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O que é o PDRN (DNA do salmão) e como age na pele?

Dr. Thiago Perfeito · CRM-DF 23199 · publicado em · 4 min 42 s

Sobre este vídeo

O Dr. Thiago explica que o PDRN é um ativo biotecnológico derivado do DNA do salmão que age como sinalizador biológico: ativa os fibroblastos e estimula a pele a se regenerar, sem preencher nem paralisar. Ele descreve as indicações (peles finas, sensíveis, opacas, cicatrizes de acne, manchas, linhas finas e pele após lasers ou peelings), as formas de aplicação e como é a sessão. Também explica que o resultado é progressivo e que o protocolo é definido após avaliação individual.

Transcrição

Quando falamos em rejuvenescimento e melhora da qualidade da pele, é importante entender que nem todo tratamento atua apenas na superfície. Alguns atuam em nível celular. [trecho sobre valores omitido na transcrição: os valores vigentes são informados na avaliação] O PDRN, ou polidesoxirribonucleotídeo, é um ativo biotecnológico derivado do DNA do salmão.

[trecho inaudível] anti-inflamatória e reparadora. Do ponto de vista científico, o PDRN atua como um sinalizador biológico. Ele não preenche, não paralisa estruturas. Ele estimula a pele a se regenerar por conta própria.

Quando aplicado na pele, o PDRN ativa os fibroblastos, que são as células responsáveis pela produção de colágeno, elastina e outros componentes da matriz extracelular. Além disso, ele acelera a renovação celular, melhora a microcirculação, reduz processos inflamatórios crônicos [trecho inaudível] que podem ser utilizados ao longo do tempo. O resultado é uma pele mais firme, mais elástica, mais hidratada e biologicamente mais saudável.

Por esse mecanismo, o PDRN é especialmente indicado para peles finas, sensíveis, opacas ou que já apresentam alguns sinais de envelhecimento. Também é muito utilizado no tratamento de cicatrizes de acne, manchas, linhas finas e em peles que passaram por processos inflamatórios repetidos, como lasers, peelings ou agressões solares.

Falando especificamente do tratamento, o PDRN pode ser aplicado por meio de microinjeções superficiais, microinjeções superficiais com agulha fina ou cânula, ou associado a técnicas como microagulhamento. Independente da técnica, o objetivo é o mesmo: levar o ativo até a derme, onde ele consegue ativar os mecanismos naturais de reparo do tecido. Não é um tratamento imediato ou artificial. É um processo biológico progressivo e duradouro.

Entre os principais benefícios clínicos do PDRN, a gente observa um aumento da elasticidade e da firmeza da pele. Tem uma melhora de textura, redução de linhas finas e suavização de cicatrizes de acne. Tem um clareamento progressivo de manchas, uma uniformização mais homogênea do tom da pele. Outro ponto importante: ação calmante e anti-inflamatória, que fortalece a barreira cutânea e melhora a tolerância da pele a outros tratamentos.

O PDRN pode ser utilizado por todos os fototipos, inclusive peles sensíveis e reativas. É indicado para pacientes que desejam melhorar a qualidade global da pele, e não apenas um ponto isolado. Pode ser utilizado tanto na prevenção do envelhecimento como na recuperação da pele após procedimentos mais intensos.

A jornada começa sempre com uma consulta personalizada, e durante a avaliação se analisa o tipo de pele, o grau de envelhecimento, a presença de manchas, cicatrizes, flacidez e sensibilidade. Com base nisso, a gente define se o PDRN vai ser utilizado de forma isolada ou combinado com outras tecnologias, como lasers, microagulhamento e exossomos, para potencializar os resultados.

O procedimento é realizado com anestesia tópica, o que torna o desconforto mínimo, e a sessão dura em média de 30 a 40 minutos. Dependendo da técnica, podem surgir pequenos pontos na pele, leve vermelhidão e um inchaço. Isso costuma regredir depois de 48 horas.

Os resultados são progressivos. Muitos pacientes percebem a melhora do viço, da hidratação e da textura já na primeira sessão. Mas o principal ganho acontece ao longo das semanas, à medida que a pele responde biologicamente ao estímulo regenerativo.

[trecho inaudível] pelo menos 3 dias, utilizar filtro solar com reaplicação adequada e manter uma rotina de hidratação com os produtos indicados. Esses cuidados ajudam a garantir segurança e otimizar o resultado. O número de sessões geralmente varia de 3 a 4 aplicações mensais. Após esse protocolo inicial, a manutenção pode ser feita de forma trimestral ou semestral, dependendo da resposta da pele e dos objetivos do paciente.

[trecho inaudível] técnica utilizada, possíveis associações com outros ativos e tecnologias. De forma geral, o custo fica entre 1.700 e 3.000 por sessão. O plano ideal é sempre definido após essa avaliação individual.

E, para finalizar, o PDRN é um dos pilares da biorregeneração cutânea moderna. Ele não altera traços, não cria volume artificial e melhora a pele de dentro para fora. É um tratamento indicado para quem busca saúde cutânea [trecho inaudível]. Como sempre, o diagnóstico correto e a personalização do protocolo são o que determinam o sucesso do tratamento. Se você quer saber se o PDRN é indicado para o seu caso, a avaliação médica é o primeiro passo.

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