Preenchimento Labial Natural em Brasília
Lábios com volume, definição e naturalidade: a diferença entre preenchimento bem indicado e resultado evidente está no vetor de aplicação, no produto escolhido e na leitura clínica da proporção individual de cada rosto.
Agendar minha avaliação Agendamento pelo WhatsApp da clínica, no Lago Sul; na avaliação presencial, o Dr. Thiago define volume e produto e fecha o orçamento exato do seu caso.
Resultados — Antes e Depois
Cada caso é individual e os resultados variam de pessoa para pessoa.
O preenchimento labial com ácido hialurônico devolve volume, contorno e hidratação aos lábios em uma sessão de 20 a 40 minutos, com resultado imediato e aspecto natural. Em Brasília, custa entre R$ 1.900 e R$ 2.800 por sessão e dura, em média, de 6 a 12 meses. Em ensaio randomizado com 176 participantes, o preenchimento labial com ácido hialurônico melhorou o volume dos lábios na avaliação de um avaliador cego, com alta satisfação das pacientes, e a vermelhidão e o inchaço se resolveram, na maioria, em até uma semana3. A naturalidade vem do vetor de aplicação e da densidade do gel escolhida para cada tecido — a partir dos 45 anos, volumes de 0,5 a 1 ml por sessão costumam bastar para um lábio mais cheio, definido e hidratado que ninguém identifica como "feito". No consultório do Dr. Thiago Perfeito (CRM-DF 23199), no Lago Sul, o produto, o volume e o número de sessões são definidos na avaliação presencial.
O que é o preenchimento labial e como funciona
Preenchimento labial é o procedimento em que se injeta ácido hialurônico — uma substância presente naturalmente no organismo — nos lábios e na região ao redor deles, para hidratar o vermelhão, redefinir o contorno, repor volume perdido ou suavizar linhas periorais. É um procedimento médico ambulatorial, sem corte e sem internação, com resultado imediato. O gel é metabolizado aos poucos ao longo dos meses e, se for preciso ajustar, pode ser degradado antes disso com a enzima hialuronidase. É essa combinação — resultado na hora, reabsorção gradual e reversibilidade — que faz do ácido hialurônico o preenchedor de escolha para os lábios, ao contrário de materiais permanentes como PMMA, biopolímero ou silicone líquido.
A durabilidade média, de 6 a 12 meses e variável de pessoa para pessoa, e o que define em que ponto dessa faixa cada caso cai estão detalhados em quanto dura o preenchimento labial.
Naturalidade é questão de vetor, não de volume
O resultado que ninguém consegue identificar como "feito" começa antes da agulha: na leitura da anatomia do lábio, na escolha do produto certo para aquela textura de tecido e na decisão sobre qual estrutura precisa de suporte e qual fica como está.
O lábio é uma estrutura de alta complexidade. O vermelhão — a faixa avermelhada visível — tem espessura, curvatura e proporção entre lábio superior e inferior que variam muito entre as pessoas. O filtro (sulco entre o nariz e o arco do Cupido) define a projeção central do lábio superior, e devolver sua definição é um dos ganhos mais elegantes do procedimento. As comissuras — os cantos da boca — respondem bem a uma abordagem técnica específica e, quando reposicionadas, tiram do rosto a expressão cansada em repouso.
O princípio anti-overfilling que orienta a prática clínica do Dr. Thiago Perfeito parte de uma premissa simples: naturalidade não é sinônimo de pouco volume, é sinônimo de vetor correto. Um lábio naturalmente cheio tem projeção anterior suave, vermelhão definido sem eversão e proporção entre superior e inferior respeitada — e isso depende de onde e como o produto é depositado, não apenas de quanto. É assim que se chega ao lábio bonito sem o efeito "boca de pato".
Na prática, três disciplinas garantem esse resultado. A primeira é trabalhar em incrementos pequenos e reavaliar o lábio em movimento — com a paciente falando, sorrindo e projetando os lábios —, porque é na mímica que se confirma a proporção certa. A segunda é depositar o produto no vetor que sustenta a estrutura que está faltando. A terceira é dividir em duas etapas, com algumas semanas de intervalo, sempre que o caso pede mais do que uma seringa comporta com naturalidade. É o que mantém o lábio dentro da proporção do rosto.
