avaliação mostra, não de uma ser melhor que a outra de forma genérica.
-
O Xerf dói? Precisa de anestesia?
Não. É um procedimento sem agulhas e sem anestesia, com resfriamento integrado na ponteira para manter o conforto durante a aplicação. A sensação relatada é de aquecimento progressivo, e o retorno às atividades do dia a dia é imediato na grande maioria dos casos.
-
Quanto custa uma sessão de Xerf em Brasília?
Na INTI, uma sessão de Xerf fica na faixa de R$ 2.900 a R$ 12.000, e uma sessão de OligioX, entre R$ 1.900 e R$ 9.000 — em ambos, o valor acompanha o tamanho da região tratada, do piso para áreas pequenas (como as pálpebras) ao teto para protocolos extensos (como full face ou abdome). O valor final e a plataforma mais indicada são definidos na avaliação clínica presencial.
Avalie o Xerf ou o OligioX na INTI, em Brasília
A avaliação define o grau de flacidez, o protocolo certo e qual das duas radiofrequências monopolares faz mais sentido para o seu caso.