Cirurgia de pálpebra

Blefaroplastia em Brasília: quanto custa em 2026?

O investimento na blefaroplastia varia conforme extensão do procedimento, técnica escolhida, infraestrutura cirúrgica e complexidade do caso. A faixa de mercado praticada em clínicas de Brasília está entre R$ 15.000 e R$ 50.000 por procedimento. O Dr. Thiago passará a realizar cirurgia de pálpebra a partir do fim de 2027; até lá, a avaliação e o planejamento pré-operatório já podem ser conduzidos.

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Blefaroplastia em Brasília — Dr. Thiago Perfeito, CRM-DF 23199

Quanto custa a blefaroplastia em Brasília: faixa real e o que está incluído

A faixa de mercado praticada em clínicas de Brasília para a blefaroplastia vai de R$ 15.000 a R$ 50.000 por procedimento — referência de mercado, não a tabela de um consultório específico. A amplitude reflete as diferentes configurações cirúrgicas disponíveis: pálpebra superior isolada, inferior isolada ou a combinação superior e inferior bilateral. Um orçamento completo cobre honorário do cirurgião, sala cirúrgica acreditada, anestesia, material de sutura, curativo e acompanhamento pós-operatório dos primeiros 90 dias.

Antes de comparar qualquer número, vale entender como um orçamento cirúrgico é montado. Ele quase nunca é uma linha só. Na prática de mercado, o preço que a paciente paga é a soma de três cobranças distintas: o honorário da equipe cirúrgica, a anestesia (honorário do anestesiologista, quando há sedação ou anestesia geral) e a estrutura (sala cirúrgica acreditada ou hospital-dia, com o material e a equipe de enfermagem que a acompanham). Cirurgias pequenas, feitas sob anestesia local em ambulatório, podem ter as duas últimas linhas zeradas ou embutidas; cirurgias combinadas, com sedação e internação de algumas horas, têm as três. É por isso que o mesmo procedimento aparece anunciado com números tão diferentes: às vezes o que está sendo anunciado é o honorário, não o preço final. Perguntar "esse valor já inclui anestesia e sala?" é a única forma de saber se dois orçamentos são comparáveis.

Quatro variáveis determinam onde o orçamento se posiciona dentro dessa faixa:

VariávelComo influencia o custo
Extensão do procedimentoPálpebra superior isolada tende ao limite inferior da faixa; combinação superior e inferior bilateral, incluindo redistribuição de gordura orbitária no rebordo, posiciona-se no limite superior.
Técnica utilizadaBlefaroplastia transconjuntival (sem incisão externa, indicada para bolsas infraorbitárias sem excesso cutâneo relevante) tem complexidade diferente da técnica clássica com incisão no sulco palpebral — e isso afeta o custo de sala e tempo cirúrgico.
InfraestruturaProcedimento em hospital-dia completo (com leito, monitorização contínua, equipe de enfermagem) tem custo de estrutura diferente de clínica com sala cirúrgica acreditada ambulatorial.
Associação com outros procedimentosBlefaroplastia combinada com lifting de fronte, brow lift ou lifting temporal aumenta significativamente o tempo cirúrgico — e o investimento total.

Uma ressalva importante sobre orçamentos baixos: em cirurgia, um número abaixo do esperado nem sempre significa má oferta — pode significar simplesmente que menos coisas estão dentro dele. Uma pálpebra superior isolada, sob anestesia local em ambulatório, é legitimamente mais barata do que uma cirurgia combinada com sedação e hospital-dia, e comparar as duas é comparar procedimentos diferentes. O sinal de alerta não é o valor em si, é a opacidade: orçamento que não discrimina o que cobre, estrutura que não informa a acreditação da sala, ausência de anestesiologista nomeado em procedimento que exige sedação, ou pressão para fechar antes da avaliação presencial. Preço se compara depois de igualar o escopo, nunca antes.

Quanto custa cada configuração: superior, inferior e combinada

Esta é a pergunta que mais aparece na busca — "valor da blefaroplastia superior", "valor da superior e inferior" — e a resposta honesta é contraintuitiva: as referências de mercado disponíveis para Brasília não abrem faixas diferentes por configuração. Pálpebra superior bilateral, inferior bilateral e via transconjuntival bilateral aparecem todas na mesma faixa de R$ 15.000 a R$ 50.000. O que muda entre elas não é a faixa; é a posição dentro dela, e quais linhas do orçamento são acionadas.