Os produtos: ácido hialurônico de primeira linha
Os ácidos hialurônicos para lábio têm características reológicas distintas — viscosidade, coesividade, capacidade de atrair água —, e a escolha certa é parte do resultado. No lábio, a preferência do consultório é por Restylane Lido e Restylane Volyme, da Galderma, com a referência final escolhida na avaliação conforme o perfil de cada paciente: tecidos mais finos pedem produtos de menor viscosidade; lábios com pouca definição de vermelhão respondem melhor a produtos com maior coesividade para sustentar o contorno. A escolha é por indicação, não por marca vencedora — não há relação comercial, patrocínio ou vínculo de consultoria com qualquer fabricante.
Todos os produtos utilizados são registrados na Anvisa, adquiridos de distribuidores autorizados e armazenados dentro das especificações do fabricante — procedência rastreável, que protege tanto o resultado quanto a segurança.
Onde o produto é depositado
A profundidade de cada depósito é escolhida respeitando o trajeto dos vasos do lábio. Estudo anatômico em 29 cadáveres adultos e 10 fetos descreveu que a artéria labial superior corre no lado mucoso do músculo orbicular da boca, enquanto a veia labial superior corre no lado cutâneo1. Um estudo multicêntrico com 193 cabeças de cadáveres encontrou as artérias labiais no plano submucoso em 78,1% dos pontos examinados, e os autores apontam o plano subcutâneo paramediano como o local mais seguro para a volumização5. É esse mapa que orienta a técnica: o produto vai para onde dá forma ao lábio com a maior margem de segurança.
Para que serve o preenchimento labial
O preenchimento labial trata muito mais do que lábio fino. A indicação nasce da leitura do conjunto: posição dos lábios em relação aos dentes superiores, proporção entre lábio superior e inferior, linhas periorais, tônus muscular e grau de ressecamento da mucosa. A avaliação define o plano, e o plano define o resultado.
- Repor o volume perdido com a idade: com os anos, o lábio superior perde projeção e tende a girar levemente para dentro, ficando menos visível. O preenchimento devolve essa projeção de forma discreta.
- Equilibrar lábio superior e inferior: em geral o lábio inferior é um pouco mais cheio que o superior, mas cada rosto tem sua lógica própria. A correção da assimetria segue a proporção individual, não um parâmetro único.
- Redesenhar o arco do Cupido e o filtro: a definição dessas estruturas é responsável pela elegância labial — restaurá-las com pequenas quantidades de produto nos pontos certos é um dos procedimentos de maior impacto estético com menor volume.
- Suavizar as linhas verticais ao redor da boca (código de barras): respondem à combinação de preenchimento superficial com retroinjeção linear e, quando indicado, toxina botulínica no músculo orbicular.
- Hidratar o lábio ressecado: preenchedores de alta hidrofilia depositados superficialmente promovem uma hidratação profunda que produtos tópicos não alcançam.
Preenchimento labial por objetivo: densidade do produto, volume, duração e custo
Cada objetivo pede um plano diferente — muda a densidade do ácido hialurônico, o plano de deposição e a quantidade. A tabela resume as combinações mais frequentes:
| Objetivo (e para quem é indicado) | Densidade do ácido hialurônico | Volume típico por sessão | Duração média | Investimento em Brasília |
|---|---|---|---|---|
| Hidratação do vermelhão — lábio ressecado cronicamente, sem pedido de volume | Baixa viscosidade, alta hidrofilia, depósito superficial | 0,5 a 1 ml | 6 a 12 meses, tendendo ao piso da faixa | R$ 1.900–2.800 por sessão |
| Definição de contorno — arco do Cupido e filtro apagados, vermelhão sem limite nítido | Maior coesividade, para sustentar contorno | 0,5 a 1 ml | 6 a 12 meses | R$ 1.900–2.800 por sessão |
| Volume e projeção — perda de volume relacionada à idade, lábio superior girado para dentro | Média a alta viscosidade, depósito estrutural | 1 ml, dividido em duas etapas quando a anatomia pede | 6 a 12 meses | R$ 1.900–2.800 por sessão |
| Rejuvenescimento perioral — linhas verticais (código de barras) e comissuras caídas | Baixa viscosidade em retroinjeção linear superficial, associada a toxina botulínica no orbicular quando indicado | 0,5 a 1 ml | 6 a 12 meses, tendendo ao piso da faixa | R$ 1.900–2.800 por sessão |
| Correção de preenchimento anterior — volume excessivo, assimetria ou aspecto artificial de aplicação prévia | Hialuronidase (enzima que degrada o ácido hialurônico, não é preenchedor) | 1 a 2 sessões; novo preenchimento depois que o tecido estabiliza, conferido no retorno | Degrada o produto depositado; resultado reavaliado no retorno | R$ 1.500–2.500 por sessão |
Preenchimento labial ou botox labial (lip flip)?
