Sulcos faciais: por que não tratar só a linha
Sobre este vídeo
O Dr. Thiago explica que o erro mais comum é tratar o sulco diretamente, quando muitas vezes a alteração principal é a perda de sustentação do terço médio. Ele descreve a ordem do raciocínio: avaliar vetor de queda, suporte malar, transição lateral e, às vezes, a região temporal, e só depois decidir se ainda há indicação de correção direta no sulco.
Transcrição
Nessa região, o erro mais comum é tratar diretamente o sulco. Em muitos casos, a alteração principal está na perda de sustentação do terço médio. Por isso, o primeiro passo é avaliar o vetor de queda, o suporte malar, a transição lateral da face e, em alguns casos, também a região temporal.
Quando a estrutura é reposicionada de forma adequada, já existe melhora da elevação do contorno e da relação entre as subunidades da face. Só depois disso faz sentido definir se ainda há indicação de correção direta no sulco. O raciocínio não é apagar uma linha isolada, e sim tratar a face com lógica anatômica e estrutural.
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