ConfiguraçãoO que trataPosição típica no orçamento
Pálpebra superior bilateralExcesso de pele que pesa sobre o olho, com ou sem ressecção de faixa muscular e de bolsa medial.Parte baixa da faixa. Menor tempo cirúrgico; frequentemente viável sob anestesia local, o que zera ou reduz as linhas de sedação e estrutura.
Pálpebra inferior bilateralBolsas de gordura e, conforme o caso, flacidez do envelope cutâneo inferior.Parte média. Tecnicamente mais delicada — a margem palpebral inferior é a região onde o excesso de ressecção cobra caro — e costuma pedir sedação.
TransconjuntivalBolsa de gordura inferior abordada por dentro da conjuntiva, sem incisão externa. Pressupõe pele sem excesso relevante.Mesma faixa. Não é uma "categoria mais barata" nem "mais cara" — é uma indicação anatômica.
Superior + inferior no mesmo tempoAs quatro pálpebras, com planejamento único.Parte alta. Aciona honorário, sedação e estrutura ao mesmo tempo — mas dilui custos fixos que seriam pagos duas vezes se as cirurgias fossem separadas.
Blefaroplastia associada a liftingPálpebras dentro de um planejamento de terço médio/superior ou de face completa.Sai da faixa da blefaroplastia isolada e passa a ser precificado pelo procedimento maior.

A leitura prática: quem compara "o preço da superior" com "o preço da superior e inferior" e conclui que a segunda é cara demais está, na verdade, comparando duas cirurgias diferentes. E quem separa as duas em tempos cirúrgicos distintos para diluir o gasto costuma pagar mais no total, porque a estrutura, a anestesia e o pré-operatório são cobrados duas vezes — além de submeter-se a dois pós-operatórios.

Anestesia e estrutura: as duas linhas que mais movem o valor

Nenhuma variável muda tanto um orçamento de blefaroplastia quanto a decisão anestésica, e ela não é uma escolha de conforto — é uma decisão clínica.

  • Anestesia local pura: possível em pálpebra superior isolada, em paciente hígido e colaborativo. Dispensa anestesiologista e permite ambiente ambulatorial. É a configuração de menor custo, e também a de menor escopo.
  • Anestesia local com sedação: exige anestesiologista presente e sala com monitorização. É o padrão da pálpebra inferior e das combinações, e acrescenta uma linha própria ao orçamento — que pode ou não estar embutida no pacote anunciado.
  • Anestesia geral: reservada a casos combinados extensos ou a condições clínicas específicas. Implica estrutura hospitalar e é a configuração mais cara em estrutura, não necessariamente em honorário.

A estrutura segue a mesma lógica. Consultório com sala de procedimentos não é sala cirúrgica; sala cirúrgica ambulatorial acreditada tem requisitos próprios de equipamento, esterilização e equipe; hospital-dia acrescenta leito, retaguarda e monitorização por algumas horas após o despertar. Cada degrau tem custo real e existe por motivo de segurança, não de sofisticação. Quando o orçamento não deixa claro em qual degrau a cirurgia acontece, essa é a primeira pergunta a fazer — antes da pergunta sobre o valor.

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O que está fora do investimento cirúrgico — despesas adicionais a considerar

O orçamento cirúrgico cobre a operação e o acompanhamento imediato. Há despesas paralelas que a paciente deve planejar separadamente:

  • Exames pré-operatórios: hemograma completo, coagulograma, glicemia, eletrocardiograma e avaliação cardiológica. Para pacientes acima de 50 anos com comorbidades, podem incluir ecocardiograma e avaliação com clínico geral. Custo variável conforme plano de saúde e laboratório particular.
  • Medicação pós-operatória: antibiótico oral profilático, corticoide para controle de edema, colírio lubrificante e anti-inflamatório tópico ocular — itens prescritos na alta e adquiridos separadamente.
  • Skincare de recuperação: cremes cicatrizantes, protetor solar de alta cobertura (FPS 70+ físico) e pomada antibiótica para a cicatriz nas primeiras semanas.
  • Retoque cirúrgico tardio: raro, mas se indicado clinicamente após 6 meses, constitui procedimento separado. Essa possibilidade deve ser discutida na consulta de avaliação antes da cirurgia.

