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Qual o melhor tratamento para olheiras? Os 4 tipos

Dr. Thiago Perfeito · CRM-DF 23199 · publicado em · 3 min 14 s

Sobre este vídeo

O Dr. Thiago explica os quatro tipos de olheira — pigmentada, vascular, estrutural e por flacidez —, além da olheira combinada, e que cada um pede um tratamento diferente. Ele cita lasers, peelings e clareadores para a pigmentada, tecnologias de estímulo de colágeno para a flacidez e preenchedores ou nanofat para a perda de volume. Alerta que repor volume quando há muita flacidez pode piorar o aspecto da bolsa, e que nesse caso a flacidez deve ser tratada primeiro.

Transcrição

Existem vários tipos de olheira: pigmentada, vascular, estrutural e por flacidez. E cada tipo de olheira tem um tratamento diferente também. A olheira pigmentada, por exemplo, se for um excesso de melanina, a gente tem que tratar de uma forma. Se for uma olheira vascular — às vezes é uma transparência vascular ou excesso de vasos sanguíneos nessa região —, a gente trata de outra forma.

A olheira estrutural, às vezes, é uma perda de volume na goteira lacrimal. Com ácido hialurônico, ou preenchimento, ou outros preenchedores mais específicos para essa região. E, por último, a gente tem também a olheira por flacidez, porque a pele da pálpebra inferior e superior também é uma das mais finas do corpo. E a gente perde colágeno e, às vezes, a pele vai dando aquelas linhas finas e flacidez nessa região. E tem outros tratamentos que a gente pode fazer também para poder melhorar esse tipo de olheira.

Além disso, também existe a olheira combinada, que são mais de um, mais de dois fatores ao mesmo tempo. [trecho inaudível] E com alguns produtos que a gente consegue passar para o paciente usar em casa.

Para a olheira pigmentada, a gente tem vários tratamentos: desde laser para tratar a melanina, laser com foco na olheira mais azulada, que às vezes é a hemossiderina, um outro tipo de pigmento. E a gente tem também peelings e outros tipos de clareadores para essa região.

Já para a olheira de flacidez, a gente tem que usar um aparelho que possa aumentar o estímulo de colágeno nessa região. Daí a gente tem vários tratamentos, por exemplo, como Fotona, Ultraformer MPT, o Oligio X, que é uma radiofrequência monopolar. E a gente tem vários tipos de bioestimuladores que a gente pode usar nessa região. Bioestimuladores mais tradicionais, como o Sculptra e o Radiesse, a gente não pode aplicar nessa região.

O efeito do preenchimento tem o seu resultado final depois de uma a duas semanas e tende a durar 12 a 18 meses. E para a gente repor esse volume, não é só com o ácido hialurônico: a gente tem até técnicas mais novas, por exemplo, como o nanofat, com que a gente pode repor o volume dessa região, além de estimular a produção de colágeno.

Eu não indico essa reposição volumétrica quando tem uma flacidez excessiva nessa região, ou seja, muita perda de colágeno. Quando acontece isso, o melhor é a gente tratar essa perda de colágeno primeiro e depois começar a estruturar. Porque o ácido hialurônico ou o próprio nanofat, às vezes, hidratam a região — principalmente o ácido hialurônico, que é muito hidrofílico — e podem puxar muita água para a região e, às vezes, piorar o aspecto da bolsa. Por isso existem muitos pacientes que eu recebo de outros profissionais em que a gente tem que tirar o preenchedor, tratar a flacidez e depois repor a perda de volume.

Então, se você tem olheira ou quer tratar, o mais importante, às vezes, é definir qual é o tipo de olheira com um profissional que tenha conhecimento, que tenha habilidade, em quem você confie, para poder te indicar o melhor tratamento para o seu caso.

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