Cirurgia do corpo · Guia do paciente

Mastopexia em Brasília: como é o lifting de mama, com e sem prótese

A mastopexia reposiciona a mama caída, mas não aumenta o volume. Veja, com a fonte de cada número, a cirurgia com e sem prótese, a cicatriz, a recuperação e os riscos, e o que o Dr. Thiago Perfeito faz: avalia o caso e indica um colega cirurgião plástico.

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Mastopexia: o que é o lifting de mama e para quem serve

A mastopexia é o lifting de mama: a cirurgia que reposiciona a mama que caiu e pode reduzir a aréola alargada. Ela não aumenta a mama; o lifting sozinho não muda o tamanho, segundo a Cleveland Clinic. Pode ser feita sem prótese ou com prótese no mesmo ato.

O Dr. Thiago Perfeito (CRM-DF 23199, clínica INTI, Lago Sul, Brasília) não realiza essa cirurgia. Ele avalia o caso e indica um colega cirurgião plástico. Na clínica, ele realiza o tratamento não cirúrgico e as cirurgias da face. Para a mama que caiu, o tratamento não cirúrgico quase não tem papel, como a seção 7 detalha.

Cirurgia do corpo · indicação do Dr. Thiago

O Dr. Thiago Perfeito não realiza mastopexia (lifting de mama). Para essa cirurgia, ele indica o colega Dr. Alberto Benedik, cirurgião plástico, em Brasília. A mensagem abaixo já avisa que você chegou por indicação dele.

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Esta página reúne o que fontes institucionais e estudos publicados dizem sobre a mastopexia: o que ela corrige, o que muda com e sem prótese, as cicatrizes, a recuperação, a amamentação e os riscos. Cada número vem com a fonte na mesma frase. Quando as fontes divergem, a página mostra a faixa. O valor da cirurgia não aparece aqui: ele é definido pelo cirurgião que executa, depois da avaliação.

Sala de espera da clínica INTI, no Lago Sul, em Brasília
Clínica INTI, Lago Sul, Brasília.

O que a mastopexia corrige, o que não corrige e o que muda com ou sem prótese

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a mama cai por causa de gravidez, amamentação, oscilações de peso e gravidade. A associação britânica de cirurgiões plásticos estéticos (BAAPS) explica o mecanismo: a mama se esgarça pelo esticamento da pele e dos ligamentos, e não é possível recriar o suporte fibroso da mama. A mesma fonte diz que os melhores resultados aparecem em mamas pequenas e caídas e que o efeito pode durar menos em mamas pesadas.

A mastopexia mexe na posição, e não no volume. Para aumentar a plenitude acima do mamilo, a BAAPS diz que o implante é o único caminho que faz diferença importante, mas que o peso dele pode fazer a mama cair de novo com o tempo. Por isso existe a combinação, que a tabela compara com a mastopexia sem implante. Os números vêm de revisões diferentes, com tempos de acompanhamento e definições distintas, e não devem ser lidos como uma disputa direta.

VariaçãoO que a revisão reuniuTaxa de complicação
Mastopexia sem implante34 estudos de 1980 a 2016, com 1.888 pacientes110,4% no conjunto
Mastopexia com prótese no mesmo ato23 estudos, com 4.856 casos; seguimento médio de 16 a 173 semanas, a maioria com menos de 1 ano213,1% no conjunto; reoperação em 10,7%

O seguimento curto da segunda revisão é um limite importante, porque o resultado de uma cirurgia de mama se avalia em anos. A BAAPS cita ainda uma alternativa simples e sem cirurgia para quem busca apenas aparência de maior plenitude: o sutiã com enchimento.

Quem é candidata e quando adiar a mastopexia

Segundo a Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (ASPS), a candidata é saudável, tem peso estável, não fuma e apresenta sinais de queda da mama:

  • mamilos abaixo do sulco da mama quando a mama está sem suporte;
  • mamas alongadas;
  • aréolas alargadas;
  • assimetria.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica cita os mesmos critérios de saúde, peso estável e posição dos mamilos abaixo do sulco.