Para pacientes que consideram combinar blefaroplastia com procedimentos não cirúrgicos complementares — como toxina botulínica na região periorbital, bioestimulador para o rebordo orbitário ou Morpheus8 no pescoço — o protocolo e o intervalo entre os procedimentos são definidos individualmente. Bioestimulador facial não é indicado nos 6 meses que antecedem cirurgia, pelo risco de interferência no descolamento e na cicatrização tecidual.

A avaliação clínica prévia é obrigatória para qualquer decisão cirúrgica. Não há orçamento definitivo sem exame presencial: anatomia palpebral, tônus muscular, posição da sobrancelha, projeção das bolsas de gordura e histórico clínico são variáveis que o cirurgião avalia antes de dimensionar o procedimento.

Cirúrgica ou não cirúrgica: o erro de comparação mais caro dessa busca

Quem pesquisa o preço da blefaroplastia encontra, na mesma página de resultados, valores de poucos milhares de reais ao lado de valores de dezenas de milhares — e conclui, razoavelmente, que alguém está exagerando. Não está. São coisas diferentes com nomes parecidos. Blefaroplastia é cirurgia: há incisão, ressecção de tecido e sutura. O que costuma aparecer anunciado como "blefaroplastia sem cortes", "blefaroplastia a laser" ou "blefaroplastia não cirúrgica" é outro grupo de procedimentos, com outro alcance e outro preço — e nenhum deles remove pele.

A distinção prática é simples de enunciar e difícil de aceitar quando o orçamento aperta: procedimento não cirúrgico melhora textura, sombra, volume e qualidade da pele da região; nenhum deles retira pele sobrando. Quando o problema é excesso cutâneo verdadeiro — a pele que dobra sobre o cílio, que apoia sobre a maquiagem, que atrapalha o campo de visão —, tratar com injetável ou tecnologia gasta dinheiro sem resolver, e o gasto se repete em manutenção. O caminho inverso também existe: pálpebra inferior escurecida por sulco lacrimal, sem bolsa relevante e sem pele sobrando, operada como se fosse caso cirúrgico é a receita de um resultado envelhecido e de uma reoperação.

Para efeito de comparação de investimento, estas são as faixas praticadas em Brasília nos procedimentos não cirúrgicos da mesma região — todos com resultado temporário e necessidade de manutenção:

ProcedimentoFaixa em BrasíliaO que ele NÃO faz
Preenchimento do sulco lacrimal (ácido hialurônico)R$ 1.900–2.800/seringaNão retira bolsa de gordura nem pele; em bolsa projetada, pode acentuar o degrau.
Toxina botulínica na região periorbitalR$ 1.900–4.000/sessão (protocolo de face completa)Trata a ruga dinâmica; não trata excesso de pele nem bolsa. Manutenção periódica.
Radiofrequência monopolar em área pequena (OligioX)R$ 1.900–9.000/sessão, conforme a áreaAtua na qualidade e na retração da pele; não substitui ressecção cirúrgica.
Ultrassom microfocado (Ultraformer MPT)R$ 1.900–9.000/sessão, conforme a áreaIdem — efeito de sustentação, não de remoção de tecido.
Radiofrequência microagulhada (Morpheus8 face)R$ 6.000–9.000/sessãoTrabalha textura e firmeza; excesso cutâneo franco continua sendo indicação cirúrgica.

Somadas ao longo de alguns anos, essas manutenções alcançam a faixa de uma cirurgia. Isso não torna a via não cirúrgica um mau negócio — ela é a via correta para uma parte grande dos casos, com pós-operatório zero e reversibilidade. Torna, sim, indefensável escolher entre as duas pelo preço da primeira sessão. A pergunta certa não é qual das duas é mais barata, e sim qual das duas trata o achado que a avaliação identificou.

Há ainda um detalhe de sequência que vale dinheiro: bioestimulador facial não é indicado nos seis meses que antecedem uma cirurgia facial, pelo risco de a fibrose induzida interferir no descolamento e na cicatrização. Quem já decidiu operar e faz uma sessão "para ganhar tempo" no intervalo pode adiar a própria cirurgia. Bioestimulador no pós-operatório, ao contrário, é uso consolidado.

