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Marcação do lifting facial: vetores e planos profundos

Dr. Thiago Perfeito · CRM-DF 23199 · publicado em · 42 s

Sobre este vídeo

O Dr. Thiago explica a lógica da marcação para reposicionar o volume do meio da face: o envelhecimento envolve ptose dos compartimentos de gordura malares e perda de suporte ligamentar, o que aprofunda o sulco nasogeniano e reduz a projeção malar. A marcação segue o vetor superolateral e prioriza repor volume na origem, em planos profundos, em vez de tratar o sulco diretamente.

Transcrição

[trecho inaudível] médio da face, a marcação segue vetores de reposicionamento dos compartimentos profundos. O envelhecimento envolve ptose dos fat pads malares, principalmente o deep medial cheek fat e o SOOF (suborbicularis oculi fat), associados à perda de suporte ligamentar, especialmente dos ligamentos zigomáticos e orbitomalar. Essa combinação leva à inferiorização do volume, ao aprofundamento do sulco nasogeniano e à perda de projeção malar.

A linha A acompanha o vetor superolateral, que corresponde à direção de tração fisiológica dessas estruturas. O objetivo não é tratar diretamente o sulco, mas reposicionar volume na origem, restaurando suporte no plano profundo. Na prática, isso direciona a aplicação para planos como o supraperiosteal ou os deep fat compartments, evitando excesso no subcutâneo superficial.

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