São procedimentos diferentes, que muitas vezes se completam. O lip flip usa microdose de toxina botulínica no músculo orbicular da boca: relaxa a borda e mostra mais vermelhão do lábio superior, sem adicionar volume. O preenchimento com ácido hialurônico repõe volume, projeção, contorno e hidratação — e dura mais. Quem quer lábio mais cheio, mais definido ou mais hidratado tem no preenchimento a resposta; quem tem bom volume e só quer mostrar mais o lábio ao sorrir pode se beneficiar do flip. Na avaliação, os dois podem ser combinados.
A partir dos 45 anos: lábio descansado, não lábio feito
Para a mulher acima dos 45 anos — a maioria das pacientes que buscam preenchimento labial com resultado sofisticado em Brasília —, o objetivo é o lábio mais hidratado, mais contornado e com proporção mais equilibrada, sem que o procedimento seja perceptível por terceiros. Esse resultado vem, na maioria dos casos, de volumes conservadores (0,5 a 1 seringa por sessão) e de distribuição tecnicamente precisa.
Nessa fase, o tecido perioral tem menos colágeno e maior tendência ao inchaço depois da aplicação, por isso a preparação, a escolha do produto e os cuidados pós-procedimento seguem um protocolo próprio — é esse refinamento que entrega o resultado elegante. A conversa que antecede a agulha é parte central do atendimento: o espelho mostra, ali mesmo, o que uma quantidade bem colocada produz, e a paciente sai com o rosto descansado e a boca em harmonia com o resto da face.
Resultados do preenchimento labial: o que muda e quanto tempo dura
O resultado aparece na hora: o lábio sai do consultório com mais volume, contorno e hidratação. O aspecto final é avaliado depois que o inchaço cede — em ensaio clínico prospectivo, multicêntrico e randomizado com 176 participantes, o preenchimento labial com ácido hialurônico produziu melhora na escala de volume labial, medida por avaliador cego, e alta satisfação, com vermelhidão e inchaço resolvidos, na maioria, em até uma semana3.
A técnica também se reflete na qualidade do resultado. Em série de 10 pacientes tratadas com técnica submucosa guiada por ultrassom, desenhada para respeitar o trajeto da artéria labial, os resultados foram, segundo os autores, discretos e com menos irregularidades visíveis do que a injeção superficial, sem oclusão vascular, e o edema e a vermelhidão se resolveram em 48 horas2.
Quanto tempo dura: nos lábios, a durabilidade média é de 6 a 12 meses, com variação individual — pesam o metabolismo, a reticulação do gel, a mímica labial e o volume aplicado. Como a região perioral se movimenta o tempo todo, o lábio tende a ficar na faixa mais curta em relação a outras áreas da face. A manutenção é feita quando a paciente percebe o retorno à condição de base, e não em intervalo fixo.
Colágeno novo ao redor do gel: além do volume imediato, o ácido hialurônico reticulado estimula o próprio tecido. Em 11 voluntários com pele fotoenvelhecida, biópsias a 4 e 13 semanas mostraram maior deposição de colágeno novo ao redor do gel injetado do que no lado que recebeu soro6. A quantidade de cada retoque é decidida na avaliação daquele momento.
As fotos de resultados reais no topo desta página mostram o padrão buscado: lábios mais cheios, contorno definido e hidratação visível, sempre dentro da proporção do rosto.
Como é a sessão: anestesia, conforto e recuperação
O atendimento começa com avaliação fotográfica padronizada e análise das proporções labiais em repouso e em movimento. Essa etapa define o plano técnico: quais pontos receberão produto, qual o vetor de deposição, a quantidade estimada e o produto. A execução segue o planejamento, com ajuste fino durante a aplicação conforme a resposta do tecido.