Como comparar dois orçamentos sem se enganar

Dois orçamentos de blefaroplastia só são comparáveis quando cobrem as mesmas linhas. Antes de olhar o total, iguale o escopo com estas perguntas — todas devem ter resposta por escrito:

  • Quais pálpebras entram? Superior bilateral, inferior bilateral, ou as quatro. É a variável que mais move o número.
  • Qual técnica está prevista e por que ela foi escolhida para a sua anatomia — não para a tabela.
  • O anestesiologista está incluído? Se há sedação, há honorário anestésico. Se ele não aparece no orçamento, ou está embutido ou vai ser cobrado depois.
  • Onde a cirurgia será realizada e qual a acreditação da estrutura — sala ambulatorial ou hospital-dia, e o que muda no valor entre as duas.
  • Quais retornos estão inclusos e por quanto tempo. Retirada de pontos, curativos e revisões dos primeiros meses costumam estar; consultas além disso, nem sempre.
  • Qual a política declarada para revisão cirúrgica — em que hipóteses ela é conduzida sem novo honorário e em quais é procedimento novo, com custo de sala e anestesia próprios.
  • O que fica de fora: exames, medicação, produtos de recuperação, eventual acompanhante e afastamento do trabalho.

Um orçamento que responde a essas sete perguntas por escrito é, por si só, um sinal de qualidade da estrutura — independentemente do valor que traga.

Plano de saúde cobre? A resposta depende do que a pálpebra está fazendo

A blefaroplastia com finalidade estética não é coberta por plano de saúde — isso é regra, não exceção pontual. Existe, porém, a indicação funcional: quando o excesso de pele da pálpebra superior é volumoso a ponto de obstruir o campo visual, o procedimento tem caráter reparador e a cobertura pode ser analisada pela operadora. Essa análise costuma exigir documentação objetiva — avaliação oftalmológica, campimetria e fotografias padronizadas —, e a decisão é sempre da operadora, caso a caso. Duas ressalvas práticas: a autorização, quando ocorre, costuma alcançar a pálpebra superior e não a inferior; e a parte estética associada, se houver, permanece particular. Consultar a operadora antes de montar o planejamento financeiro evita retrabalho.

O custo que não aparece no orçamento: tempo

Há um item que nenhuma tabela lista e que costuma pesar mais do que a diferença entre dois orçamentos: o tempo de recuperação. Os primeiros dias concentram edema e equimose na região palpebral, e a exposição social é limitada nesse período. A retirada dos pontos acontece na primeira semana; os retornos seguintes se distribuem ao longo dos três primeiros meses, e a avaliação do resultado definitivo é feita ao longo do primeiro ano, conforme a cicatriz amadurece. Quem opera sem reservar essa agenda — véspera de viagem, de casamento, de temporada de trabalho intensa — transforma um pós-operatório normal em um problema. Planejar a data com folga é parte do custo real da decisão, e é gratuito.

Blefaroplastia com o Dr. Thiago Perfeito: agenda cirúrgica e como avaliar

A blefaroplastia é procedimento cirúrgico de alta satisfação quando indicação e técnica são precisas — e a literatura sustenta essa leitura com dados, não com impressão. Revisão sistemática e meta-análise de 12 ensaios clínicos randomizados (450 pacientes) sobre blefaroplastia superior mostrou redução significativa dos sintomas de olho seco no pós-operatório em relação ao pré-operatório (OR 0,22; IC95% 0,13–0,36) e apontou que técnicas poupadoras de músculo reduzem a incidência de lagoftalmo, mantendo alta satisfação do paciente.1

Em coorte prospectiva multicêntrica com 2.134 pacientes acompanhados em oito clínicas, as melhoras em satisfação com a aparência, bem-estar psicológico e percepção da própria idade já apareceram aos seis meses e permaneceram estáveis até doze meses — os pacientes relataram parecer, em média, 3,3 anos mais jovens.2

Esse dado tem consequência direta sobre orçamento: o retorno da blefaroplastia se mede em anos, não em meses, o que muda a conta quando ela é comparada com procedimentos de manutenção periódica. E há um segundo achado que desmonta a ideia de "técnica premium": revisão sistemática que reuniu 20 estudos e comparou seis modalidades diferentes de blefaroplastia superior não encontrou diferença estatisticamente significativa entre elas nos desfechos oculares medidos, com poucas complicações relatadas e pacientes satisfeitos com o resultado estético.3 Traduzindo para a decisão de compra: técnica não é degrau de preço, é indicação anatômica. Orçamento que cobra mais por uma nomenclatura de técnica, sem justificar por que aquela anatomia pede aquele gesto, está vendendo rótulo.

