O futuro da medicina estética — parte 1
Sobre este vídeo
O Dr. Thiago explica a evolução da medicina estética: primeiro a toxina botulínica, depois os preenchedores de ácido hialurônico, em seguida os bioestimuladores de colágeno e, por último, a medicina regenerativa. Ele conta que, há anos, já esperava que o futuro fosse um preenchedor ou bioestimulador autólogo, vindo do próprio paciente, e que esse futuro chegou com a medicina regenerativa.
- A toxina botulínica foi a primeira a tratar rugas dinâmicas e estáticas sem cirurgia
- Os preenchedores de ácido hialurônico passaram a reposicionar estruturas e devolver volume
- Os bioestimuladores (hidroxiapatita de cálcio e ácido poli-L-láctico) estimulam o colágeno natural
- A medicina regenerativa aposta em tratamentos autólogos, vindos do próprio paciente
Transcrição
Para onde vai o futuro da medicina estética? Primeiro a toxina botulínica, depois os preenchimentos à base de ácido hialurônico, depois os bioestimuladores e, por último, a medicina regenerativa ou a regeneração celular. Se você acompanha a estética há algum tempo, deve ter visto como as coisas evoluem rápido, e isso pode acabar gerando confusão em algumas pessoas.
O primeiro a surgir foi a toxina botulínica, com a qual a gente, pela primeira vez, começou a conseguir melhorar as rugas dinâmicas e estáticas sem precisar de fato de uma cirurgia estética. Depois vieram os preenchedores, principalmente à base de ácido hialurônico, com os quais a gente conseguia reposicionar algumas estruturas do rosto e devolver volume perdido em algumas regiões, rejuvenescendo o rosto como um todo.
Depois vieram os bioestimuladores de colágeno, principalmente hidroxiapatita de cálcio e ácido poli-L-láctico, com os quais a gente conseguia — e ainda consegue — melhorar a produção de colágeno natural do rosto e, com isso, melhorar rugas finas, flacidez e dar um efeito lifting no rosto.
Mas, quando me perguntavam em aulas, há 5 ou 7 anos, para onde eu achava que iria o futuro da medicina estética, eu sempre achava que iria para um preenchedor ou bioestimulador que viesse do próprio paciente, que a gente chama de algo autólogo. E agora esse futuro chegou com o nome de medicina estética regenerativa ou medicina regenerativa, [trecho inaudível].
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