A sessão dura de 20 a 40 minutos. A anestesia é feita em duas etapas — creme anestésico tópico e, quando indicado, bloqueio local do nervo infraorbital —, o que torna o procedimento confortável para a grande maioria das pacientes; os géis de ácido hialurônico com lidocaína somam conforto durante a aplicação. A técnica combina agulha fina, para o contorno preciso do vermelhão, e cânula, quando o objetivo é uma volumização mais suave e com menor chance de hematoma. Ao final, é feita uma modelagem suave para distribuir o produto de forma homogênea. A paciente recebe orientações escritas e contato direto para dúvidas nas primeiras 48 horas.
Cuidados depois da aplicação
- Não massagear nem comprimir os lábios por 12 horas;
- Compressas frias nas primeiras horas, para reduzir o inchaço;
- Evitar atividade física intensa, calor excessivo (sauna, banho muito quente) e álcool por 24 horas;
- Manter os lábios hidratados com produto suave e evitar batom denso por 24 horas.
A maioria das pacientes volta às atividades do dia a dia logo depois da sessão.
Efeitos esperados
- Inchaço e sensibilidade nas primeiras 24 a 48 horas — fazem parte da resposta normal ao procedimento;
- Vermelhidão nos pontos de aplicação, que se resolve em poucos dias;
- Pequenos hematomas, que regridem espontaneamente;
- Oclusão vascular, evento raro: a hialuronidase é o tratamento direcionado, e a paciente sai orientada a entrar em contato de imediato diante de dor desproporcional, palidez ou manchas arroxeadas na pele4.
Quando adiar o procedimento
- Gestação e amamentação;
- Herpes labial ativo (quem tem histórico de herpes faz profilaxia antiviral agendada antes da sessão);
- Infecção ativa em qualquer ponto da face;
- Distúrbio de coagulação não controlado ou uso de anticoagulante sem orientação do médico que acompanha o caso;
- Alergia a componentes do produto (lidocaína ou ácido hialurônico);
- Presença de PMMA, biopolímero ou silicone líquido nos lábios — esses materiais permanentes contraindicam o preenchimento com ácido hialurônico na área, e o caso é avaliado individualmente.
Quanto custa o preenchimento labial em Brasília?
Em Brasília, o preenchimento labial com ácido hialurônico custa entre R$ 1.900 e R$ 2.800 por sessão, faixa que corresponde à sessão com uma seringa. O valor acompanha a quantidade de produto em mililitros, a densidade do ácido hialurônico e a complexidade anatômica do caso, e o orçamento final é fechado na avaliação presencial, junto com o plano completo — número de sessões, volume indicado e intervalo de manutenção.
Valor do preenchimento labial por volume de produto
| Volume | Investimento em Brasília | Uso mais frequente | Como costuma ser planejado |
|---|---|---|---|
| 0,5 ml | R$ 1.900–2.800 por sessão | Hidratação do vermelhão, definição de contorno ou linhas periorais | Sessão única, com volume conservador (0,5 a 1 ml por sessão é a regra a partir dos 45 anos) |
| 1 ml | R$ 1.900–2.800 — faixa da sessão com uma seringa | Volume e projeção do lábio; também o teto da faixa de hidratação, contorno e linhas periorais (0,5 a 1 ml) | Sessão única, ou duas etapas quando a anatomia pede |
| 2 ml | Equivale a duas seringas e é orçado nessa proporção; valor fechado na avaliação | Plano com volume total maior | Em geral dividido em duas etapas, com algumas semanas de intervalo |
A faixa reflete o que garante um resultado natural e seguro: ácido hialurônico de primeira linha registrado na Anvisa, volume adequado ao objetivo e técnica consolidada. O insumo — a seringa importada do fabricante — custa entre R$ 300 e R$ 700 e é só o ponto de partida da conta, antes da estrutura clínica, da experiência de quem aplica e do acompanhamento depois da sessão.
Dentro da faixa de R$ 1.900 a R$ 2.800, quatro variáveis explicam quase toda a diferença de um orçamento para outro:
- Quantidade de produto. A faixa corresponde à sessão com uma seringa. Um plano de 2 ml equivale a duas seringas e é orçado nessa proporção.
- Densidade do ácido hialurônico indicada. Produtos de reologia diferente têm custo diferente dentro da mesma família, e a escolha é clínica: segue a espessura do tecido e o objetivo.
- Complexidade anatômica. Assimetria estrutural, lábio previamente preenchido, cicatriz ou tecido muito fino pedem planejamento e tempo de execução maiores do que um caso de hidratação simples do vermelhão.