Na avaliação clínica, o primeiro ponto examinado é a relação entre o excesso de pele, a projeção das bolsas de gordura e a posição da sobrancelha — porque a pálpebra pesada muitas vezes é consequência de uma sobrancelha que desceu, e operar apenas a pálpebra nesses casos frustra o resultado. É também a origem de uma dúvida frequente na busca por preço: blefaroplastia e lifting de supercílios não são o mesmo procedimento. A primeira trata a pálpebra; o segundo — que inclui a técnica de Castañares e o lifting endoscópico frontal, com faixa de mercado de R$ 25.000 a R$ 75.000 — reposiciona a sobrancelha. Confundir os dois custa duas vezes: paga-se por uma cirurgia que não corrige a causa e, se houver ressecção cutânea excessiva, a correção posterior fica mais difícil. O passo anterior a qualquer orçamento é separar o que é de fato indicação cirúrgica do que se resolve com abordagem não cirúrgica, e só então dimensionar a técnica para cada anatomia.

O Dr. Thiago Perfeito conduz atualmente formação cirúrgica avançada e passará a realizar a blefaroplastia a partir do fim de 2027. Até lá, a agenda cirúrgica de pálpebra não está aberta, e esta página é informativa: o que já pode ser feito é a avaliação e o planejamento pré-operatório — com tempo para os exames, discussão da técnica mais indicada para a anatomia individual, definição do que é cirúrgico e do que não é, e organização do calendário. Ao escolher o cirurgião, verifique sempre o registro ativo do médico em cfm.org.br.

Avaliações são realizadas na clínica INTI, no Deck Brasil, Lago Sul, Brasília. O primeiro passo é a consulta: sem orçamento por WhatsApp, sem comprometimento antes do exame presencial.

Dr. Thiago Perfeito — médico responsável

Dr. Thiago Perfeito

CRM-DF 23199 · Medicina Estética e Regenerativa

Médico com mais de 10 anos de prática em medicina estética e regenerativa. Mestre em Medicina Estética (2024). Formação internacional em Harvard Medical School e Mayo Clinic. Membro da ASLMS, A4M, AMS e NYAS. Atendimento em Brasília, Lago Sul.

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Perguntas frequentes sobre Blefaroplastia

  • Qual a faixa de preço da blefaroplastia em Brasília?

    Em Brasília, a blefaroplastia custa entre R$ 15.000 e R$ 50.000 por procedimento, dependendo da extensão (superior, inferior ou bilateral combinada), da técnica cirúrgica (incisão clássica versus transconjuntival), da infraestrutura (hospital-dia ou clínica com sala acreditada) e da complexidade anatômica do caso. O valor definitivo é definido após avaliação clínica presencial.

  • Pálpebra superior é mais barata do que inferior?

    Em geral, sim. A blefaroplastia superior isolada é tecnicamente mais direta e tende a ocupar menos tempo cirúrgico. A inferior, especialmente pela via transconjuntival com redistribuição de gordura orbitária, é mais complexa. A combinação superior e inferior bilateral representa o maior investimento dentro da faixa.

  • O valor do anestesiologista está incluído no orçamento?

    Depende do cirurgião e da estrutura. Em clínicas com sala cirúrgica acreditada, o anestesiologista costuma ter honorário separado. Em alguns pacotes hospitalares, o custo já está consolidado. Confirmar no momento do orçamento quais profissionais e serviços estão incluídos — sala, anestesia, material e acompanhamento pós-operatório.

  • Há despesas adicionais além do investimento cirúrgico?

    Sim. Exames pré-operatórios (laboratoriais e cardiológicos), medicação pós-operatória, produtos de skincare de recuperação e eventuais retoques tardios são itens separados do orçamento cirúrgico principal. Para pacientes acima de 50 anos, a bateria de exames tende a ser mais extensa.

  • Posso parcelar a blefaroplastia?

    Sim. A maioria dos consultórios e clínicas aceita parcelamento em cartão de crédito. Condições variam conforme o prestador. Esse ponto deve ser tratado diretamente na consulta de avaliação, onde o orçamento individualizado é elaborado.

  • Quanto custa só a blefaroplastia da pálpebra superior?

