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Tecnologias, bioestimuladores e Botox na prevenção

Dr. Thiago Perfeito · CRM-DF 23199 · publicado em · 2 min 54 s

Sobre este vídeo

O Dr. Thiago comenta a fala de uma entrevistada sobre tecnologias, bioestimuladores e Botox. Ele cita ultrassom microfocado, Fotona, lasers para manchas e radiofrequência monopolar como formas de adiar a cirurgia, os bioestimuladores Sculptra, Radiesse e HarmonyCa, e o caráter preventivo do Botox.

Transcrição

Eu nunca fiz plástica, mas eu amo as tecnologias. Ela comenta que ela nunca fez plástica, mas que ama as tecnologias. E quais tecnologias a gente consegue fazer para melhorar a qualidade da pele, sustentar e adiar a cirurgia? Não necessariamente substituir, mas adiar ela o máximo possível.

A gente tem várias. Por exemplo, desde o som microfocado, que trabalha a parte mais interna da pele. A gente também tem outras tecnologias que trabalham de fora para dentro, por exemplo, como o Fotona, que é o laser de érbio. A gente consegue fazer um rejuvenescimento. A gente tem lasers para tratar as manchas.

E a gente tem também uma nova onda de tecnologias, por exemplo, como as tecnologias baseadas em radiofrequência monopolar, que é o Oligio X, [trecho inaudível]. Então, a gente tem várias tecnologias hoje na medicina estética. E todo ano avança e lançam-se novas tecnologias para poder adiar, postergar a cirurgia. Ou, às vezes, até em algum caso de pacientes que não querem fazer cirurgia, poder ter os melhores resultados possíveis sem ter que partir para a faca.

Colágeno, adoro os bioestimuladores. Ela comenta também do colágeno e que ela adora os bioestimuladores. E o que a gente tem de bioestimulador hoje são o Sculptra, Radiesse, HarmonyCa. São bioestimuladores principalmente à base de hidroxiapatita de cálcio ou de ácido polilático, que a gente coloca na pele para melhorar a qualidade da pele, o viço, a estrutura e sustentar a pele como um todo e o rosto também.

Então, assim, acho que tudo que é para prevenir e para melhorar o viço, a aparência da pele, eu gosto. Aprendi desde cedo por ter começado com a minha imagem muito cedo, desde muito nova. Essa coisa da prevenção, de cuidar. Quando você começa a cuidar mais cedo, no sentido, assim, de forma coerente, de forma coerente com a sua idade e tal, a coisa flui de forma melhor também. Eu faço Botox. Ela fala bastante sobre essa parte de prevenção e depois já cita em seguida o Botox.

Eu acho que é o que a gente faz que tem maior caráter preventivo, porque depois que a gente tem as rugas estáticas formadas na testa, seja aqui nos pés de galinha, na glabela ou na região frontal aqui da testa, é muito mais difícil de tratar. Às vezes o Botox fica limitado. Então, o Botox não é muito bom para quem tem 50, 60 ou 70 anos. Ele é muito bom para quem tem 20, 30 e 40 anos, que ainda está formando as primeiras rugas, e a gente consegue parar no tempo. Não necessariamente ele consegue voltar no tempo, mas ele te congela no tempo nessa região, onde a gente tem 20, 30 e 40 anos.

Então, [trecho inaudível], com o passar do tempo, a gente passa a ter marcas de expressões muito fortes. Há bastante tempo já, eu falei, faço os bioestimuladores, faço tudo, mas eu fui fazendo tudo, quer dizer, eu acho que dentro das necessidades. Isso é muito interessante, fazer de acordo com a necessidade. Não querer transformar o rosto, não querer harmonizar e virar outra pessoa, mas fazer de acordo com o envelhecimento e manter a essência.

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