- O que está incluído depois da sessão. Retorno de reavaliação, ajuste fino dentro da janela de estabilização e canal direto nas primeiras 48 horas fazem parte do procedimento em umas clínicas e são cobrados à parte em outras.
Para comparar orçamentos, vale pedir os números na mesma unidade: quantos mililitros, qual produto e o que está incluído depois. Um orçamento por "uma aplicação", sem mililitros declarados, e outro por uma sessão de 1 ml com retorno de reavaliação são planos diferentes — e a diferença aparece no resultado.
Dissolução de preenchimento anterior com hialuronidase
Quem chega com um preenchimento labial anterior que não agradou — volume excessivo, aspecto artificial ou distribuição irregular — pode recomeçar. A hialuronidase é uma enzima que degrada seletivamente o ácido hialurônico depositado, e é essa reversibilidade que distingue o ácido hialurônico dos materiais permanentes. A dissolução em Brasília custa entre R$ 1.500 e R$ 2.500 por sessão, com uma ou duas sessões conforme o volume a dissolver. Depois que o tecido estabiliza, o que é conferido no retorno, o novo preenchimento é planejado a partir da anatomia restaurada.
Referências bibliográficas
- Yamamoto M, Chen HK, Hidetomo H, et al. Superior labial artery and vein anastomosis configuration to be considered in lip augmentation. Ann Anat. 2022;239:151808. Estudo anatômico em 29 cadáveres adultos e 10 fetos. PMID: 34324994 · DOI: 10.1016/j.aanat.2021.151808
- Bravo BSF, Bravo LG, Cornachini BG, Elias MC, Alves GLT. Navigating the Labial Artery: A Safer Approach to Submucosal Lip Filler Techniques. Life (Basel). 2025;15(4):509. Série de 10 pacientes. PMID: 40283064 · DOI: 10.3390/life15040509
- Wang T, Huang C, Jin P, et al. Safety and Efficacy of a New Hyaluronic Acid Filler for Lip Augmentation: A Prospective, Multicenter, Randomized, Controlled Study. Aesthet Surg J Open Forum. 2025;7:ojaf113. Ensaio randomizado com 176 participantes; preenchedor de ácido hialurônico Janlane LIPs. PMID: 41415899 · DOI: 10.1093/asjof/ojaf113
- Murray G, Convery C, Walker L, Davies E. Guideline for the Management of Hyaluronic Acid Filler-induced Vascular Occlusion. J Clin Aesthet Dermatol. 2021;14(5):E61–E69. Diretriz de conduta. PMID: 34188752
- Cotofana S, Pretterklieber B, Lucius R, et al. Distribution Pattern of the Superior and Inferior Labial Arteries: Impact for Safe Upper and Lower Lip Augmentation Procedures. Plast Reconstr Surg. 2017;139(5):1075–1082. Estudo anatômico multicêntrico, 193 cabeças de cadáveres. PMID: 28092335 · DOI: 10.1097/PRS.0000000000003244
- Wang F, Garza LA, Kang S, et al. In vivo stimulation of de novo collagen production caused by cross-linked hyaluronic acid dermal filler injections in photodamaged human skin. Arch Dermatol. 2007;143(2):155–163. Estudo em 11 voluntários, pele do antebraço. PMID: 17309996 · DOI: 10.1001/archderm.143.2.155
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Dr. Thiago Perfeito
CRM-DF 23199 · Medicina Estética e Regenerativa
Médico com mais de 10 anos de prática em medicina estética e regenerativa. Mestre em Medicina Estética (2024). Formação internacional em Harvard Medical School e Mayo Clinic. Membro da ASLMS, A4M, AMS e NYAS. Atendimento em Brasília, Lago Sul.
Conheça o Dr. Thiago →Perguntas frequentes sobre preenchimento labial
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Quanto custa o preenchimento labial em Brasília?
Em Brasília, o preenchimento labial com ácido hialurônico custa entre R$ 1.900 e R$ 2.800 por sessão, faixa que corresponde à sessão com uma seringa. O valor varia conforme o produto escolhido, o volume indicado e a complexidade anatômica do caso, e o orçamento final é fechado na avaliação presencial.
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Quanto custa o preenchimento labial de 1 ml e de 2 ml?
