Bioestimulador e ultrassom: o que diz a ciência — parte 2
Sobre este vídeo
O Dr. Thiago responde à dúvida se fios, ultrassom microfocado e bioestimuladores de colágeno funcionam, defendendo que a resposta vem da evidência científica. Ele apresenta cinco fatores usados para avaliar esses tratamentos — neocolagênese, proliferação celular, fatores de crescimento, formação de vasos e dinâmica vascular da pele. Em seguida, cita o volume de estudos sobre a hidroxiapatita de cálcio, o ácido poli-L-láctico e o ultrassom microfocado na melhora da flacidez.
- A eficácia de bioestimuladores pode ser avaliada por cinco fatores: neocolagênese, proliferação celular, fatores de crescimento, angiogênese e dinâmica vascular da pele.
- Hidroxiapatita de cálcio (Radiesse) e ácido poli-L-láctico são bioestimuladores com décadas de uso e literatura científica.
- Novas gerações de aparelhos fazem parte da evolução tecnológica, não são só novidade de mercado.
- Uma revisão sistemática sobre ultrassom microfocado mostrou melhora da flacidez no curto, médio e longo prazo.
Transcrição
Fios de PDO. Fios de tração. Ultrassom microfocado. Bioestimulador de colágeno. Será mesmo que você está jogando seu dinheiro no lixo? Bioestimulador não encolhe a pele? Repete comigo: ciência não é mantra, é evidência.
A gente pode avaliar cinco fatores importantes para poder classificar se eles fazem diferença ou não. Neocolagênese, que é a formação de um novo colágeno. Proliferação celular, que é muito importante para a produção do colágeno e o rejuvenescimento da pele. O aumento dos fatores de crescimento, que a gente chama de growth factor. Angiogênese, que é a formação de vasos sanguíneos no local. E toda a dinâmica vascular da pele.
A gente pesquisa no banco de dados de estudos internacional. Com uma revisão sistemática dos dados, você consegue encontrar mais de 2.900 estudos citando vários dos bioestimuladores de colágeno aumentando esses cinco fatores. Você consegue encontrar a hidroxiapatita de cálcio, que é um dos bioestimuladores de colágeno, um dos vários, citada em mais de 2.900 artigos, conseguindo criar esses cinco fatores que eu acabei de falar para vocês.
O Radiesse, por exemplo, que é um bioestimulador à base de hidroxiapatita de cálcio, já tem mais de 20 anos e já tem mais de 15 milhões de seringas vendidas e usadas no mundo todo. O à base de ácido poli-L-láctico tem mais de 25 anos, mais de 450 artigos científicos comprovando a eficácia e estudando a sua eficácia, e mais de 11 milhões de tratamentos vendidos só nos Estados Unidos.
Ultrassom microfocado é só mais uma máquina nova por ano? Peraí, evolução tecnológica é assim mesmo. Afinal, o iPhone sai um por ano. Cada avanço traz resultados melhores que os anteriores. Agora imagina se, com a tecnologia, a gente tivesse parado no tempo e não aceitasse nada de novo que surge. A gente estaria na máquina de fax até hoje.
E, para avaliar a eficácia do ultrassom microfocado, se a gente pesquisar nas maiores databases de estudo científico do mundo, desde revisão sistemática, técnicas específicas, clinical trials, estudos de meta-análise, a gente analisa uma revisão sistemática de mais de 128 estudos, ou seja, analisando outros estudos já publicados, e a gente consegue ver que o ultrassom microfocado teve melhora tanto no curto, no médio como no longo prazo na melhora da flacidez da pele. Ciência é ciência, e resultados reais não são a opinião de uma só pessoa.
Para ler com calma
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