O momento da cirurgia importa para quem pretende ter filhos. A BAAPS diz que a gravidez estica a mama e que a maioria dos cirurgiões adia a cirurgia por 6 a 12 meses depois de a amamentação terminar. A Mayo Clinic fala em cerca de 6 meses a 1 ano depois de parar de amamentar e acrescenta que, para quem planeja engravidar, a cirurgia pode esperar. Como o peso estável está entre os critérios dessas duas fontes, quem está com o peso oscilando deve discutir o momento da cirurgia com o cirurgião.

Como é a cirurgia e como ficam as cicatrizes

Segundo a Mayo Clinic, a mastopexia leva cerca de 2 horas e, em geral, a paciente volta para casa no mesmo dia. A anestesia pode ser local com sedação ou geral. A Cleveland Clinic fala em uma a duas horas, em centro cirúrgico ou hospital.

Cicatrizes

Toda mastopexia deixa cicatriz. Em uma revisão de 34 estudos sobre mastopexia sem implante, as complicações ligadas à cicatriz (hipertrófica ou inestética) apareceram em 3% das pacientes. Segundo a Mayo Clinic, as cicatrizes amolecem em 1 a 2 anos, e a BAAPS diz que elas empalidecem em 12 a 18 meses. A Cleveland Clinic observa que as incisões podem levar vários meses para cicatrizar por completo.

O desenho da incisão é decidido pelo cirurgião que executa, depois do exame. As fontes lidas para esta página não comparam os desenhos de cicatriz, por isso a página não afirma qual é melhor. Pergunte, na consulta, onde ficará a cicatriz no seu caso e como o cirurgião a posicionaria.

Recepção da clínica INTI, no Lago Sul, em Brasília
Clínica INTI, Lago Sul, Brasília.

Recuperação: prazos realistas

Os prazos abaixo vêm de instituições diferentes e podem divergir. O cirurgião que executa a operação ajusta cada etapa ao caso.

EtapaPrazoFonte
Inchaço e hematomasCerca de 2 semanasMayo Clinic; Cleveland Clinic
Drenos, quando usadosRetirados em poucos diasCleveland Clinic
Retirada dos pontos1 a 2 semanasMayo Clinic
Sutiã cirúrgico24 horas por dia por 3 a 4 dias; depois sutiã macio por 3 a 4 semanasMayo Clinic
Trabalho de mesa e caminhadaCerca de 1 semana, para muitas mulheresCleveland Clinic
Dormência de mamilos e aréolasCerca de 6 semanasMayo Clinic
Forma da mama se assentandoNos meses seguintesMayo Clinic
CicatrizesAmolecem em 1 a 2 anos (Mayo Clinic) e empalidecem em 12 a 18 meses (BAAPS)Mayo Clinic; BAAPS

A Cleveland Clinic menciona ainda que pode haver a orientação de não levantar os braços acima da cabeça. Os prazos para dormir de lado, dirigir e voltar a se exercitar variam conforme o cirurgião, e as fontes lidas não trazem um número para eles.

Riscos e complicações da mastopexia

Segundo a Mayo Clinic, os riscos incluem cicatrizes, alteração de sensibilidade, dificuldade para amamentar, sangramento, infecção e reação à anestesia. A perda do suprimento de sangue do mamilo é descrita como rara. A seguir, o que os estudos acrescentam.

Mastopexia sem implante

Na revisão de 34 estudos e 1.888 pacientes, as complicações mais frequentes foram as ligadas à cicatriz (3%) e ao complexo areolopapilar (2,9%), que inclui distorção, assimetria e redução de sensibilidade. A forma insatisfatória da mama apareceu em 1,3% das pacientes. Os autores concluem que há alta satisfação, mas que as questões de cicatriz, assimetria e possível recidiva da queda devem constar da informação dada às pacientes. A revisão não traz a taxa de recidiva da queda, e os estudos incluídos são heterogêneos e vão até 2016.

Mastopexia com prótese no mesmo ato

Na revisão de 23 estudos, a queda que volta foi a complicação mais comum, em 5,2%, seguida de cicatriz ruim (3,7%), contratura capsular (3,0%) e assimetria de tecido (2,9%). Infecção, hematoma e seroma ficaram abaixo de 2% cada. Com seleção cuidadosa das pacientes, os autores consideram as taxas aceitáveis, mas a heterogeneidade entre os estudos é alta e só três estudos mediram satisfação. A FDA, citada pela Mayo Clinic, indica exames de imagem para rastrear ruptura de implante de silicone, o que se aplica a quem faz a combinação; a página sobre prótese de silicone detalha o tema.