A sessão com 1 ml (uma seringa) custa entre R$ 1.900 e R$ 2.800 em Brasília, e é entre 0,5 e 1 ml que a maioria dos casos de lábio é resolvida numa sessão. Um plano de 2 ml equivale a duas seringas e é orçado nessa proporção; em geral é dividido em duas etapas, com algumas semanas de intervalo, para um resultado mais previsível e natural.
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Quanto tempo dura o preenchimento labial?
A durabilidade média é de 6 a 12 meses e varia de pessoa para pessoa — pesam o metabolismo, a reticulação do gel, a mímica labial e o volume aplicado. Por causa da movimentação constante da boca, o lábio tende a ficar na faixa mais curta em relação a outras áreas da face. A manutenção é feita quando a paciente percebe o retorno à condição de base, e não em intervalo fixo.
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Preenchimento labial dói?
A sessão é confortável para a grande maioria das pacientes. A anestesia é feita em duas etapas — creme anestésico tópico e, quando indicado, bloqueio local do nervo infraorbital —, e os géis com lidocaína somam conforto durante a aplicação, que dura de 20 a 40 minutos. Depois, é comum sentir sensibilidade e inchaço nas primeiras 24 a 48 horas.
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Preenchimento labial ou botox labial (lip flip): qual escolher?
Depende do objetivo. O lip flip usa microdose de toxina botulínica no músculo orbicular da boca: mostra mais o vermelhão do lábio superior, sem adicionar volume. O preenchimento com ácido hialurônico repõe volume, projeção, contorno e hidratação, e dura mais. Para lábio mais cheio, definido ou hidratado, o preenchimento é a escolha; para quem já tem bom volume e quer mostrar mais o lábio ao sorrir, o flip pode bastar. Os dois podem ser combinados.
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Quantas sessões de preenchimento labial são necessárias?
Na maioria dos casos, uma sessão entrega o resultado desejado. Lábios com perda de volume acentuada, assimetria importante ou desejo de aumento gradual podem ser planejados em duas sessões, com intervalo de algumas semanas definido no retorno. O número de sessões é definido na avaliação, conforme o objetivo e a anatomia.
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Como ficam os lábios depois do preenchimento?
O resultado aparece na hora, com mais volume, contorno e hidratação. Nas primeiras 24 a 48 horas é normal haver inchaço e sensibilidade, e pequenos hematomas podem surgir e regridem sozinhos; a maioria das pacientes volta às atividades no mesmo dia. Em ensaio randomizado com 176 participantes, vermelhidão e inchaço se resolveram, na maioria, em até uma semana, e o aspecto final é avaliado depois que o inchaço cede.
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Quais os riscos do preenchimento labial?
Os efeitos mais comuns são inchaço, sensibilidade, vermelhidão e pequenos hematomas, todos transitórios. A oclusão vascular é um evento raro; como o produto é ácido hialurônico, a hialuronidase é o tratamento direcionado, e a paciente sai orientada a entrar em contato de imediato diante de dor desproporcional, palidez ou manchas arroxeadas na pele. Produto registrado na Anvisa e técnica que respeita o trajeto dos vasos do lábio dão a margem de segurança do procedimento.
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Dá para desfazer o preenchimento labial?
Sim. A hialuronidase é uma enzima que degrada seletivamente o ácido hialurônico, o que permite ajustar ou desfazer um preenchimento que não agradou. Em Brasília, a dissolução custa entre R$ 1.500 e R$ 2.500 por sessão, com uma ou duas sessões conforme o volume; depois que o tecido estabiliza, um novo preenchimento pode ser planejado. Materiais permanentes, como PMMA e biopolímero, não têm essa reversibilidade.
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Quem pode fazer preenchimento labial?
Adultos com perda de volume labial, assimetria, apagamento do arco do Cupido, linhas ao redor da boca ou lábio ressecado. O procedimento é adiado na gestação e na amamentação, com herpes labial ativo, infecção facial em curso ou distúrbio de coagulação não controlado; quem tem PMMA, biopolímero ou silicone líquido nos lábios passa por avaliação individual, porque esses materiais contraindicam o ácido hialurônico na área.
Avalie seu caso com o Dr. Thiago Perfeito
A consulta define o volume indicado, o produto mais adequado para a sua anatomia e o plano de sessões. Atendimento no INTI, Lago Sul, Brasília. CRM-DF 23199.