    As referências de mercado disponíveis para Brasília não separam a pálpebra superior bilateral da inferior bilateral nem da via transconjuntival: as três aparecem na mesma faixa de R$ 15.000 a R$ 50.000. O que muda entre elas não é a faixa, e sim a posição dentro dela. A pálpebra superior isolada costuma se aproximar do piso porque é a configuração de menor tempo cirúrgico e, em muitos casos, dispensa sedação; a combinação superior e inferior no mesmo tempo cirúrgico ocupa a parte alta da faixa. Quem pesquisa apenas o piso costuma comparar uma superior isolada com uma cirurgia combinada, que são procedimentos diferentes.

  • A blefaroplastia transconjuntival é mais cara?

    Não necessariamente. A via transconjuntival aparece na mesma faixa de mercado das demais — R$ 15.000 a R$ 50.000 — e não é uma categoria de preço, é uma indicação anatômica. Ela trata a bolsa de gordura da pálpebra inferior por dentro da conjuntiva, sem incisão externa, e é indicada quando há projeção de gordura sem excesso relevante de pele. Quando também existe pele sobrando, a via transconjuntival isolada não resolve, e o planejamento passa a envolver outro gesto cirúrgico. Escolher a técnica pelo preço, e não pela anatomia, é o erro mais caro dessa decisão.

  • Plano de saúde cobre a blefaroplastia?

    A blefaroplastia com finalidade estética não é coberta por plano de saúde. Já a indicação funcional — quando o excesso de pele da pálpebra superior é volumoso a ponto de obstruir o campo visual, quadro documentado em avaliação oftalmológica com campimetria e fotografias — pode ser analisada pela operadora como procedimento reparador. A avaliação e a autorização são da operadora, caso a caso, e devem ser consultadas diretamente com ela antes de qualquer planejamento financeiro. Mesmo quando há cobertura, ela costuma alcançar a pálpebra superior, não a inferior nem gestos estéticos associados.

  • Qual a diferença entre blefaroplastia e lifting de supercílios?

    A blefaroplastia trata a pele e a gordura da própria pálpebra. O lifting de supercílios — incluindo a técnica de Castañares e o lifting endoscópico frontal, cuja faixa de mercado é de R$ 25.000 a R$ 75.000 — reposiciona a sobrancelha, que é a estrutura acima dela. A confusão importa porque uma parte relevante das pálpebras que parecem pesadas está pesada por queda da sobrancelha, não por excesso de pele palpebral. Operar apenas a pálpebra nesses casos consome orçamento sem entregar o resultado esperado, e o excesso de ressecção cutânea pode inclusive dificultar uma correção posterior.

  • Por que não recebo o valor da blefaroplastia por WhatsApp?

    Porque não existe um valor único de blefaroplastia a ser informado. O orçamento depende de quantas pálpebras entram, de qual técnica a anatomia pede, do tipo de anestesia indicado pelo risco clínico e da estrutura onde a cirurgia será feita — variáveis que só se definem com exame presencial das pálpebras, da posição da sobrancelha, do tônus palpebral e do histórico de saúde. Número informado por mensagem, antes do exame, é chute que costuma ser corrigido depois.

Referências bibliográficas

  1. Todorov D, Mitchell S, Al-Hashimi M, et al. Functional and Aesthetic Outcomes After Upper Blepharoplasty: A Systematic Review and Meta-analysis of Randomized Control Trials. Aesthetic Surgery Journal. 2025;45(6):554-562. PMID 40152471.
  2. Domela Nieuwenhuis I, Luong KP, Vissers LCM, et al. Assessment of Patient Satisfaction With Appearance, Psychological Well-being, and Aging Appraisal After Upper Blepharoplasty: A Multicenter Prospective Cohort Study. Aesthetic Surgery Journal. 2022;42(4):340-348. PMID 34791033.
  3. Rodrigues C, Carvalho F, Marques M. Upper Eyelid Blepharoplasty: Surgical Techniques and Results — Systematic Review and Meta-analysis. Aesthetic Plastic Surgery. 2023;47(5):1870-1883. PMID 37430010.
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Consulta presencial com avaliação anatômica palpebral, definição da técnica e planejamento cirúrgico. O Dr. Thiago passará a realizar a blefaroplastia a partir do fim de 2027 — a avaliação e o planejamento já podem ser conduzidos.