Cirurgias combinadas e o risco total

Uma coorte prospectiva de cirurgia estética de mama, com 73.608 casos, registrou complicações maiores (reoperação, reinternação ou pronto-socorro em 30 dias) em 1,46% dos casos, com hematoma (0,99%) e infecção (0,25%) como as mais comuns. A combinação de aumento com mastopexia teve risco maior que cada procedimento isolado, sobretudo de infecção, e a abdominoplastia associada a qualquer cirurgia de mama aumentou as complicações maiores3. O resumo não traz a taxa de complicação da mastopexia isolada. Para quem pensa na combinação com o abdome, a página de mommy makeover trata do tema.

O que o tratamento não cirúrgico consegue e o que não consegue

A queda da mama vem do esticamento da pele e dos ligamentos, e a tecnologia com energia não a levantou nos trabalhos analisados; esta página também não afirma efeito de bioestimulador sobre a mama. Uma revisão sistemática publicada em 2026, de autor único, procurou publicações sobre alternativas com radiofrequência e com plasma de hélio à mastopexia e encontrou apenas 3 publicações. Todas relataram alta satisfação e nenhuma complicação, mas o autor aponta forte viés comercial nesses trabalhos. Nas medições dele em fotos pareadas, a distância entre a fúrcula e o mamilo diminuiu em média 2 mm de cada lado, e nenhuma dessas diferenças foi significativa. A conclusão do autor foi que as alternativas com energia são ineficazes e que a cirurgia continua sendo o padrão para a queda da mama. É uma revisão de autor único, com nível de evidência IV; ela vale para os métodos que analisou, e não para todo aparelho4.

Para bioestimuladores, as fontes lidas não trazem estudo em mama, por isso esta página não afirma nenhum efeito sobre ela. O que a clínica oferece para flacidez de pele em outras regiões do corpo está descrito nas páginas abaixo:

A avaliação presencial separa o que é queixa de pele, que o tratamento não cirúrgico trata, do que é queixa de posição da mama, que é cirúrgica. Para pós-bariátrica, veja cirurgia plástica pós-bariátrica. Para aumentar a mama, veja prótese de silicone, e para reduzi-la, a mamoplastia redutora.

Como escolher o cirurgião e o que perguntar na consulta

Antes de marcar a cirurgia, confirme o registro do médico: o CRM ativo pode ser verificado em cfm.org.br. Em seguida, leve estas perguntas para a consulta com o cirurgião que vai operar:

  • Onde a cirurgia será feita e qual é a estrutura para uma intercorrência?
  • Quem faz a anestesia e de que tipo ela será?
  • Onde ficará a cicatriz e como o cirurgião a posicionaria?
  • No meu caso, a mastopexia será com ou sem prótese, e por quê?
  • Qual a chance de a queda voltar e o que se faz se isso acontecer?
  • Qual o efeito esperado sobre a sensibilidade do mamilo e a amamentação?
  • Há termo de consentimento por escrito, com os riscos descritos?

Essas perguntas não substituem a conversa com o cirurgião, mas ajudam a comparar propostas em bases iguais. O valor da cirurgia é definido pelo cirurgião que executa, depois da avaliação.

Cirurgia do corpo · indicação do Dr. Thiago

O Dr. Thiago Perfeito não realiza mastopexia (lifting de mama). Para essa cirurgia, ele indica o colega Dr. Alberto Benedik, cirurgião plástico, em Brasília. A mensagem abaixo já avisa que você chegou por indicação dele.

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Perguntas frequentes sobre mastopexia

  • Mastopexia com prótese ou sem prótese: qual a diferença?

    A mastopexia reposiciona a mama e, sozinha, não muda o tamanho (Cleveland Clinic). A prótese acrescenta volume: a BAAPS diz que o implante é o único caminho que aumenta de forma importante a plenitude acima do mamilo, mas que o peso dele pode fazer a mama cair de novo. Nas revisões, a complicação total foi de 10,4% sem implante e 13,1% com prótese no mesmo ato, com reoperação em 10,7% na combinação; os estudos são diferentes e não se comparam diretamente.

  • Qual o tempo de recuperação e de repouso da mastopexia?

    Segundo a Mayo Clinic, inchaço e hematomas duram cerca de 2 semanas, os pontos saem em 1 a 2 semanas e a forma da mama se assenta nos meses seguintes. A Cleveland Clinic cita cerca de 1 semana para trabalho de mesa e caminhada. As fontes lidas não trazem prazo para dirigir ou dormir de lado: isso o cirurgião define.

  • A mastopexia dói? Por quantos dias?

    A Cleveland Clinic descreve desconforto, inchaço e hematomas por cerca de 2 semanas. A Mayo Clinic fala em mama inchada e com hematomas por cerca de 2 semanas e em dormência de mamilos e aréolas por cerca de 6 semanas. O controle da dor é definido pelo cirurgião.

  • Posso amamentar depois da mastopexia?

    Segundo a Mayo Clinic, amamentar em geral é possível, mas pode haver pouco leite. A Cleveland Clinic lista como risco a incapacidade de amamentar no futuro, e a BAAPS diz que, raramente, a redução da sensibilidade pode causar problemas na amamentação. Para quem planeja filhos, a BAAPS diz que a maioria dos cirurgiões espera 6 a 12 meses depois do fim da amamentação para operar.

  • Como fica a cicatriz da mastopexia?

    Toda mastopexia deixa cicatriz. Segundo a Mayo Clinic, as cicatrizes amolecem em 1 a 2 anos, e a BAAPS fala em 12 a 18 meses para empalidecerem. Em uma revisão de mastopexia sem implante, as complicações ligadas à cicatriz ocorreram em 3% das pacientes. O desenho da incisão é decidido pelo cirurgião.

  • A mastopexia pode dar embolia pulmonar ou matar?

    As fontes lidas listam sangramento, infecção e reação à anestesia como riscos (Mayo Clinic). Numa coorte de 73.608 cirurgias estéticas de mama, 1,46% tiveram complicação maior em 30 dias, sobretudo hematoma e infecção. Essas fontes não trazem a taxa de embolia pulmonar nem de óbito na mastopexia, por isso a página não cita um número; a pergunta deve ser levada ao cirurgião e à equipe de anestesia.

  • O que fazer com a mama caída depois de amamentar?

    A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica cita a amamentação entre as causas de queda da mama. Segundo a Mayo Clinic, os cirurgiões esperam cerca de 6 meses a 1 ano depois de a amamentação terminar para operar. Nas fontes lidas, o único tratamento que levanta a mama é a cirurgia; um sutiã com enchimento é a alternativa simples sem cirurgia (BAAPS).

  • O Dr. Thiago Perfeito faz mastopexia?

    Não. Ele não realiza cirurgia do corpo; avalia o caso e indica um colega cirurgião plástico. Na clínica ele realiza o tratamento não cirúrgico da flacidez e as cirurgias da face.

Referências bibliográficas

  1. di Summa PG, Oranges CM, Watfa W et al. Systematic review of outcomes and complications in nonimplant-based mastopexy surgery. J Plast Reconstr Aesthet Surg. 2019;72(2):243-272. PMID: 30527707 · doi:10.1016/j.bjps.2018.10.018
  2. Khavanin N, Jordan SW, Rambachan A et al. A systematic review of single-stage augmentation-mastopexy. Plast Reconstr Surg. 2014;134(5):922-931. PMID: 25347628 · doi:10.1097/PRS.0000000000000582
  3. Gupta V, Yeslev M, Winocour J et al. Aesthetic Breast Surgery and Concomitant Procedures: Incidence and Risk Factors for Major Complications in 73,608 Cases. Aesthet Surg J. 2017;37(5):515-527. PMID: 28333172 · doi:10.1093/asj/sjw238
  4. Swanson E. A Systematic Review of Radiofrequency and Helium Plasma Radiofrequency Alternatives to Mastopexy. Aesthetic Plast Surg. 2026;50(3):1109-1117. PMID: 41053477 · doi:10.1007/s00266-025-05295-9

Conteúdo revisado por Dr. Thiago Perfeito — Medicina Estética e Regenerativa, CRM-DF 23199. Revisado em . Atualizado em .

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